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D. António Couto em São João da Pesqueira: A Igreja em Missão

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Citando Sua Santidade Papa Francisco, na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, “O Bispo deve favorecer sempre a comunhão missionária na sua Igreja diocesana, seguindo o ideal das primeiras comunidades cristãs em que os crentes tinham um só coração e uma só alma. Para isso, às vezes pôr-se-á à frente para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo, outras vezes, manter-se-á simplesmente no meio de todos com a sua proximidade simples e misericordiosa e, em certas circunstâncias, deverá caminhar atrás do povo para ajudar aqueles que se atrasaram e sobretudo porque o próprio rebanho possui o olfacto para encontrar novas estradas”.

Foi com estas palavras e grande regozijo que São João da Pesqueira, no dia 21 de janeiro, às 21:00 no Auditório da Biblioteca Municipal, deu as boas vindas a Sua Excelência Reverendíssima Senhor Bispo de Lamego, D. António Couto e ao Reverendíssimo Senhor Pró Vigário, Pe. João Carlos.

Coração do Douro, as suas gentes e o seu rebanho, que brinda com a formosa natureza e faz submergir na colossal beleza de compreender e, também, de aceitar a grandeza de um povo que com o suor no rosto, mãos calejadas, com a vontade e força por um mosto desbravou as montanhas e criou um lugar encantado, venerado e coroado.

Foi como Pastor, amigo e irmão, que se coloca à frente, no meio e atrás, misturando – se com o cheiro do seu rebanho, que nos obsequiou com a sua sabedoria, partilha e perseverança na conferência “Igreja em Missão”.

Numa sociedade em rápida transformação, numa cultura em que predomina aquilo que é exterior, imediato, visível, superficial e provisório, na qual o real cede lugar à aparência. Numa carência acentuada em que o ser passou ao ter, este vazio ético e falta de valores que se vai fazendo sentir, somos, enquanto Igreja, povo de Deus, incitados a remar e a lutar contra estas tendências.

Temos que ser o fermento de Deus no meio da humanidade, anunciar e levar a salvação de Deus a este nosso mundo que, muitas vezes, se sente perdido e necessitado de ter respostas que encorajem, dêem esperança e novo vigor.

A Igreja deve ser o lugar da misericórdia gratuita, na qual, todos possam sentir-se acolhidos, amados, perdoados e animados a viverem segundo a vida boa e bela do Evangelho.

O nosso muito obrigado, ao nosso Pastor, amigo e irmão.

 

Departamento de comunicação da Paróquia de SJP,

in Voz de Lamego, ano 87/13, n.º 4398, 7 de fevereiro de 2017

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