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Archive for 01/02/2017

Visita Pastoral de D. António Couto a Parada de Ester

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QUARTA-FEIRA

Bem cedo, de manhã, os povos da Paróquia de São João Baptista de Parada de Ester aqueceram as mãos e o coração por estarem a viver um dia diferente. Acolheram o seu pastor diocesano com júbilo e alegria. Momentos de oração e partilha marcaram este dia mostrando que o nosso Deus é um Deus próximo de nós.

Invocando Nossa Senhora da Saúde em Sobrado, Santa Bárbara em Laboncinho, Nossa Senhora de Fátima em Outeiro de Eiriz, Santa Comba em Eiriz, São Bartolomeu em Meã, São João Baptista em Parada de Ester, São Pedro em Vila e Santa Catarina em Mós, foram recordados aqueles que já partiram e ali rezaram, não esquecendo os que por esse mundo fora, deixaram a sua terra. Ler mais…

VIVER AGORA | Editorial Voz de Lamego | 31 de janeiro de 2017

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A partir da capa da edição desta semana da Voz de Lamego, o destaque para o Dia Mundial do Doente, no interior outros destaques tais como a Semana do(s) Consagrado(s) ou a Visita Pastoral de D. António Couto a Parada de Ester, na Zona Pastoral de Castro Daire. Como sempre, muitas outras notícias da diocese e da região, bem assim como uma variedade de reflexões que nos provocam, nos desafiam, nos envolvem…

O Pe. Joaquim Dionísio, Diretor da Voz de Lamego, no Editorial, parte da festa da Apresentação de Jesus no Templo, a 2 de fevereiro, 40 dias depois do Natal, sugerindo-nos que aproveitemos o Agora para vivermos…

VIVER AGORA

Na quinta-feira, dia 2 de fevereiro, a Igreja celebra a festa da Apresentação de Jesus no Templo, também conhecida como festa da Candelária, da Senhora das Candeias ou Festa da Purificação.

A celebração recorda um facto narrado no Evangelho de Lucas 2, 22-40. Quarenta dias após o seu nascimento de Jesus, Maria vai ao Templo, em Jerusalém, para a purificação prescrita e, juntamente com José, apresentam o Menino ao Senhor, de acordo com a lei judaica. Ali chegados, encontram Simeão, que “sobrevivia” na expectativa de ver o Messias antes de morrer.

Já com o Salvador nos braços, o “piedoso e justo” judeu entoa um hino que a Liturgia das Horas convida a rezar na última oração do dia, as Completas. “Nunc dimittis servum tuum, domine”, que pode traduzir-se por “despede agora o teu servo, Senhor” e se recita “Agora, Senhor, deixareis ir em paz o vosso servo”.

Deus concedera ao velho Simeão a graça de contemplar o Messias e da sua boca saíram palavras de alegria e de gratidão, motivadas pelo encontro vivido, pela promessa cumprida, pela meta atingida… pela vida cumprida!

Numa “tradução” influenciada pelo som das palavras, talvez o ouvinte seja tentado a traduzir “nunc” por “nunca”, esquecendo o “agora” devido.

Tal como neste latim mal traduzido, também a vida pode permanecer “incumprida” quando se adiam decisões e caminhos, inviabilizando o “agora” e protagonizando um contínuo “nunca”.

Na verdade, há vidas que “nunca” estão no sítio certo, à hora certa, disponíveis para amar, contemplar, acolher, aclamar, rezar, seguir, cumprir, etc, apesar de continuamente serem destinatários do “agora” que acontece e da oportunidade que pode não voltar.

A exemplo do velho Simeão, nunca é tarde para corresponder aos convites, sinais e situações que o agora (presente) concede.

in Voz de Lamego, ano 87/12, n.º 4397, 31 de janeiro de 2017