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Archive for Maio, 2014

Rev. Pe. Armindo da Rocha Pinto Almeida (1949 – 2014)

Deus chamou à Sua presença na eternidade o Rev. Sr. Pe. Armindo da Rocha Pinto de Almeida, sacerdote da Diocese de Lamego.

Nascido a 16 de Julho de 1949 em Ferreiros de Tendais, concelho de Cinfães, frequentou os Seminários Diocesanos e recebeu a ordenação presbiteral a 22 de Setembro de 1974, no Santuário de N. S. dos Remédios, na cidade de Lamego.

Entre os vários encargos pastorais que lhe foram confiados, destaca-se a paroquialidade de Tarouquela e Espadanedo, e uma intensa actividade pastoral no Arciprestado de Cinfães.

Nos últimos anos, a sua vida foi marcada pela debilidade e pela doença, que viveu com serenidade e generosidade, na Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Cinfães.

A celebração das Exéquias Solenes terão lugar amanhã, sábado, pelas 14h00, na Igreja Matriz de Cinfães.

A Diocese de Lamego manifesta a sua proximidade aos familiares e amigos do Rev. Sr. Pe. Armindo, agradece a Deus o dom do seu ministério e da sua vida sacerdotal e eleva férvidas preces pelo seu eterno descanso.

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Dia Mundial das Comunicações Sociais – Mensagem do Papa

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XLVIII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS – 2014

«Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro»

[Domingo, 1 de Junho de 2014]

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus. Ler mais…

Voz de Lamego, edição de 27 de Maio de 2014

Voz de Lamego, edição de 27 de Maio de 2014

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Ainda as Jornadas Diocesanas da Juventude

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A última edição do Jornal da Diocese de Lamego, VOZ DE LAMEGO, entre notícias e reflexões que propõe aos seus leitores, procurando que a mensagem do Evangelho chegue mais longe e mais fundo e simultaneamente que a informação sobre acontecimentos aproxime pessoas e comunidades, dá destaque, como não poderia deixar de ser, à XXIX Jornada da Juventude, que se realizou nos dias 16 e 17 de maio, em Freixo de Numão, no Santuário de Nossa Senhora da Carvalha.

As Zonas Pastorais de Mêda e de Foz Côa congregaram esforços, com as entidades locais, e com a presença solícita do Secretariado Diocesano da Juventude (SDPJ de Lamego), para que os jovens vivessem bem estes dias de festa, encontro, partilha, de vivência da fé cristã. Ler mais…

D. António Couto no funeral de D. Eurico Dias Nogueira

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“É o regresso para um reencontro para um homem justo, amigo, direto, franco, bom. Seguramente que ele já fala bem a linguagem de Deus. Ele entenderá bem Deus e Deus entendê-lo-á bem a ele. E temos todos a aprender com este tipo de homens que são de facto presença de Deus no nosso mundo”.

Palavras de D. António Couto aos microfones da Rádio Renascença, por ocasião do funeral de D. Eurico Dias Nogueira, que se realizou esta quarta-feira, 21 de maio, na Catedral de Braga.

Notícia Rádio Renascença.

Mensagem de D. António Couto aos Jovens

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COMO ME ENVIOU O PAI, TAMBÉM EU VOS ENVIO

«Portas fechadas» é um dos símbolos deste tempo de medos, incertezas e desconfianças. Mas o Ressuscitado vem com as mãos carregadas de paz e de esperança, deita abaixo as nossas portas fechadas, dissipa os nossos medos, gera alegria e confiança. Ana pelo ar uma energia nova, e tudo à nossa volta se renova. Dentro de nós rebenta um bolhão, pulsa o coração, põe-se uma mesa com vinho e pão. Será que podemos chamar «juventude» a este mar que chegou aqui, mas que não pode parar aqui? Parece que sim, pois este aroma de alegria rejuvenesce todas as coisas. Vai então, mar de amor e de alegra nova, cresce como uma avalanche, derruba portas, abre corações, mostra também as mãos e o lado, vive dando a vida como o Ressuscitado! Vai com o Ressuscitado. Só se pode ir com Ele.

«Disse-lhes então Jesus outra vez: “A paz convosco! Como Me enviou (apéstalken) o Pai, também Eu vos envio (pémpô)”» (João 20,21)

Como em muitas outras passagens, o uso do verbo apostéllô (enviar) acentua o papel do «enviado», que é Jesus, do mesmo modo que o uso do verbo pémpô (também enviar) sublinha o papel do enviante, que, neste caso, continua a ser Jesus. Por outro lado ainda, o envio de Jesus apresenta-se no perfeito grego, pelo que a sua missão começou e continua. Não terminou. Ele continua em missão. A nossa missão está no presente. O presente da nossa missão aparece, portanto, agrafado à missão de Jesus, e não faz sentido sem ela e sem Ele: «Como me enviou o Pai, também Eu vos envio» Nós implicados e imbricados n’Ele e na missão d’Ele, sabendo nós que Ele está connosco todos os dias (cf, Mateus 28, 20).

Vai, então, mar de amor, vai com Jesus, e inunda este mundo de alegria! Há tanta gente à espera que lhe mostres Jesus!

+ António, vosso bispo e irmão

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Semana da Vida: porque é importante

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