Falecimento da Irmã do Pe. Luís Ribeiro da Silva

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Deus, na Sua infinita Sabedoria e Misericórdia, chamou à Sua presença, a D. Noémia Ribeiro da Silva, irmã do reverendo Pe. Luís Ribeiro da Silva, Pároco de Barcos, Adorigo e Santa Leocádia e Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tabuaço, natural de São Tiago de Magueija.

A D. Noémia já se encontrava muito fragilizada, cujo estado de saúde se deteriorou nos últimos dias.

O FUNERAL realizar-se-á, amanhã, 17 de agosto de 2016, pelas 17h00, na Igreja Paroquial de Santiago de Magueija. D. António Couto presidirá à Eucaristia Exequial.

O presbitério de Lamego, sob presidência de D. António Couto, manifesta o seu pesar a toda a família, na pessoa do reverendo Pe. Luís, associando-se neste momento de luto, na amizade e na oração. Certamente também a oração e a presença espiritual das comunidades paroquiais sob o cuidado do Pe. Luís.

Agradeçamos, uma vez mais, e sempre, o dom da vida, ao Senhor Deus, Pai de bondade infinita. Que na Sua paz eterna, esta nossa irmã, descubra a Luz sem fim, o Amor Infinito de Deus e junto de Deus interceda para nós todo o bem.

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | OBRA SOCIAL DA IGREJA

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A missão da Igreja, sempre a realizar-se no tempo e nunca acabada, concretiza-se em três grandes áreas: anúncio da Palavra de Deus, celebração dos Sacramentos e serviço da Caridade.

As instituições de ação sociocaritativa ligadas à Igreja são expressão desse serviço da Caridade e integram-se numa ampla dinâmica da Igreja, em que o serviço aos outros é parte irrenunciável.

Neste serviço da caridade protagonizado pelas instituições sociocaritativas são estruturantes os princípios fundamentais da Doutrina Social da Igreja: os princípios da dignidade da pessoa humana, como criatura à imagem de Deus e a igual dignidade de todas as pessoas, do respeito à vida humana, da solidariedade, do bem comum, da subsidiariedade, da opção preferencial pelos pobres, da destinação universal dos bens e da participação.

No nosso país há 1 618 instituições eclesiais que desenvolvem esta acção sociocaritativa, cooperando com o Estado que, por sua vez, as reconhece como Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e lhes fornece normas de actuação. As instituições ligadas às Igreja representam 41% de todas as IPSS existentes.

As respostas sociais oferecidas por estas instituições abrangem o apoio à família, a crianças e a jovens e à integração social e comunitária, a educação e a saúde, bem como a formação profissional dos cidadãos e a protecção destes na velhice.

Para a infância e juventude (creche, CATL, lares juvenis), as instituições da Igreja, em todo o território nacional, dispõem de um total de 1 194 equipamentos que apoiam 45 739 utentes. Para a população mais idosa (Centros de Convívio, de Dia, Lares e Serviço de Apoio Domiciliário), dispõem de um total de 2 480 equipamentos para servir um total de 88 182 utentes.

Tais respostas sociais possibilitam que, diariamente, cerca de 250 000 pessoas frequentem as instituições da Igreja, onde crescem harmoniosamente ou encontram condições para viver com dignidade, onde beneficiam de apoio ou recuperam na sua saúde, onde se educam, formam ou se sentem protegidas, onde desfrutam do serviço que carecem ou de um ambiente familiar que as faz sorrir.

Sem quantificar o voluntariado envolvido nesta vasta obra social, poderá reconhecer-se ser a Igreja um significativo mercado de emprego, com os mais de 80 000 trabalhadores que estas instituições empregam. Graças a esta possibilidade há famílias que se fixaram e não partiram, há valorização dos trabalhadores locais, há agregados familiares com outros meios.

Por outro lado, a proximidade às populações é evidente e a rede assim criada uma realidade, com respostas inovadoras e em leal cooperação.

A Obra Social da Igreja, sendo fruto da acção de muitos, está aí, cooperando na valorização e dignificação de todos. Também por aqui se concretiza a missão da Igreja e se testemunha, todos os dias, em todo o lado, a misericórdia.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/39, n.º 4375, 9 de agosto de 2016

Bodas de Ouro Sacerdotais do Padre José Augusto Alves de Sousa

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Saudação inicial do Pároco, Pe. Hermínio Manuel Lopes

 

Como pároco de S. Tiago de Magueija, saúdo todos os presentes que aqui acorreram para celebrar a sua fé, mas de um modo especial, neste dia, para fazer festa e agradecer a Deus o Dom da Vida e da Vocação dos Irmãos Padres Sousa.

Há 50 anos, Magueija rejubilava com a ordenação e missa nova do P. José Augusto, sacerdote missionário da Companhia de Jesus (Jesuíta), logo enviado para a missão de Fonte Boa e depois cidade da Beira, Moçambique, onde esteve até 2004.

Não me esquecem as palavras oportunas, sinceras e amigas do seu camarada P. Francisco Rodrigues, aqui presente, aquando da apresentação do belo livro “1960 – 2004 – Memórias de um Jesuíta Missionário em Moçambique”, a 18 de setembro, no Centro Hospitalar Cova da Beira, cidade da Covilhã, e que passo a citar (permita-me P. Francisco): “O discípulo de Cristo e camarada Sousa, no peito levando uma cruz, e no coração o que disse Jesus, partiu, aterrou e encarnou (ou numa linguagem mais moderna, inculturou-se durante 44 anos) participou e marcou a história de Moçambique, num antes, num durante e num depois. Regressou, e agora habita entre nós, sem deixar de viver o que viveu: isto é: com os pés na terra onde está, o coração em Deus e a mente no (seu) mundo! Por isso aqui o temos e com ele, esta preciosa obra reflexo da sua vida boa ainda que quase nunca, boa vida!” Ler Mais…

CENTRO SOCIAL FILHAS DE SÃO CAMILO | Festa ao Padroeiro

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A manhã do dia 14 de Julho apareceu iluminada pela glória de nosso pai São Camilo.

Tudo na casa cantava a festa e todos esperavam o melhor para o dia do padroeiro e protetor do nosso Centro Social.

Preparados para viver o dia jubilar com a presença do nosso querido Bispo D. António Couto, utentes, irmãs e funcionários  aguardaram ansiosos e contentes por algo muito especial.

Aproximando a hora da celebração sua Excelência o Sr. Bispo D. António juntamente com o Sr. Vigário geral Sr. Padre Joaquim Dias Rebelo e o Sr. Padre José Abrunhosa foram recebidos em festa na porta da capela da Instituição pelas irmãs, utentes e funcionários. A todos o Sr Bispo abençoou e cumprimentou pessoalmente. Ler Mais…

JMJ 2016 | Testemunho | Inês Montenegro: Famílias de Acolhimento

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Não é pouco o que há a dizer sobre as Jornadas Mundiais da Juventude de 2016, em Cracóvia. Num evento com uma magnitude e adesão inigualáveis, torna-se apenas natural que surja uma diversidade de prismas, vivências, experiências e mensagens. Por consequência, torna-se também natural a hesitação sobre qual deles focar este texto, que desde já se afirma como pessoal. O cerne das Jornadas é, sem dúvida, a comunhão entre si de jovens cristãos oriundos das mais diversas culturas, bem como a sua comunhão com o Santo Padre. As mensagens que o Papa Francisco deixou nas suas homilias – e que tão certeiras foram a quem o escutou – são, por conseguinte, o pilar desta experiência. No entanto, escrever aqui sobre elas afigura-se-me como algo oco: as palavras do Papa foram claras e o seu desafio é lançado directamente a cada um de nós. Poderia desenvolver a minha recepção a esse desafio, o meu sentimento. Não o desejo, contudo, fazer por palavras (diz que o vento as leva): talvez ainda o possam vir a reconhecer nas acções, tanto minhas como de quantos o aceitaram. Ler Mais…

JMJ 2016 | Joana Neto | Grupo de Jovens da Sé

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Não é nada fácil deixar a nossa terra por 3 semanas para ir em peregrinação. Não é fácil passar 3 dias num autocarro para ir, sabe-se lá em que condições, muitas vezes sem destino apenas com as coordenadas geográficas “JESUS CRISTO”. E foi nesta direção que o Grupo de Jovens da Sé (GJS) partiu para a Polónia.

“Um peregrino sabe simplesmente às horas a que se levanta, não controlando o seu dia-a-dia e, principalmente, não controlando as horas de deitar”. Foi a frase que mais caracterizou a estadia destes jovens num país que vive Jesus Cristo de uma maneira tão acesa como tradicional. A cultura polaca surpreendeu-nos logo nas pré-jornadas passadas em Psów uma cidade pequenina não muito longe de Cracóvia. Fomos todos muito bem recebidos por famílias de acolhimento que “Dando acolhimento a peregrinos” cumpriram esta obra de misericórdia da maneira que melhor sabiam. A gratidão para com todas as famílias não consegue suplantar tudo aquilo que fizeram por nós: comida, cama, banho,… e o mais que podiam, faziam! Enfim, nós éramos os peregrinos mas sentimo-nos reis e rainhas num ambiente que poucas horas depois de chegarmos se tornou logo muito familiar e poucas horas depois de os deixarmos começaram logo a apertar as saudades de todas as experiências, todo o carinho, toda a comunhão com Cristo. Ler Mais…

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