Falecimento da Mãe do Monsenhor José Guedes

O Senhor Deus, Pai de Misericórdia Infinita, fez regressar à Sua presença a Senhora D. Maria José Fernandes Pinto, Mãe do reverendo Monsenhor José Guedes, Pároco de Almacave.

D. António Couto, Bispo de Lamego, também em nome do Presbitério de Lamego, manifesta o Seu pesar ao Monsenhor, unindo-se na oração e na amizade, na certeza e na esperança da vida eterna para esta nossa irmã, que no mistério da Eucaristia continua a ser Igreja connosco e que um dia encontraremos na Páscoa eterna.

Celebrações eucarísticas (de corpo presente), na terça-feira, 20 de fevereiro:

  • pelas 11h00, na Igreja da Graça;
  • pelas 16h00, na igreja de Fontelo de Armamar, onde será sepultada.

Que o Senhor Deus lhe conceda a luz e a paz na Sua morada eterna, à família e aos amigos o conforto da Sua Palavra de Salvação.

Falecimento da Irmã do Pe. Manuel Fonseca

Deus de Bondade Infinita chamou à Sua presença a Senhora D. Bárbara Aparício , Mãe do reverendo Padre João de Brito, SDB (sacerdote salesiano Dom Bosco) e irmã do já falecido Pe. Manuel Fonseca.

Funeral: domingo, 16h00, na Capela de São Martinho de Pêva.

A Diocese de Lamego, sob o pontificado de D. António Couto, une-se à família e aos amigos na dor e na amizade e sobretudo na oração, nesta comunhão espiritual que nos faz permanecer Igreja que caminha pelo tempo na história e Igreja que nos espera na eternidade de Deus, duas dimensões que nos fazem caminhar na certeza que nunca perdemos os que amamos, os que fazem parte da nossa família, desta família de Deus.

Que o Senhor, Deus Bom, lhe dê o descanso eterno e que na eternidade interceda por nós.

Dia Mundial do Doente na Paróquia de Almacave

Ao cuidar dos doentes, a Igreja serve o próprio Cristo presente nos irmãos que sofrem, seguindo o exemplo de Jesus Cristo que “passou fazendo o bem e curando a todos” (Act 10, 30) e cumpre o mandato do Senhor deixado aos seus discípulos na Última Ceia (Jo 13, 34-35). A parábola do Bom Samaritano, que suporta o lema do nosso Plano Pastoral, é o ícone atraente do Amor de Deus que cada um de nós deve testemunhar junto dos irmãos que mais sofrem e que impõe a cada cristão, também, respostas operativas capazes de rasgarem tanta indiferença e insensibilidade perante o sofrimento dos outros.

Esta solicitude pastoral torna-se também visível, não só visitando os doentes, mas igualmente confortando-os com os sacramentos da Santa Unção e da Eucaristia.

O Conselho Pastoral Paroquial, através das Conferências Vicentinas, propôs à comunidade paroquial celebrar o Dia Mundial do Doente, no próprio dia 11 de fevereiro, numa celebração eucarística comunitária na Igreja da Graça, com a administração do Sacramento da Santa Unção a todos os doentes que não se encontram acamados e às pessoas de idade, cuja fragilidade física se vai acentuando. A celebração deste Sacramento da Unção dos Enfermos foi preparada nas homilias que antecederam o dia desta celebração e em encontros de reflexão, aprofundando junto dos paroquianos a eficácia da graça deste sacramento instituído por Cristo e confiado à igreja, destinado especialmente a reconfortar não apenas os que estão no fim da vida, mas também os que se encontram sob a provação de uma doença e do peso da idade. Não foram celebradas todas as eucaristias dominicais, para que a comunidade pudesse participar e acompanhar, como Família Paroquial, os irmãos doentes, na celebração destes sacramentos, a Eucaristia e a Santa Unção. Ler mais…

TEMPO DE QUARESMA: Um tempo com características próprias.

A Quaresma é o tempo que precede e dispõe à celebração da Páscoa. Tempo de escuta da Palavra de Deus e de conversão, de preparação e de memória do Batismo, de reconciliação com Deus e com os irmãos, de recurso mais frequente às “armas da penitência cristã”: a oração, o jejum e a esmola (Mt 6,1-6.16-18).

Tal como o povo de Israel que peregrinou durante quarenta anos pelo deserto para chegar à terra prometida, a Igreja, o novo povo de Deus, prepara-se durante quarenta dias para celebrar a Páscoa do Senhor. Embora seja um tempo penitencial, não é um tempo triste e depressivo. Trata-se de um tempo especial de purificação e de renovação da vida cristã para poder participar com maior plenitude e gozo do mistério pascal do Senhor.

A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Este caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em nossos corações, afastarmo-nos de tudo aquilo que separa do Plano de Deus, e por conseguinte, da nossa felicidade e realização pessoal. Ler mais…

ESCLEROCARDIA – HUMILDE | Editorial Voz de Lamego | 13/02/2018

ESCLEROCARDIA – HUMILDE

Amanhã iniciamos o tempo litúrgico da Quaresma, durante a qual a Igreja dedica particular atenção ao arrependimento, convidando a enfrentar a “esclerocardia”, a dureza de coração ou incapacidade de nos arrependermos, tendo como finalidade última a conversão. Como alguém escreveu, “ninguém pode ser grande sem tomar consciência da sua miséria”.

E anunciar um tempo de arrependimento é mais do que um convite às lágrimas diante do mal feito; significa anunciar uma esperança: o mal não vencerá, o homem é maior que o seu pecado.

Diante da certeza de que é amado e destinado a algo grandioso, embora consciente dos limites que o acompanham e da impossibilidade de chegar à meta apenas com as próprias forças, o homem é convidado a protagonizar a humildade, a aceitar-se pequeno e a acolher o perdão de Deus.

A humildade, indispensável ao arrependimento, não pode entender-se como autodesprezo, mas como a serena aceitação de que somos pó, frágeis e limitados, mas que, apesar de tudo, somos amados e salvos.

A Quaresma surge, então, como a oportunidade para assumir que não existe mal irreversível, que não existe culpa imperdoável. Para isso, o arrependimento é fundamental, fruto de uma culpa responsavelmente assumida e da tomada de consciência do amor do Pai. Um amor que perdoa e restabelece a relação afectada pelo pecado, conduzindo à salvação. E esta é a boa nova do Evangelho: Deus é Pai e liberta-nos do sentimento de culpa.

Animados pela esperança que o amor do Pai nos concede e humildemente arrependidos, somos convidados a avançar e a mudar. Porque, como nos disse D. António Couto na recolecção da última sexta-feira, não basta acreditar que é possível ser melhor, é preciso que tal se concretize.

A Quaresma serve para nos recordar que o mal pode ser vencido.

in Voz de Lamego, ano 88/11, n.º 4448, 13 de fevereiro de 2018

Bênção das crianças na Paróquia da Sé

No segundo dia de fevereiro, quarenta dias depois do Natal, a Igreja celebra a Apresentação do Senhor. Cumprindo a tradição, José e Maria levam Jesus a Jerusalém para O consagrarem a Deus e oferecem por Ele o sacrifício que a lei estipulava. Tudo se passa no Templo, centro da vida religiosa de Israel, espaço de encontro, de cumprimento de promessas e de revelação divina.

Diante do recém-nascido, Simeão, um senhor já avançado na idade, louva a Deus por ver cumpridas as promessas, exterioriza a sua alegria diante daquele que contempla como “Luz para as nações” e confessa estar pronto para partir ao encontro do Criador, porque os seus olhos já “viram a Salvação”.

A Apresentação do Senhor é a festa da luz, oportunidade para recordar a cada baptizado que, com as suas opções, gestos e palavras pode ser um reflexo dessa Luz. Não para ser o centro ou a referência, mas contribuindo para que todos possam ver e ser vistos com a claridade de Deus.

Celebrando esse acontecimento, a paróquia da Sé convidou todas as famílias a trazerem os seus filhos (crianças que ainda não frequentam a catequese) à Eucaristia dominical das 10H00, do dia 4 de fevereiro, para receberem uma Bênção especial, com o duplo sentido de exprimir a gratidão e louvor a Deus pelo dom dos filhos e, ao mesmo tempo, consagrar-Lhe e oferecer-Lhe os filhos, pedindo a sua bênção sobre eles. Ler mais…

Orada Senhora do Rosário – Memorial do 1.º Centenário das Aparições

MEMORIAL do 1.º CENTENÁRIO das APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA

Um sonho de edificar, em Fornos, Moimenta da Beira, um marco de fé no ano celebrativo do 1.º centenário, não passava de “UMA MARIA, de PEDRA”, ao sol, à chuva, à beira do caminho, entre as maias, no topo de um amontoado de pedras que o descuido deixou, há anos, no fim de um derrube de muros, para alargamento de caminho rural.

O sonho, contado e acarinhado, já não é sonho, é uma realidade, UMA ORADA, num plano elevado por dois muros de suporte, perpendiculares e ao nível da estrada alcatroada e do adro do cemitério local.

Destacamos:

1-“Maria de Pedra” e os 3 Pastorinhos, num bloco milenário, para ali transportado, onde foi esculpido o rosto de Francisco, o Papa, com a inscrição gravada de Peregrino da Paz e da Esperança.

2- Os Santos Francisco e Jacinta, canonizados pelo Papa, em 13 de Maio deste Ano Celebrativo, em Fátima, também num bloco milenar, mais pequeno e com a faixa de 1.º Centenário das Aparições e Nossa Senhora, Fátima, 1917-2017

3- Uma pedra, em forma de coração, achada entre os escombros dos muros derrubados, onde foi esculpida a frase pronunciada por um casal de septuagenários, de Viseu, que por ali passou antes de termos decidido que palavras nele gravaríamos.

4-Um castanheiro frondoso, com 4 ramos, árvore secular que resistiu às feridas causadas pelo corte de partes do seu tronco.

A semelhança com o sonho simples, inicial, apenas Maria, Mãe, de Pedra, à chuva e ao vento a olhar para quem passe e a convidar a acolher.

Hoje, a chuva caiu em abundância e há espelhinhos de água, mas tem havido réstias de sol que dão beleza indescritível àquele espaço!

O Ano do 1.º Centenário das Aparições foi marco na História de Fornos.

Desde a Visita Pastoral de D. António Couto, bispo de Lamego, em 29 de Outubro de 2016, às Autoridades Civis, à colaboração da Autarquia, aos muitos amigos, à celebração da Festa, Bênção e Inauguração, em 8 de Dezembro de 2017 e em 8 de Janeiro de 2018, sobretudo ao trabalho dedicado e atento do seu Pároco P. Diamantino Alvaíde.

A ORADA é um espaço aberto a convidar à visita em família, em grupo ou simplesmente só…

 

Odete Duarte, in Voz de Lamego, ano 88/10, n.º 4447, 6 de fevereiro de 2018