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Archive for Março, 2015

Visita Pastoral em Lamego | D. ANTÓNIO COUTO NO CTOE

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Em 25 de fevereiro de 2015, Sua Excelência o Bispo de Lamego, D. António José da Rocha Couto, efetuou uma visita ao Centro de Tropas de Operações Especiais, incluída na visita pastoral que está a efetuar às Paroquias de Almacave e da Sé, da cidade de Lamego.

Após a receção à porta de Armas da Unidade pelo excelentíssimo Comandante da Brigada de Reação Rápida, Major General Carlos Alberto Grincho Cardoso Perestrelo e pelo Comandante do Centro de Tropas de Operações Especiais e apresentação de cumprimentos no Salão Nobre da Unidade, seguiu-se um briefing informativo das atividades em curso e planeadas para o ano de 2015

Do programa da visita constou também uma visita à coleção visitável do CTOE e à Igreja de Santa Cruz.

Após o almoço Sua Excelência o Bispo de Lamego, D. António José da Rocha Couto assinou o Livro de Honra do Centro de Tropas de Operações Especiais.

in Voz de Lamego, n.º 4306, ano 85/19, de 24 de março de 2015

D. ANTÓNIO COUTO | VISITA PASTORAL À PARÓQUIA DA PENAJÓIA

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COM O BISPO CONSTRUIR A FAMÍLIA DE DEUS

Entre os dias 17 e 22 do mês em curso realizou-se a Visita Pastoral do Bispo da Diocese de Lamego, D. António José da Rocha Couto, à Paróquia de Penajóia.

A Comunidade Paroquial envolveu-se em espírito missionário na preparação deste acontecimento assumindo a Visita Pastoral como uma oportunidade de Evangelização e de criação de laços de fé e amizade que proporcionassem unidade entre todos.

Dos diversos trabalhos de preparação para esta Visita, envolvendo toda a Comunidade com representantes dos diversos locais de culto, movimentos paroquiais, irmandades, jovens e outros pretendendo-se estudar e planificar a dinâmica da Visita Pastoral ao Pastor da Diocese nos momentos de Pré- Pastoral, Visita Pastoral e Pós- Pastoral com o objectivo de promover a ação evangelizadora do Bispo no múnus de ensinar, santificar e governar, renovar na comunidade a sua presença à Igreja Diocesana e criar laços fraternos que promovessem a unidade paroquial, alicerces fundamentais na construção da Família de Deus.

DSC03688Para que todos estes objetivos fossem um resultado positivo a Paróquia como período Pré- Visita, no dia 8 de Fevereiro realizou-se uma tarde vocacional “as vocações ao serviço da Igreja” ; no Primeiro Domingo de Quaresma, através de um Concerto Quaresmal, na Igreja de Santíssimo Salvador e com a presença do Coro da Catedral de Lamego e de dois organistas, oficializou-se a abertura da Visita Pastoral e inserimos o Jubileu da Irmandade de Santíssimo Salvador, no Segundo Domingo da Quaresma, como momento de graça à vivencia da Reconciliação para preparação da Visita Pastoral.

Durante a Visita Pastoral o senhor Bispo percorreu as cinco zonas pastorais da Paróquia: Moledo, S. Geão, Santo António, Santíssimo Salvador e Valclaro, visitando os seus lugares de culto, instituições e doentes. Em todos estes Lugares o senhor Bispo foi recebido com arcos enfeitados, dísticos de saudações, muitas palmas, muto carinho e amizade. Ficou a conhecer a realidade geográfica da Paróquia, reconhecendo-a muito extensa e de difíceis acessos, realçou a beleza e a riqueza agrícola e em cada Eucaristia rezada nos respectivos lugares as suas homilias foram verdadeiras lições de catequese que a todos deixou mais enriquecidos na fé.

No lugar do Moledo, lugar histórico pela sua Capela da Senhora da Ajuda, mandar construir pela Rainha D. Mafalda assim como uma albergaria para apoio dos peregrinos e outros que atravessavam o rio Douro, bem junto ao rio, o senhor Bispo desafiou as pessoas a abrir os corações à abundante água que corre pelas nossas encostas e, que à semelhança da leitura de Ezequiel, ela torne cada vez mais férteis os nossos corações, que não basta ter uma terra carregada de história, com paisagens belas e férteis, onde as primícias da terra brotam cedo, mas ela será tanto mais bela, quanto mais belo fizermos o nosso coração.   Comparou mesmo a Capela da Senhora da Ajuda à piscina do Evangelho, lugar de cura e de graça, onde encontramos a Mãe que sempre está atenta aos seus filhos.DSC03729

Em Santíssimo Salvador, na Eucaristia foi celebrada a Festa a S. José e o Senhor Bispo pediu-nos que olhássemos para S. José e aprendêssemos dele o silêncio. S. José não gritava, ou falava com aspereza, permanecia silencioso, porque só  no silêncio  ele soube escutar Deus. Pediu aos pais para darem bom e abundante fruto pelo testemunho das suas vidas. Aos pais e que foram  muitos os presentes, foi dada uma bênção  própria e receberam também uma flor.

Houve tempo para um encontro com as instituições, Adega Cooperativa, Escola, Junta de Freguesia,  crianças da catequese e  com todos os cristãos envolvidos nos diversos movimentos, e ministérios laicais dizendo que são precisos mais catequistas, mais leitores, mais cantores, mais zeladores…. E que os presentes deveriam convidar outros pela palavra e pelo testemunho.

No último dia  da Visita, Dia 22, o Senhor Bispo, veio desde o Paço Episcopal escoltado por motocares com uma paragem no começo da Freguesia no lugar da Quebrada, onde foi recebido pelo representante da Junta de Freguesia, Pároco e alguns leigos, tendo continuado viagem em caravana e com as motos até à Igreja Paroquial de Molães  onde os Foguetes, o dístico de saudação, a passadeira apropriada ao momento, com a oferta de um ramo de flores pelas crianças do primeiro ano de catequese, com as palmas dos crismandos e do  povo ali reunido fizemos a receção em festa, ao Pastor da nossa Diocese.

A Eucaristia foi muito vivida, muito partilhada desde o coro de crianças e adultos, à palavra de reconhecimento e de alegria proferida por um leigo salientando os desafios propostos pelo senhor Bispo durante os dias que visitou a Paróquia, à cerimónia do Crisma a dez jovens e três adultos, ao ofertório que para além das espécies do pão e do vinho, Bíblia, terço, vela foram levados ao altar todos os produtos criados na terra, objetos que os trabalhadores utilizam no seu dia a dia a trabalhar os campos, flores, e outros elementos apropriados.DSC03694

O senhor Bispo deixou-nos alguns desafios como o  criar a tempo inteiro o Conselho Pastoral que reflicta, reze e dinamize uma pastoral próxima, ternurenta, missionária e anunciadora; criar grupos mistos envolvidos numa pastoral pela saúde e ação social que visitem regularmente os grupos mais vulneráveis; continuar a envolver as crianças, jovens  e famílias na dinamização evangelizadora da Paróquia; promover espaços de oração e de silêncio que favoreçam a unidade paroquial; reconhecer que o Deus Trino é a fonte e a razão única das celebrações litúrgicas, da vivência da Fé, da evangelização e de toda a ação pastoral da Paróquia.

A Visita do nosso Bispo terminou com um almoço – convívio nos espaços da Junta de Freguesia, vivido com muita alegria, muitas pessoas á volta do seu Bispo em conversa amena, satisfeitas pela sua maneira delicada, sempre bem disposto. Das mais diversa formas, o nosso Bispo pode sentir o acolhimento, a alegria e o respeito que em todos os lugares foi manifestado.

Foi, realmente um tempo de graça para os cristãos de Penajóia esta Visita Pastoral do nosso Bispo D. António Couto a quem deixámos uma palavra de  carinho e gratidão.

Muitas pessoas se envolveram para que esta Visita Pastoral, resultasse na Panajóia, mesmo, como um Tempo de Graça. Assim aconteceu. A Comunidade Cristã de Penajóia, conheceu o seu Bispo, aproximou-se dele, falou com ele, rezou com ele e aprendeu dele para sermos transmissores das maravilhas de Deus.

Teresa Felisberto, in Voz de Lamego, n.º 4306, ano 85/19, de 24 de março de 2015

Curso de Preparação para o Matrimónio (CPM) | Lamego

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Viver em comunhão com os ensinamentos de Jesus

MATRIMÓNIO

Decorreu nos dias 28 de fevereiro, 7 e 14 de março mais um curso de preparação para o matrimónio. Na casa de S. José, onze futuros casais, prepararam a sua união matrimonial, sob a orientação espiritual do Pe. Zé Guedes e o testemunho de vida em comum de sete casais.

O objetivo destes encontros passou pelo diálogo e pela troca de experiências. Os participantes foram convidados a refletir sobre diversos temas e situações que poderão encontrar no decorrer da sua vida a dois. A presença dos já casais trouxe consigo, não a solução para as dúvidas ou para as dificuldades, mas sim a palavra que orienta com base no poder da experiência das suas vidas. Os temas abordados foram pertinentes. Falou-se de diálogo, dos valores, direitos e deveres praticados na união, de amor ao longo da vida, dos filhos e da presença da oração no quotidiano da vida a dois. Os futuros casais tiveram a oportunidade de partilhar as suas histórias e ideias, ouvindo as histórias e experiências dos já casais. Houve espaço para a partilha e reflexão. Houve momentos de seriedade, mas também de alegria, humor e boa disposição. No primeiro dia, contámos ainda com a presença do Sr. Bispo, D. António, que nos falou sobre o sacramento do matrimónio, deixando uma palavra de encorajamento e de felicitação.

Viver o sacramento do matrimónio não é apenas o “sim” dado a uma vida partilhada entre homem e mulher, é também e acima de tudo, o “sim” a uma comunhão vivida sob a égide dos princípios, dos ensinamentos e das crenças pelas quais Jesus Cristo lutou, morreu e ressuscitou.

Para o futuro fica a ideia de que “o amor é um ser vivo que nasce, cresce, floresce e frutifica” e como tal é preciso cuidar dele todos os dias. O amor é presente e futuro, é vida, é partilha, é união e os onze futuros casais querem-no viver em plenitude e em comunhão com Deus.

O futuro casal Santos – Vera e André,

in Voz de Lamego, n.º 4306, ano 85/19, de 24 de março de 2015

JUBILEU – MISERICÓRDIA | Editorial Voz de Lamego | 24 de março

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A convocação do Jubileu da Misericórdia, feito pelo Papa Francisco, já agita positivamente a Igreja, que se prepara na reflexão, nos gestos, na abertura, no acolhimento. É este o mote para o Editorial do Pe. Joaquim Dionísio, Diretor do nosso jornal diocesano Voz de Lamego.

O Editorial ambienta-nos a cada nova edição da Voz de Lamego, que esta semana sublinha nas páginas centrais a Visita Pastoral à Paróquia da Penajóia, mas com muitos outros motivos para nos determos no jornal diocesano, jovens, encontros, dia mundial da juventude, família, matrimónio, acontecimentos, reflexões… Boa leitura

 

JUBILEU – MISERICÓRDIA

No início do terceiro ano de pontificado, o Papa Francisco anunciou o Jubileu da Misericórdia, entre a Solenidade da Imaculada Conceição deste ano (08 de dezembro) e a Solenidade de Cristo Rei do Universo do próximo ano (20 de novembro).

Para o recentemente canonizado Papa João XXIII, a misericórdia era o mais belo nome dado a Deus. João Paulo II, canonizado no mesmo dia, também testemunhou grande atenção ao tema, dedicando o segundo domingo de Páscoa à Misericórdia divina. E, sobre este tema, valerá a pena ler o livro do cardeal Walter Kasper (A Misericórdia – Condição fundamental do Evangelho e chave da vida cristã), de 2012 e agora publicado em português. Para o teólogo alemão, a misericórdia divina é um tema fundamental para o séc. XXI, em resposta aos ‘sinais dos tempos’ e sublinhar a sua importância, à luz da situação atual, representa uma “enorme provocação para a teologia”.

A par dos atributos divinos que resultam da essência de Deus (simplicidade, infinitude, eternidade, omnipresença, omnisciência, omnipotência…), a revelação bíblica mostra-nos um Deus que se compadece e sofre com as suas criaturas, porque “enquanto misericors, tem um coração (cors) junto dos pobres e para os pobres (miseri)”. E este desenhar da imagem de um Deus capaz de empatia aproxima quem anda longe, fortalece quantos desejam continuar, incute confiança a quem falha e alimenta a esperança dos que sofrem.

Celebrar a misericórdia divina não é um convite ao facilitismo diante de um Deus que tudo perdoa, mas uma oportunidade para tomar consciência do amor de Deus e da sua solicitude por todos, assumindo o compromisso de corresponder a este convite (provocação).

Quantas pessoas, vítimas de situações humanamente sem saída, não se levantam e caminham graças à revelada misericórdia de Deus?

  in Voz de Lamego, n.º 4306, ano 85/19, de 24 de março de 2015

5.ª Conferência Quaresmal de D. António: Uma vida com mais amor

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(Foto da Visita Pastoral de D. António Couto à Penajóia)

Uma vida com mais amor, graça e Deus

As programadas cinco conferências quaresmais ficaram concluídas no passado domingo. Ao longo de cinco semanas, de forma consecutiva, D. António Couto esteve na Sé para nos falar de Deus e nos convidar a um seguimento atento e contínuo. Aqui fica mais um breve relato, na esperança de, em breve, podermos usufruir da integralidade de tais catequeses.

A Quaresma é uma oportunidade para crescer diante de Deus, protagonizando sentimentos e gestos que denotem vontade em querer imitar Jesus Cristo, que viveu de forma radical o seu amor pela humanidade, não fazendo acepção de pessoas e doando a sua vida por todos. E como é difícil conjugar e concretizar, na primeira pessoa, um amor completamente gratuito que não actua em função do benefício esperado, mas apenas pela satisfação própria de fazer o bem!

Para nos ajudar nessa reflexão, D. António Couto partiu de três “ensinamentos” rabínicos…

a) Os três amigos

Um homem tinha três amigos, a quem distinguia hierarquicamente, segundo o “tempo gasto” com cada um: com o primeiro existia uma proximidade muito grande, sendo a grande referência, o mais íntimo e inseparável; o segundo era um amigo com quem confraternizava de vez em quando; o terceiro, e último, era alguém que só raramente via.

Um dia, este homem recebe uma intimação para se apresentar diante do rei. Aflito, sem saber como apresentar-se e com medo de ir sozinho, recorre aos amigos citados: o mais íntimo, o primeiro, desculpa-se, dizendo que estará sempre com ele, menos nessa ida ao rei; o segundo afirma-se com alguma disponibilidade, mas avisa-o que só o acompanhará até à porta; o terceiro, aquele que raramente encontrava, foi o que se prontificou de imediato para o acompanhar.

Interpretação: o homem é cada um de nós; o rei que convoca é Deus; o momento para esse encontro é a morte; o primeiro amigo são todas as ocupações e preocupações, que nos acompanham, mas que desaparecem na morte; o segundo são os familiares e amigos, que acompanham, mas ficam à porta do cemitério; o terceiro é o bem, as boas obras, o amor gratuito, que acompanham para a eternidade.

Conclusão: às vezes é preciso reescalonar ou até inverter a ordem dos amigos, porque só o amor puro, que não se vive para receber algo em troca, é decisivo. Tal como no-lo recorda S. Paulo: tudo passa, só o amor permanece.

b) O morto e o ferido

Um mestre, aquando de um ensinamento sinagogal, desafia os seus discípulos a responderem à questão: “no caminho, diante de um homem já cadáver e de um homem ferido, qual socorrer primeiro?”. A resposta foi unânime: o ferido!

Mas o mestre corrige: primeiro o morto, porque esse não poderá “pagar” o bem feito e, por isso, o bem assim praticado é sem retorno, desinteressado!

c) Resumo da lei

Uma terceira situação, também na Sinagoga, é protagonizada por alguém que coloca uma mesma questão a dois mestres, um mais conservador e fechado e outro mais liberal e aberto. O desafio feito aos mestres consistia em resumir a Lei enquanto o individuo aguentava assente apenas em um dos pés. O mais conservador reage expulsando quem pensa que a Lei poderia ser resumida de forma tão breve. O outro respondeu enunciando a chamada “regra de ouro”: não faças ao outro o que não queres que te façam a ti.

Uma formulação negativa que, aparentemente, não será difícil de cumprir: basta cruzar os braços e nada fazer!

A novidade de Jesus Cristo

Os evangelhos enunciam esta regra, formulando-a positivamente: faz aos outros o que queres que te façam a ti! Já não é suficiente cruzar os braços, ficar à defesa.

Mas estas duas formulações padecem de um mesmo vício: a autorreferencialidade do homem e a perspectiva de uma recompensa (negócio) diante do bem praticado, diminuindo a gratuidade. Ainda neste domínio, a fórmula “ama o teu próximo como a ti mesmo” permite sair do raio de ação do verbo “fazer”, mas não livra do mesmo perigo da autorreferencialidade, na medida em que sou a medida desse amor. E, se alguém não se ama, também não saberá amar o outro!

Jesus apresenta e protagoniza a novidade que permite ultrapassar tal perigo: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. E Jesus amou até ao fim, dando a vida, vivendo um amor sem medida, doando a vida gratuitamente. Trata-se de um amor radical. Vivido de forma incondicional, sem esperar nada em troca, pura gratuidade.

Diante de tais ensinamentos, confrontados com a caminhada quaresmal, que se pretende ascendente, nunca será inoportuno que cada um se questione no sentido de saber como vive tal amor incondicional, puro e gratuito.

Joaquim Dionísio, in Voz de Lamego, n.º 4306, ano 85/19, de 24 de março de 2015

Encontro de formação do Movimento da Mensagem de Fátima – MMF

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“Santificados em Cristo” foi o tema do Encontro de Formação que o Movimento da Mensagem de Fátima realizou, no passado sábado, 14 de Março, no Seminário Maior de Lamego. Estiveram presentes um bom número de Mensageiros.

O orientador foi o Sr. Padre Dário Pedroso, sobejamente conhecido como Secretário-Geral do Apostolado da Oração. Sacerdote jesuíta desde 1975, licenciado em Filosofia e Teologia, autor dos boletins anuais do MMF,  já publicou um elevado número de obras.

Se nos seus livros encontramos preciosos guias do conhecimento e reflexão da nossa consciência religiosa, valiosos auxiliares para as nossas orações, ouvi-lo é um verdadeiro prazer para a nossa alma.

O Sr. Padre Dário Pedroso, no seu simples e belo discurso, falou da nossa santificação, cuja semente recebemos no nosso batismo e que deveremos fazer crescer dentro de nós ao longo da nossa vida, respondendo ao apelo de Deus: “Sede santos, porque Eu, o vosso Deus, sou santo”. (Lv 19, 2)

 A visita frequente ao Sacrário e a oração em união com o sacrário deverão fazer parte das nossas rotinas. Por isso, o encontro terminou com um momento de oração e adoração do Santíssimo Sacramento na capela do Seminário.

Mais ricos com o que aprendemos, saibamos responder ao apelo do Senhor!

O secretariado diocesano, in Voz de Lamego, n.º 4305, ano 85/18, de 17 de março de 2015

MOMENTOS | > Seminário Menor de Resende

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Nos passados dias 13 para 14 de março o Seminário Menor de Resende viveu um momento de especial intimidade com o Senhor: “24 horas de oração”. Um tempo vivido com intensidade, colocando diante do Senhor todas a Vocações. Facto é que o encontro pessoal com Deus leva-nos a sair do caminho que vamos traçando para a nossa vida. O homem tem de ter consciência que a sua vida tem um rumo, um caminho no qual caminha e que lhe serve para o conduzir à felicidade. Deus chama pelo nome de cada um. Compete-nos a nós dar-Lhe uma resposta a esse chamamento. Deus apenas nos pede que confiemos n’Ele, que não tenhamos medo d’Ele porque Ele nunca nos abandona. Neste mesmo sentido estas 24 horas foram partilhadas entre toda a comunidade do Seminário Menor (Formadores, Funcionários e Seminaristas) cada um tempo um momento particular junto de Deus.

No dia 15, mais uma vez, o Seminário Menor (nas pessoas dos seminaristas e formadores) e o Seminário Maior (na pessoa do Rev. Pe Vasco Pedrinho que é, também, responsável do Departamento diocesano das Vocações), foram ao encontro das comunidades. Desta vez em terras de Lalim e Cepões, numa ação de promoção vocacional, paróquias confiadas ao pastoreio do Rev. Pe. Agostinho Ramalho. No final das celebrações e do convívio com os mais pequeninos fomos almoçar no Centro paroquial de Lalim.

Findo o almoço percorremos a estrada até terras de Penajóia, comunidade confiada ao cuidado do Rev. Pe. José Fernando, onde participamos da Adoração Eucarística, como preparação da Visita Pastoral do nosso Bispo a decorrer de 17 a 22 deste mês, animando-a com o canto das Vésperas. No final da Adoração tivemos um pequeno momento de confraternização oferecido pelo pároco.

Foram três dias bastante cheios de atividade. Mas mais do que isso foram dias especiais pelo facto de nos ajudarem a crescer no amor ao serviço dos outros.

A todos quantos nos acolheram nestes dias o nosso bem-haja. Fica a promessa da nossa oração por todos. Todos somos a Família diocesana, somos a Família de Deus.

Diác. Fabrício Pinheiro e Sérgio Carvalho, SMR,

in Voz de Lamego, n.º 4305, ano 85/18, de 17 de março de 2015