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Arciprestado de Armamar-Tarouca ao Santuário da Lapa

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Com tons de outono na natureza envolvente, lembrando o final do ano da misericórdia, peregrinou o arciprestado de Armamar/Tarouca, até ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa para, em conjunto, os fieis das paróquias que o constituem, meditarem, orarem, receberem a indulgência do perdão e conviverem.

Embora muitos já o tivessem feito, individualmente, quer à Sé de Lamego, quer ao Santuário da Lapa,

em conjunto, porém, fizemo-lo no dia 2 de outubro de 2016 a partir das 14h30, de acordo com o Plano do Conselho Pastoral Arciprestal.

Depois de uma preparação em cada paróquia, foram centenas os peregrinos que caminharam até à Porta Santa do Santuário de Nossa Senhora da Lapa.

Reunidos junto ao Pelourinho da Lapa aí fizemos a primeira paragem para renovarmos a consciência de povo de Deus, povo amado de Deus, e celebrarmos na alegria a comunhão de uns com os outros, com Deus e com a Sua e nossa Mãe.

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Junto à Porta Santa, após percurso cantando as maravilhas do Senhor para com o seu povo, ouvimos o Evangelho de João, onde Jesus afirma: “Eu sou a Porta das ovelhas”, Fez-se, então, uns momentos de recolhimento para vivenciarmos o acontecimento único na história da vida de cada um que era a entrada solene no Santuário.

Foi então a entrada, ordeira e no mais profundo silêncio, tendo cada um ocupado o seu lugar em ordem à celebração da Eucaristia.

Presidiu o Arcipreste Pe Artur Mergulhão ladeado pela maioria dos sacerdotes deste espaço pastoral.

Na homilia refletiu-se sobre a Fé como sol a iluminar e dar sentido e sabor à vida ou como o sal na comida e o açúcar no café. Dão sabor mas não se veem.

Citou três atitudes, com exemplos bíblicos, de Jesus Cristo perante a Fé: exige-a àqueles a quem pretende ajudar com seus milagres; critica quem a não tem e louva os que a possuem e a manifestam nas suas ações. Apresentou Maria como modelo de Fé. Na casa da Mãe ali invocada, com tanto carinho, como Senhora da Lapa, lembrou o seu exemplo como motivador para a nossa doação do dia-a-dia. Sendo o maior atributo de Deus, a misericórdia é a fé que nos impele a pô-la em prática.

Após a Comunhão e os ritos de conclusão, procedeu-se à cerimónia do envio para sermos testemunhas da misericórdia do Pai no espaço onde vamos gastando a vida.

Confortados na alma com o Pão descido do Céu, aproveitamos o bom tempo para reconfortarmos o corpo. No parque de merendas, convivemos, apreciando as iguarias que mãos sábias preparam para o efeito. E foi um momento de diálogo partilhando experiências enquanto se ia degustando os vinhos das várias regiões desde o Douro até ao Dão. E para animar a festa não faltaram alguns instrumentos das bandas musicais de Eira Queimada e Salzedas a que se associaram os jogos e a alegria dos escuteiros do CNE presentes em grande número.

Despedimo-nos com o canto: “Adeus que me vou embora, chora, chora, chora”

O Arcipreste: Pe Artur Mergulhão

in Voz de Lamego, ano 86/45, n.º 4381, 4 de outubro de 2016

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