Arquivo

Archive for 01/10/2016

Carta Pastoral de D. António Couto para o Ano Pastoral de 2016-2017

carta_pastoral_2016-2017

Pode fazer o download da CARTA PASTORAL e do PLANO PASTORAL

na página da Diocese de Lamego – AQUI.

IDE POR TODO O MUNDO

E ANUNCIAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA

«A Igreja não cresce por proselitismo, mas por atração: por atração maternal, por esta oferta de maternidade; cresce por ternura, por maternidade, pelo testemunho que gera sempre novos filhos» (Papa Francisco)[1].

Não animador ou monitor, mas transparência ou testemunha fiel de Jesus Cristo

  1. Todo o discípulo missionário, enquanto testemunha e anunciador do Evangelho, não pode ser um simples animador ou monitor, mas transparência ou testemunha fiel da presença viva e operante do próprio Senhor no meio da comunidade. O discípulo missionário só tem autoridade na medida em que é fiel a Cristo e como Ele obediente, nada dizendo ou fazendo por sua conta e risco ou a seu-bel-prazer. A vida do discípulo missionário não é da ordem da criatividade, mas da fidelidade. Só pode dizer e fazer aquilo que, por graça, lhe foi dado ouvir, aquilo que, por graça, lhe foi dado ver fazer. O discípulo missionário é então também um contemplativo. É aqui que voltamos outra vez à configuração do discípulo missionário com Cristo e à sua transfiguração em Cristo e por Cristo. O discípulo missionário não é, portanto, aquele que vai apenas, com o relógio, o mapa e a caixa de primeiros socorros na mão, em auxílio de alguém. O discípulo missionário tem de passar do tempo do relógio e do mero auxílio para o dom total de si. A tempo inteiro e corpo inteiro. Missionário é aquele que, como Jesus e à maneira de Jesus, põe em jogo a própria vida, e não simplesmente as coisas ou os adereços. Tudo, e não apenas o supérfluo. Sempre, e não apenas um segmento de tempo. Em toda a parte, e não apenas na sua rua.

Ler mais…

Pe. Fernando Albano Cardoso: 25 anos da entradas nas paróquias

img_20160925_175419-2

No passado dia 25 de setembro de 2016 os paroquianos da Granja do Tedo homenagearam o Sr. Padre Fernando Albano Cardoso pelos seus 25 anos de dedicação, trabalho e humildade ao serviço da paróquia.

Esta homenagem contou com a presença do Sr. Pró Vigário Geral da Diocese de Lamego, Padre João Carlos Morgado, para a celebração da Missa Dominical. Também, e para enriquecer a celebração eucarística, contou-se com a colaboração do grupo coral, jovens e crianças da aldeia que quiseram mostrar toda a gratidão cantando belos cânticos.

Para finalizar este grande dia a população foi convidada a participar num lanche convívio, na Praia Fluvial, com o apoio da Junta de Freguesia.

No fim da tarde a praia fluvial foi invadida pelo humor, alegria e entusiasmo contagiante de todos os paroquianos. Em sinal de agradecimento e com a cooperação da junta de freguesia os paroquianos ofereceram uma salva de prata e um paramento ao Sr. Padre.

in Voz de Lamego, ano 86/44, n.º 4380, 27 de setembro de 2016

DIA MUNDIAL DA MÚSICA

music-748118_960_720

“A música oferece à alma uma verdadeira cultura íntima e deve fazer parte da educação do povo”. (François Guizot)

  1. O Dia Mundial da Música comemora-se, anualmente, a 1 de outubro. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música. Tem como objetivo, levar música de todo o tipo a todo o tipo de pessoas, dentro dos ideais de paz e respeito fomentados pelo braço da ONU. A Música faz e sempre fará parte da identidade cultural dos países de todo o mundo.

 

  1. A música é o Homem! É a música que se coloca no apogeu das descobertas e invenções humanas. A música toca os nossos sentimentos mais profundamente do que a maioria das palavras e faz-nos responder com todo o nosso ser. A música liberta-nos do nosso “eu”, fala-nos do Homem em paz consigo mesmo e com Deus.

 

  1. Será pertinente dizer, hoje e sempre, que devemos dar o devido valor à nossa música, à música portuguesa, que, no dizer do Lopes-Graça, sendo “expressão e documento da vida, sentimentos, aspirações e afetos do nosso povo, a canção portuguesa faz parte do património espiritual da nação portuguesa (…) Amá-la, é conhecermo-nos no que em nós existe de mais fundo e enraizado no solo natal; defende-la, é defender portanto uma parcela de nós mesmos, da nossa individualidade, da nossa história íntima. Verdadeiras e preciosas relíquias artísticas…”

 

  1. Ouçamos música de qualidade! Que saibamos apreciar a Arte, a poesia, a dança, o teatro, a pintura, o artesanato, mas especialmente a música, mãe de todas as artes, tão presente no nosso dia-a-dia.

 

  1. Viva a Música!

 

Pe. Marcos Alvim, in Voz de Lamego, ano 86/44, n.º 4380, 27 de setembro de 2016