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D. António Couto no funeral de D. Eurico Dias Nogueira

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“É o regresso para um reencontro para um homem justo, amigo, direto, franco, bom. Seguramente que ele já fala bem a linguagem de Deus. Ele entenderá bem Deus e Deus entendê-lo-á bem a ele. E temos todos a aprender com este tipo de homens que são de facto presença de Deus no nosso mundo”.

Palavras de D. António Couto aos microfones da Rádio Renascença, por ocasião do funeral de D. Eurico Dias Nogueira, que se realizou esta quarta-feira, 21 de maio, na Catedral de Braga.

Notícia Rádio Renascença.

Rádio Renascença: Diocese de Lamego está desertificada

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In Rádio Renascença

Diocese de Lamego celebra este domingo, dia 20, o padroeiro principal, São Sebastião, com uma celebração na Sé, que assinala também o primeiro ano de D. António Couto como prelado diocesano de Lamego.

Está a fazer um ano que D. António Couto foi recebido na Sé Catedral de Lamego com amendoeiras em flor. A sua chegada era esperada com ansiedade pelos populares. Passado um ano, Bispo de Lamego olha à sua volta e a desertificação salta à vista.

“Muitos velhinhos, gente idosa, uma diocese claramente desertificada, as crianças são poucas. Nota-se muito. A gente vai pelas aldeias e para encontrar uma criança é preciso fazer quilómetros e quilómetros e isto, de certa maneira, também nos faz doer a alma”, desabafa D. António Couto.

Mas apesar da desertificação, o coração do Douro não é pintado com cores cinzentas pelo Bispo da diocese de Lamego: “Vejo uma alegria muito intensa nos nossos leigos, gente pura, genuína, com espírito cristão. É talvez o melhor balanço que posso fazer deste primeiro ano nesta diocese.“

O Bispo de Lamengo tenta “estar com as pessoas, ver os seus anseios e também ir pedindo aos sacerdotes que não descurem, pelo contrário, aumentem de intensidade a sua presença junto destas pessoas”.

Apesar da crise que assola o país, na diocese de Lamego os seus efeitos vão-se sentindo, mas de uma forma indirecta. D. António Couto explica que “as pessoas continuam apegadas ao seu mundo, ao seu chão, á sua terra, e de lá vão tirando o seu sustento e às vezes conseguem ainda algum lucro, nomeadamente com o vinho, com o azeite, com as amêndoas e, digamos, que aqui não se sente tão directamente”.

A diocese de Lamego celebra, este domingo, dia 20, o padroeiro principal, São Sebastião, com uma celebração na Sé, que assinala também o primeiro ano de D. António Couto como prelado diocesano de Lamego.