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Posts Tagged ‘Presbitério de Lamego’

Faleceu o Cónego Joaquim Mendes de Castro

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Mais conhecido em diversos meios eclesiásticos e civis por Doutor Mendes de Castro, faleceu no dia 21 de Dezembro, este ilustre membro do Clero Lamecense, que serviu a Diocese como Professor nos dois Seminários, e a sociedade civil como Professor no Colégio da Imaculada Conceição e Liceu de Lamego.

Tinha a bonita idade de noventa e seis anos, tendo nascido em 21 de Junho de 1920, na freguesia de Alvarenga, concelho de Arouca; passou parte da sua meninice em Moldes, no mesmo concelho, e estudou nos nossos Seminários; recebeu o presbiterado em 24 de Abril de 1943, tendo sido ordenado pelo Senhor D. Agostinho de Jesus e Sousa, na sua Capela no Paço Episcopal.

Na missão de ensino foi Professor na Universidade Católica (Lisboa), ele que tinha continuado a sua formação em Teologia na Universidade de Comilhas (Espanha) e em Ciências Bíblicas, no Instituto Bíblico de Roma. Em 1954 foi nomeado Cónego Capitular da Sé de Lamego, tendo feito o sermão no dia da entronização; era o dia 8 de Dezembro, marcado no meu curso do Seminário, pois foi o primeiro dia em que fomos admitidos a participar da Eucaristia no Coro da Catedral, já revestidos de batina e sobrepeliz. Ler mais…

Retiro do Clero: caminhar no Espírito e avançar na esperança

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Entre os dias 26 (jantar) e 29 (almoço) de dezembro último, o clero de Lamego teve oportunidade de viver o seu retiro espiritual anual. Os quase quarenta participantes foram acolhidos nas instalações da Obra Kolping, em Lamego, e tiveram como Orientador o Padre Adelino Ascenso, actual Superior Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova. De destacar, no grupo dos participantes, a presença de dois sacerdotes da diocese da Guarda e dois da diocese de Bragança-Miranda. Na Eucaristia do último dia, presidida por D. António Couto, lembrámos os sacerdotes falecidos, em particular os deste ano.

Desde há alguns anos que são propostos os dias a seguir ao Natal para a vivência, entre nós, do retiro anual para o clero. Os participantes andam, habitualmente, pelas três dezenas. Mas outros há que vivem o seu retiro anual noutros locais e em datas que lhes são mais propícias.

O orientador deste ano, Pe. Adelino Ascenso, é membro da Sociedade Missionária da Boa Nova, da qual faz parte também o nosso bispo, e viveu alguns anos de missão por terras do Japão. E foi durante a XII Assembleia daquele instituto missionário que, em Julho de 2014, foi eleito Superior Geral. Ler mais…

ASSEMBLEIA DO CLERO: Sacerdote para levar Cristo às pessoas

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Aproveitando o feriado comemorativo da implantação da República (05/10/1910), o clero da nossa diocese reuniu em assembleia, no Seminário Maior.

Como esperado, o tema proposto e previamente divulgado aos sacerdotes, por carta, versava sobre a vivência do ministério sacerdotal. O objectivo era convidar cada um, individualmente e em grupo, a identificar as situações diárias causadoras de alegria ou de mágoa que se vão experimentando na relação com os fiéis leigos, com o presbitério e com o bispo. Ler mais…

Jornadas de Formação | Clero de Lamego

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Nos dias 18 e 19 de janeiro, o presbitério de Lamego viveu um tempo de formação, na Casa de São José, em Lamego, tendo como intervenientes D. António Couto, Bispo de Lamego, e o Pe. Jorge Carneiro, sacerdote Jesuíta.

Presentes 46 sacerdotes (incluindo dois seminaristas, o Diogo e o Rafael). Como tema de fundo o Lema Pastoral da Diocese: Ide e fazei da Casa de Meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia.

Deus reza em nós a Sua misericórdia

A primeira intervenção coube a D. António Couto. Partiu dos Salmos para sublinhar a Misericórdia de Deus como um dos Seus atributos essenciais.

“Deus é só e sempre amor… e sobre esse amor assenta tudo”. O amor, porém, é pensado. Pode ser uma escolha que vou solidificando. A misericórdia de Deus é visceral, está mais do lado do instinto. Quando surge uma situação é necessário agir, resolver, sem pensar.

Na parábola do Bom Samaritano – sublinhou D. António – o sacerdote e o levita viram aquele homem violentamente espancado pelos salteadores e não fizeram nada, pensaram nas consequências, na lei, na impureza cultual. O Samaritano, com efeito, não pensou, agiu, aproximou-se, tratou-lhe as feridas, levou-o para a estalagem e dispensou uma elevada quantia para que tratassem bem dele.

É o agir de Jesus. Vê a multidão e comove-Se, logo a alimentará com a palavra e com o pão. Quando a viúva acompanha o seu filho único ao túmulo, Jesus aproxima-Se, comove-Se, e levanta-o e devolve-o à mãe. Jesus faz o que faz sem pensar. Também a Parábola do Filho Pródigo revela esta misericórdia que está antes do pensar. O Pai vê o filho desavindo e corre ao seu encontro, abraça-o e faz-lhe uma festa.

Deus é Misericórdia que nos acolhe e nos reza: “Que a minha vontade seja que a minha misericórdia possa vencer a minha ira e a minha misericórdia possa prevalecer sobre os outros meus atributos” (Talmude). A oração de Deus é a misericórdia.

Em Êxodo 34, 6-7, Deus expõe-Se, prometendo a Moisés fazer passar toda a Sua bondade e beleza. E passou diante de Moisés. Não passar é mau. Passar é bom.

Deus proclama-Se, expõe-Se a nós, rezando, com doçura e estremecimento. Expõe-Se por escrito, como Jesus está exposto/escrito na Cruz (Rom 3, 25). É um Deus que faz graça e faz misericórdia. A misericórdia remete-nos para o ventre materno, onde se gera a vida, único sítio no mundo onde duas vidas convivem e cuja ligação permanece. É uma linguagem concreta e muito viva. Deus tem um ventre maternal. Um olhar maternal.

Identidade e missão sacerdotal a partir de Cristo

Após a intervenção de D. António e do intervalo, o saber e o testemunho do Pe. Carlos Carneiro, sacerdote Jesuíta, presentemente na Diocese do Porto.

Como ponto de partida: “Toda a vida do sacerdote é vida sacerdotal”.

A identidade do sacerdote terá de ser procurada em Jesus Cristo. N’Ele tudo é sacerdócio. O que pensa, o que reza, o que diz, o que faz. E é neste tempo que somos chamados a exercer o nosso sacerdócio; retirados de entre os homens, constituídos a favor dos homens. Citando a Presbyterorum Ordinis, o Pe. Carlos deixou claro que “não pode haver um padre que não seja bondoso”, ainda que sejamos ordenados com os nossos defeitos.

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É Deus que devemos anunciar e testemunhar.  Agora somos Pão. Somos Sangue. A nossa existência é um ofertório, “é para salvar, para dar saúde”. Somos a transparência de Cristo. Ele é o alicerce do meu sacerdócio. Ensinar, santificar e governar, é um todo do sacerdócio, do pastor. O pastor precisa do pastor e não apenas do rebanho.

Jesus foi crucificado voltado para nós e não de costas para nós. Não está zangado com o mundo. Está perto do Pai, é a transparência do Pai, a santificação do Pai para o mundo. A minha doutrina não é minha, é do Pai. Assim também nós em relação em Jesus Cristo. “Eu sou a boca e o coração de Cristo…”. Vamos sendo Cristo, gradualmente.

O cristianismo é um laboratório humano

Jesus vive. Ressuscitou. “Se Jesus não ressuscitou não faz sentido falar em Igreja. O cristianismo é muito mais que um humanismo”. Rezar serviria para quê? Se tirares Cristo, a Igreja não tem sentido. Jesus é a Casa da Oração e da Misericórdia. E a Igreja sê-lo-á se partir de Cristo. A Matriz da Igreja é Cristo ressuscitado.

 Jesus comungou a realidade. Qual é o lugar de Jesus? É a cruz, é a manjedoura… a pobreza é a Sua casa, o seu sofá, é ali que Ele vai ser reconhecido!

“A nossa missão é salvar, esperar, acolher, anunciar, aconselhar. O nosso tempo é o tempo de Deus”. Jesus não maltrata ninguém. Todas as pessoas têm direito pelo menos à bênção. O Confessionário é lugar de acolhimento, de misericórdia. “O santo é um pecador que não desiste”. Deus não desiste de ninguém. Há mais de 2 mil anos que a Igreja canta: Eterna é a Sua misericórdia (Sl 136). A misericórdia é para ser cantada e oferecida.

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A Casa da Oração torna-se casa de Misericórdia

A Igreja é a Casa do Perdão. O sacerdote ocupa os dois lugares: penitente e perdoador. “Igreja é o clube dos pecadores – quando vou à confissão sinto que vou ao estaleiro”.

Segundo João Paulo II, “o Lava-pés… é uma epifania, Deus desce e ajusta-Se à condição do pecador”. Esta é a justiça de Deus – ajustamento à condição do pecador. Perdoado o pecado, deixa de ser meu, passa a ser de Deus.

“Quando estamos em Deus estamos em casa… Deus responde ao pecado com o perdão”. O pecado não dura para sempre. “Não há pecador sem futuro, nem santo sem passado… A justiça de Deus é o seu perdão (cf. Sl 51/50)” (Papa Francisco). Poderemos então afirmar que “a misericórdia é a teimosia de Deus. Deus é teimoso na bondade e no perdão. Deus não pode não perdoar. O pecado de Deus seria Ele não perdoar. A mácula da Igreja é não perdoar…”. No início da Igreja está um traidor (Pedro) e um perseguidor (Paulo). Deus ajusta-se a nós.

“Jesus foi um homem comovido: Casa de oração que Se transformou em Casa de Misericórdia”.

Em jeito de conclusão…

No final, o Senhor Pro Vigário Geral, em nome do Sr. Bispo e dos sacerdotes, agradeceu a presença do Pe. Carlos Carneiro, pelas suas palavras e pelo testemunho que perpassou nas suas reflexões, dando exemplos concretos da sua vida como sacerdote católico – “gosto muito de ser católico. Não quero outros óculos que não estes… ser católico”.

Pe. Manuel Gonçalves, in Voz de Lamego, ano 86/10, n.º 4347, 26 de janeiro de 2016

RETIRO DO CLERO DA DIOCESE DE LAMEGO

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Os sacerdotes da nossa diocese tiveram a oportunidade de viver o seu retiro espiritual anual entre os dias 27 e 30 de dezembro de 2015, na Casa de S. José. O encontro foi orientado pelo Padre Manuel Barbosa, dehoniano e actual Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa. Na eucaristia do último dia, presidida por D. António Couto, lembraram-se os sete sacerdotes falecidos ao longo de 2015, bem como outros familiares dos nossos padres.

Todos os anos, os sacerdotes são convidados a viverem alguns dias de uma maior e mais intensa recolecção e oração, a que habitualmente se chama “retiro espiritual”. Pode ser vivido em qualquer altura do ano, dentro ou fora da diocese. Há sacerdotes que preferem viver tal realidade em Fátima, por exemplo, mas a diocese oferece também essa possibilidade. Para isso fixa uma data, reserva um espaço, convida alguém para vir orientar e apela à participação.

Como habitualmente, o espaço reservado foi a Casa de São José, em Lamego, e o orientador foi o Padre Manuel Barbosa, dehoniano e actual Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa. Os participantes ultrapassaram as três dezenas, apesar de existir espaço para mais, e a data escolhida não trouxe novidade, proporcionando uns dias diferentes entre a solenidade do Natal e o início de um novo ano.

O programa diário privilegiou os momentos de oração individual e comunitária, mas contemplou também bastante tempo para a meditação, apoiada pelas duas conferências diárias e pelos textos distribuídos. O Pe. Manuel Barbosa disponibilizou, em cada encontro, algumas páginas que continham tópicos da sua comunicação, mas também alguns textos do Magistério e de outros autores que, a propósito dos temas, poderiam ser uma referência. Aproveitando os dons musicais e vocais que o Criador lhe concedeu, no início de cada encontro, o conferencista pegava na viola e cantava um cântico/oração escolhido propositadamente dentre uma pequena colectânea que organizou e a todos distribuiu.

Sem a pretensão de dizer muito e bem, aqui ficam algumas notas do que foi exposto.

– O retiro é sempre uma experiência de oração, de encontro, mas também de procura e de um deixar-se encontrar. E toda a vida precisa de tempo de silêncio para escutar e de disponibilidade para crescer.

– O sacerdote, em virtude da sua identidade e missão, é chamado a viver e a testemunhar uma radicalidade evangélica que se traduz diariamente no radical amor a Deus, na caridade pastoral, na obediência (apostólica, comunitária, pastoral), no serviço…

O presbítero é um servidor da comunhão eclesial, que é dom e tarefa, e participa dessa missão comum com alegria e entusiasmo, cumprindo o seu dever mais por opção do que por decreto, integrado num presbitério que conta com cada membro para anunciar e viver o Evangelho. Neste particular, a fraternidade apostólica exige um caminhar juntos que vai além das palavras e assenta na proximidade efectiva e afectiva.

– Membro da Igreja, o sacerdote tem consciência de ser um servidor da eclesial missão evangelizadora, assumindo conscientemente tal dever que o Senhor lhe entrega, disponibilizando-se para fazer o melhor que pode e sabe, atento à Palavra e praticando a oração e o estudo. A renovação da pastoral exige formação e disponibilidade contínuas por parte dos pastores que têm a missão de anunciar, formar e acompanhar.

– Para concretizar a evangelização, há necessidade de vencer “acédia paralizadora” (EG 81) referida pelo Papa Francisco, e que pode ser definida como apatia devida ao aborrecimento, uma negligência de fazer o bem, traduzindo um certo estado depressivo que pode atingir o sacerdote.

– Continuamente é importante conservar o fervor do Espírito e a reconfortante alegria de evangelizar, mesmo quando for preciso semear com lágrimas.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4344, 5 de janeiro de 2016

Jornada de Formação do Clero > 3 e 4 de fevereiro

29.1.2012

Da MISSIVA enviada aos Sacerdotes:

“Nos dias 3 e 4 de Fevereiro teremos as Jornadas de Formação para os Presbítero Estas estavam inicialmente previstas, no Plano Pastoral Diocesano, para os dias 9 e 10 de Fevereiro, mas, por motivos de agenda dos conferencistas, tiveram de ser antecipadas. Estava igualmente programado que tivessem lugar no Seminário Maior, mas, devido ao facto de ainda estarmos no inverno e do nosso Seminário não ter aquecimento, realizar-se-ão na Casa de São José que dispõe de melhores condições logísticas.

A temática das Jornadas liga-se às prioridades pastorais do Plano Diocesano com especial incidência no Ide… Assim, no dia 3 teremos connosco o Padre Jorge Santos, da diocese de Coimbra, que nos apresentará a natureza e a metodologia das “Células Paroquiais de Evangelização” que refletem a necessidade não só de termos ações missionárias mas sobretudo de estarmos em permanente estado de Missão, isto é, a fazer com que toda a vida pastoral da paróquia funcione em chave missionária.

O Papa Francisco no nº 33 da Evangelii Gaudium lembra: “Uma identificação dos fins, sem uma condigna busca comunitária dos meios para os alcançar, está condenada a traduzir-se em mera fantasia”.

O dia 4 será dedicado a completar a formação que no ano passado tivemos sobre a Liturgia. Foi um desejo formulado pelos sacerdotes participantes que houvesse uma segunda parte, mais prática e com mais espaço para debate e perguntas. Assim, o Senhor Dom Abade de Singeverga voltará a estar connosco, debruçar-se-á sobre a centralidade do Ambão e do Altar na Liturgia e responderá às questões que surgirem e às que ficaram pendentes do ano passado.

As jornadas terão início no dia 3 pelas 9h30 e terminarão no dia 4 pelas 17h00″.

RETIRO DO CLERO | DOM a assumir e a valorizar

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O sacerdote é um dom que importa assumir e valorizar

A Casa de S. José acolheu cerca de quatro dezenas de sacerdotes da nossa diocese para o seu retiro anual. Orientado por D. José Traquina, bispo auxiliar de Lisboa, o exercício espiritual decorreu entre o final da tarde do dia 06 e o fim da manhã do dia 09. Na impossibilidade de tudo reportar, aqui ficam algumas notas sobre o muito que se ouviu.

O retiro é sempre um tempo privilegiado de encontro, proporcionado pelo silêncio que impera, pela meditação orientada que se concretiza e pela oração mais intensa que cada um protagoniza. Trata-se de viver de forma diferente alguns dias do ano, uma pausa no ritmo habitual e uma oportunidade para escutar Deus.

Orientou o retiro D. José Traquina, um “jovem” bispo que a Igreja ordenou há poucos meses e que até então vivera os seus trinta anos de sacerdócio em diferentes paróquias e no acompanhamento de seminaristas. E foi a partir desta experiência pessoal, apoiado na Sagrada Escritura e tendo por perto alguns documentos eclesiais que, de forma clara, serena e cativante, D. José nos falou do sacerdócio como dom.

O grupo dos participantes era heterogéneo, desde padres ordenados há um ano até aos que foram ordenados há mais de meio século, testemunhando a comunhão. Anualmente, todos os sacerdotes são convidados a “retirarem-se” para melhor servirem o Povo de Deus, porque é uma oportunidade de reencontro com o Senhor da Messe e de recuperar forças e ânimo. Nos últimos anos, a diocese tem proposto uma data e um lugar para o retiro, mas alguns sacerdotes vivem-no noutros locais e em datas que melhor lhes convém.

No início e no fim do retiro deste ano tomou a palavra o Padre João Carlos Morgado, Pró Vigário Geral, para acolher e agradecer a presença, as palavras e o testemunho do nosso conferencista. De destacar também o trabalho do Padre José Alfredo Patrício, que elaborou um Guião para a oração e o canto e o disponibilizou a todos. E, por último, uma referência também ao acolhimento dos responsáveis da Casa de S. José, pelo cuidado com todos e pelas condições oferecidas.

Valorizar e assumir

Cada sacerdote é um dom de Deus ao mundo, à Igreja, à comunidade cristã. E valorizar o dom é reconhecer a acção e história de Deus na vida do padre, na sua ordenação e no seu ministério.

Mas é também assumir-se com alegria ao serviço de um povo. É o Senhor que escolhe, chama e envia. E nunca é demais fortalecer esta identidade e cultivar este dom.

Deus escolhe-nos no amor e continua a acompanhar-nos, sobretudo nas tribulações e tempestades (Lc 8, 22-25), porque está atento a cada um e se apresenta como experiência de bonança para todos. Ler mais…