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3.º Encontro de alunos de EMRC Lamego

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O Secretariado Diocesano do Ensino Religioso de Lamego realizou o III Encontro de alunos de EMRC em Lamego no dia 20 de maio. Estiveram presentes uma dezena de escolas, 800 alunos e professores. Foi um dia memorável para os alunos de EMRC que puderam estar presentes neste dia, neste local, neste evento. Festa, música, dança, insufláveis, caminhada, arruada com bombos, convívio, partilha, união, alegria… foram alguns dos ingredientes para o sucesso desta atividade.

O SDER Lamego organizou no passado dia 20 de maio o III Encontro para alunos de Educação Moral e Religiosa Católica. Estiveram presentes diversas escolas dos vários cantos da diocese de Lamego, desde Souselo – Cinfães até São João da Pesqueira, situada no Douro vinhateiro. Destacamos a presença de uma escola que pertence à diocese de Bragança, Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado de Torre de Moncorvo.

O SDER Lamego agradece a todas as escolas que estiveram presentes, aos professores de EMRC que organizaram nas suas escolas a participação neste evento, aos professores que se juntaram a nós e acompanharam os alunos das diversas escolas, aos bombeiros voluntarios de Lamego, à PSP de Lamego e ao município de Lamego que nos recebeu tão bem. OBRIGADO a todos os que contribuíram para o sucesso desta atividade. Também agradecemos a presença do nosso bispo, D. António Couto, que marcou presença neste encontro e nos incentivou a continuar a trilhar este caminho.

Os alunos conviveram com os alunos das escolas presentes, divertiram-se nos insufláveis, nos “matrecos Humanos”, nas aulas de hip-hop e de zumba, e  no concerto musical que contou com a presence do Pe. Marcos e das Escolas da Mêda e Foz Côa. Com o lema deste ano “Passos de Misericórdia”, os alunos percorreram algumas ruas de Lamego e partilharam o almoço porque o objetivo é partilhar e conviver.

Mário Rodrigues

Professor de EMRC,  in Voz de Lamego, ano 86/25, n.º 4364, 24 de maio de 2016

Apresentação do CD “Tu, Senhor” do Pe. Marcos Alvim

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Não foi um mero espetáculo musical, uma festiva apresentação de cânticos agradáveis, nem uma saudável distração noturna de fim de semana; o que presenciamos no dia 28, sábado, ás 21 horas no Centro Paroquial de Almacave, perante um auditório repleto de gente, onde novos e menos novos se acomodavam para que, com espírito fraterno, “coubesse sempre mais um”, e quando já se viam crianças  e jovens ocupando todo e qualquer cantinho de chão (felizmente alcatifado, que a noite estava fria!), o que presenciamos foi um autêntico ATO DE EVANGELIZAÇÃO, mais de 2 horas de LOUVOR e ADORAÇÃO, ouvindo e cantando, rindo (muito) e dando graças ao nosso Deus, enquanto comungávamos da alegria de estarmos juntos, cristãos e amigos, unidos pela Fé e pela felicidade que um dia todos tivemos de nos cruzarmos com alguém muito especial – alguém que transmite o Amor de Deus com alegria, pureza, paciência, boa disposição , sabedoria, disponibilidade, companheirismo… bom, nunca mais acabaria…

O mentor desta autêntica “migração” para o CPA foi o nosso amigo Pe. Marcos, que, com os jovens das paróquias da Sé e de Almacave, e a colaboração de muitos amigos (que a quem o é não lhe faltam!) lançou oficialmente o seu 4.º CD “TU SENHOR”.

Com originais da sua autoria (e colaboração em algumas letras) o Pe. Marcos pretendeu oferecer aos cristãos um guia musical para celebração eucarística, com cânticos apropriados a todos os momentos, solenes mas alegres, fáceis de aprender e de cantar, com conteúdo adequado e mensagem clara e apelativa, atrativo para todas as faixas etárias, de modo a alargar as opções disponíveis na animação das nossas celebrações.

A abertura esteve a cargo do Pe. Zé Guedes, seu conterrâneo, que lembrou os tempos de infância do “ Marquitos” e a sua precoce queda musical, e deixou umas palavras de homenagem a seus Pais, senhor João e D. Maria do Céu.

D. António Couto, sempre presente no meio do seu rebanho, amigo e bem disposto, honrou-nos com algumas palavras inspiradoras e apelou á união, especialmente dos jovens, em torno da evangelização pela musica, pois “o ser humano é fundamentalmente um ser musical”, pelo que é um método congregador da juventude, tão tentada por “outras musicas” muito pouco aconselháveis.

Também contamos com a presença de D. Jacinto, Bispo Emérito, do Vigário Geral. Dr. Joaquim Rebelo, do Pró – Vigário, Dr. João Carlos, do Reitor do Seminário de Lamego, Dr. Joaquim Dionísio, e de inúmeros sacerdotes da nossa Diocese e não só.

A “grande festa” terminou com a filmagem do vídeo-clip da música “Caminho, Verdade e Vida”, com todo o público e artistas envolvidos – aguardamos o resultado e a possível descoberta de novos talentos…

Era já tarde quando a interminável fila de “fãs” que aguardava o autógrafo do autor se diluiu, e entre abraços, risos e despedidas voltamos para casa com o coração cheio, como só o sentimos quando o Amor de Deus nos preenche o coração em comunhão com os irmãos.

Obrigada Pe. Marcos! Por nós pode ser assim todas as semanas…

Dr.ª Isilda Montenegro, in Voz de Lamego, ano 85/53, n.º 4340, 1 de dezembro

À CONVERSA COM O PADRE MARCOS ALVIM

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No próximo dia 28 deste mês, no Centro Pastoral de Almacave, em Lamego, o Padre Marcos Alvim apresenta o seu novo disco com cânticos originais para animar a celebração da Eucaristia. Padre há 11 anos, natural de Fontelo, Armamar, integra a equipa sacerdotal da Sé e é o responsável do Coro da Catedral e do Departamento Diocesano de Música Sacra.

  1. Como apresentaria este novo CD, intitulado “Tu Senhor”, aos nossos leitores?

R.: O CD “Tu, Senhor” é um trabalho com uma finalidade pastoral e com uma sensibilidade mais litúrgica. Contém 10 cânticos e mais 10 bases instrumentais: Entrada; Senhor, tende piedade; Glória; Aleluia; Apresentação dos dons; Santo; Pai nosso; Cordeiro de Deus; Comunhão e Final. Este CD surgiu da necessidade de colocar ao serviço da Igreja mais um subsídio para os grupos corais, juvenis e litúrgicos, cânticos para a Celebração da Eucaristia.

O CD é acompanhado com um livro de partituras que apresenta as melodias de uma forma simples, com as cifras, e também harmonizadas, a 3 ou 4 vozes mistas, para os coros com mais preparação.

O trabalho enfatiza o tema do pão da vida. Jesus, “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 6), é o “pão vivo que desceu do Céu” (Jo 6, 51), Ele é a fonte de água viva. É o nosso alimento espiritual, que dá força e alento ao nosso peregrinar. Pretende, também, transmitir uma realidade vocacional. Tanto o primeiro cântico, “Caminho, Verdade e Vida”, como o último cântico, “Tu, Senhor”, que dá o nome ao CD, retratam isso mesmo, Ele continua a chamar, homens e mulheres do nosso tempo, para o serviço da Sua Igreja.

  1. Como foi chegar até aqui?

R.: O caminho não foi fácil! Mas, por não ser fácil, é que agora, depois de ver o trabalho concluído, sinto uma grande alegria em poder ter o meu quarto CD editado e ao serviço da Igreja. Não faço da música um passa-tempo, mas sim um serviço. Serviço que é exigente e muito útil no exercício do meu ministério.

Perante o trabalho que é normal na vida paroquial e conciliando os estudos do ensino da música, foi preciso tempo para pensar nas letras, isto é, refletir naquilo que elas me dizem, porque, fazer a composição de uma melodia para os textos sagrados, é uma responsabilidade muito grande, para já porque é sempre um texto sagrado, depois porque é preciso ter em conta muitos aspetos importantes como a métrica das palavras, as acentuações, o sentido e o enquadramento do texto. A melodia terá de se ajustar à palavra de uma forma simples, mas bonita. Foi preciso tempo para que a inspiração musical me envolvesse, tempo para escrever a melodia que surgisse no momento, tempo para fazer uma primeira gravação das músicas, tempo para ouvir essa gravação e fazer as correções que achava oportunas, tempo para gravar de novo e voltar a ouvir e tempo para escrever as partituras. Depois de tudo isto, arranjar os apoios para toda a edição e reprodução do CD. Juntar os dois grupos de jovens das paróquias da cidade de Lamego, Almacave e Sé, fazer a gravação em estúdio e do videoclip! As gravações foram feitas, quase todas, à noite, umas durante a semana e outras ao fim de semana. Não foi fácil, porque os horários nem sempre eram compatíveis uns com os outros, mas foi muito gratificante ver a alegria, a vivacidade e a disponibilidade destes jovens.

  1. Enquanto responsável pelo Departamento de Música Sacra, que desafios se colocam, neste âmbito, aos grupos corais das nossas paróquias, aos fiéis leigos e aos sacerdotes?

R.: Que cada Coro sinta e viva realmente o que canta. A finalidade do Coro é o serviço da liturgia e, por isso, os que fazem parte de um Grupo Coral desempenham um ministério litúrgico. O gosto pela música ou o interesse em fazer parte de um Grupo Coral não é motivo suficiente para se pertencer a um Coro. Torna-se evidente que, quem dele faz parte, deve ser cristão de fé vivida, praticada e testemunhada. Que o Grupo Coral tenha sempre a preocupação de primar pela qualidade, tanto no que se refere aos textos como às melodias. Para Deus não podemos dizer “cantamos qualquer coisa”, nem se canta de improviso, é preciso ter a preocupação de preparar bem as celebrações. A propósito disto, o Pe. Manuel Luís dizia que “se não podemos, com palavras banais, exprimir coisas belas, como poderemos, com música banal, exprimir realidades transcendentes?”

Que os fiéis leigos, tal como os coristas, se deixem envolver pelo canto, pela música, que os ajuda a estar mais intimamente unidos a Deus na oração. Procurem, também, envolver as crianças e os jovens.

Que os sacerdotes tenham sempre a preocupação de apoiar, estimular e formar os seus coristas.

  1. Para terminar, como vai ser o próximo disco?

R.: Tenho já dois trabalhos pensados, bastante diferentes um do outro! Será mais um desafio que tenho pela frente! Estou cá para isso!

in Voz de Lamego, ano 85/52, n.º 4339, 24 de novembro

Paróquia de Avões acolhe novo Pároco: Pe. Vítor Silva

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O padre Victor Silva é o novo Pároco da Paróquia de São João Baptista de Avões. O padre Victor Silva substitui o padre Joaquim Silvestre, que esteve à frente desta comunidade 48 anos.

A tomada de posse teve lugar na tarde de domingo, 20 de setembro, a partir das 17 horas, na Igreja Paroquial de São João Baptista de Avões. Toda a comunidade se juntou para dar as boas vindas ao seu novo Pároco, numa cerimónia presidida pelo Rev. Pe. João Carlos, Pró-Vigário Geral da Diocese. A cerimónia contou ainda com a participação do Pároco cessante, padre Joaquim Silvestre, e alguns padres amigos que quiseram manifestar a sua comunhão e proximidade com o padre Victor.

Depois da proclamação do Evangelho o Monsenhor José Guedes leu a Provisão com a qual o senhor Bispo, D. António Couto, nomeia o novo pároco. Na homilia, partindo do comentário às leituras dominicais, e do tema do Simpósio do Clero “Padre, Irmão e Pastor”, o Rev. Pe. João Carlos agradeceu ao antigo Pároco o seu trabalho pedindo também a toda a comunidade que ajude o Rev. Pe. Victor nos seus trabalhos e projetos pastorais naquela paróquia.

Despois da homilia, o Pe. Victor realizou a sua profissão de fé e juramento de fidelidade a Cristo e à Igreja. Recebeu a chave da igreja e do sacrário e, nuns breves momentos de joelhos, entregou a Deus a sua nova missão em terras do Douro.

No final da Missa foram lidas três mensagens de agradecimento ao anterior Pároco e de boas vindas ao senhor Pe. Victor que, na sua mensagem final, agradeceu todo o acolhimento e simpatia. Agradeceu ao grande número de antigos paroquianos do Arciprestado de Torre de Moncorvo que quiseram marcar presença, agradeceu a amizade e a oração. Manifestou a sua disponibilidade para trabalhar com todos, pedindo, também, a colaboração de toda a comunidade de São João Baptista de Avões.

Terminada a cerimónia, o novo Pároco deslocou-se ao Centro Paroquial, onde recebeu os cumprimentos dos seus novos paroquianos e foi servido um repasto de qualidade para todos os presentes, a acompanhar com vinho tinto do bom e do melhor para os adultos e sumos diversos para os mais novos.

Ao senhor Pe. Victor Silva desejamos as maiores felicidades nesta nova missão que Deus lhe confiou.

Pe. Marcos Alvim, in Voz de Lamego, ano 85/43, n.º 4330, 22 de setembro

Retiro de Lamego 2015 | Pe. Marcos Alvim | música cristã

Concerto Marcos Alvim

No passado dia 28 de agosto, no Retiro “Jesus Amor de todos os Amores”, que decorreu no Colégio de Lamego, o Pe. Marcos Alvim foi convidado a presentear os participantes com um concerto de música de inspiração religiosa. Depois de uma apresentação do artista, o mesmo entra em palco e faz um brilharete a cada música que canta. Com a sua doçura característica e com o seu sentido de humor apurado encheu o coração de todos quantos o ouviam. Cantou músicas do seu repertório, em que alguns dos temas figurarão no seu próximo álbum. Desta forma deu a conhecer o seu próximo trabalho discográfico e o público foi muito colaborante. Foi gratificante ver todo o Gimnodesportivo do Colégio de Lamego cantar cada tema com um sorriso nos lábios. Realmente o Amor de Jesus deixa-nos felizes e em comunhão com todos.

O concerto terminou em modo de oração em que todos os presentes rezaram cantando o novo tema do Pe. Marcos Alvim, “Eu sou o pão vivo que desceu do céu, quem dele comer viverá eternamente: tomai e comei”, inspirado em São João, capítulo 6, versículo 51. Toda a plateia entoou este cântico com grande fervor e Amor ao próximo, realmente Jesus é o Amor de todos os Amores!

Ao Pe. Marcos Alvim agradecemos a sua presença no meio de nós, agradecemos o seu talento e pedimos a Deus que o ajude na sua missão e o continue a inspirar para nos deliciar com os seus temas melódica e harmonicamente ricos e espiritualmente profundos!

Susana Santos, in Voz de Lamego, ano 85/40, n.º 4327, 1 de setembro

CANTO CORAL NA CELEBRAÇÃO DO MATRIMÓNIO

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  1. A música, na celebração do sacramento do Matrimónio, não pode ser considerada como um mero elemento decorativo ou expressão externa de pompa ou motivo de circunstância. “Os cânticos a utilizar, devem ser adequados ao rito do Matrimónio e exprimir a fé da Igreja… O que se diz da escolha dos cânticos vale também para a escolha das obras musicais” (Ritual do Matrimónio, Preliminares, 30).
  1. O seu caráter sagrado e a sua adequação à Liturgia do Matrimónio são critérios fundamentais, acima dos gostos e das preferências dos noivos e/ou dos grupos que se apresentam para cantar ou tocar. Estes critérios implicam que os grupos corais e instrumentais possuam um repertório sacro e litúrgico experimentado e que conheçam a liturgia da Igreja, nomeadamente a do Sacramento do Matrimónio.
  1. Enquanto elemento litúrgico, a música deve corresponder ao sentido do mistério celebrado e conduzir os fiéis a participar nele, quer interior quer exteriormente. A música na liturgia é primariamente canto da Palavra de Deus e do louvor da Igreja. Os instrumentos podem ser usados como prolongamento do canto.
  1. Os executantes (cantores, coros e instrumentistas) devem ser competentes técnica e artisticamente, possuir o sentido da Assembleia, ser capacitados para assumir o serviço da Oração da Igreja e participar consciente e ativamente na celebração. Em princípio, dentro do possível, embora não exclusivamente, dever-se-á dar preferência aqueles agrupamentos ou cantores e instrumentistas que, dominicalmente, realizam o serviço litúrgico.
  1. Não se exclui a Música Sacra antiga, coral ou instrumental, que pertence ao tesouro da fé e da arte da Igreja, música nascida e executada na Liturgia, imbuída e configurada pelo mistério celebrado. Tal música possui qualidades de caráter, ao mesmo tempo, estético e espiritual que oferece uma forma muito própria e única de participação.
  1. O programa musical de qualquer celebração litúrgica e a sua execução deve ter a aprovação do Pároco ou do Presidente da celebração. Cabe-lhe, de acordo com os princípios enunciados e atendendo às circunstâncias:

a) discernir a qualidade formal e espiritual, e o enquadramento litúrgico dos cânticos, no que se refere ao rito, ao tempo litúrgico, às possibilidades da Assembleia e às capacidades dos executantes.

b) julgar da oportunidade ou necessidade de omitir ou modificar a escolha de alguns cânticos, em função das circunstâncias pessoais dos nubentes ou do ritmo da celebração.

7. Na preparação para a Celebração, os noivos deverão requerê-lo e dispor-se a oferecer um contributo, para a Paróquia, destinada à formação musical, litúrgica e espiritual dos cantores e dos fiéis.

Pe. Marcos Alvim, (Departamento Diocesano de Música Sacra)

in Voz de Lamego, n.º 4321, ano 85/35, de 14 de julho de 2015

ENCONTRO DE COROS

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“Quem bem canta, duas vezes reza” (Stº. Agostinho)

ENCONTRO DE COROS

Decorreu, no dia 31 de Março de 2015, na Catedral de Lamego, em plena Semana Santa, um Encontro de Coros Litúrgicos, organizado pelo Departamento Diocesano de Música Sacra.00

Participaram neste encontro quatro Coros:

– Grupo Coral da Paróquia de S. Pedro de Castro Daire;

– Grupo Coral da Paróquia de Santíssimo Salvador de Resende;

– Grupo Coral da Universidade Sénior Jerónimo Cardoso-Lamego;

– Coro da Catedral de Lamego.

O acolhimento aos participantes aconteceu no Museu Diocesano, com uma palavra de boas vindas proferida pelo Pe. João Carlos, Pró Vigário Geral.

De seguida todos se dirigiram para a Sé, que estava repleta de gente, para escutar as vozes daqueles que louvam a Deus cantando.

O responsável do Departamento Diocesano de Música Sacra, Pe. Marcos Alvim, na palavra de abertura, falou da importância do canto litúrgico e agradeceu a presença de todos.

Cada coro cantou quatro cânticos de natureza litúrgica.

A palavra final foi dirigida pelo Pe. Joaquim Dias Rebelo, Vigário Geral, que se congratulou com a iniciativa, felicitando organizadores e participantes.

No final, todos os elementos cantaram um cântico em conjunto, cuja partitura fora previamente enviada aos diretores de coro para os devidos ensaios.

O objetivo destes encontros é aumentar a partilha e a aproximação entre pessoas que professam a mesma fé e aumentar competências na transmissão da Palavra de Deus pela música e pelo canto.

in Voz de Lamego, n.º 4308, ano 85/21, de 7 de abril de 2015