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Posts Tagged ‘Pe. Jorge Henrique’

Visita Pastoral de D. António Couto na Paróquia de Alvarenga

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A Paróquia de Santa Cruz de Alvarenga recebeu, na primeira semana de Fevereiro, a Visita Pastoral do Senhor Bispo de Lamego, que cumpriu, em quatro dias, o programa que fora estabelecido com o Pároco, Sr. Pe. Jorge Henrique Gomes Saraiva. Nem a meteorologia adversa, com ventos fortes, muita chuva e frio rigoroso, interferiu no programa.

No dia 1, encontrou-se com os vizinhos das capelas e locais de culto mais frequentados: Bustelo, Várzeas, Santo António, Pade e Igreja Paroquial. Ali orou com o povo e manteve com ele interessantes contactos em ameno tom coloquial, lembrando que Deus nos surpreende também hoje no presente. Deus vela, acordado, sobre o tempo e suas mudanças, não muito longe de nós, não no Céu acima das nuvens e atrás das estrelas, mas aqui no Sacrário da nossa Igreja – sublinhou o Sr. D. António, apontando com ambos os braços para o centro do Altar-Mór. Ler mais…

Visita Pastoral de D. António Couto a Parada de Ester

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QUARTA-FEIRA

Bem cedo, de manhã, os povos da Paróquia de São João Baptista de Parada de Ester aqueceram as mãos e o coração por estarem a viver um dia diferente. Acolheram o seu pastor diocesano com júbilo e alegria. Momentos de oração e partilha marcaram este dia mostrando que o nosso Deus é um Deus próximo de nós.

Invocando Nossa Senhora da Saúde em Sobrado, Santa Bárbara em Laboncinho, Nossa Senhora de Fátima em Outeiro de Eiriz, Santa Comba em Eiriz, São Bartolomeu em Meã, São João Baptista em Parada de Ester, São Pedro em Vila e Santa Catarina em Mós, foram recordados aqueles que já partiram e ali rezaram, não esquecendo os que por esse mundo fora, deixaram a sua terra. Ler mais…

Visita Pastoral de D. António Couto em Ester e Cabril

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Peregrinos sobre esta terra e hóspedes de Deus

Esta primeira semana de Dezembro foi, com certeza, vivida de forma diferente nas paróquias de Santa Maria de Cabril e de São Pedro de Ester. Foi uma semana cheia de bem, beleza e bondade de Deus porque lhes concedeu a graça e a bênção da Visita Pastoral do seu bispo.

A proximidade, a ternura, a entrega e a alegria encheram os corações destas gentes que precisam de Deus, dos Seus afectos, dos Seus ensinamentos e das Suas palavras.

Cada povo, cada capela, cada comunidade sentiu que Jesus Cristo, de facto, “visitou e redimiu o Seu povo” (Lc. 1, 68). Desde o cimo do monte, Faifa e Sobreda, até às margens do Paiva, Pereiró e Ribeira de Ester, passando por Ester de Cima, Ester, Paçô, Moimenta, Tulha Nova, Crasto, Vitoreira e Mosteiro, foi o contacto com a realidade, a vida das comunidades no seu habitat natural. Os mais atentos e surpreendidos interiorizavam: “Nunca vivemos momentos assim!” Ler mais…

Paróquia de Alvarenga acolhe novo pároco: Pe. Jorge Henrique

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Na tarde outonal do último domingo de setembro, esta paróquia de Santa Cruz de Alvarenga movimentou-se e acorreu à Igreja Matriz para receber festivamente o seu novo pároco, Pe. Jorge Henrique Gomes Saraiva.

Chegou pelas cinco horas, acompanhado pelo Sr. Vigário Geral, Monsenhor Joaquim Dias Rebelo, e pelos colegas dos arciprestados de Cinfães e Castro Daire e também de Lamego. Da comitiva faziam parte familiares e amigos.

Tudo foi organizado à volta da Igreja e integrado na Missa Paroquial. A Igreja estava cheia de fiéis contentes pela chegada do seu novo pároco que, por isto mesmo – apesar de ser já nosso vizinho em Ester, Parada de Ester e Cabril – despertava muita curiosidade. Todos, em bicos de pés, por cima das cabeças dos circunstantes, queriam ver, com os próprios olhos, quem chegava. O coral abrilhantava a solenidade do cortejo, que subia pela Igreja, com o maior entusiasmo.

Na homilia, o Sr. Vigário Geral teve uma palavra de gratidão para o anterior pároco, Pe. José Miguel Loureiro de Almeida, e uma outra de apoio e confiança para o Pe. Jorge Henrique. Resumiu o seu percurso de vida numa versão de fé: sabe levar a água ao seu moinho. Nós, fiéis de Alvarenga e habituados como ele ao ambiente do rio Paiva, compreendemos melhor que ninguém: sabe orientar as almas até Deus. O lugar onde estávamos apontava para esta leitura de fé, que o celebrante confirmou.

E teve mais uma terceira palavra para a assembleia dos paroquianos, muito oportuna e como eco das leituras da missa: o Espírito de Deus sopra onde quer, quando quer e como quer, não por capricho gratuito, mas por Providência Amorosa. Procuremos aqui o constrangimento que obriga a diocese de Lamego a confiar quatro paróquias desta margem direita do rio Paiva a um único pároco. É uma pergunta ao jeito de uma resposta. Nós perguntamos e Deus responde ou Deus pergunta e nós respondemos? A conclusão é pertinente e atual e está na responsabilização pessoal e coletiva dos leigos.

Depois de lida pelo Sr. Arcipreste de Cinfães, Pe. Adriano Pereira, a Provisão canónica da nomeação, uma paroquiana saudou, à nossa maneira de Alvarenga, o nomeado, pedindo-lhe emprestadas as palavras do lema sacerdotal que é este: “Eis-me aqui, Senhor, podes enviar-me.” Saudou assim: Deus ouviu a sua oração e enviou-o até nós. A casa é sua! Entre em sua casa! Sinta-se bem nela! Tudo faremos para que assim aconteça!

Já no final da Missa, falou também o pároco e dirigiu palavra de agradecimento a todos e cada um dos grupos de familiares, colegas, amigos e paroquianos.

Esta é uma das quatro paróquias que serve, mas servi-la-á com a mesma disponibilidade e consideração que teria se só paroquiasse Santa Cruz de Alvarenga, não se dividindo, mas sonhando, pedindo e implorando de Deus o dom, o milagre e o mistério da ubiquidade.

Momento expressivo foi no adro, junto à porta da sacristia, por onde ìa saindo a comitiva. À curiosidade atencionada só para o pároco, seguiu-se uma espontânea manifestação de popularidade, com grupinhos, aqui e além, a cumprimentar, a trocar simpatia e cortesias, a falar, a perguntar por este e por aquele. Todos se envolveram num agradável ambiente cordial. Havia amigos e conhecidos para todos os conhecidos e amigos. E os que não se conheciam apresentavam-se, e logo nasciam interesses, trocas de sorrisos, velhos amigos que já eram mais que de simples circunstância.

Este ambiente transferiu-se para o salão paroquial e manteve-se por mais uns momentos, à volta de uma mesa alongada, coloridamente sortida de doces variados e bebidas finas, à maneira de um chamado Porto de Honra. Não tanto para comer e beber, mas par adoçar mais as palavras de circunstância, inspirar o convívio e honrar as nossas visitas. Só os menos simpáticos relógios – que se haviam infiltrado sem convite – vieram perturbar a serenidade e pôr fim à boa disposição.

Registamos a presença dos pais, irmãos e familiares do Sr. Pe. Jorge Henrique. Voltem muitas vezes, vivemos todos na margem direita do rio Paiva. É fácil chegar cá. O rio orienta bem e ensina o caminho.

R.M., in Voz de Lamego, ano 85/44, n.º 4331, 29 de setembro