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Peregrinação Jubilar da Zona Pastoral de Cinfães ao Santuário da Lapa

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Cinfães na Lapa – Peregrinação Jubilar

1. Em busca da Porta Santa partiram manhã cedo no dia 24 de abril.

A Zona Pastoral de Cinfães, em peso, rumara ao Santuário da Lapa. Milhares.

Todos os párocos e todas as paróquias, cada uma com duas ou 3 camionetes cheias, além das viaturas particulares.

Às 10 horas, tudo à «Porta»; padres, acólitos, escuteiros, povo e estandartes ao vento falando da fé. A fé também se vê.

A «Porta  Santa» do Santuário estava aberta e à espera o Sr. D. Jacinto que a todos recebeu e deu as boas vindas.

Seguiu-se a oração pelo Papa Francisco, a comunhão com o bispo diocesano e o «sede bem vindos» à multidão apinhada junto à Porta Jubilar.

«Entrai». As portas são para entrar. «A porta da graça está sempre aberta».

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Paróquia de Moimenta de Cinfães acolhe Pe. Fabrício Pinheiro

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No dia 27 de setembro a ornamentação da igreja de São Martinho de Moimenta demonstrava que era um dia festivo. Passadeira de flores à entrada da igreja e um arco envolto com xailes coloridos embelezavam a fachada da igreja.  Sim! Era a receção do seu novo pároco, o padre Fabrício Pinheiro.

Os sons dos foguetes anunciavam a sua chegada, acompanhada do Pró-Vigário geral, padre João Carlos Morgado. No início da Eucaristia, um representante do Conselho Económico leu um texto de boas-vindas e congratulou-se em Moimenta ser uma das suas primeiras paróquias do seu ministério presbiteral, de seguida uma criança da catequese presenteou-o com um ramo de flores.

Durante a Eucaristia, logo após a leitura da provisão episcopal e a entrega das chaves da igreja e do sacrário, foi saudado com uma salva de palmas. O pe. João Carlos Morgado, que presidiu a celebração, deixou uma palavra de gratidão ao anterior pároco, padre Luís Pedro Costa, pelo trabalho desempenhado em oito anos naquela paróquia. Ao povo de Moimenta pediu-lhes que acolhessem o pe. Fabrício com ternura maternal, fazendo analogia aos xailes que as mães usam para aconchegar os filhos e que utilizaram para enfeitar o portal da igreja.

Antes de terminar a celebração foi lido um texto de agradecimento ao sr pe. Luís Pedro pelo serviço  e dedicação ao longo dos oito anos que ali esteve, tendo sido homenageado com uma lembrança oferecida pelas crianças da catequese.

Que Deus continue a dar forças ao padre Luís Pedro para continuar a sua vocação, sob o seu lema sacerdotal, «Eu não vim para ser servido, mas para servir».

E que, o pe Fabrício, recém-ordenado, faça das paróquias que lhe foram confiadas, através da vivência sacramental, verdadeiras comunidade, unidas pelo amor fraternal e empenhadas a testemunharem os valores do Reino de Deus.

Simone,  in Voz de Lamego, ano 85/45, n.º 4332, 6 de outubro

São Martinho de Fornelos com novo Pároco: Pe. Fabrício Pinheiro

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Venho para vos trazer Cristo e a sua Palavra

No passado domingo, o recém-ordenado Padre Fabrício Pinheiro foi apresentado, pelo Pró- Vigário geral, Padre João Carlos Morgado, nos espaços paroquiais para que foi enviado pelo nosso bispo: S. Martinho de Moimenta, S. Martinho de Fornelos e Sta. Leocádia de Travanca, todas na zona pastoral de Cinfães.

Tal como em cerimónias similares, o novo pároco foi recebido com alegria pelos fiéis e durante a Eucaristia, após a leitura da Provisão episcopal, recebeu as chaves da igreja e do sacrário. O presidente da celebração aproveitou o momento para agradecer a dedicação dos párocos anteriores: Pe. Luís Pedro Costa (Moimenta), Pe. José Augusto Cardoso (Fornelos) e Pe. António Morgado (Travanca).

Em Fornelos o novo pároco foi recebido com foguetes e percorreu uma passadeira de flores feita para o momento, acompanhado por sacerdotes vizinhos, entre os quais o arcipreste, Pe. Adriano Alberto. Destaque também para o numeroso grupo de conterrâneos do Pe. Fabrício, de Penajóia, que o acompanharam neste dia tão importante.

O Pe. João Carlos Morgado convidou os fiéis a acolherem com alegria e a acompanharem com solicitude “aquele que o Senhor lhes dá”. Ao novo pároco pediu que seja próximo e que protagonize um zelo pastoral marcado pela ternura, a exemplo do patrono da paróquia, S. Martinho.

No final da celebração, tempo ainda para agradecer o esforço e dedicação do padre José Augusto que acompanhou pastoralmente esta comunidade no último ano. Por isso lhe foram dedicadas palavras de reconhecimento e gratidão e entregues algumas lembranças. Este sacerdote agradeceu o gesto e passou a palavra ao novo pároco que agradeceu o esforço e a festa preparada para a sua chegada e se dirigiu directamente a todos dizendo: “venho para vos trazer a Palavra e a imagem de Cristo”.

JV, in Voz de Lamego, ano 85/44, n.º 4331, 29 de setembro

Pastoral do Encontro e Nova Evangelização | Etapa Concluída

 

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Quero no final deste dia agradecer a Deus pela coragem e pela capacidade que me deu para desenvolver as pesquisas que me levaram a uma conclusão: Tese de Mestrado Integrado em Teologia. Hoje mesmo terminei este percurso de Estudos Teológicos com a Apresentação desse mesmo Trabalho (avaliado em 17 Valores) com o Tema: Pastoral do Encontro e Nova Evangelização: Análise da Paróquia de Penajóia.

Agradeço de forma especial aos meus pais, irmã, cunhado e sobrinha que sempre me apoiaram neste percurso, bem como a todos os Amigos.

Aos Seminários de Lamego e de Resende (representados pela pessoa do Rev. Vasco Pedrinho e Rev. António José Ferreira, em representação destas Casas que para mim continuam a ser a minha casa) pela ajuda que me deram no conhecimento dos valores Humanos e Teológicos. A todos os professores que me acompanharam na formação Académica.

Ao Seminaristas do Seminário Menor deste ano Letivo 2014-2015, onde fiz o meu Estágio Diaconal, pela força e pelo apoio que sempre me deram quando havia dias em que a vontade para escrever não era nenhuma. Aos colegas Sacerdotes da Equipa Formadora que sempre me incentivaram a continuar.

Aos professores corretores do Trabalho, aos Sacerdotes que contribuíram para que este Trabalho se realizasse.

Não poderei esquecer o meu Orientador, Pe. Prof. Dr. José da Silva Lima, que embora muito exigente, permitiu que este trabalho chegasse ao seu termo. Com ele aprendi a nunca desistir dos nossos objetivos.

Aos Arguentes, muito obrigado pelas críticas, mas também pelos elogios ao Trabalho.

Para que não me esqueça de ninguém… UM BEM HAJA A TODOS.

Deixo um pequeno texto, conteúdo do Trabalho:

A Pastoral do Encontro torna-se, no sentido da Nova Evangelização, uma necessidade para se poder pastorear nos tempos de hoje, interpretando sempre os sinais que os tempos nos vão indicando.

O cristão não pode ter medo de arriscar em Ir ao encontro de todos para lhes anunciar a verdadeira Alegria do Evangelho de uma forma nova como tantas vezes refere o Papa Francisco na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium.

O Encontro é sempre proximidade que é vivida nos vários sectores eclesiais tais como: a pastoral sacramental, a pastoral familiar, a pastoral ministerial, a pastoral sócio-caritativa, a pastoral dos doentes, etc… É importante que Cristo chegue à vida de todos os que sofrem no corpo ou na alma e, junto desses permaneça. Essa é também uma responsabilidade da Igreja que tem por obrigação fazer sentir Cristo como uma presença viva que vem ao nosso encontro para permanecer junto de nós.

A Pastoral do Encontro não pode ter fronteiras nem barreiras, pois é uma Pastoral real para o mundo atual em que vivemos, uma Pastoral real para a Igreja em que cremos.

Pe. Fabrício Pinheiro, in Voz de Lamego, ano 85/43, n.º 4330, 22 de setembro

Paróquia da Penajóia | MISSA NOVA | Pe. Fabrício Pinheiro

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No dia 12 de julho, a paróquia do Santíssimo Salvador da Penajóia, revestiu-se de festa, pois um dos seus filhos, o padre Fabrício António Pinheiro Correia, que tinha sido ordenado presbítero no dia 05, regressava à sua comunidade para celebrar a Missa Nova. À Penajóia acorreu um grande número de pessoas, destacando-se vários sacerdotes, entre os quais dois conterrâneos e dois antigos párocos.

Na homilia da celebração, o neo-sacerdote, apresentou o tema da missão como núcleo fundamental da liturgia desse domingo. Todos somos chamados, a exemplo de Amós e dos primeiros discípulos de Jesus a evangelizar os irmãos, mesmo que seja preciso desinstalarmo-nos.

No final da celebração foi apresentado um diaporama preparado pela família, onde se resumia o percurso vocacional do padre Fabrício. No final, o pároco, padre José Fernando, agradeceu a presença de todos, salientando as várias vocações que surgiram da comunidade. Terminou, lançando um repto: deixarmos de nos lamentar pelas vocações que surgem, e lembrar-mo-nos de dar graças a Deus, por aqueles que chama. O presidente da celebração, fez um oração de ação de graças onde agradeceu a Deus e à família tudo o que recebeu.

 Terminada a celebração da Eucaristia, o padre Fabrício ficou na igreja para receber os cumprimentos de todos os que desejassem. Houve ainda tempo para um momento de convívio no espaço da adega cooperativa da Penajóia, onde foi repartida uma refeição fraterna. Fazemos votos que o sr. padre Fabrício que saiba viver segundo o lema que escolheu para a sua ordenação presbiteral: “Para mim viver é Cristo” (Fl 1, 21) configurando-se com Cristo Bom Pastor.

SML, in Voz de Lamego, n.º 4321, ano 85/35, de 14 de julho de 2015

ORDENAÇÕES PRESBITERAIS

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A Igreja Diocesana de Lamego está em festa e dá graças ao Senhor pela alegria de ver chegar ao ministério sacerdotal dois dos seus membros que um dia escutaram a voz do Bom Pastor que os chamou e agora envia para a Sua messe, como sacerdotes.

No passado dia 5 de Julho, Domingo, na nossa Sé Catedral, D. António Couto ordenou presbíteros, o Diácono Fabrício António Pinheiro Correia, natural da Paróquia do Santíssimo Salvador de Penajóia, Lamego. Fez o seu estágio pastoral, durante o último ano, no Seminário Menor de Nossa Senhora de Lourdes, Resende; e o Diácono Valentim Manuel Moreira Fonseca, natural da Paróquia de Nossa Senhora das Candeias de Ferreiros de Avões, Lamego. No último ano realizou o seu estágio pastoral nas paróquias de Nossa Senhora do Pranto de Vila Nova de Foz Côa, Santo Amaro e São Pedro de Mós do Douro, da Zona Pastoral de Vila Nova de Foz Côa.

Pelo dom do Espírito Santo recebido na sagrada ordenação, os presbíteros tornam-se indispensáveis cooperadores e conselheiros do Bispo, no ministério e múnus de ensinar, santificar e apascentar o Povo de Deus, a partir do mesmo e único sacerdócio e ministério de Cristo (Cf. PO 7).

Às comunidades de origem destes neosacerdotes, particularmente às suas famílias, párocos e catequistas, bem como às comunidades onde estiveram a trabalhar em tempo de estágio pastoral, fica aqui uma palavra de verdadeira amizade e gratidão, como também se pede que continuem a rezar para que mais e santas vocações sacerdotais e vocações de especial consagração, surjam  na nossa Diocese de Lamego.

Ao Padre Fabrício e ao Padre Valentim manisfestamos o desejo sincero de os ver felizes no exercício humilde, generoso e diligente da sua missão sacerdotal e rogamos a Deus e a Nossa Senhora que os acompanhem na nova etapa da suas vidas que agora se inicia.

Pe. Vasco Pedrinho, in Voz de Lamego, n.º 4320, ano 85/34, de 7 de julho de 2015

Novos Sacerdotes

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A Sé de Lamego acolheu os muitos fiéis que ali se deslocaram na tarde do primeiro domingo de julho para participarem na ordenação sacerdotal dos diáconos Fabrício Pinheiro e Valentim Fonseca. Uma celebração presidida por D. António Couto e que contou também com a presença de D. Jacinto Botelho, cerca de oito dezenas de sacerdotes e muitos familiares e amigos que vieram de várias paróquias da diocese.

O nosso presbitério soma mais dois membros e a Igreja pode contar com dois novos sacerdotes que, nos próximos dias, ficarão a saber qual a missão pastoral que a diocese lhe confia. Num tempo em que vai diminuindo o número daqueles que se dispõem a servir a Igreja como ministros ordenados, damos graças a Deus por estes dois jovens, bem como pelas respectivas famílias e por todos quantos participaram na sua caminhada vocacional e formativa.

A cerimónia teve início às 16h e contou também com alguns sacerdotes e seminaristas de dioceses vizinhas, companheiros de formação no extinto Instituto e no agora Seminário Interdiocesano. Acontecimentos como este, aqui ou noutro local, servem também para experimentar a comunhão e a proximidade sempre bem vindas. Uma palavra também para sublinhar a presença e desempenho do Coro da Catedral, orientado pelo padre Marcos Alvim, cujas afinadas vozes contribuíram para a beleza da celebração festiva.

No final da cerimónia, depois de terem ido à sacristia e terem sido saudados pelos sacerdotes presentes, os novos presbíteros voltaram ao interior da Sé para serem saudados individualmente pelas muitas centenas de amigos presentes. Habitualmente, este momento é vivido no claustro, mas, em virtude das obras de restauro em curso, aquele espaço está encerrado.

Ao longo dos próximos dias os novos sacerdotes vão celebrar em vários locais, percorrendo espaços que conhecem desde o tempo de seminaristas. Nas suas comunidades de origem vão também presidir à Eucaristia, a “Missa Nova”: o Padre Fabrício, na Penajóia, no próximo domingo e o Padre Valentim, em Ferreiros de Avões, no domingo seguinte, dia 19.

O nosso jornal associa-se a todos os diocesanos que se alegram com este feliz acontecimento, ao mesmo tempo que felicita os novos sacerdotes e lhes deseja uma vida sacerdotal vivida com alegria e em atitude de serviço à Igreja que os ordenou, na fidelidade ao Senhor da Messe que os chamou e agora envia.

JD, in Voz de Lamego, n.º 4320, ano 85/34, de 7 de julho de 2015