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Posts Tagged ‘Pe. Bráulio Félix’

Convívio Fraterno n.º 1321

Na sexta-feira dia vinte e quatro de fevereiro, lá iamos nós para a Obra Kolping uns um pouco contrariados, outros desconfiados, outros até a pensar se não seria boa ideia vir embora ainda antes de começar. Mas depressa perdemos todos os receios de não gostarmos, ou de não nos sentirmos bem!

O que vivemos durante os dias 24, 25, 26 e 27 de Fevereiro não se consegue explicar, muito menos, se consegue escrever ou colocar por palavras… Só é possível sentir! E quem quer saber o que é um convívio, vai mesmo ter de o fazer.

O reencontro com Jesus Cristo (carinhosamente tratado, por nós, de JC) é uma certeza. Reencontramo-lO e estamos com Ele de uma forma como nunca antes estivemos. No nosso dia a dia tomamos um ritmo acelerado, e sem darmos conta, deixamos de nos encontrar com Ele. Nestes dias em que estivemos a reflectir percebemos a  importância de nos encontrarmos com Ele diariamente e a paz de espírito que isso nos traz.

No final damos conta que passamos a viver uma vida nova, mais calma. Percebemos estar atentos a pequenos detalhes que até esta altura nem sequer viamos de tanta pressa que traziamos. Saímos com a certeza de termos um esteio para a vida, JC, muito mais alegres (com aquela alegria que não se sabe explicar).  O nosso coração está cheio: “Eis minha luz e salvação Cristo em mim para sempre. É nesta luz e no seu poder que fraco digo forte sou!”

Vamos pelo mundo mostrar a nossa herança, ser convivas da paz e do amor.

Pelos convivas 1321, Joana Borges, Tendais

in Voz de Lamego, ano 87/17, n.º 4402, 7 de março de 2017

Departamento Diocesano de Música Sacra: Formação coral em Leomil

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No passado dia 10 de novembro, o grupo coral paroquial de São Tiago de Leomil recebeu a visita do senhor padre Marcos Alvim, responsável pelo departamento de música sacra da diocese de Lamego.

Esta visita serviu para dar formação ao jovem coro que se formou em março, aquando da visita pastoral do senhor D. António Couto à paróquia de Leomil.

O senhor padre Marcos falou da importância do coro na animação litúgica. O coro deve estar ao serviço da liturgia e esta função não deve ser entendida como um concerto. O coro pode dar concertos, mas em encontros entre coros ou em apresentações ao público. Salientou bem a importância do compromisso que cada membro do coro tem de assumir, ou seja, participar em todos os ensaios que são marcados.

A nível mais prático, ensinou o significado de alguns sinais que aparecem nas pautas e o valor de algumas notas musicais.

O grupo coral paroquial de São Tiago de Leomil agradece ao seu maestro, Joel Valente, que organizou esta formação e ao senhor padre Marcos Alvim pela sua disponibilidade.

 

in Voz de Lamego, ano 87/51, n.º 4387, 15 de novembro de 2016

XXXI Jornada Diocesana da Juventude: Animados pelo Espírito

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Centenas de jovens da nossa diocese aceitaram o convite e marcaram presença na XXXI Jornada Diocesana da Juventude, em Tarouca, no último sábado, dia 21 de maio, sob o tema “Sede misericordiosos como o Pai”. O nosso bispo, D. António Couto, desafiou-os a serem testemunhas da fé e anunciadores autênticos e credíveis de Jesus Cristo aos outros.

Subir e encontrar

O monte, nos relatos bíblicos, é sempre ponto de encontro entre o Deus atento que vela e o crente peregrino que quer avançar. Por isso, subir para O encontrar é sinónimo de busca de referências para o caminho, desejando descer com mais certezas e fortalecido pela esperança. E foi com esta vontade de louvar a Deus e crescer na fé que muitos jovens acorreram ao monte de Sta. Helena, em Tarouca.

À espera de quem fora convidado estavam outros jovens para os acolher e saudar. Membros de grupos de jovens desta zona pastoral ou integrando o Secretariado diocesano, haviam preparado cuidadosamente o dia, o percurso, os gestos, as palavras. E ali estavam eles, com vontade de imprimir em quem chegava a alegria do encontro e a disponibilidade para avançar, cumprindo etapas e chegando à meta.

A meta era o recinto onde encontramos a capela dedicada à mãe do imperador Constantino, Helena, que tanto se notabilizou na conversão do filho e na preservação dos Lugares Santos. Os grupos, devidamente orientados e acompanhados iam chegando a este espaço, onde diversos sacerdotes estavam ao seu dispor para a celebração da Reconciliação. E foram muitos os jovens que, com alegria e apoiados por um simples esquema para exame de consciência, aceitaram o convite e experimentaram a misericórdia divina, o dom que Deus não cessa de nos conceder e que se transforma em dever no nosso viver diário: misericordiosos como o Pai! Ler mais…

A MISSÃO PAÍS EM SÃO JOÃO DA PESQUEIRA

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Entre os dias 22 e 29 de fevereiro, um grupo de cerca de quarenta universitários católicos da Faculdade de Direito da Universidade do Porto alojaram-se no quartel dos Bombeiros Voluntários de São João da Pesqueira com um objectivo simples: levar a palavra de Deus a São João da Pesqueira. Inspirados pelo lema “Alegra-te, foste encontrado!”, inspirado na parábola do Filho Pródigo, estes jovens missionaram, animaram e apoiaram várias instituições espalhadas pelo concelho. Desde lares de idosos a escolas, passando pelo porta-a-porta, estes missionários quiseram deixar uma marca bem vincada na população local, neste que foi o terceiro e último ano de Missão por estas bandas.

A Missão País é um movimento universitário católico, que quer transmitir a alegria de Jesus às povoações mais descentralizadas e desfavorecidas de Portugal, através do testemunho da fé, do serviço e da caridade. Partem logo no final dos exames do primeiro semestre, e passam uma semana diferente, que mexe com inúmeros corações, tanto seus, como dos locais. O grande objectivo é inspirar gerações que vivam a fé católica em missão.

Acompanhados por um fantástico orientador espiritual, o Sr. Padre Bráulio Carvalho, acabamos a nossa Missão com o coração cheio. Cheio pelo carinho, pela amizade e pelo amor que encontramos nos idosos dos lares, nas crianças das escolas e creches, mas também nos mais desfavorecidos e deficientes. Ganhamos muito mais do que conseguimos dar, e é isso que move a Missão País. A alegria de dar o pouco que temos, ou melhor, o pouco que somos, e receber tanto em troca, faz de nós as pessoas mais felizes que se possa imaginar. Deus, com todo o seu amor, faz-nos ver nesta semana de entrega que, acima de tudo, a felicidade está na oração, no serviço e na caridade que se presta ao próximo.

Agradecemos a hospitalidade com que nos habituaram e prometemos que esta bela terra Duriense não será esquecida pelas dezenas de missionários que por cá passaram nos últimos três anos. Um bem-haja a todos os que proporcionaram esta semana inesquecível, especialmente ao Sr. Padre Filipe, por se ter mostrado incansável para connosco.

Alexandre Cabral Campello, in Voz de Lamego, ano 86/16, n.º 4353, 8 de março de 2016

CONVÍVIO FRATERNO EM LAMEGO | CONVITE

 

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Respondendo humildemente ao apelo de evangelização que o Senhor Jesus nos lançou há mais de 2000 anos, o Movimento dos Convívios Fraternos vai realizar mais um Convívio Fraterno para jovens da diocese de Lamego.

O Convívio Fraterno, marcado para os próximos dias 5, 6, 7 e 8 de Fevereiro, vai decorrer na casa da Obra Kolping em Lamego. Terá início às 21h do dia 5 de Fevereiro e o seu encerramento acontecerá a partir das 21 horas no dia 8 de Fevereiro.

Muito agradecemos a colaboração de todos os Párocos da Diocese nesta caminhada. Assim, se existirem nas suas paróquias jovens interessados em participar no Convívio Fraterno, e se este encontro lhes puder ser útil, quer a nível pessoal, quer no que diz respeito a um maior compromisso na paróquia, pedimos que os inscreva até ao dia 31 de Janeiro. Reforçamos esta ideia da inscrição porque o número de participantes vai ser limitado e porque facilita a organização do Convívio.

No recrutamento dos jovens para este Convívio, devem ter-se em conta os seguintes requisitos: idade mínima de  18 anos e grupos com  um  máximo  de 5 jovens  por espaço pastoral.

Pedimos especial atenção para a necessidade de informar os jovens que, no último dia do Convívio, as actividades só encerrarão por volta das 24 horas. O custo do Convívio Fraterno será de 60 euros.

Em nome do movimento, agradecemos, desde já, toda a colaboração que possa dar na realização deste trabalho através da divulgação deste evento, da inscrição dos jovens, e da oração em favor dos bons frutos do Convívio.

Pelo secretariado dos Convívios  Fraternos,

Catarina Gregório | P. Bráulio Félix

in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4345, 12 de janeiro de 2016

Vista Pastoral de D. António Couto em Sever

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Ao aproximar-se o dia solene da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, padroeira da nossa paróquia, quis sua excelência reverendíssima, sr. D. António Couto, visitar-nos como pastor. Sim, não foi como médico ou simplesmente como quem veio dar um recado. Foi sim como pastor que veio para estar e nos trouxe “notícias de Deus”.

Nos três dias que esteve entre nós, o sr. Bispo teve a oportunidade de estar com muitas pessoas e de lhes falar.  Começou por administrar o sacramento da ternura de Deus, a Santa Unção, aos doentes da nossa paróquia, que passam agora os seus dias em casa. A proximidade e o carinho de Deus pelos seus filhos mais fragilizados tornavam-se patente em cada encontro.

Ainda no primeiro dia da visita o senhor Bispo foi recebido no Centro de Bem Estar e Repouso, instituição de erecção canónica, onde foi servido um almoço com os representantes das associações e entidades, o Centro Social e Cultural, a junta e a assembleia de freguesia e o sr. Presidente da câmara, representado o município. Neste almoço estiveram os idosos utentes do Centro das suas diversas respostas sociais.

No final da refeição pode o senhor bispo visitar a empresa “Blocoviga” e passear pelos extensos pomares de Sever, sendo depois recebido na junta de freguesia e visitado o Centro Social e Cultural, onde funciona o ATL e o prolongamento escolar, respostas sociais do Centro de Bem Estar e Repouso da Paróquia(CBERPS), na área da infância.

Regressados ao CBERPS celebramos a Eucaristia, presidida pelo senhor Dom António, com administração da Santa Unção a utentes, colaboradores e demais presentes que quiseram receber o sacramento. Depois da celebração visitamos um armazém de batatas em Arcas e ainda o “ex libris” a capela de Nossa Senhora das Seixas.

O dia terminava com um momento de encontro com as “forças vivas” da paróquia que apresentaram as actividades que vão fazendo e também os seus anseios e angústias. À comunidade o senhor Bispo deixou pistas e caminhos para percorrer, nomeadamente no que se refere à criação de grupos de formação, de evangelização/missão e ainda de caridade.

No segundo dia da visita, sábado, foi a vez da Granjinha receber o seu pastor e escutar a sua palavra. Já de tarde e depois de ter estado com as crianças e adolescentes da catequese, o senhor bispo presidiu à eucaristia vespertina na capela de Nossa Senhora da Apresentação, em Arcas. Houve ainda tempo para um encontro com os jovens crismandos.

No domingo, recebemos o nosso prelado na Capela da Sagrada Família e daí, processionalmente, nos encaminhamos para a Igreja onde foi celebrada a Eucaristia e administrado o sacramento da confirmação. Na homilia o senhor bispo desafiou os jovens a encontrar o seu lugar na comunidade e a nunca o deixar vazio, pedindo também à assembleia litúrgica para que faça sempre ver àqueles que não celebram a sua fé, que fazem falta, sendo por isso destinatários da nossa missão. Bela oportunidade para escutar e estar com o nosso pastor, e como povo de Deus celebrar o amor que ele nos dispensa. Agradecemos ao sr. D. António Couto a sua visita, o seu estar connosco, as suas palavras que nos entusiasmaram, os seus silêncios de compreensão e o seu sorriso motivador.

Jorge Gomes, in Voz de Lamego, ano 85/54, n.º 4341, 8 de dezembro

Visita Pastoral de D. António Couto na Paróquia de Alvite

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A paróquia de Santo Amaro de Alvite viveu, na passada semana, um acontecimento histórico e profético – a visita pastoral. Quis sua excelência reverendíssima D. António estar connosco, conhecer os nossos anseios e preocupações, as nossas alegrias e esperanças.

O primeiro dia da visita foi passado ao lado dos mais pobres, dos mais débeis, os doentes e idosos desta comunidade. Depois de visitar cada doente que não pode ir ao Centro Comunitário e de lhe oferecer a bênção de Deus e a Santa Unção, foi acolhido no nosso lar. O almoço, simples, permitiu não apenas recuperar as forças físicas, mas serviu de sacristia para a celebração eucarística que se seguiria, com a administração da Santa Unção. Houve ainda tempo, neste primeiro dia, para visitar Espinheiro e o seu Centro Social, bem como a capela onde pode falar ao povo daquilo que realmente é essencial em Jesus, partindo da devoção a Nossa Senhora das Dores ali tão querida. O dia não terminou sem uma reunião com cursilhistas que acorreram em grande número para escutar a voz do pastor.

O segundo dia foi dedicado a instituições, entidades e associações da freguesia. Ao início da tarde o Sr. Bispo foi acolhido na escola, visitou a “CopAlvite” e foi recebido na Junta de Freguesia pelo executivo e assembleia. Esteve ainda presente o Presidente da Associação de Caçadores e elementos da “Gente da Nave”, associação de promoção social e cultural, que nos mostrou como era uma casa e a vida dos alvitanos de outros tempos, na visita à “Casa-Museu”. Este dia mais dedicado à “sociedade civil” teve ainda um momento de partilha e de comunicação do Sr. D. António no salão paroquial, onde contamos também com a presença do Sr. Presidente da Câmara, a que se seguiu um jantar aberto a toda a comunidade e em que nada faltou.

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Na sexta-feira, terceiro dia de visita, houve reunião com “a(s)gentes da pastoral” à noite. Durante a tarde o nosso prelado celebrou eucaristia em Porto da Nave, de onde rumamos ao cemitério para manter viva a memória e renovar a oração dos que ali jazem. Houve ainda oportunidade de visitar um aviário e a Quinta dos Caetanos que nos recebeu na sua futura capela, a dedicar a São João Paulo II, a quem continuamos a pedir ajuda para a sua conclusão e sagração.

No quarto dia, sábado, realizou-se o encontro com a centena de crianças e adolescentes da catequese paroquial a quem o senhor bispo apontou caminhos de felicidade. A assembleia preciosa que o escutava pode ainda fazer perguntas e escutar do Sr. D. António palavras sábias, alegres e com uma pitada de bom humor apreciado pelos mais novos. A bênção do cemitério e a inauguração pelas autoridades civis foi o momento que se seguiu a que se juntou o povo. Depois de visitar alguns locais de trabalho, nomeadamente uma vacaria onde foi servido um saboroso lanche (cá fora), o senhor bispo reuniu com os crismandos e o grupo de jovens (JSF) falando-lhes sobretudo do sentido da celebração, dos símbolos, e da responsabilidade que seria assumida.

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No domingo, dia do Senhor, o grupo coral fez-nos estremecer de emoção e assim entrarmos nos mistérios de Deus. A Eucaristia, momento altíssimo para os crismandos, mas também para todos nós, foi de uma solenidade catedralícia. A unção com que foi vivida e o sorriso terno e amável de todos demonstrava bem a paz vivida, experimentada, por cada um, possível a quem sente Jesus presente no meio da sua comunidade. A fechar com chave de ouro o almoço do Sr. Bispo com sacerdotes desta zona pastoral reforçando a comunhão e a unidade dos servidores do povo de Deus.

Estes dias inesquecíveis trouxeram-nos um pastor simples, como nós, que veio para estar connosco, não fazendo apenas uma visita de médico, de um observador externo ou de um auditor da qualidade. Foi a visita de um “pai”, sucessor dos apóstolos e continuador da sua missão, que veio para estar e ficar e ainda que tenha de ir pregar a outras paragens, não deixará de estar presenta na oração e no coração. Estão de parabéns todos os que preparam e viveram esta Visita Pastoral.

Jorge Gomes, in Voz de Lamego, ano 85/51, n.º 4338, 17 de novembro