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Posts Tagged ‘Pastoral’

Jornadas Missionárias Nacionais 2016

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Missão com histórias de Misericórdia

As Jornadas Missionárias Nacionais decorreram, a 17 e 18 de Setembro, no Centro Paulo VI, em Fátima, com a participação de cerca de 250 pessoas,  vindas de todo o país.

O P. António Lopes, diretor nacional das Obras Missionárias Pontifícias (OMP), deu as boas vindas, abrindo os trabalhos. D. Manuel Linda, Presidente da Comissão Episcopal ‘Missão e Nova Evangelização’, abriu as Jornadas com uma palavra de incentivo missionário. No ‘ide por todo o mundo’, não obstante a escassez de Missionários/as, vivemos tempos de aumento de geminações entre dioceses e paróquias de Portugal e dos quatro cantos do mundo. É necessário avivar o ardor missionário e o tema escolhido atrai e faz partir ao encontro do outro como Missão recebida de Jesus. É urgente aprofundar a comunhão e colaboração com a Igreja local. Ler mais…

Jornada Pastoral | Encontro de Comissões, Departamentos e Serviços

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No passado dia 12 de Julho, na Casa de S. José, em Lamego, decorreu uma Jornada Pastoral, promovido pela Coordenação Pastoral da Diocese, envolvendo os responsáveis pelas Comissões, Departamentos, Serviços e Movimentos Diocesanos.

Depois de um momento de oração, pelas 09.45, a dar uma tonalidade espiritual à vivência da jornada, seguiram-se dois momentos de reflexão. O primeiro orientado pelo P. João Carlos Morgado, Pró-Vigário Geral sobre as perspetivas pastorais a partir da Evangelii Gaudium. Na sua exposição, fazendo eco da temática abordada nas jornadas pastorais do episcopado português, relevou a relação entre a Evangelli Gaudium e o Documento da Aparecida, da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caraíbe, cujo presidente do comité de redação do documento final foi o então cardeal Bergoglio, atual Papa Francisco, e a urgência de assumirmos a consciência de que não estando numa época de cristandade, somos desafiados a ser uma “Igreja em saída”, capaz de chegar a “todos”, de ir “às periferias”… “Este ir pode ser o estar”, o estar com as “portas abertas”.

O P. José Manuel Melo, no segundo momento de reflexão, fez eco do sentir do Conselho de Presbíteros, e do Conselho de Arciprestes relativamente ao caminhar pastoral da nossa diocese, apresentando as linhas de orientação para o próximo ano pastoral. Estas terão como base o imperativo missionário do ano pastoral que está a acabar “Ide e fazei discípulos”, assumido na tonalidade da família.

Após um pequeno intervalo, todos tiveram oportunidade de intervir, apresentando sugestões, ou acentuando algum aspeto considerado importante.

Esta Jornada teve por objetivo pôr os diversos organismos e agentes pastorais em sintonia com os caminhos a percorrer no próximo ano pastoral, colhendo e canalizando, quanto possível, as sinergias de todos, para um caminhar comum. Pode considerar-se bastante conseguido. Não só pelas presenças, ou por algumas ausências justificadas, mas sobretudo pelo acolhimento em relação às seguintes propostas:

  1. Um encontro aberto a todos os Agentes Pastorais Diocesanos para o dia 27 de setembro – Apresentação do Plano Pastoral;

  2. Realização do Dia da Família Diocesana, no dia 27 de junho de 2015;

  3. Realização de um Retiro para os Agentes Pastorais em meados de fevereiro de 2015.

Por último, os presentes foram informados das diligências que estão a ser feitas para que no próximo dia 26 de Julho se realize a primeira assembleia do Conselho Pastoral Diocesano.

Dentro dessa linha procedeu-se à informação/indicação dos representantes dos departamentos e serviços diocesanos para esse organismo tão importante. A jornada terminou com o almoço.

Pe. José Manuel Melo, in Voz de Lamego, 15 de julho de 2014, ano 84/35, n.º 4273

Jornada do Refugiado e do Migrante

In Voz de Lamego, 2014.01.14

No próximo dia 19, a Igreja assinala e vive  a Jornada Mundial do Migrante e do Refugiado. A esse propósito, o Vaticano divulgou um texto onde de fala da necessidade uma mudança de “atitude” em relação aos migrantes e refugiados, alertando para os “tráficos de exploração, de dor e de morte” de que estas populações são alvo. “Os migrantes e refugiados não são peões no tabuleiro de xadrez da humanidade. Trata-se de crianças, mulheres e homens que deixam ou são forçados a abandonar suas casas por vários motivos”, escreve Francisco numa mensagem intitulada ‘Migrantes e refugiados: rumo a um mundo melhor’.

Segundo o Papa, é necessário passar de “uma atitude de defesa e de medo, de desinteresse ou de marginalização – que, no final, corresponde precisamente à ‘cultura do descartável’ – para uma atitude que tem por base a ‘cultura do encontro’, a única capaz de construir um mundo mais justo e fraterno”. “Os meios de comunicação também são chamados a entrar nesta ‘conversão de atitudes’ e a incentivar esta mudança de comportamento em relação aos imigrantes e refugiados”, acrescenta. O Papa mostra a sua preocupação com a migração forçada e com as “várias modalidades de tráfico humano e de escravidão”. “O ‘trabalho escravo’ é hoje uma moeda corrente”, alerta.

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Conselhos Pastorais

In Voz de Lamego, 2014.01.14

A Igreja não existe para si mesma, para realizar um projecto por si elaborado. A sua missão primeira é ser “sacramento de Cristo” no mundo e, por isso, sinal e servidora do desejo de amor de Deus pelos homens. A noção de Igreja-sacramento representa um dos eixos maiores do ensinamento do II Concílio do Vaticano.

A Igreja toda, colectivamente e em cada um dos seus membros, é “sinal” do que Deus cumpre no mundo. Sacramento de Cristo, sinal e instrumento de salvação, a Igreja é-o através do seu ser e de toda a sua vida, em tudo o que faz aparecer a originalidade cristã: as instituições, mas também, e sobretudo, as pessoas. Só Cristo é fonte de salvação; a Igreja é apenas o “sacramento”.

Todos os baptizados são testemunhas e servidores do amor de Deus. Isto significa que todos os baptizados são chamados a ser e a tornarem-se sempre mais “testemunhas e servidores” do desejo de amor de Deus pelos homens. Todo o serviço eclesial é, à sua maneira, manifestação e revelação da presença de Deus no coração do mundo.

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