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Falecimento do Padre Frederico dos Anjos Martins | 1929-2020

O Senhor nosso Deus, Pai de Jesus e nosso Pai, Deus de bondade e de sabedoria, chamou para junto de Si, na morada eterna, o nosso o nosso irmão Padre Frederico dos Anjos Martins.

Era natural do Vilarouco, no concelho de São João da Pesqueira, onde nasceu no dia 13 de março de 1930. Completará 90 anos já na eternidade.

Foi ordenado sacerdote a 29 de junho de 1958.

Entre outras tarefas, foi pároco, durante muitos anos, de Valença do Douro e da Desejosa, no concelho de Tabuaço,  de Casais do Douro e de do Sarzedinho, no concelho de São João da Pesqueira, tendo, posteriormente, paroquiado Melcões, no concelho de Lamego. Ultimamente, as condições de saúde vinham-se a agravar.

O Senhor Bispo, D. António Couto, em nome do presbitério e da Diocese de Lamego, endereça as suas condolências a familiares e amigos, confiando o Pe. Frederico nas mãos de Deus, confiando na Sua Misericórdia infinita e na certeza da ressurreição e da vida eterna.

Celebrações

  • quinta-feira, 10h30 – Celebração da Eucaristia (com o corpo presente), na Igreja da Graça, em Lamego, sob a presidência de D. António Couto, Bispo de Lamego.

  • quinta-feira, 16h30 – Celebração da Eucaristia, no Vilarouco, sua terra natal, onde irá a sepultar no final das Exéquias sagradas.

Que o Senhor Deus lhe dê a recompensa dos justos.

 

(foto: D. António Couto e Pe. Frederico Martins,
por ocasião da Visita Pastoral a Melcões, a 25 de julho de 2015. Créditos: Voz de Lamego)

Visita Pastoral de D. António Couto à Paróquia de Melcões

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De acordo com o programa delineado com o Senhor Bispo, no dia 25, de manhã, iniciou-se a visita pastoral à comunidade de Melcões.

O primeiro encontro foi com os crismandos, que ansiavam conhecer o Senhor D. António.

O ilustre prelado relevou o significado da confirmação no itinerário da vida cristã. Explicou com muita clareza as partes constitutivas do sacramento, que todos escutaram atentamente.

Reuniu depois com os vários colaboradores dos diversos sectores paroquiais. Dirigiu a todos uma palavra de agradecimento e incitou-os a participar na realização da missão da Igreja.

Crismandos e pessoal presente com o Senhor Bispo fez-se a visita ao cemitério onde foram evocados e se rezou pelos irmãos que ali repousam o sono da paz.

Concluiu-se o primeiro dia com a visita aos doentes e pessoas de idade.

O dia 26 foi realmente o dia inesquecível para a paróquia de Melções. Foi a apoteose.

Há mais de quinze anos que este pequenino rebanho não via nem ouvia a voz do seu pastor. Caprichou então toda a comunidade em preparar uma recepção histórica ao Senhor Bispo.

Construíram-se arcos e fez-se uma linda passadeira de flores. À sua chegada, descargas de fogo, lançamento de pombas, muitas palmas, vivas e abraços, e uma crismanda saudou-o e entregou-lhe um belo ramo de flores. Seguiu-se a Celebração Eucarística.

Igreja ricamente adornada, repleta de fiéis, muitas comunhões, cânticos escolhidos, e o belo quadro humano de dezassete crismandos.

O Senhor Bispo explicou o significado do momento que se estava a viver. Falou de quem nos unia, da Igreja em saída. Todos deveriam colaborar na edificação de um mundo melhor, mais belo, mais fraterno e mais justo. Explicou também o sentido do crisma a partir de unção de óleo perfumado que deve entrar na cabeça e descer ao coração. Tudo isto num ambiente de alegria, de simplicidade, de proximidade e ternura.

Não há dúvida de que o Senhor D. António veio iniciar uma nova dinastia pastoral de relacionamento com toda a comunidade diocesana.

No final o pároco agradeceu ao povo, aos crismandos e ao Senhor Bispo, a quem pediu que continuasse a levar sobre os ombros o manto da boa nova da alegria, da misericórdia, da az e do amor.

Pe. Frederico Martins, in Voz de Lamego, ano 85/27, n.º 4324, 28 de julho