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MISSA DE ENVIO DE JOVEM MISSIONÁRIO DA SÉ

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FESTA MISSIONÁRIA EM CUCUJÃES

A Festa Missionária em Cucujães é sempre uma celebração “em grande”! Reúne anualmente em convívio informal paroquianos, missionários de passagem por Portugal ou já reformados, jovens leigos, seminaristas, familiares, amigos e todos os que a eles se quiserem juntar. Este ano a festa, celebrada em dia de Pentecostes, foi muito especial – a Família Boa Nova espalha o Evangelho há oitenta e cinco anos! Desde 1930! Sem parar, sem desanimar, sem baixar os braços!

A Missa Campal recebeu todos os que, pelo seu elevado número, não caberiam na Igreja do Seminário; deste, saiu em procissão o andor da Senhora da Boa Nova levado pelos escuteiros e acompanhado por padres, seminaristas e o numeroso povo que rezou e cantou louvores enquanto atravessavam o arvoredo que iria levar ao local da Missa.

Celebrada pelo Superior da Ordem, o Padre Adelino Ascenso, animada pelo Grupo de Jovens da paróquia, amplamente participada por toda a assembleia, a Eucaristia teve o seu momento alto na chamada ao palco dos quatro jovens e um adulto que irão ser brevemente enviados em Missão para países africanos (dois para Maputo, dois para Chibuto e um para Angola); não puderam participar desta celebração duas jovens (a Sofia e a Diana), que já se encontram desde Abril em Chibuto, mas foram lembradas nesta bênção.

Após os missionários terem feito as suas promessas e lido o seu compromisso, o Padre Adelino abençoou-os e enviou-os com a Força do Espírito Santo e o Amor de Deus para que com confiança e entusiasmo dessem Dele testemunho junto aos Irmãos. Lembrou-lhes as condições difíceis que irão encontrar e o desânimo que por vezes poderá atacar, mas exortou-os a que confiassem sempre na força do Espírito para lhes indicar o caminho.

Com muito orgulho, a paróquia da Sé vê partir neste grupo um dos seus jovens – pertencente ao GJS, o Pedro manifestou logo no primeiro contacto com os Leigos da Boa Nova (há já dois anos, num retiro de Advento) a vontade de levar longe a Palavra, através da acção e do exemplo. Após uma primeira missão em território nacional (na Serra de Leomil, de que este jornal deu o seu testemunho no Verão passado), o Pedro sente-se preparado para vôos mais longínquos e o Centro Educativo de Chibuto, no Sul de Moçambique, aguarda-o já este Verão.

É uma missão vocacionada para o apoio aos mais pequeninos, e conta com creche e infantário, frequentados por crianças da zona que não têm mais ajuda a que possam recorrer para terem um dia-a-dia digno, em que sejam educadas, tratadas e valorizadas como seres humanos, filhos de Deus. De certeza que no regresso virão muitas histórias, experiências e aprendizagens para partilhar.

A Missão é partir… sempre. Como diz o Papa Francisco: “A Igreja deve estar sempre de saída.” Neste dia de Pentecostes faz todo o sentido, pois foi o verdadeiro início da Igreja Missionária, da abertura aos outros, da saída para evangelizar, missionar, levar a Boa Nova pelo Mundo fora.

O cântico “Juntos no Caminho da Missão” do nosso bispo D. António Couto, também ele missionário, encerrou brilhantemente a Eucaristia, mas não a festa nos nossos corações.

Deixo, para meditação e para que rezeis pelo bom sucesso destes jovens, a oração de Envio com que pediram a protecção do Senhor:

Senhor, nosso Pai, nós vos agradecemos porque nos chamastes a viver este amor. Estamos felizes por sermos Vossos filhos e integrarmos o Vosso Povo.

Senhor Jesus Cristo, nós Vos agradecemos por Nos terdes enviado em missão como Vossas testemunhas até aos confins da Terra.

Deus Espírito Santo, nós Vos agradecemos, presença amorosa de Deus que une pessoas e povos e nos envia a evangelizar.   

Derramai sobre nós os Vossos dotes e guardai-nos até ao fim.

Maria, Mãe, Senhora nossa, pedimos a Vossa bênção e intercessão. Estrela da Evangelização, ensinai-nos a levar Jesus a todas as pessoas.

Amén.  

in Voz de Lamego, n.º 4317, ano 85/30, de 9 de junho de 2015

DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA | 27 de junho | Escadório dos Remédios

Vai realizar-se, pela primeira vez nestes moldes, o DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA, no próximo dia 27 de junho de 2015, sábado, na Carreira Central do escadório de Nossa Senhora dos Remédios. Em anos anteriores, o Dia da Igreja Diocesana celebrava-se na solenidade de Cristo Rei, congregando, na mesma celebração, a Dedicação da Igreja Catedral e a apresentação do Plano Pastoral. Neste ano pastoral foi desdobrado em três acontecimentos diferentes: apresentação do Plano Pastoral no final de setembro ou início de outubro, Dia da Igreja Catedral, encostado ao dia 20 de novembro, no domingo seguinte, solenidade de Cristo Rei e o dia propriamente dito da Igreja Diocesana, no verão, como tempo e espaço de encontro, convívio, festa, com as paróquias, movimentos eclesiais, secretariados diocesanos, seminários e consagrados.

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Este ano, o encontro realiza-se nos Remédios, com o apoio logístico do CTOE, onde estacionarão os autocarros.

9h30 – Acolhimento

10h00 – Caminhada do CTOE à Carreira Central

Auto da Família

12h30 – Celebração da Eucaristia

13h30 – Partilha de Farnéis

Tarde mais lúdica… música… Jograis… canções…

16h00 – Celebração mariana / Celebração do Envio

Estas as informações já disponíveis. Haverá tendas temáticas, dedicadas aos Arciprestados, Paróquias, Consagrados, Seminários, Secretariados, Escuteiros… Haverá também “tasquinhas”, facilitando no “comes e bebes”.

OUSAR RESPONDER | Editorial Voz de Lamego | 21 de abril de 2015

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A edição desta semana da Voz de Lamego abre com destaque para os trágicos acontecimentos do Mediterrâneo, com centenas de pessoas a tentar chegar à Europa, à procura de uma vida melhor, também vítimas do tráfico e da ganância, daqueles que com promessas fáceis colocam estas centenas pessoas na rota dos naufrágios, que já matarem milhares de pessoas.

Destaque nas páginas centrais para a Visita Pastoral de D. António Couto à Paróquia de Vila Nova de Souto d’ El Rei (Arneirós), no Arciprestado de Lamego, nesta semana de Oração pelas Vocações, de que o Editorial faz eco. Muitos outros temas, reflexões, notícias, acontecimentos próximos.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52.º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES: Aqui.

Para ambientar a leitura desta edição, o Editorial do seu Diretor, Pe. Joaquim Dionísio.

OUSAR RESPONDER

A 52.ª Semana de Oração pelas Vocações, sob o tema “Seguir Jesus, Caminho de Beleza, Vocação & Santidade”, começou antes de ontem. Uma iniciativa anual que data de 1964 e que, desde 1971, termina no IV Domingo de Páscoa, também conhecido como Domingo do Bom Pastor.

Uma iniciativa que convida à reflexão: quando falamos de “vocação” falamos dessa realidade que toca todo o ser humano no mais íntimo da sua liberdade. A vocação, no quadro da vida cristã, é um apelo único e pessoal de Deus, inscrito em cada homem por Ele criado. E todos são convidados a responder-lhe na liberdade do amor, em vista da própria felicidade.

Mas uma iniciativa que apela, também, à oração: para que a liberdade humana, esclarecida e estimulada pela ação do Espírito Santo, descubra o seu caminho.

Por outro lado, e neste contexto, falar de vocações é fazer referência a todos quantos se consagraram de forma particular ao serviço da Igreja que peregrina no mundo, aos religiosos e ministros ordenados que, ao longo dos séculos, foram chamados e enviados. Contemplando a missão protagonizada e o serviço prestado, como não louvar e agradecer, ontem como hoje, tais vidas?

E mesmo se a grande maioria não consta da lista eclesial dos santos, não é tema de livros biográficos ou não está retratada em monumentos humanos, como não agradecer os inumeráveis dons e frutos de santidade?

Apesar dos limites e fragilidades, das dificuldades e do sofrimento na diversidade de vocações assumidas, como não sublinhar tantas vidas doadas de forma discreta e eficiente? Quantos testemunhos protagonizados com alegria e serenidade, em plena disponibilidade e gratuidade?

Por isso, Senhor, aos que chamas para continuar a aventura, concede-lhes discernimento e confiança, para que ousem responder ao Teu apelo e avancem firmemente, servindo todos os que encontram no caminho.

in Voz de Lamego, n.º 4310, ano 85/23, de 21 de abril de 2015

ORAÇÃO DE TAIZÉ PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS | Ecumenismo

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No dia 24 de janeiro de 2015, realizou-se, na Igreja paroquial de Almacave, uma Vigília de Oração pela unidade dos cristãos.

A Vigília foi coordenada pelo grupo de jovens de Almacave e foi presidida pelo Sr. Bispo da Diocese de Lamego, D. António Couto.

A Paróquia de Tabuaço esteve representada por um número significativo de jovens e também de alguns adultos.

O espaço estava muito bonito, o ambiente imbuído de muito respeito e dignidade, numa envolvência perfeita para nos reencontrarmos connosco e com Deus.

Os momentos vividos foram essencialmente de canto, oração e silêncio, segundo o formato da Oração de Taizé.

Estes momentos, de encontro e comunhão com Deus e com os outros, são muito importantes e significativos na medida em que nos ajudam a retomar alento e coragem para enfrentar os desafios e as responsabilidades cristãs do dia-a-dia e a aprofundar o sentido e o valor da Oração.

Clara Castro,  (Paróquia de Tabuaço), in VOZ DE LAMEGO, n.º 4299, ano 85/12, de 3 de fevereiro de 2015

Ano da Vida Consagrado | Expetativas do Papa

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Após apresentar os objectivos para este Ano da Vida Consagrada, na mesma Carta, o Papa faz referência às expectativas.

  • “Contemplar a alegria” no rosto e na vida dos consagrados, sinal de serenidade e confiança que tão bem podem fazer a sociedade, tantas vezes, marcada pelo medo, sem esperança e sem perspectivas. Uma alegria que poderá atrair alguns dos que os contemplam, desenvolvendo nestes o desejo de seguir tais exemplos.
  • “Desenvolver a dimensão profética” para perscrutar a história e interpretar os acontecimentos, com liberdade para anunciar e denunciar. Mas também para criar lugares onde se viva a lógica do dom, da fraternidade, do acolhimento da diversidade e do amor recíproco.
  • “Visualizar peritos em comunhão”, aptos a concretizar a fraternidade, não apenas no interior da própria família religiosa, mas também com outras famílias e diante de todas as vocações eclesiais.
  • “Sair para as periferias” existenciais, porque a humanidade aguarda e é importante que ninguém se feche em si mesmo. Ao contrário, todos são convidados a concretizar gestos de acolhimento, inclusive partilhando espaços próprios, agora devolutos ou pouco utilizados, para acolher e formar.
  • “Interrogar-se sobre o que é pedido hoje”, por Deus e pela humanidade. Para isso, muito poderão contribuir encontros de trabalho e oração entre grupos de vida contemplativa, mas também através de encontros entre outros institutos dedicados ao ensino, à caridade e à promoção cultural.

JD, in VOZ DE LAMEGO, n.º 4297, ano 85/10, de 20 de janeiro de 2015

Paróquia de Valdigem: Grupo de Jovens anuncia Natal

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No dia 2 de Janeiro, o Grupo de Jovens de Valdigem em união com o pároco, pelas 10,30 viveu na Igreja Paroquial uma pequeno momento de oração para preparar os nossos corações para a missão que Deus nos chamara para esse dia. A atividade resumia-se a uma visita aos doentes e idosos, acompanhados da imagem do Menino Jesus para quem não teve oportunidade de O beijar nas festas de Natal. Porém a envolvência das pessoas foi tal que acabamos por visitar praticamente todas as famílias e até locais de trabalho.

Ao longo desta nossa caminhada, e guiados pelo Espírito Santo, fomos levando o amor, a amiza­de, a fé e a esperança a quem nos tempo de hoje se encontra mais só, pois Cristo ensinou-nos a sermos servos, servindo. Sentimos Deus de diversas formas , pois em cada pessoa com que partilhamos uma música, um sorriso ou até um simples “bom dia”, reconhecemos o amor de Deus por nós.

Tentámos levar aos nossos queridos irmãos uma mensagem muito clara, entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas ter fé que Ele está no comando da nossa vida e tem uma plano de amor para cada um de nós, faz a caminhada valer a pena.

Os momentos de refeição em conjunto, não tiveram menos importância, pois refletiram-se valores como a partilha, a amizade, a alegria de estar juntos.  São os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular. Terminamos esta nossa atividade no mesmo local em que a inicíamos com a certeza que vale a pena ser de Deus. Foi uma jornada (das 10.30, às 19.00) em que nos sentimos muito felizes e nos apercebemos de que levamos algo de bom aos outros.

Mimi Fonseca Ramos,  in VOZ DE LAMEGO, n.º 4296, ano 85/09, de 13 de janeiro de 2015

Oitavário pela Unidade dos Cristãos | Vigília de Oração | 24 de janeiro

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De alguns anos a esta parte, realiza-se a Semana (Oitavário) de Oração pela Unidade dos Cristãos, de 18 a 25 de janeiro, de cada ano, terminando precisamente no dia em que a Igreja celebra a CONVERSÃO DE SÃO PAULO, o Apóstolo dos Gentios, que procurou levar o EVANGELHO a todo o mundo.

Como sabemos o Cristianismo é constituído por diversos ramos, Igrejas, confissões. No início do século XI, em 1054, a primeira grande divisão, Igreja Católica (mais) a Ocidente, Igreja Ortodoxa (mais) a Oriente. No século XVI, século da Reforma e da Contra-Reforma, mais divisões (mais) a Ocidente, com o surgimentos das chamadas Igrejas protestantes: luteranos, anglicanos, calvinistas… Com particular incidência, na segunda metade do século XX, o diálogo e aproximação das diversas confissões cristãos, sobretudo na procura de pontos de encontro, na oração, no compromisso social. Por parte da Igreja Católica, a abertura mais concreta dá-se com o Concílio Vaticano II, desde logo impulsionado pelo Papa João XXIII e depois pelo Papa Paulo VI. Os Papas que se seguiram cimentaram este diálogo ecuménico, João Paulo II, Bento XVI e agora o Papa Francisco. Por outro lado, além do ecumenismo – diálogo com confissões/Igrejas Cristãs – também o diálogo interreligioso, entre religiões diferentes, se acentuou. Esta semana é sobretudo de oração ecuménica, oração e reflexão.

Na nossa DIOCESE DE LAMEGO, valorizando a Oração que se faz na Paróquia de Santa Maria de Almacave, sob motivação da comunidade ecuménica de Taizé, no dia 24 de janeiro, pelas 21h30, Oração orientar-se-á para a Unidade dos Cristãos, celebração presidida por D. António Couto, Bispo da Diocese de Lamego. D. António Couto, no Colégio de Arciprestes, sublinhou a importância desta Semana e desta Vigília, sabendo-se que neste chão diocesano prevalece o catolicismo, mas sempre oportunidade para sensibilizar para o Ecumenismo.