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Posts Tagged ‘Música’

Pe. Victor Silva cantou em Lamego

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Pároco no Arciprestado de Lamego, era maior a possibilidade de este Sacerdote da nossa Diocese cantar para o público lamecense; tendo trabalhado noutra Diocese durante alguns anos, com o seu trabalho pastoral foi espalhando a sua música, que o tornou e se tornou mais conhecida, de modo particular pelo mundo jovem, a quem dedicou uma atenção especial.

Lamego pôde ouvi-lo no dia 11 de Fevereiro, tendo ele aceitado o convite que lhe foi dirigido através dos serviços competentes da Câmara Municipal/Teatro Ribeiro Conceição. Lamego ouviu e encheu a plateia da sua sala de espectáculos, onde acorreram muitos paroquianos do Pe. Victor, muitos lamecenses, jovens e não jovens que aplaudiram os diversos números musicais apresentados.

Acompanhado dos elementos do seu Grupo Musical, foi apresentando os números preparados para este evento artístico-musical, que ele próprio anunciava como autor e, depois executava com o grande à-vontade que foi adquirindo ao longo dos anos em que se empenhou nesta actividade, que lhe granjeou a notoriedade de que já goza no mundo da música. E alguns dos números apresentados eram acompanhados pelos assistentes mais jovens, sinal e garantia de que a sua música é apreciada e já bem conhecida.

À pergunta sacramental que me tem sido dirigida, recordando a minha palavra de há anos sobre a sua actuação na Avenida e Festas dos Remédios, tenho de responder, sem rodeios, quão diferente é a actuação de um Grupo Musical na Avenida ou numa Sala; o próprio Pe. Victor me perguntou se gostei, e o meu «sim» não foi nem é de adulação ou desculpa pela palavra de há anos; aqui, como noutras actividades e ocasiões, tudo tem o seu tempo e o seu lugar. E se, e porque gostei, dou os parabéns ao Pe. Victor pela sua atuação no Ribeiro Conceição, fazendo votos para que continue a espalhar uma mensagem amiga para todos, através dos dons que Deus lhe deu e pela alegria que a sua música transmite a quem o ouve e lhe agradece pela suas palmas e pelo trautear de uma ou outra canção que fez levantar alguns assistentes e que viviam mais intensamente o espetáculo proporcionado pelo Pe. Victor e membros do seu Grupo. Parabéns e esperamos outras oportunidades para vos aplaudir.

Pe. Armando Ribeiro, in Voz de Lamego, ano 87/14, n.º 4399, 14 de fevereiro de 2017

DIA MUNDIAL DA MÚSICA

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“A música oferece à alma uma verdadeira cultura íntima e deve fazer parte da educação do povo”. (François Guizot)

  1. O Dia Mundial da Música comemora-se, anualmente, a 1 de outubro. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música. Tem como objetivo, levar música de todo o tipo a todo o tipo de pessoas, dentro dos ideais de paz e respeito fomentados pelo braço da ONU. A Música faz e sempre fará parte da identidade cultural dos países de todo o mundo.

 

  1. A música é o Homem! É a música que se coloca no apogeu das descobertas e invenções humanas. A música toca os nossos sentimentos mais profundamente do que a maioria das palavras e faz-nos responder com todo o nosso ser. A música liberta-nos do nosso “eu”, fala-nos do Homem em paz consigo mesmo e com Deus.

 

  1. Será pertinente dizer, hoje e sempre, que devemos dar o devido valor à nossa música, à música portuguesa, que, no dizer do Lopes-Graça, sendo “expressão e documento da vida, sentimentos, aspirações e afetos do nosso povo, a canção portuguesa faz parte do património espiritual da nação portuguesa (…) Amá-la, é conhecermo-nos no que em nós existe de mais fundo e enraizado no solo natal; defende-la, é defender portanto uma parcela de nós mesmos, da nossa individualidade, da nossa história íntima. Verdadeiras e preciosas relíquias artísticas…”

 

  1. Ouçamos música de qualidade! Que saibamos apreciar a Arte, a poesia, a dança, o teatro, a pintura, o artesanato, mas especialmente a música, mãe de todas as artes, tão presente no nosso dia-a-dia.

 

  1. Viva a Música!

 

Pe. Marcos Alvim, in Voz de Lamego, ano 86/44, n.º 4380, 27 de setembro de 2016

Álbum Beira Doiro foi apresentado em Armamar

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Poemas de Fausto José em disco

Foi lançado este fim de semana o álbum “Beira Doiro”, um disco de poemas de Fausto José, poeta Armamarense, contemporâneo de Torga, Régio, entre outros vultos da Literatura Portuguesa.

O ato teve lugar na noite de sábado em Armamar, na Praça da República em frente ao edifício da Câmara Municipal. Num cenário que tinha como pano de fundo a Igreja Matriz de São Miguel de Armamar, ouviram-se temas cantados e tocados ao vivo.

Beira Doiro é um trabalho de homenagem, com trechos musicais compostos e cantados ao sabor do talento do Padre Marcos Alvim, conterrâneo de Fausto José, e que conta com a participação de outras vozes como é o caso do Órfeão da Universidade Sénior de Armamar.

João Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Armamar, falou do legado deixado pelo poeta e do interesse da Autarquia em promover e apoiar iniciativas de salvaguarda da obra e da memória de Fausto José. Também Cláudia Damião, Vereadora da Cultura, falou aos presentes na cerimónia, para além dela própria ter dado voz nessa noite, e no álbum, ao poema “Escreve”.

Fausto José dos Santos Júnior (1903-1975) deixou uma vasta obra literária, sobretudo poesia, cujo valor é inegável para Aldeias, para Armamar e para o Douro. Esteve entre os nomes do núcleo fundador da Revista “Presença”, órgão impulsionar do movimento modernista português no onício do Séc. XX.

Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Armamar

in Voz de Lamego, ano 86/43, n.º 4379, 20 de setembro de 2016

Recital de inauguração do novo órgão da Igreja das Chagas

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A Igreja do Convento das Chagas revelou-se pequena para acolher todos aqueles que quiseram assistir ao “Concerto para Soprano e Órgão”que decorreu na noite da última sexta-feira e que marcou a inauguração do novo órgão que a partir de agora vai animar as celebrações que vão decorrer nesta jóia do património arquitetónico da cidade de Lamego. Centenas de pessoas aceitaram o convite da Misericórdia de Lamego para se associarem a este momento simbólico, entre as quais D. António Couto, Bispo da Diocese de Lamego. Com o templo de portas abertas, esta elevada adesão obrigou, no entanto, algumas pessoas a permanecer no exterior.

Num recital memorável, protagonizado por dois intérpretes de vulto (Fabiana Magalhães/soprano e Rui Soares/ organista), foi interpretado um vasto reportório de composições de autores internacionais: Dubois, Vivaldi, Lemmens, Mozart, R. Hahn, Saint-Saens e Widor. Um concerto de excelência que enriqueceu a programação deste ano das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios, conforme fez questão de enaltecer António Marques Luís, Provedor da Misericórdia de Lamego, reforçando ainda a convicção que vai aumentar, no futuro, o contributo desta instituição para o engrandecimento da vida cultural da cidade. Em breve, a magnífica sonoridade e versatilidade do novo órgão, de uma marca de referência mundial (Ahlborn), também começará a animar as eucaristias dominicais.

Datada do século XVI, a Igreja do Convento das Chagas mostrou ser um notável espaço cénico e acústico para acolher este tipo de recitais. Recorde-se que recentemente este templo religioso sofreu importantes trabalhos de restauro que visaram a sua requalificação, nomeadamente da estrutura de madeira e de todo o recheio artístico interior, incluindo a talha dourada, as esculturas dos santos e o mobiliário eclesiástico, entre outros.

Assessoria de Imprensa

Santa Casa da Misericórdia de Lamego

in Voz de Lamego, ano 86/41, n.º 4377, 6 de setembro de 2016

1 de outubro > DIA MUNDIAL DA MÚSICA

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A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição”. (Aristóteles)

  1. O Dia Mundial da Música comemora-se, anualmente, a 1 de Outubro. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música. Tem como objetivo, levar música de todo o tipo a todo o tipo de pessoas, dentro dos ideais de paz e respeito fomentados pelo braço da ONU. A Música faz e sempre fará parte da identidade cultural dos países de todo o mundo.
  1. É importante defender um conceito plural de Música: não há uma Música igual para todos os povos e para todos os tempos. Há, sim, várias músicas: a dos povos orientais e a dos africanos, a dos ameríndios e a dos europeus. E, mesmo dentro do velho continente, a música popular e a música erudita, da atualidade, nada têm a ver com a música popular medieval e com a música dos salões aristocráticos da Renascença.
  2. A música é a nossa mais antiga forma de expressão, mais antiga do que a linguagem ou a arte; começa com a voz e com a nossa necessidade preponderante de nos dar aos outros.
  3. A música é o Homem! É a música que se coloca no apogeu das descobertas e invenções humanas. A música toca os nossos sentimentos mais profundamente do que a maioria das palavras e faz-nos responder com todo o nosso ser. A música liberta-nos do nosso “eu”, fala-nos do Homem em paz consigo mesmo e com Deus.
  4. Viva a Música!

Pe. Marcos Alvim, VOZ DE LAMEGO, 30 de setembro de 2014, n.º 4282, ano 84/44