Arquivo

Posts Tagged ‘Ministros Extraordinários da Comunhão’

Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão em Resende

No passado sábado, 3 de junho, teve lugar no Seminário Menor de Resende o XIII Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão. O encontro contou com participantes de diversas paróquias da diocese de Lamego.

Da parte da manhã, depois do acolhimento, Monsenhor Bouça Pires, presença habitual nestes encontros, expôs a temática “Ao serviço da comunhão como Maria e os Pastorinhos”, tendo como “pano de fundo” o Centenário das Aparições. Dizia: “Este acontecimento para além de um privilégio é também uma responsabilidade para cada um de nós, pois devemos acreditar que Nossa Senhora não é uma Mãe qualquer mas é a Mãe de Deus e nossa Mãe tal como o Papa Francisco o repetiu em Fátima “Temos uma Mãe”.

Tal como Maria e os Santos Francisco e Jacinta Marto, o Ministro Extraordinário da Comunhão deve ser agente de oração e ação, isto é, trabalhar para a comunhão e união de todos, procurando “ver com os olhos do coração” que não tem barreiras, levando Jesus, presença do amor e da misericórdia de Deus, àqueles que visita. O Ministro da Comunhão deve sentir-se que é procurado e não esquecido, chamado para uma missão. Ler mais…

XII Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão

DSC_0279

No passado sábado, 4 de junho, teve lugar no Seminário Menor de Resende o XII Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão. O encontro contou com participantes oriundos das paróquias de toda a diocese de Lamego.

Acolhidos os participantes, foram feitas duas exposições que procuraram relacionar-se com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia que vivemos. Tendo como base esse mesmo tema, a Misericórdia, o Monsenhor José Fernando Bouça Pires expôs a importância desta no ministério da Comunhão. “Amar é dar a vida” e qualquer pessoa, para corretamente viver um ministério que exerça, tem de amar, dar a vida, dedicar o seu tempo e sobretudo entregar-se ao outro.

Já no segundo momento de reflexão, o Pe. João Carlos da Costa Morgado, Pró-Vigário Geral da diocese de Lamego, apresentou os jubileus ao longo da história, desde a sua origem e apresentando o contributo de São Carlos Borromeu e do jubileu extraordinário na cidade de Milão num contexto histórico de Peste.

Depois das exposições, celebrou-se a Eucaristia, presidida por D. Jacinto Botelho, Bispo Emérito de Lamego.

O almoço seguiu-se no programa, procedido de um momento de convívio e animação musical. Por fim, os ministros extraordinários da comunhão presentes partilharam o seu testemunho e a história do seu próprio ministério. Sem dúvida, que este encontro foi uma oportunidade única para todos os seus participantes. Não constituindo apenas um momento de convívio e contacto com outros membros deste ministério, apesar de tal ser importante, mas principalmente pela oportunidade de reflexão e de formação pessoal, tanto a nível cognitivo como afetivo e espiritual.

Ilídio M. C. Ferreira, Seminarista do 12° ano

in Voz de Lamego, ano 86/31, n.º 4367, 14 de junho de 2016

Arciprestado de Lamego | Ministros da Comunhão

CHH27YM

No passado domingo, dia 17, ás 15h, cerca de 40 elementos de várias paróquias do Arciprestado de Lamego reuniram-se no Salão Paroquial da Sé, com o objetivo de iniciarem/aprofundarem a sua formação como Ministros Extraordinários da Comunhão.

Dirigiu a formação o P. Bouça Pires, acompanhado do P. Joaquim Assunção, que prenderam a nossa atenção com explicações pertinentes e exemplos esclarecedores sobre o Ministério em causa.

Dividida em 2 partes, na primeira abordou-se:

– a História e evolução da Igreja/ Eucaristia/ Assembleia Cristã , o modo como se foi formando e evoluindo a organização dos cristãos em estrutura eclesiática e as formas de rezar e louvar a Deus ao longo dos tempos e os motivos que levaram a essas mudanças

– o papel dos vários Ministros ( leitores, sacristão, zeladores, MEC, etc) e o seu caráter de auxiliadores do pároco e o seu papel junto das comunidades a que pertencem

– o papel específico dos MEC, que como o nome indica , são extraordinários, isto é só atuam em circunstâncias particulares, e sempre devidamente sancionadas pelo pároco; realçaram-se as condições que levam á formação dum MEC, nomeadamente

1 – ter mais de 25 anos, para que possa ter maturidade para entender a importância do ato que lhe irá ser confiado

2 – ser um bom exemplo de vida cristã, coerente com os valores da Igreja, crismado, participante assíduo na Eucaristia e outras iniciativas da Igreja

3 – consensual na comunidade, não fomentador de inimizades, tolerante e pacificador, aceite pelos seus irmãos

4 – capaz de exercer com dignidade e disponibilidade as responsabilidades que lhe serão confiadas, para o que será sujeito a formação adequada ( cerca de 1 ano )

5 – MUITO IMPORTANTE – mesmo com todas estas condições cumpridas, o convite para MEC deverá partir do pároco, pois só deverá haver o nº de MEC que a paróquia necessita e nunca mais do que é necessário; isto porque ser MEC é um SERVIÇO aos irmãos em que não deverá haver paroquianos que sejam MEC e não tenham atividade, pois não se trata de um posto de honra e orgulho, mas, repito de um serviço a Deus e aos irmãos.

6 – não é permanente; consoante as necessidades e as circunstâncias será renovado de 3 em 3 anos.

Na 2ª parte focaram-se aspetos mais práticos:

– como dar dignidade ao ato que vamos praticar

– abordagem psicológica da pessoa que vai receber a comunhão e dos seus acompanhantes em várias situações ( acamados, doentes , fase terminal, hospitalização, lares de idosos, etc)

– exemplos de situações inesperadas e como as resolver -apresentação de livros e material necessário

Terminamos com uma pequena pereginação á Sé, á Porta da Misericórdia, e participamos na Adoração ao Santíssimo Sacramento, exposto por se tratar do 3º domingo do mês.

Foi uma tarde de aprendizagem intensa, mas ainda não suficiente.

No primeiro sábado de Junho, no Seminário de Resende, toda a Diocese se reunirá para mais uma jornada de aprendizagem e reflexão. Entretanto vamos aprofundando os nossos conhecimentos com a bibliografia aconselhada e a nossa Fé com oração e meditação para que o Senhor nos dê força e valor para cumprirmos com zelo e dignidade as nossas obrigações.

SEJA LOUVADO O SENHOR NOSSO DEUS.

IM, in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4346, 19 de janeiro de 2016

Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão, em Resende

11391535_1027643930596686_5644914281485517027_n

No passado sábado, dia 6 de junho, teve lugar no Seminário de Nossa Senhora de Lourdes – Resende o XI Encontro de Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão e Leitores. O encontro contou com um número de 114 participantes de diversas paróquias da diocese.

Depois do acolhimento foram expostas duas reflexões, no sentido de ir ao encontro do lema da Diocese (“Ide e construí com mais Amor a Família de Deus”)  para este ano Pastoral, centradas sobre o tema da Família: “Falar da Família hoje” e “Família: Comunidade de Amor”, expostas por Monsenhor José Fernando Bouça Pires e pelo Pe. Vasco Pedrinho, respetivamente.

A família que realiza a sua missão é capaz de realizar uma sociedade muito mais feliz. Para tal tem de haver uma abertura a Deus no seio de cada família no sentido de melhor se construir uma comunidade de Amor. Certo é que, aquilo que dá força à família no cumprimento da sua missão é o Amor, pois sem este Amor a família não é, verdadeiramente família, como referia o Rev. Pe. Vasco, pois ninguém é feliz se não amar e se não for amado.

Depois da refeição e de um simples e singelo convívio celebramos a Eucaristia, presidida pelo nosso bispo, D. António Couto, celebrando a Eucaristia Vespertina da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Jesus, o senhor bispo, referia que “o ministro da comunhão tem de se comprometer com O Cristo que transporta consigo. Não basta saber isto… saber é nada. Mas é importante implicarmo-nos naquilo que estamos a fazer, naquilo que estamos a viver”. O Senhor bispo continuava afirmando: “quando levais o Senhor até às pessoas doentes e até aos mais fracos da vossa comunidade, vós transportais o lume que nos queima e nos alimenta” e ainda “a vossa tarefa é extraordinária e excecional, é uma missão belíssima. Importa pois implicar a nossa vida nesta missão, implicar o corpo na totalidade desta missão que a todos nós é confiada”.

Gostaria de terminar este breve apanhado com uma bonita oração escrita pelo Monsenhor Bouça Pires, no ano de 1995, ano dedicado à família: “Pai santo, nós vos louvamos, pois à Vossa semelhança nos criastes em família. Vós nos enviastes o Vosso Filho Jesus Cristo que nos deu a conhecer o Vosso eterno amor e nos abriu as portas da vida. Ele nos enviou o Espírito Santo que continua a assistir a Vossa Igreja. Pela intercessão de Maria Vos pedimos que abençoeis as nossas famílias, as livreis de todos os perigos, as guardeis na unidade e na paz. Guardai também os esposos na fidelidade e protegei e abençoai os seus filhos. Amparai todas as famílias em dificuldade, dando-lhes pão, saúde e alegria. Defendei de todos os perigos os lares cristãos e ajudai-os nas suas tarefas de educadores. Fazei-nos sentir que somos todos chamados à santidade de vida e a sermos testemunhas do Vosso amor ao mundo. Sagrada Família de Nazaré, protegei, guardai e defendei a nossa família e todas as famílias do mundo. Ámen”.

Diác. Fabrício Pinheiro, in Voz de Lamego, n.º 4317, ano 85/30, de 9 de junho de 2015