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Posts Tagged ‘Formação Permanente’

Jornadas de Formação | Clero de Lamego

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Nos dias 18 e 19 de janeiro, o presbitério de Lamego viveu um tempo de formação, na Casa de São José, em Lamego, tendo como intervenientes D. António Couto, Bispo de Lamego, e o Pe. Jorge Carneiro, sacerdote Jesuíta.

Presentes 46 sacerdotes (incluindo dois seminaristas, o Diogo e o Rafael). Como tema de fundo o Lema Pastoral da Diocese: Ide e fazei da Casa de Meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia.

Deus reza em nós a Sua misericórdia

A primeira intervenção coube a D. António Couto. Partiu dos Salmos para sublinhar a Misericórdia de Deus como um dos Seus atributos essenciais.

“Deus é só e sempre amor… e sobre esse amor assenta tudo”. O amor, porém, é pensado. Pode ser uma escolha que vou solidificando. A misericórdia de Deus é visceral, está mais do lado do instinto. Quando surge uma situação é necessário agir, resolver, sem pensar.

Na parábola do Bom Samaritano – sublinhou D. António – o sacerdote e o levita viram aquele homem violentamente espancado pelos salteadores e não fizeram nada, pensaram nas consequências, na lei, na impureza cultual. O Samaritano, com efeito, não pensou, agiu, aproximou-se, tratou-lhe as feridas, levou-o para a estalagem e dispensou uma elevada quantia para que tratassem bem dele.

É o agir de Jesus. Vê a multidão e comove-Se, logo a alimentará com a palavra e com o pão. Quando a viúva acompanha o seu filho único ao túmulo, Jesus aproxima-Se, comove-Se, e levanta-o e devolve-o à mãe. Jesus faz o que faz sem pensar. Também a Parábola do Filho Pródigo revela esta misericórdia que está antes do pensar. O Pai vê o filho desavindo e corre ao seu encontro, abraça-o e faz-lhe uma festa.

Deus é Misericórdia que nos acolhe e nos reza: “Que a minha vontade seja que a minha misericórdia possa vencer a minha ira e a minha misericórdia possa prevalecer sobre os outros meus atributos” (Talmude). A oração de Deus é a misericórdia.

Em Êxodo 34, 6-7, Deus expõe-Se, prometendo a Moisés fazer passar toda a Sua bondade e beleza. E passou diante de Moisés. Não passar é mau. Passar é bom.

Deus proclama-Se, expõe-Se a nós, rezando, com doçura e estremecimento. Expõe-Se por escrito, como Jesus está exposto/escrito na Cruz (Rom 3, 25). É um Deus que faz graça e faz misericórdia. A misericórdia remete-nos para o ventre materno, onde se gera a vida, único sítio no mundo onde duas vidas convivem e cuja ligação permanece. É uma linguagem concreta e muito viva. Deus tem um ventre maternal. Um olhar maternal.

Identidade e missão sacerdotal a partir de Cristo

Após a intervenção de D. António e do intervalo, o saber e o testemunho do Pe. Carlos Carneiro, sacerdote Jesuíta, presentemente na Diocese do Porto.

Como ponto de partida: “Toda a vida do sacerdote é vida sacerdotal”.

A identidade do sacerdote terá de ser procurada em Jesus Cristo. N’Ele tudo é sacerdócio. O que pensa, o que reza, o que diz, o que faz. E é neste tempo que somos chamados a exercer o nosso sacerdócio; retirados de entre os homens, constituídos a favor dos homens. Citando a Presbyterorum Ordinis, o Pe. Carlos deixou claro que “não pode haver um padre que não seja bondoso”, ainda que sejamos ordenados com os nossos defeitos.

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É Deus que devemos anunciar e testemunhar.  Agora somos Pão. Somos Sangue. A nossa existência é um ofertório, “é para salvar, para dar saúde”. Somos a transparência de Cristo. Ele é o alicerce do meu sacerdócio. Ensinar, santificar e governar, é um todo do sacerdócio, do pastor. O pastor precisa do pastor e não apenas do rebanho.

Jesus foi crucificado voltado para nós e não de costas para nós. Não está zangado com o mundo. Está perto do Pai, é a transparência do Pai, a santificação do Pai para o mundo. A minha doutrina não é minha, é do Pai. Assim também nós em relação em Jesus Cristo. “Eu sou a boca e o coração de Cristo…”. Vamos sendo Cristo, gradualmente.

O cristianismo é um laboratório humano

Jesus vive. Ressuscitou. “Se Jesus não ressuscitou não faz sentido falar em Igreja. O cristianismo é muito mais que um humanismo”. Rezar serviria para quê? Se tirares Cristo, a Igreja não tem sentido. Jesus é a Casa da Oração e da Misericórdia. E a Igreja sê-lo-á se partir de Cristo. A Matriz da Igreja é Cristo ressuscitado.

 Jesus comungou a realidade. Qual é o lugar de Jesus? É a cruz, é a manjedoura… a pobreza é a Sua casa, o seu sofá, é ali que Ele vai ser reconhecido!

“A nossa missão é salvar, esperar, acolher, anunciar, aconselhar. O nosso tempo é o tempo de Deus”. Jesus não maltrata ninguém. Todas as pessoas têm direito pelo menos à bênção. O Confessionário é lugar de acolhimento, de misericórdia. “O santo é um pecador que não desiste”. Deus não desiste de ninguém. Há mais de 2 mil anos que a Igreja canta: Eterna é a Sua misericórdia (Sl 136). A misericórdia é para ser cantada e oferecida.

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A Casa da Oração torna-se casa de Misericórdia

A Igreja é a Casa do Perdão. O sacerdote ocupa os dois lugares: penitente e perdoador. “Igreja é o clube dos pecadores – quando vou à confissão sinto que vou ao estaleiro”.

Segundo João Paulo II, “o Lava-pés… é uma epifania, Deus desce e ajusta-Se à condição do pecador”. Esta é a justiça de Deus – ajustamento à condição do pecador. Perdoado o pecado, deixa de ser meu, passa a ser de Deus.

“Quando estamos em Deus estamos em casa… Deus responde ao pecado com o perdão”. O pecado não dura para sempre. “Não há pecador sem futuro, nem santo sem passado… A justiça de Deus é o seu perdão (cf. Sl 51/50)” (Papa Francisco). Poderemos então afirmar que “a misericórdia é a teimosia de Deus. Deus é teimoso na bondade e no perdão. Deus não pode não perdoar. O pecado de Deus seria Ele não perdoar. A mácula da Igreja é não perdoar…”. No início da Igreja está um traidor (Pedro) e um perseguidor (Paulo). Deus ajusta-se a nós.

“Jesus foi um homem comovido: Casa de oração que Se transformou em Casa de Misericórdia”.

Em jeito de conclusão…

No final, o Senhor Pro Vigário Geral, em nome do Sr. Bispo e dos sacerdotes, agradeceu a presença do Pe. Carlos Carneiro, pelas suas palavras e pelo testemunho que perpassou nas suas reflexões, dando exemplos concretos da sua vida como sacerdote católico – “gosto muito de ser católico. Não quero outros óculos que não estes… ser católico”.

Pe. Manuel Gonçalves, in Voz de Lamego, ano 86/10, n.º 4347, 26 de janeiro de 2016

Jornadas de Formação para o Presbitério de Lamego

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Caríssimo irmão sacerdote

Acabamos de viver, no final de Dezembro, a experiência enriquecedora do nosso retiro, para o qual nos inscrevemos 36 presbíteros. Damos graças a Deus pelas reflexões do orientador e pela comunhão presbiteral que sentimos duma forma tão expressiva.

Preparamo-nos, agora, para as Jornadas de Formação do Clero, que decorrerão na Casa de São José, nos dias 18 e 19 do corrente mês de Janeiro. Serão orientadas pelo nosso bispo e pelo Padre Carlos Carneiro, sj e terão como temática o lema do plano pastoral do ano em curso

O programa será o seguinte:

Dia 18 (segunda-feira):

10h: Conferência (D. António Couto)

11h30: Conferência (P. Carlos Carneiro)

13h: Almoço

15h: Conferência (P. Carlos Carneiro) – Debate/partilha

16h30: Merenda

17h: Conferência (P. Carlos Carneiro) – Debate/partilha

18h30: Vésperas – Eucaristia

19h30: Jantar

Dia 19 (terça-feira)

8h30: Laudes

9h: Pequeno Almoço

10h: Conferência (P. Carlos Carneiro)

11h30: Tempo de partilha e debate sobre as temáticas apresentadas

12h30: Almoço – encerramento

O Santo Padre, o nosso bispo e os documentos do magistério da Igreja tem insistido, reiteradamente, sobre a necessidade da formação contínua dos presbíteros. Ela é uma necessidade para os próprios e uma obrigação para  com o Povo de Deus, a quem servimos e que espera de nós uma pregação e uma pastoral que corresponda às exigências do nosso tempo.

Apelamos, por isso, a uma ampla participação do Presbitério de Lamego.

As inscrições devem ser feitas junto da Cúria Diocesana (254612147) ou para o número: 965514956, até ao dia 14 do corrente mês.

Aproveito para apresentar as minhas saudações fraternas e votos de bom Ano Novo, para si e para as suas comunidades.

Lamego, 7 de Janeiro de 2016

Pe. João Carlos Costa Morgado, Pró-Vigário Geral

in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4345, 12 de janeiro de 2016

FORMAÇÃO PERMANENTE | Editorial Voz de Lamego |12 de janeiro

Editorial

A edição da Voz de Lamego desta semana dá grande destaque à temática e problemática dos Refugiados, em vésperas do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, relacionando com a Misericórdia. Alguns sublinhados desta edição: mensagem do Para para a Jornada do Migrante e do Refugiado, e reflexão sobre o tema; as Obras de Misericórdia; à conversa com o Arcipreste de Cinfães-Resende, sobre a realidade dos Arciprestados na dinâmica pastoral da Diocese de Lamego. A formação permanente, tema do Editorial do Pe. Joaquim Dionísio, Diretor da Voz de Lamego, dá corpo e fundamentação à missiva do Pe. João Carlos, Pró Vigário Geral, no convite aos sacerdotes da Diocese para as jornadas de formação que ocorrerão nos dias 18 e 19 de janeiro, na Casa de São José.

Comecemos, como habitualmente, a leitura da Voz de Lamego pelo Editorial:

FORMAÇÃO PERMANENTE

Está agendado para os dias 18 e 19 deste mês mais um momento de encontro e formação para os sacerdotes do nosso presbitério, concretizando o que o Directório para o ministério e a vida dos Presbíteros sugere: “a formação permanente apresenta-se como um meio necessário ao presbítero para conseguir o fim da sua vocação, que é serviço de Deus e do seu povo” (n.º 89).

Esta formação, que deve aprofundar e sintetizar harmoniosamente as dimensões espiritual, humana, intelectual e pastoral, é exigência sempre presente na vida de quem recebeu o sacramento da Ordem. Numa palavra, trata-se de viver a fidelidade ao dom recebido (2Tm 1, 6).

Não se trata de juntar certificados de presença, diplomas ou cursos, mas de conseguir meios que o ajudem a estar atento à vida que o habita e ao mundo que o rodeia a fim de compreender a sociedade e responder com solicitude, testemunhando a fé e o Senhor que o chamou e continuamente envia.

O sacerdote é mais que um simples líder comunitário e, por isso, será redutor vê-lo apenas no seu serviço de presidência e de governo na comunidade, promovendo uma certa horizontalização que leva ao funcionalismo, obscurecendo a orientação vertical, para Deus. A vocação e missão do sacerdote adquirem em Cristo a sua figura espiritualmente determinante e o seu perfil específico. E nem sempre é fácil para o presbítero preservar a sua unidade interna. O risco será sentir-se interiormente vazio, perdendo a alegria do ministério que começa a ser sentido como um fardo.

Pelo sacramento da Ordem, o presbítero é nomeado e capacitado por Deus para ser testemunha de Jesus Cristo. Por isso, a imagem pública e a credibilidade da Igreja dependem também do seu testemunho. Um sacerdote frustrado, resignado e amargurado é um testemunho negativo para a fé que anuncia.

in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4345, 12 de janeiro de 2016

D. António Couto na Formação do Clero de Aveiro

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Bispo de Lamego propõe nova postura missionária

Uma Igreja em saída é a única saída para a Igreja

O Bispo de Lamego apresentou ao Clero da Diocese de Aveiro seis “chaves de leitura da Evangelii Gaudium”, destacando a “urgência de uma Igreja em saída” como sendo o caminho com saída que a Igreja de hoje deve saber percorrer. Na primeira comunicação das jornadas de formação permanente, que decorrem até quinta-feira, em Albergaria-a-Velha, D. António Couto evidenciou as linhas de força da primeira exortação do Papa Francisco, que é programática do seu pontificado.

O prelado começou por dizer que quem quiser ter acesso às bases da exortação do Papa Francisco precisa de ler o Documento de Aparecida, de 2007, da Conferência Episcopal Latino-Americana. Aliás, como afirmou o Bispo de Lamego, esta exortação é muito mais “pós-Aparecida” do que “pós-sinodal”.

Destacando a “energia da alegria” que trespassa toda a exortação papal, D. António Couto apontou o dedo a uma “Igreja que muitas vezes parece mais viúva do que esposa de Jesus Cristo”, ressalvando a importância de “avançar no caminho de uma conversão pastoral e missionária que não pode deixar as coisas como estão”. E a título de exemplo deu conta que “temos um processo catequético de dez anos, mas que não produz discípulos”.

Para dar resposta a isto, e a partir dos desafios da Evangelii Gaudium, o Prelado afirmou que se requer “uma nova postura de evangelização que vá para lá da manutenção e da preservação”, uma pastoral que seja em tensão para o anúncio, em clave missionária. D. António Couto não duvida que “o primeiro anúncio é o elemento fundamental de toda a pastoral” e que “a dimensão missionária tem que ser o horizonte permanente da acção da Igreja”.

Já sobre a segunda chave de leitura – a atenção aos pobres – evidenciou o “vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres que são os privilegiados do Evangelho”, pedindo que não só os bispos e os padres, mas também os cristãos leigos, sejam “pessoas comovidas, com lágrimas nos olhos”.

D. António Couto apontou também a necessidade de as paróquias seres “casas de portas abertas”, “santuários onde os sedentos vão beber” a fim de que “quem encontra a paróquia encontre Cristo, sem glosas e sem filtros”.

Já a terminar, o bispo de Lamego elencou mais três chaves de leitura da Evangelii Gaudium: “a evangelização “non stop”, “o primado da graça, sem estratégias” e ainda “o Espírito Santo não condicionado”. E finalizou, afirmando: “Não podemos deixar transformar a tempestade do Pentecostes em ar condicionado”.

NOTÍCIA: página da DIOCESE DE AVEIRO

Jornada de Formação do Clero > 3 e 4 de fevereiro

29.1.2012

Da MISSIVA enviada aos Sacerdotes:

“Nos dias 3 e 4 de Fevereiro teremos as Jornadas de Formação para os Presbítero Estas estavam inicialmente previstas, no Plano Pastoral Diocesano, para os dias 9 e 10 de Fevereiro, mas, por motivos de agenda dos conferencistas, tiveram de ser antecipadas. Estava igualmente programado que tivessem lugar no Seminário Maior, mas, devido ao facto de ainda estarmos no inverno e do nosso Seminário não ter aquecimento, realizar-se-ão na Casa de São José que dispõe de melhores condições logísticas.

A temática das Jornadas liga-se às prioridades pastorais do Plano Diocesano com especial incidência no Ide… Assim, no dia 3 teremos connosco o Padre Jorge Santos, da diocese de Coimbra, que nos apresentará a natureza e a metodologia das “Células Paroquiais de Evangelização” que refletem a necessidade não só de termos ações missionárias mas sobretudo de estarmos em permanente estado de Missão, isto é, a fazer com que toda a vida pastoral da paróquia funcione em chave missionária.

O Papa Francisco no nº 33 da Evangelii Gaudium lembra: “Uma identificação dos fins, sem uma condigna busca comunitária dos meios para os alcançar, está condenada a traduzir-se em mera fantasia”.

O dia 4 será dedicado a completar a formação que no ano passado tivemos sobre a Liturgia. Foi um desejo formulado pelos sacerdotes participantes que houvesse uma segunda parte, mais prática e com mais espaço para debate e perguntas. Assim, o Senhor Dom Abade de Singeverga voltará a estar connosco, debruçar-se-á sobre a centralidade do Ambão e do Altar na Liturgia e responderá às questões que surgirem e às que ficaram pendentes do ano passado.

As jornadas terão início no dia 3 pelas 9h30 e terminarão no dia 4 pelas 17h00″.

D. António Couto nas Jornadas Missionárias 2014

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As Jornadas Missionárias | III Jornadas Nacionais da Pastoral Juvenil, vão  realizar-se em Fátima, nos dias 20 e 21 de Setembro próximo, no centro Paulo VI, sob o tema: FAMÍLIA, UM PROJECTO… “Mais uma iniciativa para formar e dinamizar a Acão missionária dos batizados, procurando responder ao apelo feito por João Paulo II entre nós: “Portugal, convoco-te para a missão“.

Estas Jornadas são organizadas em conjunto pelas Obras Missionárias Pontifícias e pelo Departamento Nacional da Pastoral Juvenil.

Um dos intervenientes será o nosso Bispo, D. António Couto, Bispo de Lamego, sob o tema “EVANGELHO E MISSÃO DA FAMÍLIA”.

Os temas, intervenções, mesas redondas, têm diversos protagonistas, permitindo uma visão mais alargada sobre a Família, numa época em que é colocada em causa, ou pelo menos, na sua configuração tradicional, e no aproximar do Sínodo dos Bispos dedicados especialmente à Família.

Para um enquadramento mais clarificador pode visitar a reflexão do Pe. António Lopes, Diretor Nacional das Obras Missionárias Pontifícias (OMP):

»» AQUI.

BREVES – Igreja, in VOZ DE LAMEGO, 12 de agosto de 2014, n.º 4275, ano 84/37

D. António Couto em Curso de Missiologia

missiologia2014A exemplo de outros anos, o Curso de Missiologia volta a realizar-se em Fátima, no Seminário da Consolata, de 25 a 30 deste mês. Os objectivos estão há muito definidos: apresentar as bases teológicas da missão Ad Gentes, repensar a missão à luz do Vaticano II e noutros documentos recentes, percorrer etapas da história da evangelização, apresentar exemplos concretos da prática missionária. Os temas são: A missão em S. Paulo e nos actos dos Apóstolos; A evangelização na “Alegria do Evangelho”; Evangelização e culturas; Desafios da inculturação; Espírito e atitudes para evangelizar. Entre os docentes está o nosso bispo, D. António Couto, que abordará precisamente o primeiro tema: “Missão em São Paulo e nos Atos dos Apóstolos“.

O Curso de Missiologia é uma iniciativa dos Institutos Missionários Ad Gentes (IMAG), em Portugal, com o apoio das Obras Missionárias Pontifícias (OMP). Lembremos também que o nosso Bispo é originários dos Missionários da Boa Nova.

Breves da Igreja, in VOZ DE LAMEGO, 12 de agosto de 2014, n.º 4275, ano 84/37