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Seminário de Nossa Senhora de Lourdes em Festa

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No passado sábado o Seminário Menor de Resende celebrou em Festa a Solenidade da sua Padroeira, Nossa Senhora de Lourdes. Desde que há memória, este dia é sempre vivido pela comunidade do Seminário com grande alegria, porque celebramos a Mãe de Deus que se dignou apareceu em 1958 a Bernardete de Soubirous na gruta de Massabielle perto de Lourdes em França e  por intermédio desta humilde menina, chamou os pecadores à conversão, despertando na Igreja um intenso movimento de oração e de caridade, sobretudo em benefício dos pobres e dos doentes.

Este é também um dia para acolher e chamar ao Seminário os familiares e os párocos dos nossos Seminaristas. Este ano não foi exceção. Pela manhã começaram a chegar os pais, familiares e alguns párocos.

O primeiro momento foi de receção e de boas vindas. No salão do Seminário, as Irmãs da Comunidade Servas de Maria do Coração de Jesus presentearam-nos com alguns cânticos de mensagem sempre acompanhados de gestos que nos trouxeram alegria e boa disposição. Ler mais…

Seminário de Resende: Festa de Nossa Senhora de Lourdes | 2016

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Como é já tradição do Seminário Menor de Resende, realizou-se no passado dia 13 de fevereiro a festa de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira do Seminário.

Dado que este ano se celebra a Misericórdia, o tema central do dia foi precisamente esse. Assim a conferência do Pe. António Jorge, mais conhecido por Padre Tó-Jó, Reitor do Seminário Maior de Viseu, que abriu o dia, incidiu sobre o lema do atual ano letivo no seminário, “Discípulos da Misericórdia”. A palestra frisou diversos pontos relativos à Misericórdia de Deus e do seu rosto, que se tornou concreto em Cristo, e do rosto de Maria, assim como a importância da mesma nas nossas vidas, nomeadamente na caminhada vocacional.

De seguida celebrou-se a Eucaristia presidida pelo Sr. Bispo Emérito de Lamego, D. Jacinto Botelho, e concelebrada por vários sacerdotes, entre eles alguns párocos dos seminaristas.

No final da celebração foi inaugurada uma imagem em granito de Nossa Senhora de Lourdes que vem presidir ao átrio do Seminário.

Foi servido, então, o almoço aos convidados, que no final foram brindados com uma atuação da Afontuna, a tuna do Externato D. Afonso Henriques (Resende). O programa do dia não esqueceu a parte recreativa, já que, à tarde, os seminaristas, párocos, pais e outros familiares tiveram oportunidade de participar num jogo de futebol. Por fim, o dia terminou com uma oração mariana em que as mães fizeram um ato de consagração dos seminaristas a Nossa Senhora.

Um olhar é quanto baste

Para a alguém conhecer.

Um olhar é muito pouco,

Mas é muito se acontecer.

É um momento singular.

São vidas em segundos

Vividas sem reparar

Que não passam do olhar

Visitado por nós, a fundo.

Há olhares que cativam.

Fascinam, prendendo a atenção.

Esses correm apressadamente

Diretos ao nosso coração.

Por vezes, entram honestos.

Outras vezes nos mentindo.

Assim, uns connosco ficam.

Os outros se desvanecem

Depois de uma eternidade ferindo.

Estes são os olhares que magoam

E atacam sem remorso algum.

Que olham de lado e destroem

Cada pedaço do que somos

Partindo-os um a um.

Aí, há os olhos que choram…

Todos os olhos choram…

Eles choram pois têm almas

Que passam vidas sofridas.

Então tornam-se em fontes

De água para curar as feridas

Que, sentidas, para sempre marcam.

Por fim há o olhar que vê

Enchendo-se de luz, maravilhoso.

Repleto de amor e de claridade

Olha para todos, misericordioso.

Neste não há lágrimas,

Não há violência,

Não há falsidade.

É maior do que todos,

Não se impõe

E transborda felicidade.

E mesmo que tudo desapareça,

O mundo acabe, se desvaneça,

Este olhar permanecerá.

Um olhar é quanto baste

Para a alguém conhecer.

Um olhar é muito pouco,

Mas é muito se acontecer.

É todo um tempo singular

Na nossa vida, que é um segundo

E vivemos sem reparar

Nesse constante e atento olhar

Que nos conhece até ao fundo.

Nunca nos vai desamparar

Esse olhar que não some.

Por Deus se pode conhecer

Mas Misericórdia é o seu nome.

Ilídio M. C. Ferreira, Seminarista do 12º ano

 in Voz de Lamego, ano 86/13, n.º 4350, 16 de fevereiro de 2016

DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA | 27 de junho de 2015

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A comunhão expressa a beleza de sermos irmãos

A nossa diocese movimentou-se para viver, festivamente, o Dia da Família Diocesana no passado sábado, 27 de Junho, em Lamego, no parque do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Apesar de algumas ausências, foram muitas as centenas de diocesanos que aceitaram o convite e vieram participar neste dia de festa, o primeiro de outros que, certamente, se seguirão.

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Convocados e enviados

Tal como previsto, os carros e autocarros foram chegando pela manhã e estacionando na parada do CTOE, junto à igreja de Santa Cruz. De perto e de longe, várias centenas de pessoas chegaram e começaram a preparar-se para subir até à carreira central do parque dos Remédios, marcado pela célebre e conhecida escadaria que liga a cidade à casa de Nossa Senhora. Jovens e menos jovens, com facilidade ou auxiliados por alguma bengala, o caminho foi percorrido alegremente, na companhia do grupo de bombos de Valdigem. Chegados ao espaço preparado para o encontro, os convivas puderam passear pelo local, entrar nas tendas ou arranjar um espaço para descansar.

Algum tempo depois, o palco ali montado para a celebração acolheu gentes de todas as idades para um jogral, uma encenação sobre o relato da Criação, uma dramatização evangélica e uma pequena peça teatral. Em comum o tema da família, abordado ainda em diferentes textos e ilustrado em músicas que se ouviram. E tudo se fez com a participação activa de alguns grupos e paróquias presentes. Em tudo, a vontade de expor a doutrina eclesial sobre a família, mas também a disponibilidade para representar cenas da vida familiar., nunca perdendo de vista o tema central do plano pastoral diocesano: “Ide e construi com mais amor a família de Deus”.

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Cristo caminha sempre connosco

Ao meio-dia iniciou-se a procissão de entrada para a Eucaristia. À frente caminharam representantes das paróquias presentes, transportando uma pequena fita identificadora que foi colocada no mapa diocesano presente no palco. Ao todo eram perto de 80 as paróquias presentes, num total de 223 que a diocese tem.

Presidiu á celebração D. António Couto, acompanhado por D. Jacinto Botelho, dois diáconos e cerca de trinta sacerdotes. O grupo coral da paróquia de Resende assegurou os cânticos litúrgicos.

A homilia, que se seguiu à proclamação dos textos bíblicos do XIII Domingo Comum, começou por louvar a beleza do espaço envolvente, convidando todos a contemplar a obra de Deus e a confessarem “como é belo estarmos juntos”.

A partir do primeiro texto, retirado do Livro da Sabedoria, o nosso bispo sublinhou a singularidade da obra criadora de Deus, sem defeitos e cuja beleza não é anulada pelo pecado humano, porque “em nada da criação há veneno”, parafraseando o Papa Francisco na sua mais recente encíclica, dedicada à preservação do mundo criado e oferecido ao homem. O nosso mundo, esta casa comum, é sobrecarregado de beleza e, por isso, é um mundo optimizado que deve ser preservado e melhor tratado pelos “produtores de lixo” que são, tantas vezes, os homens.

A segunda leitura trazia-nos as palavras de Paulo e o relato da colecta que este fez em favor dos mais necessitados. Tal situação serviu ao presidente da celebração para sublinhar a importância da comunhão, a necessidade do serviço e a alegria da graça. Porque é a partir da comunhão, do serviço e da graça que se pode criar a fraternidade e esta só se concretiza quando a sensibilidade de cada um está atenta ao outro, vivendo uma dimensão evangelizadora, ultrapassando uma autorefencialidade que é nociva à missão e impede de ir.

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Não esquecer Jesus permite levá-LO ao outro

A sensibilidade singular de Jesus Cristo ocupava o evangelho do dia, relatando o encontro com Jairo, homem aflito em busca da cura para a filha e o gesto discreto e crente da senhora que quer tocar na orla do manto de Jesus para se curar. Jesus acompanha aquele pai preocupado, tal como nos acompanha e vai connosco. Ele é a nossa salvação e esquecer isso leva a “não dar Jesus aos outros”, porque não o levamos connosco. Não podemos negar que somos adeptos do facilitismo. Às vezes desistimos ou pensamos que “não há futuro”. Mas com Jesus no meio de nós não podemos dizer isso, cair no pessimismo, desistir ou ficar apenas pelo óbvio.

Por fim, D. António fez alusão ao facto de este ser o primeiro encontro da família diocesana nestes moldes, convidando todos para uma fraternidade que urge assumir: somos “irmãos e irmãs com Jesus que desce e nos cura. É importante não desistir, baixar os braços; que cada um possa contar com os outros e que o Senhor possa contar com todos”.

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Prontos para ir e testemunhar

Após o almoço, partilhado à sombra refrescante destas árvores centenárias e na comodidade dos bancos e mesas, todos tiveram a oportunidade para percorrer os diferentes espaços, contactando diferentes realidades diocesanas: os Consagrados, Grupos e Movimentos, as imagens e objectos das diferentes zonas pastorais.

A cerimónia do envio foi precedida de mais uns momentos protagonizados pelos mais novos, com músicas, palavras e gestos. Depois, na palavra que a todos dirigiu, D. António Couto agradeceu o esforço do grupo organizador, louvou a presença de todos e formulou o desejo de poder ver muitos mais no próximo ano, quando nova edição do Dia da Família Diocesana acontecer. Um encontro festivo preparado a pensar em todos, vivido com alegria que merece “outros dias”.

Antes da bênção final, o nosso bispo invocou Nossa Senhora, sublinhando a sua singular prontidão para convidar cada um a essa mesma prontidão para ir ao encontro dos outros: “Ide e entregai este Senhor a todos os que encontrardes!”.

JD in Voz de Lamego, n.º 4320, ano 85/33, de 30 de junho de 2015

DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA | 27 de junho | Escadório dos Remédios

Vai realizar-se, pela primeira vez nestes moldes, o DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA, no próximo dia 27 de junho de 2015, sábado, na Carreira Central do escadório de Nossa Senhora dos Remédios. Em anos anteriores, o Dia da Igreja Diocesana celebrava-se na solenidade de Cristo Rei, congregando, na mesma celebração, a Dedicação da Igreja Catedral e a apresentação do Plano Pastoral. Neste ano pastoral foi desdobrado em três acontecimentos diferentes: apresentação do Plano Pastoral no final de setembro ou início de outubro, Dia da Igreja Catedral, encostado ao dia 20 de novembro, no domingo seguinte, solenidade de Cristo Rei e o dia propriamente dito da Igreja Diocesana, no verão, como tempo e espaço de encontro, convívio, festa, com as paróquias, movimentos eclesiais, secretariados diocesanos, seminários e consagrados.

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Este ano, o encontro realiza-se nos Remédios, com o apoio logístico do CTOE, onde estacionarão os autocarros.

9h30 – Acolhimento

10h00 – Caminhada do CTOE à Carreira Central

Auto da Família

12h30 – Celebração da Eucaristia

13h30 – Partilha de Farnéis

Tarde mais lúdica… música… Jograis… canções…

16h00 – Celebração mariana / Celebração do Envio

Estas as informações já disponíveis. Haverá tendas temáticas, dedicadas aos Arciprestados, Paróquias, Consagrados, Seminários, Secretariados, Escuteiros… Haverá também “tasquinhas”, facilitando no “comes e bebes”.

Romaria de Santa Eufémia – Penedono – A Romaria da Beira Douro

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No dia 7 de setembro, pelas 18, 30h, início da novena de preparação para a grande romaria de Santa Eufémia nos dias 15 e 16 no seu santuário em Penedono.

A novena terá como orientador o padre Joaquim Dionísio – Reitor do Seminário Maior de Lamego e constará da meditação das vésperas dos mártires, celebração da eucaristia com meditação e tempo para a celebração do sacramento da penitência.

A partir de dia 7, ficará em exposição permanente da sala da casa do ermitão a “Via-sacra do Terceiro Milénio Gólgota de Jasna Gora” tendo por base os quadros que o pintor polaco Jerzy Duda Gracz ofereceu ao santuário de Nossa Senhora de Czestochowa.

Da programação deste ano, há a realçar no dia 10 a IV peregrinação da Terceira Idade, com a presença dos idosos dos Lares e Centros do Dia de Penedono e concelhos vizinhos; no dia 14 a celebração da eucaristia do XXIV Domingo do Tempo Comum, que a partir das 11 h será transmitida para todo o mundo pela Rádio Renascença e no dia 16 pelas 15h a eucaristia solene presidida pelo bispo de Lamego, D. António Couto, seguida da solene procissão com a imagem da milagrosa Santa Eufémia – Virgem e Mártir.

A animação dos romeiros e devotos de Santa Eufémia, fica no dia 14 durante a tarde a cargo do Grupo de Cantares de Penela da Beira e do Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Mêda e há noite o concerto da Orquestra Ligeira do Vale do Varosa – Tarouca. No dia 15 pelas 22h as Bandas Filarmónicas de Nagozelo do Douro e dos Bombeiros de Penedono, brindarão todos os romeiros com um grandioso concerto seguido do fogo-de-artifício.

A reitoria do Santuário de Santa Eufémia em Penedono