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Posts Tagged ‘Conselhos Pastorais’

CAMINHAR JUNTOS | CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL

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  1. Na manhã do último sábado, dia 23, na Casa de São José (Lamego) e com a presença de D. António Couto, reuniu o Conselho Diocesano de Pastoral. Apesar das ausências, algumas justificadas, o encontro decorreu de forma serena e profícua, cumprindo a agenda previamente enviada aos respectivos membros, oriundos das diversas realidades diocesanas. A sinodalidade eclesial é um bem que dinamiza as comunidades, responsabilizando e favorecendo a participação, tornando possível a visão da Igreja como um “nós” onde cada baptizado é sujeito.
  1. Após a oração inicial e a aprovação da acta da reunião anterior, os conselheiros foram convidados a partilhar experiências, impressões e conclusões quanto à forma como tem decorrido o ano pastoral. Uma partilha que identificou diferenças de ritmo, mas que sublinhou, com alegria e gratidão, o caminho já percorrido, as dinâmicas que tendem a implantar-se e uma maior participação dos fiéis leigos na vida diária das comunidades, dos grupos e movimentos. Apontaram também a necessidade de melhorar a articulação entre todos, nomeadamente através de uma comunicação e partilha mais atempadas e generalizadas.
  1. A evangelização é a finalidade primeira de toda a acção pastoral e responsabilidade partilhada por todos os baptizados, tal como se afirma no lema pastoral deste ano: “Ide e fazei da casa de meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia”. Um percurso nem sempre isento de dificuldades, mas onde semear continua a ser urgente, nomeadamente através do testemunho, da proximidade e da atenção a todos. É verdade que há desafios novos, nomeadamente trazidos pela linguagem, pela indiferença ou demissão da família no acompanhamento e vivência da fé. Mas o Mestre manda lançar as redes e a diocese vai cumprindo a missão.
  1. O diálogo prosseguiu depois com a partilha de sugestões, mais concretamente sobre a vivência do Ano da Misericórdia em curso e sobre a preparação do Dia da Família diocesana, marcado para o Santuário de Nossa Senhora da Lapa, para o dia 25 de Junho.
  1. Assumindo e louvando o muito que se vai fazendo em algumas paróquias, zonas e arciprestados, foi sugestão generalizada a aposta na formação, nomeadamente no campo da oração. Será por aqui, onde os párocos assumem particular responsabilidade, que uma melhor compreensão da fé poderá conduzir a um compromisso e testemunho mais visíveis e duradouros.
  1. O Coordenador da Pastoral, Cón. José Manuel Melo, reforçou o convite para o encontro de formação/oração para colaboradores paroquiais, a realizar no próximo dia 13 de fevereiro, em três locais da diocese. E anunciou também o envio de material de apoio a todas as paróquias tendo em vista a vivência da fé em família durante a Quaresma que se aproxima (10 de fevereiro).
  1. O nosso bispo encerrou o encontro congratulando-se com a presença de todos, agradecendo o contributo de cada um e motivando a uma continuidade fiel e criativa na vivência e testemunho do Evangelho. Salientou, ainda, a necessidade de repensar a composição deste órgão consultivo, de forma a alargar a visão da realidade diocesana.

A próxima reunião deste Conselho acontecerá no próximo dia 28 de Maio.

J.D., in Voz de Lamego, ano 86/10, n.º 4347, 26 de janeiro de 2016

Jornada Pastoral | Encontro de Comissões, Departamentos e Serviços

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No passado dia 12 de Julho, na Casa de S. José, em Lamego, decorreu uma Jornada Pastoral, promovido pela Coordenação Pastoral da Diocese, envolvendo os responsáveis pelas Comissões, Departamentos, Serviços e Movimentos Diocesanos.

Depois de um momento de oração, pelas 09.45, a dar uma tonalidade espiritual à vivência da jornada, seguiram-se dois momentos de reflexão. O primeiro orientado pelo P. João Carlos Morgado, Pró-Vigário Geral sobre as perspetivas pastorais a partir da Evangelii Gaudium. Na sua exposição, fazendo eco da temática abordada nas jornadas pastorais do episcopado português, relevou a relação entre a Evangelli Gaudium e o Documento da Aparecida, da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caraíbe, cujo presidente do comité de redação do documento final foi o então cardeal Bergoglio, atual Papa Francisco, e a urgência de assumirmos a consciência de que não estando numa época de cristandade, somos desafiados a ser uma “Igreja em saída”, capaz de chegar a “todos”, de ir “às periferias”… “Este ir pode ser o estar”, o estar com as “portas abertas”.

O P. José Manuel Melo, no segundo momento de reflexão, fez eco do sentir do Conselho de Presbíteros, e do Conselho de Arciprestes relativamente ao caminhar pastoral da nossa diocese, apresentando as linhas de orientação para o próximo ano pastoral. Estas terão como base o imperativo missionário do ano pastoral que está a acabar “Ide e fazei discípulos”, assumido na tonalidade da família.

Após um pequeno intervalo, todos tiveram oportunidade de intervir, apresentando sugestões, ou acentuando algum aspeto considerado importante.

Esta Jornada teve por objetivo pôr os diversos organismos e agentes pastorais em sintonia com os caminhos a percorrer no próximo ano pastoral, colhendo e canalizando, quanto possível, as sinergias de todos, para um caminhar comum. Pode considerar-se bastante conseguido. Não só pelas presenças, ou por algumas ausências justificadas, mas sobretudo pelo acolhimento em relação às seguintes propostas:

  1. Um encontro aberto a todos os Agentes Pastorais Diocesanos para o dia 27 de setembro – Apresentação do Plano Pastoral;

  2. Realização do Dia da Família Diocesana, no dia 27 de junho de 2015;

  3. Realização de um Retiro para os Agentes Pastorais em meados de fevereiro de 2015.

Por último, os presentes foram informados das diligências que estão a ser feitas para que no próximo dia 26 de Julho se realize a primeira assembleia do Conselho Pastoral Diocesano.

Dentro dessa linha procedeu-se à informação/indicação dos representantes dos departamentos e serviços diocesanos para esse organismo tão importante. A jornada terminou com o almoço.

Pe. José Manuel Melo, in Voz de Lamego, 15 de julho de 2014, ano 84/35, n.º 4273

Conselhos Pastorais

In Voz de Lamego, 2014.01.14

A Igreja não existe para si mesma, para realizar um projecto por si elaborado. A sua missão primeira é ser “sacramento de Cristo” no mundo e, por isso, sinal e servidora do desejo de amor de Deus pelos homens. A noção de Igreja-sacramento representa um dos eixos maiores do ensinamento do II Concílio do Vaticano.

A Igreja toda, colectivamente e em cada um dos seus membros, é “sinal” do que Deus cumpre no mundo. Sacramento de Cristo, sinal e instrumento de salvação, a Igreja é-o através do seu ser e de toda a sua vida, em tudo o que faz aparecer a originalidade cristã: as instituições, mas também, e sobretudo, as pessoas. Só Cristo é fonte de salvação; a Igreja é apenas o “sacramento”.

Todos os baptizados são testemunhas e servidores do amor de Deus. Isto significa que todos os baptizados são chamados a ser e a tornarem-se sempre mais “testemunhas e servidores” do desejo de amor de Deus pelos homens. Todo o serviço eclesial é, à sua maneira, manifestação e revelação da presença de Deus no coração do mundo.

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