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Posts Tagged ‘Bodas de Prata Sacerdotais’

À conversa com… Padre João Carlos Costa Morgado

A nossa Diocese assinala, com alegria e gratidão os 25 anos de fidelidade sacerdotal de dois membros do seu presbitério. No sentido de melhor os conhecermos e de, com eles, darmos graças ao Senhor da Messe, fomos ao seu encontro e deixámos-lhes algumas questões. Aqui ficam as suas palavras, que agradecemos.

1 – Como foram vividos estes 25 anos de missão?

Estes 25 anos tem sido vividos ao serviço do Povo de Deus através das diversas funções e nos diferentes lugares, a que os meus bispos me tem enviado.

“Dar-vos-ei Pastores segundo o meu coração” (Jer 3,15) foi o lema escolhido para a minha ordenação sacerdotal, nesse ano de 1992 em que São João Paulo II publicou a exortação apostólica pós sinodal “Pastores dabo vobis”, sobre a formação dos sacerdotes nas circunstâncias atuais. Nessa altura estava longe de imaginar que seria chamado a trabalhar na formação dos futuros sacerdotes das dioceses de Lamego, Guarda, Viseu e Bragança, como professor dos seminaristas no Instituto Superior de Teologia Beiras e Douro de 2000 a 2013 como Prefeito e Vice-reitor do Seminário Maior de Lamego e Diretor Espiritual no Seminário de Nossa Senhora de Lourdes de Resende. Resulta pois que metade do tempo que levo como presbítero foi gasto nesta exigente e gratificante missão da formação dos presbíteros nas circunstâncias atuais. O que me levou a dizer aos três novos sacerdotes, meus antigos alunos, ordenados no passado dia 2, que a sua ordenação constituía para mim, a melhor prenda de Deus neste meu jubileu sacerdotal. Ler mais…

Bodas de Prata Sacerdotais do Pe. Agostinho Ramalho

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Saudação inicial do Pároco, Pe. Hermínio Lopes

Ao iniciarmos esta Eucaristia pertence-me como Pároco de S. Sebastião de Bigorne dizer uma palavra de acolhimento, de homenagem e de reconhecimento.

Congrega-nos um distinto e amigo sacerdote que aqui nasceu em 1964, daqui partiu para o Seminário, lá se formou e aqui celebrou, há 25 anos, a “sua missa nova”, precisamente em junho de 1991. Celebrar as Bodas de Prata Sacerdotais é um privilégio que constitui sempre uma bela e nobre oportunidade de alegria.

Quero interpretar em uníssono os sentimentos de todos, a quem saúdo. Hoje é dia de festa. Aceitamos o convite que o Sr. Padre Agostinho Ramalho nos dirigiu e aqui, com ele, queremos louvar e agradecer ao Senhor da Messe por estes 25 anos de serviço bondoso, nobre e proveitoso. Ser sacerdote é ser servidor de Cristo na pessoa dos mais pobres e humildes. Foi nessa linha de serviço que o P. Agostinho sempre procurou testemunhar e viver na simplicidade, na retidão e na caridade.

Todos nós sacerdotes, aqui presentes, somos convidados a ser Igreja que acolhe as lágrimas dos que choram, que ampara os que vacilam, que levanta os que perdem a coragem, que corrige as injustiças, que ouve os silenciados pela vida e que oferece razões de esperança às crianças, aos jovens e às famílias! Ler mais…

Bodas de Prata Sacerdotais | Pe. José António | Penedono

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A 30 de Junho de 1990! A cidade de Lamego, já habituado a dia de ordenações sacerdotais, preparava-se para mais uma cerimónia que marcaria para sempre a vida desses futuros sacerdotes. Entre eles encontrava-se, o então ainda diácono José António Magalhães Rodrigues. Um ano antes da sua ordenação esteve em Itália ao serviço do Movimento dos Focolares e depois de ordenado quis o Bispo de Lamego na altura D. António Castro Xavier Monteiro que Penela da Beira fosse a primeira paróquia que lhe foi confiada no ano de 1990. Manteve-se no concelho de Penedono durante 20 anos, assumindo também sobre sua alçada alguns anos mais tarde a responsabilidade das paróquias da Granja e Penedono, juntamente com as suas anexas, Ferronha e A-do-Bispo. Durante este período, o gosto pelas missões levou-o a África, mais concretamente a Moçambique e ao Brasil.

Foi no ano de 2010 que deixou estas terras frias da Beira para abraçar novos projetos pastorais. Contudo, os laços familiares e amigos faziam com que não fossem raras as vezes em que ele fosse visto em Penedono.

No passado mês de Junho o senhor padre José António comemorou as suas bodas de prata de ordenação sacerdotal e não quis deixar passar esta data importante sem regressar às origens, junto das suas comunidades que lhe foram inicialmente confiadas.

Foi no passado dia 18 que o senhor padre José António percorreu novamente o itinerário, que tantas vezes fez no passado, para celebrar Eucaristia com o seu Povo de 20 anos. Este dia de festa terminou com um almoço com os seus amigos de sempre, tendo sido uma oportunidade para recordar tempos passados, de grandes alegrias e boas recordações.

Pedro Gerardo,  in Voz de Lamego, ano 85/47, n.º 4334, 20 de outubro

Bodas de Prata Sacerdotais | Pe. LEONEL CLARO, comboniano

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Reflexão pelo jubileu de prata sacerdotal | Penude 24 de agosto de 2014.

 

25 anos de sacerdócio. É muito e ao mesmo tempo é tão pouco. Uma parte da minha reflexão por esta data já está publicada na folha dominical. Não a vou repetir. Podeis lê-la tranquilamente em casa.

Quero simplesmente partilhar convosco um pequeno resumo, pelo menos alguns aspectos, do que foram estes 25 anos de consagração presbiteral.

Foram certamente 25 anos de Fé:

Humanamente, para ser padre é necessário uma boa dose de maluqueira, temperado com algum espírito de aventura; mas sobretudo carradas de fé e confiança no autor da vida, da vocação e da missão. Porque uma consagração religiosa só sobrevive, permanece, pela e na fé. Fé que não estou só; que eu sou mero gestor dos dons e das tarefas que me são confiadas; fé que mesmo quando nada se passa como programamos, pensamos ou desejamos, o Senhor faz germinar vida. Fé nas pessoas com quem trabalho e para quem trabalho, os jovens sobretudo; fé quando tanta gente à minha volta não acredita no trabalho que me foi confiado e procuro realizar com alegria e entusiasmo.

Foram 25 anos de juventude:

Todos os meus anos em Portugal foram dedicados, aos adolescentes e aos jovens. Claro que houve muitos outros momentos, com adultos, crianças; mas a maior parte, as melhores energias, a melhor dedicação foram sobretudo para os adolescentes do seminário combonianos em família, em Famalicão e agora para os jovens do Fé e Missão, do JIM e outros. Isso, creio, ajudou-me a manter um espírito desperto, mesmo se por vezes o físico prega algumas partidas.

Foram 25 Anos de encontros

Quantas crianças, adolescentes, jovens tenho encontrado em escolas, paróquias, grupos e movimentos. Com eles encontram-se os pais e familiares, os amigos; depois os párocos de inúmeras paróquias frequentadas, onde rezei, celebrei, caminhei,… e assim por diante. A vida é feita de encontros, e a minha vida está repleta deles, o que a faz mais rica e plena.

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Homilia de D. António Couto nas Bodas de Prata Sacerdotais do Pe. José Augusto Marques

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MULHER DA GRANDE FÉ!

1. Celebramos hoje, como sempre, o único Senhor da nossa vida, Jesus Cristo, que por nós morreu e está vivo e atuante no meio de nós. É neste intenso feixe de Luz, que nos atravessa, que vivemos e que ousamos também alumiar e celebrar os nossos dias dados. Se fossem apenas nossos, e não dados, não fazia qualquer sentido celebrá-los. É neste cruzamento de Luz e de sentido novo que nos atrevemos também a depor no Altar e a celebrar os 25 anos de vida sacerdotal do nosso irmão, P. José Augusto.

2. O Evangelho deste Domingo XX do Tempo Comum serve-nos uma página absolutamente desarmante, retirada de Mateus 15,21-28. Jesus abandona Genesaré, na costa ocidental do Mar da Galileia, e vai para a região de Tiro e de Sídon, atual Líbano, terra pagã.

3. Uma mulher e mãe «libanesa», carregada com o drama da sua filha doente, situação verdadeira ontem como hoje, e que hoje bem podemos estender à Palestina, à Síria e ao Iraque, vem implorar de Jesus, num grito que lhe sai do fundo das entranhas, que lhe «faça graça» (eléêsón me, kýrie) (Mateus 15,22), isto é, que olhe para ela com bondade e ternura como uma mãe que dirige o seu olhar embevecido para o bebé que embala nos braços.

4. O texto diz que Jesus nem lhe respondeu (Mateus 15,23a). A mulher não desiste, mas insiste, e continua a gritar, de tal modo que agora são os discípulos que pedem a Jesus que a despache, «porque ela vem a gritar atrás de nós» (Mateus 15,23b). Equívoco deles e nosso. A mulher e mãe «libanesa» não grita atrás de nós, para nós; grita atrás de Jesus, para Jesus! E leva a sua insistência mais longe, prostrando-se (verbo proskinéô) agora diante de Jesus (Mateus 15,25). O gesto significa orientar a sua vida toda para Jesus, pôr-se totalmente na dependência de Jesus. A reação de Jesus é de uma dureza extrema: afasta a pobre mulher e mãe duramente, dizendo-lhe: «Não está bem (kalón) que se tome o pão dos filhos, para o lançar aos cachorrinhos» (Mateus 15,26), catalogando assim aquela pobre mulher e mãe «libanesa» na classe dos cachorros [= pagãos] e não dos filhos [= judeus]. Só para estes é que ele veio. Ler mais…

Bodas de Prata Sacerdotais | Pe. JOSÉ AUGUSTO MARQUES

Pe. JOSÉ AUGUSTO DE ALMEIDA MARQUES

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A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para a frente”. Soren Kierkergaard

A nossa vida, sendo um dom inestimável de Deus, deve ser vivida permanentemente como resposta agradecida a esse dom. A melhor forma de corresponder ao dom é doando-se e gastar a vida como uma dádiva de amor e serviço. Acordar todas as manhãs e poder contemplar a beleza da criação que Deus coloca nas nossas mãos é uma graça, mas poder sentir-se como parte integrante desta vida e colaborador com o Criador nesta obra é um dom que nunca conseguiremos agradecer plenamente.

Esta realidade coloca diante de nós dois olhares que se cruzam, se interligam e se complementam… é forçoso olhar para trás e reconhecer as marcas do passado que vão fazendo a nossa história… mas é também imperioso olhar para a frente e continuar a projetar o amanhã como um serviço à vida feito de pequenas sementes que irão gerar vida nova. Se nem sempre somos capazes de ter esta atitude de sentir que “presente” é dádiva do ontem para concretização no amanhã, há certamente momentos em que nós sentimos mais de perto a necessidade deste duplo olhar que nos faz sentir vivos, mergulhados numa história que dá sentido ao hoje da nossa existência e nos faz olhar o mais além como espaço de realização para a continuidade da nossa história.

Hoje vivo mais de perto uma dessas oportunidades ao celebrar as Bodas de Prata Sacerdotais. Olhar para trás e agradecer o dom de Deus obriga-me a continuar a olhar para diante e a disponibilizar a minha pequenez para que Deus continue a realizar a Sua missão. Eis o “presente” que conjuga este duplo olhar e nos faz sentir a vida como dom em permanente doação.

  1. Como foram vividos estes 25 anos de missão?

“Fui alcançado por Cristo, por Ele tudo deixei…” (Fil. 3, 12) Foi com este lema que há 25 anos me entreguei ao Senhor para o serviço da Sua Igreja. Olhar para trás e fazer a retrospetiva deste percurso traz-me forçosamente à memória um sentimento – a gratidão.

Agradeço a Deus o chamamento e a aceitação da minha humilde resposta. Hoje tenho a certeza que Deus precisa apenas da nossa disponibilidade, Ele faz o resto… tantas vezes me deixou verdadeiramente confundido ao servir-se da minha pequenez para a realização da Sua missão… tantas vezes experimentei essa verdade de S. Paulo “quando me sinto fraco, então é que sou forte” (2 Cor. 12, 10), porque atua a força de Deus … ou esta, “trazemos, porém esse tesouro em vasos de barro, para que tão excelso poder se reconheça vir de Deus e não de nós.” (2 Cor. 4, 7) Tenho consciência de que o Seu amor e a Sua graça sempre supriram as minhas limitações e, por isso, tudo coloco nas suas mãos, pois tudo Lhe pertence.

Tive a graça de nascer e crescer numa família de fé e de vivência cristã que alimentou e incentivou a minha caminhada vocacional e o meu sacerdócio. A minha gratidão vai também para eles, porque prescindiram de mim para me entregar ao Senhor. Ele lhes dará a recompensa que eu, nem sempre, soube ou pude dar. Do mesmo modo, agradeço ao Senhor os colegas que caminharam comigo e se tornaram meus irmãos no sacerdócio. Foram apoio, incentivo e testemunho de fidelidade que me amparou no discernimento e na decisão.

Ao longo destes 25 anos tive oportunidade de experimentar sempre a importância da comunhão sacerdotal. Nas equipas com quem trabalhei no Seminário de Nossa Senhora de Lurdes, nas paróquias de Resende e Felgueiras, bem como no arciprestado de Resende, encontrei colegas que foram e são verdadeiros irmãos no sacerdócio, sábios mestres de orientação, referências de virtude no testemunho. Não teria percorrido o caminho da mesma forma sem eles. Foram um apoio e são uma âncora em quem continuo a confiar. O meu reconhecimento por me fazerem sentir em fraterna comunhão de irmãos e pelo caminho que me ajudaram a percorrer.

Não esqueço todos aqueles com quem fui fazendo caminho ao longo destes 25 anos – as várias gerações de seminaristas ao longo de 20 anos, os jovens alunos, colegas professores e funcionários do Externato D. Afonso Henriques ao longo de 26 anos, os paroquianos de Resende e Felgueiras ao longo de quase 20 anos. Sempre senti que a minha missão era a de fazer caminho com todos. No Seminário, na Escola ou nas Paróquias, sempre entendi a minha missão como uma presença de Igreja a apontar o único modelo que é Jesus Cristo. Com a consciência da fragilidade do meu testemunho, mas sem perder de vista o sentido da missão.

Lembro a promoção vocacional dos primeiros anos como membro do Secretariado das Vocações e responsável do Pré-Seminário e a riqueza que foi para mim o contacto assíduo com todos os adolescentes, as famílias, os párocos e as comunidades paroquiais dos quatro cantos da Diocese. Hoje dou graças a Deus pelos sacerdotes que são fruto dessa interpelação de Deus. Lembro as centenas de seminaristas e algumas dezenas de sacerdotes que ao longo de 20 anos pude acompanhar na sua decisão vocacional como Diretor Espiritual. Lembro os inúmeros alunos de Educação Moral e Religiosa Católica que pude acompanhar no Externato D. Afonso Henriques com quem procurei ter uma atitude de proximidade procurando envolvê-los na Escola e nas comunidades paroquiais. Lembro as crianças, os jovens, as famílias, os idosos e os doentes das comunidades paroquiais de Resende Felgueiras com quem vou procurando caminhar na direção de Jesus Cristo. Todos fazem parte deste trajeto sacerdotal e a todos agradeço pela colaboração, entreajuda e testemunho.

Lembro muito particularmente os colaboradores mais diretos com quem vou exercendo o meu sacerdócio nas comunidades paroquiais, os diversos grupos e movimentos paroquiais, as forças vivas, aqueles que se empenham de forma mais ativa e os que nos impulsionam todos os dias para a missão com o seu testemunho e vontade de ir mais longe e fazer mais e melhor. Todos me fazem sentir mais sacerdote pelo seu “sacerdócio” de doação.

25 anos têm sido um tempo de graça e um caminho de bênção. Olhar para trás permite-me sentir que fui abençoado por Deus pelo dom do sacerdócio, pelas pessoas que colocou no meu caminho, pelas oportunidades que me concedeu na realização da missão que me confiou, pelos desafios que me proporcionou para realização do Seu projeto. 25 anos não é muito, nem pouco tempo, porque o tempo de Deus não se quantifica, depende da intensidade com que o vivemos ao serviço da missão que Ele nos confia… não me compete avaliá-lo pelo resultado, senão pelo que significou para mim e, isso sim, posso dizer que tem sido uma bênção que nunca saberei agradecer o suficiente.

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Bodas de Prata Sacerdotais | Pe. JOÃO ANTÓNIO TEIXEIRA

Pe. JOÃO ANTÓNIO PINHEIRO TEIXEIRA

J.António-25 anosO que a vida me ensinou e a missão me mostrou

25 ressonâncias de 25 anos

  1. O padre é o homem da Palavra e tem de ser um homem de palavra. A Palavra é a sua inspiração permanente e as palavras são o seu instrumento constante. Há muitas palavras que o padre não consegue calar, embora também haja imensas palavras que o padre jamais será capaz de dizer. Mais importante que as palavras que correm pelos seus lábios é a Palavra que escorre pela sua vida.
  1. O padre não tem de ser um falador, mas nunca pode deixar de ser um escutador. Antes de anunciar a Palavra, tem de saber acolher a Palavra. O silêncio é o fermento da comunicação. A oração é o alento — e o alimento — da missão.
  1. Afinal, a gaguez ajudou-me muito. Ser gago começou por ser um problema que se transformou numa lição. Aprendi que não se fala só, nem principalmente, quando se abre a boca. Fala-se também, e sobretudo, quando não se fecha o coração. O padre não tem de ser eloquente, mas tem de procurar ser coerente. O «logos vivencial» é muito mais interpelante que o mero «logos conceptual».
  1. A palavra escutada tem de ser a fonte da palavra proferida. A palavra não tem só uma função emissora. Deve ter, acima de tudo, uma função ressoadora. As palavras do padre existem para fazer ressoar a Palavra de Deus, a Palavra que é Deus.
  1. Calando ou falando, a palavra do padre nunca pode ser sobre si. Nem sobre o que foi nem sobre o que fez. Na Igreja, o padre não está no centro. O padre não pode ser o protagonista. Ele é pastor, mas não é patrão.
  1. Desde a ordenação, o padre opta por não ter uma existência própria. Nada nele é só ele. Tudo nele tem de ser Cristo. Desde o plano ontológico até ao plano existencial, não é o padre que vive, é Cristo que vive nele (cf. Gál 2, 20), e, por ele, em todos os que dele se aproximam.
  1. O padre não tem uma identidade alienada, mas uma identidade fortalecida. Em Cristo, o padre não é menos; é (muito) mais. Perdendo-se em Cristo, o padre nunca (se) perde.

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