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Posts Tagged ‘Arciprestado da Mêda’

TESTEMUNHO DE FÉ DO ENG. FERNANDO SANTOS

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O arciprestado de Meda, Penedono, São João da Pesqueira e Vila Nova de Foz Côa teve a oportunidade, na passada 6ª feira, dia 21 de outubro, de vivenciar um excelente momento de reflexão e partilha através do belo testemunho de fé dado pelo Eng. Fernando Santos. Esta actividade arcipretal decorreu no Salão Polivalente do Patronato de Meda, o qual esteve totalmente repleto de cristãos oriundos das mais diversas paróquias do nosso arciprestado e de outras comunidades cristãs da nossa diocese de Lamego, que se quiseram reunir, para juntos reflectirmos e tomarmos consciência, desta necessidade de sermos missionários, onde quer que nos encontremos e independentemente da missão que desempenhemos. Para lá do selecionador nacional de futebol, tivemos a honra de ter connosco D. António Couto, Bispo da nossa diocese de Lamego, os sacerdotes do nosso arciprestado e de outros arciprestados da diocese, como sinal de comunhão eclesial, salientando ainda a presença de alguns seminaristas do Seminário Maior de Lamego e sobretudo de muitos jovens e adolescentes. Ler mais…

Dia Sacerdotal do Arciprestado: Mêda . Foz Côa . Pesqueira . Penedono

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“Ai, rio Douro, rio Douro, és mais bonito que o Rio de Janeiro…”

Gritei eu ao chegar à ponte de Régua em exagero de emoção, da última vez que fui ao Brasil onde viviam os meus pais.

Hoje na viagem de barco do Pocinho a Barca de Alva, patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Coa , apetecia-me confirmar: é bonito demais este rio cheio de água, com montes céu e nuvens de calor, a admirá-lo…

À volta do meio dia, esperámos uns minutos a ver barcos e turistas, até chegar o sr Bispo, Vigário Geral e Pró-Vigário, para este passeio de beleza, de boa disposição e comunhão de diálogo e alegria. A temperatura durante a tarde deste dia seis de Setembro, começou a subir e foi até 48 graus à sombra. Nem por isso se perdeu o apreço pela brisa quente e fresca que corria neste vale de água e vinho., com barcos de turistas e desportistas em busca de paz e segurança.

Cantou-se “A Romaria de Elis Regina a rezar a Nossa Senhora da Aparecida, com fados e música popular e uma ou outra anedota a deixar rastos de brincadeira. O almoço servido por um restaurante de Foz Coa era saboroso e com serviço de qualidade e gentileza.

Ao longo do passeio, o Pe Ferraz, sem pretenção de guia turístico, informou sobre um ou outro pormenor que tinham a ver com quintas de vinho, turismo rural, afluentes do Douro, encostas de carrascos e javalis, montarias, amendoeiras, oliveiras e laranjais.

Até Barca de Alva, passámos pelos concelhos de Castelo Melhor e Freixo-de-Espada à Cinta, sentindo a beleza e a rudeza deste Douro superior e profundo que eu desconhecia, ao vê-lo, em criança e ao longe, a descer da estação da Ermida e de Mirão, mesmo aos pés do Marão. Daí, o encanto especial da descoberta deste último reduto do Douro até à fronteira espanhola.

No regresso a casa  e ao chegarmos às termas de Longroiva fomos surpreendidos por um pequeno tufão com vento e granizo que deve ter feito estragos em algumas vinhas.

O Pe. Jorge foi o condutor da carrinha que nos levou da Mêda até ao Pocinho e ficamos-lhe gratos pela alegria da condução.

Por último, agradecemos aos Peadres Basílio e Ferraz o empenho para que este passeio fosse o que foi: um momento bonito da vida do arciprestado. Ao nosso Bispo, ao nosso Vigário Geral,  Pró Vigário e Irmão Missionário, a nossa gratidão pelo gosto de estarem connosco

Pe. Moura, in Voz de Lamego, ano 86/42, n.º 4378, 13 de setembro de 2016