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Solenidade do Sagrado Coração de Jesus na Sé de Lamego

Deus é amor. O amor é de Deus. O amor vem de Deus.

Coração de Jesus

No dia 23 deste mês, a Igreja viveu a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o que habitualmente acontece na sexta-feira após a oitava do Corpo de Deus. O nosso bispo presidiu à Eucaristia celebrada, na Sé, às 18h30, bem como à consagração de todos os diocesanos ao Coração de Jesus.

A preparação desta festa, na paróquia da Sé, é particularmente assumida e vivida, pelos Associados do Apostolado da Oração, com um tríodo eucarístico. Ao longo desse tempo, o ritmo é marcado pelas celebrações eucarísticas, pela adoração ao Senhor, pela oportunidade de Reconciliação, pela escuta da Palavra e pela presença de um pregador convidado. Este ano esteve presente o Padre José Miguel Loureiro, a quem o pároco, Cón. José Ferreira, agradeceu no final.
D. António Couto, acompanhado por D. Jacinto Botelho e por um grupo de fiéis que não enchia a Sé, presidiu, às 18h, à adoração eucarística e à Bênção do Santíssimo Sacramento, encerrando o referido tríodo preparatório.
Mas, antes da bênção e como habitualmente, consagrou toda a diocese ao amor misericordioso e sempre atento do Coração de Jesus a quem pediu graças e protecção.
Na homilia da Eucaristia que se seguiu, o nosso bispo convidou todos a perderem-se no refúgio do Coração de Jesus, a alegrarem-se e a darem graças ao Amor celebrado, uma presença sempre vida e sublime, ao mesmo tempo que recordava a jaculatória tantas vezes repetida: “Sagrado Coração de Jesus, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso”.
Recordando a história recente desta festa e das protagonistas que incentivaram à sua vivência, D. António sublinhou as afirmações do Apóstolo João, que não se cansou de dizer o quanto o Amor de Deus é primeiro e como está sempre onde é preciso: “Deus é Amor. O Amor é de Deus. O Amor vem de Deus”. E convidou a imitarmos Deus: a estar primeiro e a imitar o amor solícito de Jesus.
E responder a um amor assim exigirá a atenção aos mais fracos e pobres, os socialmente esquecidos.

União Eucarística

No final da homilia e antes da profissão de fé, a assembleia testemunhou a presença e o compromisso de novos membros da União Eucarística Reparadora. A todos foi proferida uma breve nota histórica e, logo de seguida, se procedeu ao chamamento dos novos membros que, em uníssono, assumiram o seu compromisso de adorar o Senhor e de levar até ao Senhor todos quantos mais precisam. Foi distribuída uma insígnia, benzida pelo presidente da celebração, que os novos associados colocaram ao pescoço.
Este movimento eclesial foi fundado por um bispo espanhol na primeira metade do século passado, Manuel Gonzalez (falecido em 1940), recentemente canonizado, e era também conhecido como “Marias dos Sacrários-Calvários”.
O objectivo primeiro desta obra é promover a adoração e o aperfeiçoamento espiritual de quantos a assumem, nomeadamente através da visita regular aos sacrários e ao Senhor que ali está e nunca deixa de escutar as súplicas e os louvores dos seus amigos visitantes. Como escreveu o seu fundador, trata-se de “procurar a agradável e fiel companhia ao abandono mais injusto, mais cruel, mais transcendente de todos os abandonos – o do Coração de Jesus nos seus Sacrários”.

JD, in Voz de Lamego, ano 87/33, n.º 4418, 27 de junho 2017

Devoção ao Coração de Jesus: origem na Sagrada Escritura

A devoção ao Sagrado Coração, de um modo visível, aparece em dois acontecimentos fortes do Evangelho: no gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23); e, na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34).

Num acontecimento, temos o consolo de Cristo pela dor na véspera de Sua morte. No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade. Esses dois exemplos do Evangelho ajudam-nos a entender o apelo de Jesus feito, em 1675, a Santa Margarida Maria Alacoque: “Eis este coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças. Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino amor sobre os que tributem essa divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”

João Paulo II sempre cultivou essa devoção e sempre a incentivou a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, ele afirmou: “Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero, hoje, dirigir, juntamente convosco, o olhar dos nossos corações para o mistério desse coração. Ele falou-me desde a minha juventude. A cada ano, volto a esse mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja.”

Promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1.ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2.ª Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;
3.ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4.ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5.ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;

6.ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7.ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;

8.ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9.ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10.ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11.ª Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

12.ª Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.

in Voz de Lamego, ano 87/32, n.º 4417, 20 de junho 2017

APOSTOLADO DE ORAÇÃO | Editorial Voz de Lamego | 20 de junho

Em destaque nesta edição, entre as várias notícias e reflexões, a Solenidade do Corpo de Deus na cidade de Lamego e a Peregrinação Diocesana ao Santuário de Fátima no Dia da Família Diocesana. O nosso Diretor, Pe. Joaquim Dionísio, faz outro sublinhado, a celebração da solenidade do Sagrado Coração de Jesus:

APOSTOLADO DE ORAÇÃO

O calendário litúrgico convida os católicos a celebrarem, no próximo dia 23, a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus como momento singular de um mês totalmente dedicado a esta devoção.

E falar do “coração de Jesus” é mais do que recordar ensinamentos e práticas eclesiais ou as visões de Sta. Margarida Maria Alacoque (1675), em Paray-le-Monial, França. Trata-se de tomar consciência do amor de Deus, realidade divina que todos abraça e centro para onde tudo converge.

A Igreja contempla o coração do Salvador da humanidade e deixa-se guiar até ao mais profundo do mistério de amor, onde se encontram o homem e Deus. E a devoção ao Sagrado Coração convida a fixar a atenção sobre este coração amoroso, compassivo e misericordioso que revela a essência de Deus. E facilmente percebemos a estreita ligação entre o Sagrado Coração e a Eucaristia.

O Evangelho insiste no olhar sobre a compaixão de Deus diante da nossa fragilidade. E não se trata apenas da nossa ligação ao pecado e à confissão. A misericórdia divina ultrapassa a dimensão do pecado e recorda-nos continuamente que o convite “Sede misericordiosos” retoma o grande mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Uma palavra também para as Associações do Apostolado da Oração, presentes em tantas das nossas paróquias e que, de forma discreta e eficiente, promovem e alimentam redes de oração e de proximidade entre os seus membros e o mundo.

Num tempo em que a eficiência é enaltecida e continuamente medida pelos resultados visíveis, o Apostolado da Oração convida à confiança e à esperança, valorizando o compromisso pessoal e o acto de semear pelo bem de todos.

Talvez o mundo e a Igreja não vejam o bem diariamente semeado pelos Associados do AO, mas testemunham as graças que continuamente o Coração de Jesus lhes concede.

in Voz de Lamego, ano 87/32, n.º 4417, 20 de junho 2017

RELIGIÃO DO POVO | Editorial Voz de Lamego | 31 de maio de 2016

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A abrir o Jornal Diocesano, Voz de Lamego, a Peregrinação Arciprestal ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, lembrando-nos que outras peregrinações marianas marcam, em particular, o penúltimo e último domingos de maio, um pouco poro todo o lado, realizadas em paróquias ou conjuntamente nas zonas pastorais.

O Editorial do Pe. Joaquim Dionínio lança-nos para o mês seguinte e para uma das devoções populares enraizadas nas nossas paróquias, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, cuja solenidade se celebra na próxima sexta-feira, 3 de junho, com uma palavra de agradecimento e incentivo para os zeladores das Associações do Apostolado de Oração…

RELIGIÃO DO POVO 

O ritmo pastoral das nossas paróquias continua a ser marcado, também, pela piedade popular ou, no dizer de Paulo VI, pela “religião do povo”.

Apesar de nem sempre considerada, a verdade é que esta religiosidade “manifesta uma sede de Deus que só os simples e os pobres podem conhecer; torna capazes de generosidade e de sacrifício até ao heroísmo, quando se trata de manifestar a fé; comporta um sentido apurado dos atributos profundos de Deus: a paternidade, a providência, a presença amorosa e constante; gera atitudes interiores raramente observadas noutro lugar no mesmo nível: paciência, sentido da cruz na vida diária, desapego, abertura aos outros, devoção” (EN 48).

Neste mês de Junho, assume particular destaque a devoção ao Coração de Jesus, possibilitando a todos “uma atitude de fundo feita de conversão e reparação, de amor e gratidão, de empenhamento apostólico e de consagração a Cristo e à sua obra salvífica” (Directório sobre a piedade popular e a Liturgia 172).

Em pleno Jubileu da Misericórdia, tal devoção permite contemplar a universalidade, a gratuidade e a proximidade do amor de Cristo. Porque o Coração do Salvador é ponto de encontro, refúgio que abriga e fonte que sacia.

Por outro lado, contemplar e celebrar o amor de Cristo é comprometer-se com Ele, assumindo a sua pessoa e a sua palavra como norma de conduta, dando testemunho.

Às vezes, coisas simples e aparentemente datadas (ultrapassadas) podem revelar-se como oportunidade de encontro e meio para chegar mais longe. Vem isto a propósito das Associações do Apostolado de Oração e da “rede” que Zeladores e Associados podem ajudar a manter numa comunidade paroquial.

A nossa homenagem e gratidão a tantos Zeladores que, mensalmente e com o pretexto de distribuírem a “folhinha”, contribuem para tornar mais visível a proximidade e mais efectiva a comunhão eclesial.

in Voz de Lamego, ano 86/26, n.º 4365, 31 de maio de 2016

D. ANTÓNIO COUTO FAZ NOVAS NOMEAÇÕES

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NOTA DA VIGARARIA GERAL

Pela presente Nota, faz-se saber que o Sr. D. António José da Rocha Couto, Bispo de Lamego, procedeu às seguintes nomeações:

1. Rev.mo Pe. José Francisco Carvalho da Silva, Chanceler da Cúria.

2. Rev.mo Pe. Fernando Albano Cardoso, Assistente Espiritual do Apostolado da Oração.

O Senhor D. António manifesta aos dois a sua gratidão pela sua inteira disponibilidade, deseja-lhes os maiores êxitos nesta sua missão e concede-lhes as faculdades necessárias para o recto desempenho das suas funções.

O Senhor Bispo agradece também, em nome da Diocese, todos os serviços que generosa e desinteressadamente foram prestados pelo anterior Chanceler e Assistente Espiritual do Apostolado da Oração, Mons. Germano José Lopes.

Lamego, 18 de Abril de 2015

Pe. Joaquim Dias Rebelo, Vigário Geral da Diocese

APOSTOLADO DA ORAÇÃO

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Associação de fiéis presente em muitas paróquias 

Um caminho espiritual que a Igreja propõe a todos os cristãos para os ajudar a ser amigos e apóstolos de Jesus Ressuscitado na vida diária.

 O novo secretário nacional do Apostolado da Oração (AO), o jesuíta Pe. António Valério, escreveu a todos os sacerdotes para apresentar as recentes alterações em algumas das habituais publicações distribuídas aos Associados do Apostolado da Oração. Ao mesmo tempo, anunciou também a iniciativa “Click to Pray”, cujo objectivo é disponibilizar, numa plataforma digital, subsídios para a oração diária.

Porque o Apostolado da Oração está muito difundido nas nossas paróquias e porque rezar nunca é demais, aqui ficam algumas passagens dos textos recebidos para melhor conhecermos esta realidade eclesial.

Rede de oração

A intimidade com Jesus, alimentada na oração quotidiana, faz com que a pessoa se torne interiormente disponível para a missão de Cristo, desejando colaborar com Ele na redenção do mundo.

O Apostolado da Oração é também uma rede mundial de oração ao serviço dos desafios da humanidade e da missão da igreja, expressos nas intenções mensais de oração do Papa. Esta rede mundial de oração conta com mais de 40 milhões de pessoas, presentes em 86 países.

O que faz e o que distingue o Apóstolo da Oração?

– Vive diariamente os três momentos de oração, para se colocar junto a Jesus ressuscitado e oferecer-lhe a sua vida em disponibilidade apostólica.

– Compromete a sua vida em oração e serviço, em resposta aos desafios para a humanidade e para a missão da Igreja presentes nas intenções mensais do Papa.

– Participa na rede mundial e nacional do AO, em contacto com o Secretariado Nacional, através das suas publicações, propostas de oração e formação e dos seus sites e redes sociais na internet.

Vive apoiado nas práticas fundamentais da vida cristã

– A Eucaristia, que o conduz à experiência interna do Coração de Jesus e o dispõe a viver com Ele e ao seu estilo, ao serviço da sua missão. A entrega de Jesus pela humanidade que se faz realidade em cada Eucaristia é, para o AO, o modelo de oferecimento e disponibilidade.

– O amor e a devoção a Maria, modelo de disponibilidade apostólica, cujo coração está cheio de Jesus e dos seus projectos.

– Participação num grupo de vida, em união com outras pessoas que vivem o AO, quando possível e onde estes grupos existam ou possam ser formados.

Como se põe em prática o caminho do Apostolado da Oração?

Um escriba instruído sobre o Reino dos Céus é como um dono de casa que do seu tesouro sabe tirar coisas novas e velhas (Mateus 13. 52).

As práticas espirituais do AO têm sido muito variadas. Hoje, em “fidelidade criativa” à intuição original do AO, procuramos, no tesouro da nossa tradição, práticas antigas e outras novas que desejamos propor.

Clicktopray3Os três momentos de oração ao longo do dia

– Com Jesus pela manhã.

Ao iniciar o dia, peço ao Pai que me faça disponível à missão do Seu Filho para este novo dia, oferecendo o que sou e o que tenho. Posso expressar este oferecimento usando palavras minhas ou recorrendo a uma oração de oferecimento escrita. Peço ao Espírito Santo que abra o meu coração às necessidades e desafios da humanidade e da missão da igreja, e rezo por eles segundo as intenções do Papa para este mês.

– Com Jesus durante o dia.

Em vários momentos, mais ou menos longos, em caminho ou em repouso, em casa ou no trabalho, tomo consciência de estar na presença do Senhor e renovo-Lhe a minha disponibilidade.

– Com Jesus à noite.

No final do dia, num momento de silêncio, peço ao Espírito Santo que me ajude a reconhecer a presença de Jesus comigo durante esse dia e pergunto-me de que modo fui disponível à sua missão. Vejo como fui obstáculo à sua acção na minha vida e peço-Lhe que, na sua misericórdia, transforme o meu coração. Peço-Lhe ajuda para viver outro dia unido a Ele.

Cada um escolherá aquilo que mais o ajude a viver estes momentos de oração: uma imagem de Jesus, um crucifixo, um lugar especial, usando meios digitais, etc.

O que significa oferecer o dia pelas intenções do papa?

Oferecer o dia pelas intenções do Santo Padre é fazer com que tudo o que nos acontece ao longo do dia passa, na forma misteriosa que apenas Deus conhece, tocar as pessoas a quem se dirige a nossa oração. É fazer da própria vida uma oração de intercessão.

O Santo Padre confia ao Apostolado da Oração duas intenções de oração para cada mês, que expressam as suas grandes preocupações pela humanidade e pela igreja: uma chamada Universal  e outra Pela Evangelização (ou “de Evangelização”).

As intenções Universais recolhem temáticas que apelam a todos os homens e mulheres de boa vontade, não só aos católicos. As intenções Pela Evangelização tocam desafios da vida própria da igreja, e expressam o desejo de fazer dela um melhor instrumento para a evangelização.

Além de se comprometer a orar por estas intenções, o AO é responsável por as divulgar no mundo inteiro e fazer com que mais pessoas acompanhem o Papa na sua oração. Orar com ele é o primeiro símbolo ou expressão do compromisso do AO em favor da missão da igreja universal.

São desafios para a nossa vida pessoal, pois somos chamados a viver em coerência com aquilo por que estamos a rezar. São também convites para nos aproximarmos de outras pessoas ou instituições que trabalham no âmbito da intenção pela qual se está a rezar, sejam ou não da igreja, para procurar iniciativas de colaboração em favor de algo que é preocupação comum.

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4291, ano 84/53, de 2 de dezembro de 2014