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Almacave Jovem  Porque não Taizé? 

Em pleno Verão, depois dos exames e das frequências nas faculdades, são milhares os jovens portugueses que participam de um modo exuberante nos vários Concertos Alive que proliferam desde o norte ao sul do país. Para alguns, há outras “fugas” que arrastam igualmente muitos deles, durante o mês de Agosto, ao encontro de outras melodias musicais e que, por isso, optam por outros “concertos” a transbordar de alegria e cheios de vida, onde a música é também silêncio, as palavras não fazem barulho e o estar com outros tem a marca da fraternidade e da comunhão ecuménica.

Taizé é esse lugar de eleição.

Porquê esta aventura de peregrinar até Taizé?

Estar em Taizé, durante uma semana, é fazer a experiência de uma vida simples e pobre, partilhada com jovens de todo mundo sem preconceitos étnicos, ideológicos e religiosos, sem alienações e sem a tentação do isolamento que descompromete. Aqui, esquecemos o viver carregado de stresses, as futilidades, as crispações de toda a ordem, e os temores que nos tolhem, hoje mais do que nunca, a serenidade do nosso dia-a-dia. Ir a Taizé é sentir-se acolhido por uma comunidade ecuménica marcada por duas aspirações: avançar numa vida de comunhão com Deus e com os outros, através da oração, da reflexão e do silêncio, e assumir a responsabilidade de se ser hoje no mundo, no nosso país e nas nossas paróquias, fermento de paz, de confiança e de misericórdia. As pessoas que aqui se cruzam connosco, sejam de outros países ou de outras culturas, ou até de diferentes confissões religiosas, conseguem transmitir alegria, tranquilidade, esperança, paz e simplicidade: esta é a única linguagem descodificada, sem tradutores, que se fala em Taizé.

Ao contrário do que se poderia esperar, a vida em Taizé não é monótona: as orações comunitárias três vezes ao dia são momentos marcantes no ritmo diário dos jovens ; as reflexões de textos bíblicos por grupos etários são enriquecedoras e orientam para a partilha da vivência da fé, e o trabalho de voluntariado tem sempre a alegria do servir o outro.

Porque precisamos todos os anos deste “concerto alive”, também com canto e música, mais uma vez um grupo de jovens e adultos da Paróquia de Almacave parte no dia 4 de Agosto rumo à Comunidade Ecuménica de Taizé, na Borgonha-França. Regressaremos à nossa Paróquia com a alma cheia de melodias com outras pautas, para sermos semeadores da paz, da simplicidade e misericórdia, e mais comprometidos com a missão de saber falar de Deus, com linguagens novas, aos jovens das nossas paróquias.

SF,  in Voz de Lamego, ano 87/38, n.º 4423, 1 de agosto 2017

Saudação do Grupo Almacave Jovem aos novos crismandos

Jovens amigos,
que hoje recebestes o Dom do Espírito Santo

Também nós, grupo Almacave Jovem, ficamos felizes, neste dia em que recebestes o Sacramento da Confirmação. Um dia, recebemos também nós a Força do Espírito que nos faz testemunhas de Jesus ressuscitado. Sexta-feira, à noite, estivemos em vigília convosco, pedindo ao Espírito Santo que a todos nos ilumine com os seus dons. Hoje, mais do que nunca, somos desafiados a ser mais fortes e a não deixar que essa luz que nos habita esmoreça. Vivemos num mundo que gira a alta velocidade, indiferente ao sofrimento de quem passa. Indiferente ao grito desse Amor que chama, que impele, que procura e não encontra. Um Mundo que se vai deixando esmagar pelas trevas. Somos cada vez mais urgentes! Precisamos de despertar desse sono e ir, sem medo, dar tudo – “dar sempre seis”! Que nunca vos passe pela cabeça que o vosso gesto não faz diferença, que as vossas mãos não são necessárias, que a vossa vida não é capaz de marcar outras. “Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (…) Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo.”
Hoje, mais do que nunca, deveis sentir a força desse espírito que nos empurra, que nos corta as amarras e nos leva por caminhos que nunca pensámos percorrer; que nos levanta, mesmo quando pensamos já não ser mais capazes de caminhar. Ele vive em nós! Escutai-O no silêncio e sabei que jamais caminhareis sozinhos. E que por maiores que sejam as tempestades, nunca nada será maior que o Amor que Deus tem por cada um de nós. Que este dia fique tatuado nas vossas vidas como um compromisso de Amor que deve guiar-vos para sempre. Carregai bem alta essa luz que rasga as trevas e senti que nada será capaz de vos separar do Amor de Deus. Ler mais…

GRUPO ALMACAVE JOVEM | CONFERÊNCIA “ONDE ESTÁ DEUS”

Decorreu no passado dia 21 de Abril, no Centro Paroquial de Almacave, a apresentação da Conferência “Onde está Deus? Dor e Sofrimento do ponto de vista da Fé e da Esperança Humana” que congregou centenas de pessoas, ansiosas de ouvir a partilha dos conferencistas envolvidos, dada a sua biografia mas, acima de tudo, pela sua vasta experiência de vida.

A organização deste evento esteve a cargo do Grupo Almacave Jovem que não se poupou a esforços para a sua divulgação através dos mais diversos meios de comunicação.

A abertura foi realizada com uma intervenção de D. António Couto, Bispo de Lamego, que nos salientou que“a dor é para dizer”, nas nossas vidas e na vida dos que nos rodeiam, lembrando mesmo a sua ligação com as vitimas dos incidentes recentemente ocorridos no nosso Concelho ,a quem é necessária a ajuda material mas, mais ainda que se ouçam na sua dor. Ler mais…

Dor e Sofrimento. Onde está Deus?

No passado dia 21 de abril o grupo Almacave Jovem promoveu uma conferência subordinada à temática “Dor e Sofrimento”, no Auditório do Centro Paroquial. Foi um momento de partilha de conhecimentos e experiências em torno de questões importantes, como o conceito de dor total e a abordagem do sofrimento na perspetiva da Igreja e dos cuidados de saúde, apontando os cuidados paliativos como uma das respostas. A European Association for Palliative Care (EAPC) define cuidados paliativos como “cuidados ativos e totais do doente cuja doença não responde à terapêutica curativa, sendo primordial o controlo da dor e outros sintomas, problemas sociais, psicológicos e espirituais. São cuidados interdisciplinares que envolvem o doente, família e a comunidade nos seus objetivos e devem ser prestados onde quer que o doente deseje ser cuidado, seja em casa ou no hospital. Afirmam a vida e assumem a morte como um processo natural e, como tal, não antecipam nem adiam a morte. Procuram preservar a melhor qualidade de vida possível, prevenindo e aliviando o sofrimento evitável, ou seja, reconhecendo e melhorando a experiência da pessoa que sofre.

Cuidados às pessoas na fase final da sua vida, nomeadamente aos moribundos, foram sendo disponibilizados e efetuados desde os tempos mais remotos da História por personalidades individuais ou grupos, sobretudo religiosos. Embora não se possa nem deva retirar o mérito e importância a estes cuidados, que eram sobretudo cuidados de âmbito geral e caritativo, é importante não confundir com o Movimento Moderno dos Cuidados Paliativos, que se reporta aos anos 60, pela mão da Dame Cicely Saunders. Na sua perspetiva mais moderna, estes cuidados combinam cuidados clínicos, formação e investigação e são prestados no seio de uma equipa multidisciplinar constituída por médico, enfermeiro, assistente social, psicólogo, assistente operacional, fisioterapeuta, nutricionista, assistente espiritual, voluntário e outros que seja necessário envolver, de acordo com o plano individual e integral de cuidados. No centro da equipa está o doente e família. ”. Por forma a mitigar o sofrimento, os vários elementos da equipa desenham intervenções holísticas e compassivas que promovam a transição a uma nova circunstância de vida, reduzindo formas evitáveis de sofrimento e ansiedade e promovendo o bem-estar. Os cuidados devem refletir a coordenação, competência, acessibilidade,  informação entendível, na quantidade adequada a cada pessoa e um rigoroso controlo sintomático e expressão emocional.

Em Portugal, a história dos cuidados paliativos modernos tem cerca de 25 anos. As primeiras equipas multidisciplinares estavam sediadas no IPO Porto (Professor Ferraz Gonçalves), no Hospital do Fundão (Dr Lourenço Marques) e no Centro de Saúde de Odivelas (Drª Isabel Galriça Neto. Para aceder ao número, localização, contactos e tipologia das equipas (intrahospitalar, comunitária de suporte e internamento) consulte informação em https://www.sns.gov.pt/sns/cuidados-paliativos/unidades-de-cuidados-paliativos/. Existem ainda equipas de cuidados paliativos em hospitais privados. O médico assistente, no hospital ou comunidade, é a pessoa mais bem colocada para facilitar o acesso a cuidados paliativos.

Catarina Simões (enfermeira de cuidados paliativos)

in Voz de Lamego, ano 87/24, n.º 4409, 25 de abril de 2017

A dor e o sofrimento do ponto de vista da fé e da Esperança cristã

«Onde está Deus?»,

A dor e o sofrimento do ponto de vista da fé e da Esperança cristã

 

A dor e o sofrimento humano, do ponto de vista da fé e da esperança cristã, estará em debate numa conferência organizada pelo Grupo Almacave Jovem da Paróquia de Santa Maria Maior de Almacave. Esta conferência intitulada “Onde está Deus?”, acontecerá no dia 21 de Abril, às 21h30, no Auditório do Centro Social e Paroquial de Almacave, em Lamego.

O Papa Francisco, nas Jornadas Mundiais de Cracóvia questionou os jovens: “Onde está Deus, quando doenças cruéis rompem laços de vida e de afeto? Ou quando as crianças são exploradas, humilhadas, e sofrem – elas também – por causa de graves patologias?”.

Perante amargos acontecimentos que marcam hoje a vida de tantos, são muitas as questões e inquietações existenciais, sob o ponto de vista humano e espiritual, mesmo entre os crentes, para os quais nem sempre a fé e a esperança cristã são uma resposta clara. Como “compreender” o silêncio de Deus, perante situações tão sofridas, como aquelas que têm marcado ultimamente a história da humanidade? Onde está Deus, o seu amor e a sua misericórdia perante os gritos dilacerantes dos injustiçados? Como compreender “ o pensar” de Deus, quando nos deparamos com a possibilidade de uma morte mais suave e menos dolorosa que algumas pessoas optam por ter, a eutanásia, em vez de viveram uma morte mais lenta e sofrida, mas com o alívio do sofrimento e a presença solícita dos seu familiares no acompanhamento da dolorosa doença e no respeito pelo direito da dignidade da vida humana, como um dom dado a cada homem só por Deus?

Para debater estas questões e outras também pertinentes, foi convidado, para esta conferência, um conjunto de figuras de várias sensibilidades e áreas do saber, que pela sua experiência profissional e de vida, dessem o seu testemunho, relevando a importância da fé e da esperança cristã perante o sofrimento. Neste âmbito, foram os convidados os seguintes oradores:

-> Catarina Simões, natural de Lamego, enfermeira há vários anos, com especialização em Enfermagem Comunitária. Exerceu, ao longo de 16 anos, a sua atividade clínica no IPO do Porto sempre na área dos cuidados paliativos, inicialmente no serviço de internamento, passando pela equipa intra-hospitalar e na consulta externa de Cuidados Paliativos. Possui um Curso de Especialização em Bioética e Ética Médica (FMUP) e Mestrado em Oncologia (ICBAS-UP). Atualmente é enfermeira responsável pela Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz;

-> Padre José Manuel Pereira de Almeida, médico e especialista de Anatomia Patológica do Instituto Português de Oncologia de Lisboa. Ordenou-se sacerdote em 1986. Doutorado em Teologia, é o coordenador Nacional da Pastoral da Saúde e Diretor da Comissão da Pastoral Social e Mobilidade Humana. Pároco em Santa Isabel, Diocese de Lisboa e Assistente religioso da Cáritas Portuguesa.

-> Mark Mekelburg, cofundador da Operação Nariz Vermelho, Coordenador da Formação Externa, palha-strante e formador do workshop “À Procura do Seu Palhaço Interior” e da palh-estra “Eu Brinco em Serviço” além de ser o “Dr. P.P.P. Pipoca” nos hospitais. Trabalha como palhaço desde 1979, tendo já realizado centenas de espetáculos e formações para escolas, empresas, comunidades paroquiais e eventos particulares. É casado com uma angolana e pai de dois filhos Afro–Luso–Americanos e vive em Portugal há 26 anos.

Moderará este debate o Sr. Enf. José Manuel Correia, enfermeiro no Centro Hospital de Trás-os-Montes e Alto Douro, Especialista em Enfermagem de Reabilitação e secretário da Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Reabilitação.

De referir, por fim, a colaboração da Caixa de Crédito Agrícola, das Caves da Raposeira, da empresa Kymagem, da Paróquia de Almacave e da Diocese de Lamego que contribuíram generosamente para a concretização desta conferência.

in Voz de Lamego, ano 87/22, n.º 4407, 11 de abril de 2017

Jovens de Almacave em retiro anual

Realizou-se no Seminário de Resende, nos dias 31 de Março, 1 e 2 de Abril o Retiro Anual do Grupo Almacave Jovem, cuja finalidade tem vindo a ser, desde há largos anos, a integração dos adolescentes que se preparam para receber o sacramento da confirmação no grupo de jovens da paróquia de Almacave. Devido à Celebração do Centenário das Aparições de Fátima no presente ano, julgou-se pertinente que, tendo como tema orientador do Retiro -“Estarei sempre contigo”-, Maria estivesse presente e fosse figura central de todas as atividades.

Ao longo de todo o fim-de-semana, os jovens refletiram sobre a importância do “sim” da virgem no projeto de amor de Deus, e foram sendo desafiados a, tal como ela e como os pastorinhos de Fátima, entregar as suas vidas e a dizer “sim”, sem medo. Debruçando-se sobre os mistérios do terço, foram descobrindo a importância da oração, e que as fórmulas tradicionais que, tantas vezes acabamos por repetir de forma mecanizada, podem simplesmente traduzir-se num “Amo-te”. Refletindo sobre os mistérios gozosos, concluíram que, tal como Maria acolheu sem reservas o projeto que Deus tinha para si, também eles eram desafiados a cultivar e deixar florir as sementes que Deus coloca nas suas vidas. Sobre os mistérios dolorosos, foram desafiados, a aceitar as cruzes do caminho, sem medo, e confiantes na promessa dessa vida nova que vem de Deus, que jamais os abandona. Ao abordar os mistérios gloriosos, refletiram sobre as mudanças que o Espírito Santo opera nas nossas vidas, tornando-as mais belas, mais ricas, e permitindo-nos ir mais longe, como o ar que colocamos no interior de um balão vazio e sem utilidade, que lhe permite mudar de forma e alegrar a vida. Relativamente aos mistérios luminosos, os jovens foram desafiados a não deixar nunca esmorecer a chama que acenderam no dia do seu Batismo, e a serem luz uns para os outros.

Este retiro contou com diversos momentos: lúdicos, de silêncio, de oração e de reflexão. Terminou no passado dia 2 de Abril com Eucaristia na Igreja Matriz de Resende, seguindo-se um almoço convívio e uma partilha de testemunhos vividos, na presença dos pais e outros familiares dos jovens participantes. De coração cheio, os jovens partiram com o desafio de dizer “sim” a todos os desafios que Deus vai colocando nas suas vidas, procurando entregar-se totalmente a esse projeto de Amor, tal como Maria, confiando que o seu olhar atento de mãe, encurta as distâncias até Deus e na esperança que o Espírito Santo que irão receber aquando do Sacramento da Confirmação lhes dê força para serem mais e melhores.

Catarina Gonçalves,

Grupo Almacave Jovem, in Voz de Lamego, ano 87/21, n.º 4406, 4 de abril de 2017

Almacave Jovem: Natal solidário

hospital

Nesta época natalícia, é sempre bom relembrar que é tempo de reunir a família…. Mas é também tempo de sermos mais próximos daqueles que por diversos motivos não vivem este Natal. Começa aí o desafio, o de sermos capazes de ir ao encontro dos outros, partilhando com eles a alegria e fé naquele que vem anunciar o Amor. Para isso, basta chegar com um sorriso para que um coração “angustiado” se encha de felicidade e seja capaz de renascer na esperança da mensagem de Jesus. É neste sentido que o nosso grupo Almacave Jovem todos os anos, durante este período de férias, agenda visitas aos doentes da Paróquia, aos lares de idosos, ao CAT, Portas P’rà Vida, ao hospital de Lamego e ao Estabelecimento Prisional. Junto deles, cantamos, conversamos, fazemos uma breve oração e, com o Menino que transportamos como anúncio de que o Natal é sempre quando o homem quiser, sentimos a alegria e a emoção dos que olham para nós como portadores da Mensagem Do Natal. Foi neste contexto que partimos em Missão de Anúncio.

Decidimos então, por uns dias, deixar os nossos afazeres, dirigindo-nos até aos que mais precisavam de nós. Nem sempre é fácil quando nos deparamos com a realidade do que é por vezes o abandono, mas cabe-nos a nós mudar isso, nem que seja por um breve momento e sabemos que as lágrimas que vemos muitas vezes, são lágrimas de alegria, de agradecimento, de preenchimento de algo que estava esquecido: um coração com amor!

Quantas vezes é que tentamos pôr-nos no lugar do outro?

Não é difícil dedicarmos algum do nosso tempo a crianças que não vivem o Natal como muitas outras, com o aconchego das suas famílias. Não é difícil conversar um pouco com os idosos que estão nos lares e partilhar com eles um momento de oração. Não é difícil ir ao encontro dos reclusos que, fechados entre quatro paredes, apenas querem sentir o “abraço” do perdão e aceitação, que querem viver Jesus e mostram tanto entusiasmo e dedicação aquando a nossa chegada. É também tão gratificante quando nos dirigimos ao Portas P’rà Vida e passamos uma manhã a cantar, a dançar e conversar com pessoas tão cheias de felicidade! Pessoas que gostam de companhia, de abraços, que nos fazem olhar “para lá do que se vê” e ver a vida de uma outra perspetiva!

Para nós Almacave Jovem, o Natal antecipou-se e prolongou-se assim nas nossas vidas, fora do calendário convencional. Fomos em missão, mas sem dúvida que regressámos mais ricos com o que deles recebemos porque afinal de contas “é no dar que se recebe”.

Inês Gonçalves, Almacave Jovem,

in Voz de Lamego, ano 87/08, n.º 4393, 3 de janeiro de 2017