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Archive for the ‘Jubileu da Misericórdia’ Category

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE

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No ensinamento social da Igreja, que aqui apresentamos muito brevemente, encontramos também o princípio da subsidiariedade.

Ao contrário do que se poderia pensar ao ouvir tal palavra, não se trata de cultivar uma “cultura do subsídio” ou de manter uma prática assistencialista que desresponsabiliza. A ideia de subsídio anda por lá, mas para sublinhar uma “atitude de ajuda”, de apoio e promoção de instâncias menores, de modo a que estas possam cumprir a sua parte ou o que lhes compete, concretizando uma certa corresponsabilização.

O princípio da subsidiariedade é necessário para promover a dignidade e os direitos da pessoa e construir uma sociedade solidária e pluralista, onde a família e as comunidades particulares (grupos, associações, instituições) sejam valorizadas pelas comunidades mais amplas (a região, o Estado).

Na Encíclica “Quadragesimo anno”, já o Papa Pio XI escrevera: “Como é ilícito impedir que cada pessoa realize o que deve fazer por suas próprias forças e tirar-lhe a iniciativa pessoal para entregá-las à comunidade, assim também é injusto confiar a uma sociedade maior e mais desenvolvida o que pode ser feito pela comunidade mais pequena e menos desenvolvida” (n.º 72). A autêntica subsidiariedade afasta-se tanto do individualismo como do colectivismo; valoriza a família e as comunidades particulares, em que as pessoas se envolvem mais de perto.

Tal como ensina o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, “o princípio da subsidiariedade protege as pessoas dos abusos das instâncias sociais superiores e chama estas últimas a ajudar os indivíduos e os corpos intermédios a desempenhar as próprias funções. Este princípio impõe-se porque cada pessoa, família e corpo intermédio tem algo de original para oferecer à comunidade” (n.º 187).

Assim, a concretização deste princípio permite afastar algumas situações que, de vez em quando, são apresentadas como obstáculo ao desenvolvimento local e à iniciativa privada: centralização, burocratização, assistencialismo, presença injustificada e excessiva do Estado e do aparato público. Quem é que nunca ouviu (ou experimentou) queixas contra a morosidade ou excessiva burocracia para resolver algo? E quantas vezes o centralismo das decisões e aprovações adia soluções? E quantas iniciativas demonstram que, numa escala mais próxima e reduzida, se prestam melhores serviços e se encontram soluções adequadas? Apetece dizer que, em muitas situações, o grande incentivo por parte da administração pública poderia estar mais nos obstáculos a remover do que nos subsídios a conceder!

A concretização deste princípio exige o reconhecimento da pessoa e das famílias, mas também a valorização das associações / organizações e incentivos que promovam o serviço ao bem comum, a articulação pluralista ou a descentralização burocrática e administrativa.

Como facilmente se constata, este princípio exige e valoriza a participação dos indivíduos, associações, grupos, família… A tal sociedade civil de que se ouve falar muito em certas ocasiões!

Por outro lado, a participação na vida comunitária é uma aspiração do cidadão e um pilar da democracia.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | BEM COMUM

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A expressão “bem comum” não é estranha à nossa linguagem, dando a entender algo de bom que diz respeito a todos, em oposição a uma realidade boa que seria apenas de um ou de alguns. E percebemos de imediato o alcance deste princípio da doutrina social da Igreja (DSI): a dignidade, unidade e igualdade de todos é algo de fundamental que não pode ser hipotecado na organização social.

O último concílio define o bem comum como “o conjunto das condições de vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição” (GS 26). E sobre o assunto, o Compêndio da Doutrina Social da Igreja afirma que o bem comum “não consiste na simples soma dos bens particulares de cada sujeito do corpo social. Sendo de todos e de cada um, é e permanece comum, porque indivisível e porque somente juntos é possível alcançá-lo, aumentá-lo e conservá-lo, também em vista do futuro” (CDSI 164).

Isto significa que a sociedade deve ter tal realidade como meta, sendo que ninguém se pode dispensar deste viver com os outros e pelos outros para se realizar. Mas também o Estado se deve esforçar por servir tal objectivo, já que é o bem comum a sua razão de ser, o fruto do contributo de todos os cidadãos. E isto não se consegue sem a justiça.

O ensinamento social da Igreja olha para a acção política autêntica como um serviço para o bem comum, com transparência e competência. Como ensina o concílio, “a ordem social e o seu progresso devem, pois, reverter sempre em bem das pessoas, já que a ordem das coisas deve ser subordinada à ordem das pessoas” (GS 26). Dito de outra maneira, “a comunidade política existe, portanto, em vista do bem comum; nele encontra a sua completa justificação e significado e dele deriva o seu direito natural e próprio” (GS 74).

O bem comum, segundo as exigências da liberdade e da solidariedade, engloba todos os direitos fundamentais de pessoas, os valores morais e culturais que são objecto de consenso geral, as estruturas e as leis de conveniência, e prosperidade e segurança. É legítimo ter diferentes visões do bem comum, mas nunca é lícito subordiná-lo ao interesse pessoal ou de partido (cf. GS 75).

Os cidadãos são, ao mesmo tempo, destinatários e protagonistas da política (CFL 42); são obrigados, em consciência, a observar as leis justas e a pagar os impostos; têm o direito-dever de aprovar o sistema político, de eleger os governantes e de controlar o seu trabalho.

E se todos devem cooperar para a concretização do bem comum, alguns têm a função de coordenar e dirigir, nesse sentido, as diversas energias: são os detentores da autoridade pública, exercendo o poder a favor do povo e com o povo.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016

MMF: Peregrinação Diocesana ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa

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O Movimento da Mensagem de Fátima, viveu no passado sábado, dia 8 de outubro, a sua Peregrinação Diocesana Anual, ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa.

Como já vai sendo habitual, ao longo de muitos anos, este é um acontecimento que junta muitos Mensageiros, amigos e família em oração à Mãe. Em Ano de Jubileu, prestes a terminar, muitos foram aqueles que aproveitaram a ocasião para celebrar e viver a Reconciliação. A Porta Santa, aberta neste Santuário, foi atravessada pelos Mensageiros de muitas paróquias da Diocese que aqui quiseram vir em busca da misericórdia divina, do conforto da fé e dos auxílios de Nossa Senhora.

Um grupo de Mensageiros das Paróquias de Barcos, Tabuaço e Vale Figueira, orientados pelo sr. Padre Manuel Gonçalves, a quem agradecemos muito a participação e colaboração, deu início à Peregrinação no Santuário, com a saudação a Nossa Senhora da Lapa, numa oração pela paz. A seguir, fez-se a caminhada para o recinto das celebrações, encabeçada pelas bandeiras do Movimento nas Paróquias estavam presentes. O Assistente Diocesano, o sr. Pe. Vasco Pedrinho, orientou a oração e meditações sobre  o tema do  último número do Boletim, intitulado:  “Eu vim para que tenham vida”. Ler mais…

Movimento da Mensagem de Fátima: Adoração Eucarística

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E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28, 20)

Continuando a viver o Ano Jubilar da Misericórdia, recordando o Centenário das Aparições do Anjo aos Pastorinhos e preparando-nos para as celebrações do Centenário das Aparições de Nossa Sennhora, em Fátima, o Movimento da Mensagem de Fátima tem promovido ao longo deste ano, no primeiro Domingo de cada mês, uma hora de Adoração Eucarística na capela do Espírito Santo, na cidade de Lamego. O fundamento, a origem e a meta da Mensagem de Fátima é Jesus Cristo, de quem o Anjo foi adorador e portador na Loca do Cabeço. Como propósito e dever do MMF propomos que se promova e se incentive a participação nestes momentos de oração tão íntima e intensa de adoração e de louvor eucarístico. Em plena baixa da Cidade, onde por vezes o ruído exterior se mistura com o som dos cânticos e orações no interior, esta bela Capela do Espírito Santo quase sempre se enche de fiéis para rezar, louvando, agradecendo, suplicando e intercedendo a Jesus Sacramentado.  Como seria proveitoso para todos os fiéis que aqui ou noutros espaços e nas suas paróquias tivessem a oportunidade de estar mais com Jesus, para além da celebração da Eucaristia, como  tão bem nos ensina o pequeno Francisco e como solicitamente nos recomedam os documentos da Igreja:

“A Igreja Católica sempre prestou e continua a prestar este culto de adoração que é devido ao sacramento da Eucaristia não só durante a missa, mas também fora da sua celebração: conservando com a maior diligência as hóstias consagradas, expondo-as aos fiéis para que solenemente as venerem, e levando-as em procissão” (Catecismo da Igreja Católica, 1378).

Como tão bem afirmava Santo Afonso Maria de Ligório: “A devoção de adorar Jesus sacramentado é, depois dos sacramentos, a primeira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós”; e ainda como refere São João Paulo II na sua Encíclica Ecclesia de Eucaristhia, nº 25,  “O culto prestado à Eucaristia fora da Missa é de um valor inestimável na vida da Igreja, e está ligado intimamente com a celebração do sacrifício eucarístico. A presença de Cristo nas hóstias consagradas que se conservam após a Missa – presença essa que perdura enquanto subsistirem as espécies do pão do vinho – resulta da celebração da Eucaristia e destina-se à comunhão, sacramental e espiritual. Compete aos Pastores, inclusive pelo testemunho pessoal, estimular o culto eucarístico, de modo particular as exposições do Santíssimo Sacramento e também as visitas de adoração a Cristo presente sob as espécies eucarísticas”.

Que Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a Mãe Eucarística, nos guie pelos caminhos do amor e da esperança, com a alegria e a certeza da presença real, sempre actual e actuante de Jesus na Eucaristia.

Pe. Vasco Pedrinho, Assistente Diocesano do MMF

in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016

Escuteiros em peregrinação no Santuário de Nossa Senhora de Fátima

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Era um gosto vê-los chegar, logo pela manhã do dia oito de outubro de 2016, partindo de dez lugares diferentes, previamente escolhidos pela organização, à volta de Fátima onde começara a primeira etapa da Peregrinação Nacional do CNE. Era uma caravana imensa que encheu de alegria e fé juvenil cerca de 50.000 participantes de todo o país, da França, da Espanha, da Suíça.

O lema estava bem declarado no logótipo da bandeira da Peregrinação, empunhada com orgulho: 10.100 fm: 10-dezena; 100-Centenário das aparições; f-Frassati/Fátima e o slogan: sintoniza-te nos trilhos da Misericórdia. Ler mais…

MISSÃO E MISERICÓRDIA | Editorial Voz de Lamego | 11 de outubro

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Como destaque da capa da edição da Voz de Lamego desta semana, a Peregrinação Diocesana do Movimento da Mensagem de Fátima ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa e o Centenário do regresso dos Franciscanos a Lamego, mas basta abrir e folhear o jornal que outros temas, notícias, acontecimentos, eventos, relacionados com a diocese e com a região, com a sociedade e com a Igreja e, riqueza deste semanário, as reflexões que nos apontam a viver melhor.

Porta de entrada, o Editorial da Voz de Lamego, do seu Diretor, Pe. Joaquim Dionísio, que liga a Missão à Misericórdia, tendo em conta o Ano Santo da Misericórdia e o Dia Mundial das Missões que se aproxima.

MISSÃO E MISERICÓRDIA

No penúltimo domingo de Outubro, a Igreja vive o Dia Mundial das Missões, instituído há 90 anos (1926) pelo Papa Pio XI. “Igreja Missionária, testemunha da misericórdia”é o título da Mensagem papal deste ano.

A Igreja, “missionária por natureza”, não pode ser senão “testemunha da misericórdia” para ser fiel ao Senhor que a convoca e envia. Porque, na sua acção de anunciar Jesus Cristo, de convidar para o Reino, de acolher sem distinção, de ensinar sem descanso… a Igreja é expressão do desejo salvífico de Deus para todos e deve ser no mundo, tal como escreveu o Papa Francisco, “sinal eloquente do amor materno de Deus”.

E como a Igreja é a assembleia de todos os baptizados, então aquilo que se espera dela deve ser encontrado no agir de cada um dos seus membros que, neste “mês missionário”, são particularmente convidados a sair de si, a alargar horizontes e a olhar o mundo inteiro como campo de missão.

Mas o convite para ir mais longe, “fazer-se ao largo”, não significa esquecer o testemunho diante de quem está próximo. Se a preocupação e interesse pelo distante é salutar, não se pode excluir o olhar atento e disponível para quem está perto. A correcta articulação permite evitar uma certa “filantropia telescópica” de que já se falou aqui. Para que não aconteça connosco como com certo escritor, de quem se dizia que gostava da humanidade em geral, mas que não apreciava ninguém em particular!

Por mais discreto e humilde que seja o testemunho de cada cristão, inspirado nas obras de misericórdia, será sempre uma semente que atrairá a atenção de alguém, contribuindo para a edificação de uma Igreja que, por natureza, é missionária e que tem por missão testemunhar a misericórdia divina.

in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

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Entre os princípios da doutrina social da Igreja (DSI), o primeiro é o da dignidade da pessoa humana. E não poderia ser diferente (cf. GS 40). De que valerão o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade se a dignidade humana não estiver devidamente assegurada? Apoiar a dignidade de cada pessoa é a tarefa central que a Igreja, e, nela, os fiéis leigos, é chamada a prestar à família dos homens” (João Paulo II, CFL 37).

O homem, imagem de Deus, seu interlocutor e cooperador, consciente e livre, chamado a ser Seu filho e a viver em comunhão com Ele, é o “centro e o vértice de tudo o que existe na Terra” (CFL 37), “o princípio, o sujeito e o fim de todas as instituições sociais” (GS 25). Por isso, “o respeito pela pessoa humana é o critério basilar, quase que como um pilar fundamental, para a estruturação da própria sociedade que, desta maneira, se orienta inteiramente para a pessoa” (CFL 39).

Respeitar a dignidade da pessoa significa, na prática, reconhecer, defender e promover direitos fundamentais e inalienáveis: direito à assistência, à integridade física e a um nível de vida digno; direito de livremente procurar a verdade, manifestando o seu pensamento e participar no património cultural; direito à liberdade religiosa; direito de seguir a sua vocação, de formar uma família e educar os filhos; direito ao trabalho, à livre iniciativa económica e a uma justa retribuição; direito de reunião e de associação, de emigração e de imigração, de participação política (João XXIII, Pacem in terris 5-15). Mas o primeiro direito é o direito à vida, desde o momento da sua concepção até ao seu fim natural, que condiciona o exercício de qualquer outro direito e comporta a ilicitude de toda e qualquer forma de aborto procurado e de eutanásia.

Uma sociedade só é justa quando garante esses direitos a todos os cidadãos, sem qualquer discriminação. Trata-se de bens originais, que derivam da natureza e de Deus, e não do consenso da maioria. Mas importa também não esquecer que, em conexão com os direitos, existem os deveres.

A pessoa é um sujeito singular e irrepetível, mas feito para comunicar. Por sua natureza, “o homem é um ser social que não pode viver nem desenvolver as suas qualidades sem entrar em relação com os outros” (GS 12). Desta dimensão social, natural e estrutural, derivam as comunidades baseadas nas relações interpessoais directas, como a família, o parentesco ou a vizinhança, bem como formações sociais mais amplas como as associações, as cidades ou as nações.

Assim, para evitar uma visão redutora do homem, é importante evitar cair no individualismo, que ignora e desvaloriza a sociedade, ou no colectivismo, que ignora e desvaloriza o indivíduo. E esta visão tem influência nas opções sociais, económicas e políticas, tal como no-lo mostra a história recente e actual.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/45, n.º 4381, 4 de outubro de 2016

Jornadas Missionárias Nacionais 2016

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Missão com histórias de Misericórdia

As Jornadas Missionárias Nacionais decorreram, a 17 e 18 de Setembro, no Centro Paulo VI, em Fátima, com a participação de cerca de 250 pessoas,  vindas de todo o país.

O P. António Lopes, diretor nacional das Obras Missionárias Pontifícias (OMP), deu as boas vindas, abrindo os trabalhos. D. Manuel Linda, Presidente da Comissão Episcopal ‘Missão e Nova Evangelização’, abriu as Jornadas com uma palavra de incentivo missionário. No ‘ide por todo o mundo’, não obstante a escassez de Missionários/as, vivemos tempos de aumento de geminações entre dioceses e paróquias de Portugal e dos quatro cantos do mundo. É necessário avivar o ardor missionário e o tema escolhido atrai e faz partir ao encontro do outro como Missão recebida de Jesus. É urgente aprofundar a comunhão e colaboração com a Igreja local. Ler mais…

Arciprestado de Armamar-Tarouca ao Santuário da Lapa

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Com tons de outono na natureza envolvente, lembrando o final do ano da misericórdia, peregrinou o arciprestado de Armamar/Tarouca, até ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa para, em conjunto, os fieis das paróquias que o constituem, meditarem, orarem, receberem a indulgência do perdão e conviverem.

Embora muitos já o tivessem feito, individualmente, quer à Sé de Lamego, quer ao Santuário da Lapa,

em conjunto, porém, fizemo-lo no dia 2 de outubro de 2016 a partir das 14h30, de acordo com o Plano do Conselho Pastoral Arciprestal.

Depois de uma preparação em cada paróquia, foram centenas os peregrinos que caminharam até à Porta Santa do Santuário de Nossa Senhora da Lapa.

Reunidos junto ao Pelourinho da Lapa aí fizemos a primeira paragem para renovarmos a consciência de povo de Deus, povo amado de Deus, e celebrarmos na alegria a comunhão de uns com os outros, com Deus e com a Sua e nossa Mãe. Ler mais…

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | Princípios da DSI

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A quem se interessa pelo ensinamento social da Igreja e realiza algumas leituras sobre o assunto, facilmente encontra referências aos “princípios da Doutrina Social da Igreja (DSI)”. Aliás, o próprio Compêndio da Doutrina Social da Igreja (CDSI) ocupa-se deles no seu capítulo IV (nn. 160-208), afirmando que tais princípios permanentes “constituem os verdadeiros e próprios gonzos do ensinamento social católico”.

Falar de “princípios” é, como a palavra indica, referir um início, um começo, mas é também identificar linhas mestras que orientam um percurso. Neste caso, estamos diante de realidades que têm um carácter geral e fundamental que permanecem no tempo e cujo significado se caracteriza pela universalidade. No fundo, são referências que contribuem decisivamente para o caminho a fazer, diante das realidades históricas, permitindo avançar, discernindo e escolhendo. Ler mais…