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Archive for the ‘Deus’ Category

Falecimento do Irmão do Pe. Leontino Alves

O Senhor Deus, Pai de Misericórdia e de Bondade Infinita, chamou à Sua presença o Senhor António Carvalho Alves, irmão do reverendo Pe. Leontino Alves, Pároco de Queimada, São Romão e Tões, no Arciprestado de Armamar – Tarouca.

D. António Couto, Bispo de Lamego, em nome e comunhão com o Presbitério diocesano, manifesta as suas mais sinceras condolências ao Padre Leontino e aos seus familiares e amigos, confiando-os a Deus, na certeza da vida eterna, onde havemos de nos encontrar todos reunidos em Igreja triunfante.

A Missa Exequial será celebrada pelas 16h00, 1 de fevereiro de 2018, na Igreja Matriz de Várzea da Serra.

Que em Deus descanse e que a certeza da ressurreição dos mortos nos incentive a viver cada vez melhor, procurando, pelo compromisso com o bem, treinar-nos para vivermos em comunhão plena com o Senhor.

Falecimento do Pai dos Padres Francisco e José Augusto Marques

O Senhor, nosso Deus, Pai de Bondade Infinita, chamou à Sua presença, na eternidade, o Sr. António Almeida Marques, Pai dos nossos irmãos no sacerdócio Padre Francisco, pároco de Cinfães, e Padre José Augusto Marques, Pároco de Resende e Felgueiras.

O Senhor Bispo, D. António Couto, em comunhão com o presbitério de Lamego e com a Diocese, une-se nas condolências e na oração aos reverendos Padres José Augusto e Francisco Marques e aos demais familiares e amigos. O sr. Bispo, ao pesar, pelo falecimento, agrafa a oração confiante, agradecendo a Deus o dom da vida do Sr. António Marques, certo que o bem que nele Deus operou continuará a prosperar nos seus descendentes.

A missa Exequial celebrar-se-á a 11 de janeiro de 2018, pelas 15h00, na Igreja Matriz de Pinheiro, concelho e zona pastoral de Castro Daire.

Que o Senhor Deus, Pai de misericórdia, lhe conceda o descanso eterno na companhia dos santos e dos anjos, e a nós conceda o discernimento e a fortaleza para configuramos a nossa vida com a do Seu Filho Jesus Cristo, na docilidade e acolhimento do Espírito Santo.

PATRONO- HUMANIDADE | Editorial Voz de Lamego | 9 de janeiro

PATRONO- HUMANIDADE

O Governo brasileiro proclamou D. Helder Câmara, antigo bispo de Olinda e Recife, “patrono dos direitos humanos”. A escolha, oportuna e justa diante da vida e missão episcopal do destemido bispo, poderá ser interesseira, numa tentativa de aproximação da hierarquia católica, bastante crítica da corrupção reinante.

Num tempo em que alguns saudosistas promovem bispos que se pavoneiam com grandes caudas e algumas notícias divulgam fraquezas de outros, será sempre oportuno recordar pastores como D. Hélder Câmara, que não vergaram diante da ditadura política nem da crítica injusta.

Nomeado bispo por Paulo VI, em 1964, participou no Concílio Vaticano II e destacou-se por convidar a Igreja a uma maior atenção ao social, dando o exemplo (pacto das catacumbas). Denunciou a ditadura do seu país, alertou o mundo para as perseguições e foi acusado de ser infiel ao Evangelho. Resignou quando atingiu os 75 anos, em 1985, e morreu em 1999, com 90 anos.

Quem o conheceu dizia que facilmente se enfastiava com a “pompa excessiva” e o alheamento da Igreja diante das questões sociais. A este propósito, disse um dia: “Quando dou de comer a um pobre, chamam-me santo. Mas quando digo que os pobres não têm que comer, chamam-me comunista”.

Numa das suas passagens pelo Seminário de Lamego, D. Manuel Martins, então bispo de Setúbal e também ele alvo de críticas por causa das denúncias sociais que fazia em defesa de muitos diocesanos, também citou aquele bispo brasileiro: “Ninguém deve pedir com chapéu na mão, aquilo a que tem direito de obter com o chapéu na cabeça”.

Longe das querelas partidárias ou escolhas interesseiras, o Evangelho defende e promove sempre a vida, a começar pelos mais fracos. E não faltam discípulos de Jesus Cristo, ontem e hoje, a protagonizar tais opções. Mas todos eles, mais do que publicamente louvados, merecem ser imitados.

Pe. Joaquim Dionísio, in Voz de Lamego, ano 88/06, n.º 4443, 9 de janeiro de 2018

ALMACAVE JOVEM – Natal na “Estrada de Jericó”

Quando pensamos no Natal, o nosso imaginário transporta-nos, inevitavelmente, para as luzes de Natal que cintilam nas nossa casas e nas ruas da cidade, para o sabor das iguarias da consoada e do calor das nossas casas. Mas, para muitos, a imagem do Natal carrega consigo sentimentos de tristeza, de solidão e até mesmo de doença e abandono. Pessoas que sentem o “frio” não só pela falta da lareira, mas sim, também, pela falta de um abraço ou de uma simples conversa ou presença.

Foi para contrariar esta tendência redutora de viver o Natal, cada vez mais entranhada na nossa sociedade que, durante o Advento, nós, Grupo de Jovens, quisemos preparar o Natal através da vivência da caridade decalcada na Parábola do Bom Samaritano que serve de suporte ao nosso Plano Pastoral diocesano e paroquial. Domingo após domingo, também toda comunidade paroquial foi desafiada a transformar o lema, “ Vai, e faz tu do mesmo modo” em atitudes concretas na prática do amor e a recriar modelos de atuação através da proximidade a dispensar a todos aqueles que na nossa paróquia são empurrados para os valados da frieza da indiferença e da insensibilidade.

Foi a pensar nessas pessoas, que o nosso grupo de jovens agendou, também, visitas aos doentes da Paróquia, aos lares de idosos, ao Hospital de Lamego. Tentámos levar connosco a alegria da Boa Nova do nascimento de Jesus, um pouco mais de conforto e de calor natalício com o auxílio da música, da oração e também com um pezinho de dança.

Não é fácil deixarmos as nossas agendas preenchidas, tantas vezes com afazeres supérfluos, e vencer o cansaço de um semestre com frequências à porta, sair do conforto da nossa casa, ir ao encontro dos outros e determo-nos nas casas dos doentes, dos mais fragilizados e dos que vivem sós ou em lares, e daqueles a quem lhes foi roubada a esperança.

Também, como tem acontecido já em anos anteriores, quisemos terminar o ano de 2017 com os reclusos do Estabelecimento Prisional de Lamego. Uma greve imprevista obrigou-nos a antecipar este esta obra de misericórdia para o dia 30 de dezembro. O encontrou iniciou-se com a celebração festiva da Eucaristia animada liturgicamente por nós e também pelos reclusos participantes, seguindo-se um tempo de convívio onde não faltaram os doces típicos desta época e canções de Natal.

Para os que participámos nesta aventura de ir ao encontro dos outros, de quem somos próximos, sentimos profundamente que, quando o fazemos com a determinação de levar a mensagem do Amor e da Alegria do Nascimento de Jesus, somos sempre nós que ficamos com o coração mais aquecido.

Acabámos a semana  do Natal com uma bênção especial  a seis mães  grávidas e seus bebés, na Eucaristia da família Paroquial no dia da Festa da Sagrada Família, para que se sintam amadas e protegidas por Jesus Cristo e Sua Mãe, que também deu à luz o seu filho, o mistério da Encarnaçao  que celebramos festivamente neste tempo de Natal.

 

Claresse Reis – Grupo Almacave Jovem,

in Voz de Lamego, ano 88/05, n.º 4442, 2 de janeiro de 2018

BÊNÇÃO . FERIDA | Editorial Voz de Lamego | 2 de janeiro de 2018

BÊNÇÃO . FERIDA

Iniciámos ontem uma nova etapa, um novo ano. Diante de nós estão agora doze meses e muitos dias, prenhes de possibilidades, que ansiamos viver com alegria e cumprir de forma realizadora.

Mas também sabemos que o novo ano pode suscitar sentimentos diversos, de acordo com a situação em que cada um se encontra. Para uns representará a oportunidade de ser, ir, conseguir, chegar; para outros poderá aparecer como repetição, tempo sem sabor ou motivações; para uns uma passagem que se deseja rápida para uma meta que está mais além; para outros apenas a recordação de que se aproxima o fim.

Numa palavra, podemos sempre falar do novo ano como uma oportunidade de bênção, mas sem esquecer que no seu decorrer poderão aparecer feridas. É verdade que, a escolher, preferiríamos apenas o bom, a bênção… mas isso só acontece no mundo virtual. Porque no mundo real também há lágrimas, limites, erros, distâncias, ressentimentos…

Ao longo da vida, da contagem dos anos, vamos tomando consciência de que Deus nos concede bênçãos, mas não nos dispensa de agir responsavelmente; que o tempo disponibilizado pelo calendário permite ser, mas não isenta de riscos; que o amor dos outros nos protege e motiva, mas não livra de quedas; que cada vida humana é um caminho percorrido em ritmos diferentes, um todo onde convivem diferentes momentos e etapas, se conjugam disposições e opções diversas, se articulam escolhas mais ou menos conseguidas…

Com realismo, olhamos 2018 como uma bênção, sem a ingenuidade de pensar que o mal estará ausente e longe do fatalismo de quem se deixa derrotar sem ter começado. Avançamos decididos e motivados, confiantes na providência divina e animados pela esperança que a fé nos confere.

Um abençoado 2018.

Pe. Joaquim Dionísio, in Voz de Lamego, ano 88/05, n.º 4442, 2 de janeiro de 2018

Falecimento da Irmã do Padre António Pereira Duarte

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O Senhor Deus, Pai de Misericórdia Infinita, fez regressar à Sua presença a D. Maria Augusta Duarte, irmã do reverendo Padre António Pereira Duarte, Pároco de Nossa Senhora da Assunção de Pendilhe e de São Sebastião do Touro; Vice-Arcipreste de Castro Daire-Vila Nova de Paiva.

Funeral: 6 de dezembro – 15h00 – Igreja Matriz de Cujó, na Zona Pastoral de Castro Daire.

O Senhor Bispo D. António Couto, secundado pelo Presbitério de Lamego, une-se nas condolências ao Pe. António Pereira Duarte e aos seus familiares, confiando na benevolência de Deus e no conforto da amizade e da Palavra de Deus.

Deus lhe dê o eterno descanso e a nós nos mova a eternizar o que nos aproxima e nos faz ser família amada de Deus.

As Paróquias de Arícera e Goujoim prestam homenagem ao seu Pároco

As paróquias de S. Cristóvão de Arícera e de Santa Eulália de Goujoim, do arciprestado de Armamar e Tarouca, uniram-se no domingo, 10 de Setembro, na celebração das bodas de ouro de vida sacerdotal e paroquial do Rev. P. Artur Mergulhão. Associaram-se à homenagem os presidentes, vereadores e membros da Câmara Municipal de Armamar e da Junta da União das Freguesias de Arícera e Goujoim.

Às 12.00h, na igreja paroquial de Arícera, reuniram-se os fiéis das duas comunidades, para a celebração da Eucaristia. Este foi o momento alto de ação de graças a Deus e de gratidão dos paroquianos pela vida do sacerdote e pároco que os vem servindo ao longo de cinquenta anos. Um período de tempo da vida do P. Artur marcado pela presença física, assistência espiritual e proximidade familiar, com um dinamismo pastoral e social, imprimido desde o início da sua missão. A homenagem continuou num almoço de alegre convívio, servido num restaurante da região, com todos os que quiseram associar-se a esta manifestação de apreço.

Na Missa e no almoço, em plena comunhão entre os fiéis das duas comunidades e destes com o seu pároco, houve intervenções que, pela palavra e pelas ofertas, expressaram o reconhecimento agradecido, recordando momentos vividos desde os primeiros tempos de vida paroquial e lembrando os traços humanos e sacerdotais que caracterizam o P. Artur Mergulhão. Ler mais…