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Archive for the ‘Ano da Vida Consagrada’ Category

D. António Couto aos Consagrados: Seguir Jesus no Caminho

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No sábado passado, 24 de outubro de 2015, reunimo-nos cerca de trinta consagrados no Santuário de Nossa Senhora da Lapa, para vivermos uma manhã de reflexão com o nosso Bispo D. António Couto. Este encontro teve o seu momento culminante na Eucaristia, à qual se seguiu um almoço de partilha fraterna entre todos os presentes.

No final, saímos mais ricos e agradecidos, em especial ao Senhor Bispo e também às Irmãs que servem neste santuário, pelo acolhimento e generosidade com que nos receberam.

A reflexão do Senhor Bispo centrou-se no episódio do cego de Jericó (Mc 10, 46-52), evangelho do domingo XXX do Tempo Comum.

Com o pedido insistente do cego, que, quando o mandaram calar, ainda gritava mais por Jesus, Marcos ensina-nos que a nossa oração deve ser insistente e persistente. Ao vê-lo, Jesus disse-lhe, Que queres que Eu te faça? porque nós temos que dizer a nossa vida a Jesus. Marcos ensina-nos, assim, a rezar.

O cego, ao atirar fora o manto, no qual recolhia as moedas, atirou fora tudo o que tinha: ficou sem nada, deu um salto e foi ter com Jesus, o Único que tem soluções fortes para a vida humana. Ficou logo a ver e passou a seguir Jesus no caminho. Estava à beira do caminho e entra no caminho vocacional da missão de Jesus.

Em Mc 10, 35-45, João e Tiago que iam com Jesus no caminho também estavam cegos, ao quererem sentar-se em bons lugares, quando Jesus lhes ensinara que deviam procurar o último lugar. E os outros dez apóstolos, indignados com o pedido destes dois, também eram cegos, e nós com eles, quando nos consideramos melhores que os outros, por sermos consagrados.

Em Mc 10, 28, o evangelho mostra-nos outro cego: Pedro que se dirige a Jesus, dizendo, Nós deixámos tudo e seguimos-Te! Como nós por vezes, Pedro sentia-se com méritos sobre os outros, como se Deus tivesse que nos pagar o que nos deve…

O homem rico (Mc 10, 17-22) é alguém que tão depressa entra no caminho de Jesus, como sai dele, tal como acontece às vezes connosco, inconstantes, quando as coisas não nos correm bem, o que ocorre normalmente pelo apego a alguma coisa.

Como a nós, que também sabemos bem Quem Jesus é, mas tantas vezes nos colocamos à frente d’Ele e não O deixamos andar, nem falar nas nossas vidas – e ninguém pode evangelizar sem ser com Jesus – em Mc 8, 29, Pedro respondeu certo à pergunta de Jesus – E vós, quem dizeis que Eu sou?- mas, de facto, não sabia bem Quem Ele era, pois, logo a seguir, em Mc 8, 32, repreende Jesus quando este lhes fala da Sua Paixão. Jesus responde, Vai para trás de Mim, Satanás! porque Pedro se tinha posto à frente do caminho de Jesus, tinha-se atravessado à frente. Jesus chama-o a tomar o seu lugar de discípulo.

Destes vários cegos, o único que vai vendo alguma coisa é o cego de Jericó…

No seu evangelho, Marcos nunca menciona a palavra discípulo, mas discípulos, pois quer ensinar-nos que o evangelizador não vai sozinho, pois só em comunidade pode viver. A nossa missão é a de arranjar outros evangelizadores, pois qualquer pessoa se pode transformar num evangelizador. O cego não sabia a doutrina nem os mandamentos…

Segui-l’O verdadeiramente é ir buscar outros. Ao ouvir os gritos do cego, Jesus pára: comunga da situação daquela pessoa que ali está, ensinando-nos a fazer o mesmo. O Senhor Bispo terminou a sua reflexão, pedindo-nos insistentemente para irmos à procura das pessoas, começando pelas que se aproximam de nós, sabendo acolhê-las, entusiasmando-as por Cristo e pelo seu evangelho, como Jesus nos ensinou a fazer, para que haja muito mais gente dedicada ao evangelho.

Irmã Teresa Frias, Serva de Nossa Senhora de de Fátima, CIRP diocesana

in Voz de Lamego, ano 85/48, n.º 4335, 27 de outubro

Abertura do Cinquentenário da morte de Monsenhor Alves Brás

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O início das celebrações do cinquentenário da morte de monsenhor Joaquim Alves Brás teve o seu início no dia 18 deste mês, subordinado ao tema «Pe. Brás: um coração compassivo e empreendedor». O tema escolhido, para além de sintonizar com o ano da Misericórdia, revela também a vertente missionária de Monsenhor Alves Brás. Por esta razão, o Dia Mundial das Missões, dia 18 de outubro de 2015, foi a data de Abertura do Ano Jubilar.

Para além da abertura do Ano Jubilar, a 18 de outubro de 2015, importa destacar a celebração do cinquentenário da morte do padre Joaquim Alves Brás a 13 de março do próximo ano e o encerramento das comemorações a 19 de junho de 2016, com a Peregrinação Internacional da Família Blasiana, a Fátima.

Joaquim Alves Brás nasceu a 20 de março de 1899, em Casegas, concelho da Covilhã (Diocese da Guarda) e ainda criança sonhava “ser padre, ao menos por ano” e o sonho concretizou-se a 19 de julho de 1925.

As responsáveis pelo Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF) afirmam que querem viver este Ano Jubilar “numa atitude de humildade, louvor e gratidão ao senhor e como oportunidade para uma verdadeira renovação vocacional, carismática, espiritual e missionária” identificando-se “ ainda mais, com o coração compassivo e empreendedor do Venerável Pe. Brás que o levou a sair de si próprio para ir ao encontro das ‘periferias existenciais’”.

O ISCF faz votos para que “esta celebração tenha a marca da interioridade e do envolvimento corresponsável de toda a Família Blasiana, dignificando deste modo a Figura e a Obra do Venerável Pe. Joaquim Alves Brás”. Querem fazer deste Ano Jubilar uma oportunidade para concretizar algumas das linhas de ação saídas da Assembleia de 2015, com particular destaque para a formação dos colaboradores e utentes na linha do Carisma; um maior empenho na formação familiar, segundo as linhas orientadoras do Sínodo e um novo impulso à pastoral juvenil vocacional, concretamente aos grupos Focos de Esperança.

O legado do Padre Joaquim Alves Brás está hoje patente nas obras que fundou ao longo da vida: Instituto Secular das Cooperadoras da Família, Obra de Santa Zita, Centro de Cooperação Familiar, Movimento por um Lar Cristão e Jornal da Família.

in Voz de Lamego, ano 85/47, n.º 4334, 20 de outubro

Santa Teresa de Jesus | Tempo de caminhar

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Em 28 de Março de 1515 nasceu em Ávila, Teresa de Cepeda y Ahumada, mais conhecida como Teresa de Jesus. Desde então e até aos nossos dias passaram-se cinco séculos; no entanto, a passagem do tempo não fez desaparecer a sua figura, antes a foi engrandecendo. A sua existência ficou marcada temporal e geograficamente na Espanha do século XVI. Apesar disso, apesar de ser filha da sua época, Teresa foi capaz de romper as estreitas margens espacio-temporais que lhe foram impostas para se fazer companheira de caminho do homem e da mulher dos nossos dias. A nós, que vivemos no século XXI e não conhecemos a Madre Teresa de Jesus em vida. Mas podemos reconhecê-la viva nas suas filhas, as Carmelitas, e nos seus escritos.

Por trás de uma intensa actividade funcional, Teresa de Jesus fechou os olhos para esta vida em Alba de Tormes em 4 de Outubro de 1582. Cansada e doente, entregava a sua alma a Deus, não sem antes pronunciar as célebres palavras: «É tempo de caminhar», palavras que exprimem não só o estilo de vida de uma mulher, qualificada depreciativamente como «inquieta e andarilha», com a condição peregrinante de todo o ser humano. Agora e sempre, é tempo de caminhar. Convencida disso, Teresa de Jesus não só nos anima a seguir caminhando, apesar dos obstáculos e dificuldades que possam sobrevir, mas até a não e nunca perder de vista a meta do caminho: essa meta não é outra senão a verdade, e a sua consecução justifica sobejamente os trabalhos e penalidades sofridas. A este respeito, é muito eloquente que, nos tempos modernos, outra grande mulher, Edith Stein, confessará ter encontrado a verdade lendo a Vida de Santa Teresa de Jesus.

Esta mulher, andarilha de tosco burel, deixou uma folha inesquecível em todas as ordens da vida. Prova disso é a veneração e estudo da sua figura sob as mais diversas perspectivas ao longo dos cinco séculos passados desde o seu nascimento aos nossos dias. Ávila e Alba de Tormes são os marcos que assinalaram a trajectória vital e espiritual de Teresa de Cepeda e Ahumada. Na fria e amuralhada cidade castelhana espreitou a luz pela primeira vez, e na Vila Ducal ribeirinha de Tormes deu o último suspiro rodeada pela comunidade carmelita que ela mesma tinha fundado.

Estamos a terminar um ano cheio de celebrações e homenagens. Instâncias estatais, autonómicas, provinciais e locais deram a este acontecimento uma inusitada relevância. As mais altas hierarquias eclesiásticas, tendo em primeiro lugar o seu mais alto representante, o Papa Francisco, estiveram implicadas no centenário teresiano. A ordem carmelita, por seu lado, acolheu com satisfação e legítimo orgulho o patrocínio de um evento de singular importância para uma comunidade que deu suficientes mostras de grande espiritualidade, fortaleza, sabedoria e entrega por todo o mundo.

Teresa mostra a cada um de nós essa capacidade ilimitada para imaginar, admirar, maravilhar, espantar, estranhar-se tanto perante fenómenos da natureza como diante dos mistérios sobrenaturais e mostrar o seu assombro nessa dupla vertente. Expressões como «é coisa de ver» repetem-se com frequência e ilustram esse espírito aberto à admiração de quantas coisas Deus colocou sobre a face da terra, desde as mais pequenas criaturas até às grandes obras da natureza, prova da magnificência divina. Essa capacidade de assombro e de busca, que costuma ficar fixa na adopção de um claro estilo de admiração no seu discurso, exercita-a igualmente quando se trata da palavra de Deus, dos mistérios divinos, dos livros sagrados, do carácter insondável da alma humana e, sobretudo, da figura de Cristo, o seu grande interlocutor.

As obras de Santa Teresa podem ter distintos níveis de leitura, Podemos ficar nas componentes autobiográfica, literária, com a mensagem religiosa, com o valor testemunhal dos seus escritos, etc. O mais importante é que os textos teresianos supõem uma valiosa contribuição para a literatura mística, tanto pelo desdobramento de recursos de estilo como pela carga espiritual do conteúdo. Sob o ponto de vista da comunicação, soube trasladar com grande mestria a mensagem das suas experiências pessoais. O domínio demonstrado das imagens, figuras e símbolos coloca-a a uma altura semelhante à de S. João da Cruz.

Segundo L. Pérez López, Deão da Catedral de Santiago (de Compostela)

(Tradução de P.e Armando Ribeiro), in Voz de Lamego, ano 85/45, n.º 4332, 6 de outubro

Ano da Vida Consagrada | Testemunho da D. Fernanda

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Neste dia de Festa da Senhora dos Remédios, os consagrados de Lamego foram convidados a participar na Procissão. Foi uma feliz ideia, mas notou-se a falta de participantes das Instituições; talvez porque parte avisados à última da hora.

Neste ano da vida consagrada, há que unir esforços e testemunhar ao mundo as razões de viver, numa entrega a Jesus, ao serviço dos irmãos: pela causa do Reino, liberdade e gratuidade. “Ninguém ama o que não conhece.”

E o Senhor continua a chamar, porque Deus é sempre o mesmo de todos os tempos…

O Papa Francisco pede-nos para sermos fiéis ou dóceis ao Espírito Santo, sendo coerentes na nossa vida, com coragem, vigilância e firmes na fé…

No longo percurso da Procissão, senti que estar ali era uma graça de Deus, acompanhada por tão grande multidão: adultos, idosos, jovens e crianças. Vindos de longe e de perto, alguns choravam, esperando para verem passar a Mãe e os abençoar…

Perante tudo isto pensava: quem sou eu para ir aqui no meio desta assembleia? Senti alguma responsabilidade, mas ao mesmo tempo ia elevando ao Céu uma prece por todos. Em especial pelas famílias, que tantas dificuldades enfrentam. Sim, a família tem que retomar os verdadeiros valores, e sobretudo viver a presença de Deus, colaborando com Ele na criação de novas vidas, formando e educando os filhos para que a sociedade se valorize e assim o mundo se torne melhor… O mundo que Deus criou belo para o homem ser feliz. É das famílias cristãs que nascem as vocações para o matrimónio, o sacerdócio ou a vida consagrada.

Que a Senhora dos Remédios a todos abençoe, a cada um na sua missão, na fidelidade e esperança em Deus que é a nossa força.

Maria Fernanda Costa, Instituto Secular das Cooperadoras da Família,

in Voz de Lamego, ano 85/42, n.º 4329, 15 de setembro

Bicicleta de 12 lugares com religiosos a pedalar por Portugal

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A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) apresentou hoje um ‘velocípede de 12 lugares’ do Ano da Vida Consagrada, em Vila Nova de Gaia. “Para além de ser um excelente e saudável meio de transporte, de (des)encontros, este velocípede de 12 lugares evocará outro grupo de apóstolos. Vai congregar consagrados(as) que desejem e puderem afetiva e efetivamente pedalar pelos caminhos lusitanos humano-divinos”, explica o presidente da CIRP.

Segundo o responsável, a bicicleta de 12 lugares é um “sinal itinerante” que “ousa facilitar novos diálogos” nos lugares da vida quotidiana dos cidadãos. Neste contexto, os Institutos Religiosos e Seculares querem “ousar romper preconceitos” sobre quem são e o que fazem testemunhando a “genuína fraternidade, a desafiante multiculturalidade” e a “enriquecedora complementaridade na diversidade” através da “alegria” de seguirem Jesus Cristo.

Em pleno Ano da Vida Consagrada, vivido com o lema ‘Vida Consagrada na Igreja Hoje: Evangelho, Profecia e Esperança’, os religiosos vão manifestar a sua “dedicação ao próximo, exercitando a gramática da proximidade e contagiando o abraço de Deus para todos/as e para cada pessoa”, acrescenta o padre Artur Teixeira.

Confiantes na “proteção de Nossa Senhora de Fátima”, a meta desta viagem é o santuário mariano da Cova da Iria, onde esperam chegar a 7 de fevereiro de 2016, coincidindo com a peregrinação nacional de encerramento do Ano da Vida Consagrada em Portugal.

Uma iniciativa que pretende especificamente até 2 de fevereiro de 2016 ajudar institutos religiosos e seculares a concretizarem três grandes objetivos: “Fazer memória agradecida do passado; abraçar o futuro com esperança e viver o presente com paixão.”

in Voz de Lamego, ano 85/39, n.º 4326, 25 de agosto

Mosteiro das Irmãs Dominicanas | Festa de São Domingos

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MOSTEIRO DAS IRMÃS CONTEMPLATIVAS DE NOSSA SENHORA DA EUCARISTIA

A nossa comunidade celebrou no passado sábado, dia 8 de Agosto,a festividade do nosso pai S. Domingos. A eucaristia foi celebrada por Sua Excelência Reverendíssima D. António Couto tendo como concelebrantes o Sr. D. Jacinto, Bispo Emérito, o Sr. Padre João Carlos, nosso capelão, e outros presbíteros a quem agradecemos a estimada presença.

Mais uma vez registamos com alegria a presença de alguns irmãos/irmãs que pela primeira vez fizeram questão de estarem presentes, além desses demos conta da presença de muitos dos nossos amigos e colaboradores, que Graças a Deus são em número sempre crescente.

A todos o nosso bem-haja.

Monjas Dominicanas, in Voz de Lamego, ano 85/38, n.º 4325, 18 de agosto

ANO DA VIDA CONSAGRADA | Encontro e Oração

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Os constantes apelos do nosso Bispo, D. António Couto, em relação ao ano dos consagrados, para que demos testemunho dos nossos carismas ao povo de Deus, na Diocese em que estamos inseridas, entusiasmaram-nos a corresponder como a um convite de Deus.

Despertar nas famílias a beleza da vida consagrada, nos diferentes carismas, grande riqueza da Igreja de Jesus Cristo, para que o conhecimento deste especial chamamento suscite mais vocações ao serviço dos irmãos, era e é o objetivo de qualquer ação, neste ano proposto pelo Papa Francisco.

Assim, a fraternidade das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, ao serviço do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, de acordo com o nosso Reitor, Sr. Dr. João António, aproveitou a data do nascimento da sua Fundadora, Beata Maria Clara do Menino Jesus – 15.06.1843 – para glorificar a Deus e Sua mãe, através da homenagem à Beata Maria Clara. Não podíamos celebrar sós, portas adentro… pois, tornava-se imperativo partilhar a nossa alegria e agradecera Deus, esta portuguesa que tudo deixou para, em Seu nome, legar à sua nação e ao mundo, uma congregação dedicada ao serviço de todos, especialmente dos mais pobres.

Convidados os amigos, colaboradores no serviço do Santuário e o povo da cidade de Lamego, realizou-se a celebração dessa data tão importante para nós, para a Igreja e para o mundo. Com o Santuário repleto, diante do Santíssimo Sacramento exposto, sob a presidência do nosso Reitor, iniciou-se a oração do terço, com uma liturgia apropriada, enriquecida com leituras do evangelho, relatos de testemunhos de vida da Beata Maria Clara, proclamados pelos consagrados/as de diversos Carismas, Sacerdotes, Seminaristas, sr. Comissário da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios, adolescentes, jovens, Liga dos Amigos Pró Canonização e leigos. Foi abrilhantada pelo coro do Santuário que lhe imprimiu solenidade profundamente espiritual.

Tudo decorreu num ambiente de partilha e compromisso de melhor servir, louvar e dar glória a Deus que nos oferece o testemunho dos Santos, que não são pertença de ninguém em particular, mas de Deus e da sua Igreja.

Após esse alimento espiritual, os participantes foram convidados a tomar parte num lanche/convívio fraterno, na casa das Irmãs Franciscanas, que decorreu duma forma muito familiar e alegre, onde reinou o espírito de hospitalidade e alegria cristã, tal como poderia ter sido no tempo da Fundadora, Beata Maria Clara.

CONFHIC Lamego, in Voz de Lamego, n.º 4320, ano 85/33, de 30 de junho de 2015