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Archive for the ‘Abertura do Ano Pastoral’ Category

Abertura do Ano Pastoral – 1 de outubro de 2016

logo_2016-2017

Local: Seminário de Lamego

Destinatários: Agentes Pastorais

PROGRAMA

09.30 – Acolhimento

09.45 – Oração

10.00 – Apresentação da Carta Pastoral (D. António Couto)

11.00 – Intervalo

11.30 – Apresentação do programa pastoral 2016/2017

13.00 – Almoço

– Solicita-se a envolvência de todos nesta atividade, providenciando a que as paróquias, arciprestados, movimentos e serviços pastorais estejam devidamente representados.

– Para uma melhor organização da jornada e tendo em conta as “previsões” para o almoço, agradece-se, quanto possível, informação antecipada de participação até ao dia 28 de Setembro.

(Seminário Maior de Lamego –  254612151)

 

O Coordenador Diocesano da Pastoral

Pe. José Manuel Melo, in Voz de Lamego, ano 86/44, n.º 4380, 27 de setembro de 2016

PRESENÇA E TESTEMUNHO | Editorial Voz de Lamego | 27 de setembro

2015-10-03-10-10-26

O destaque de capa e do Editorial, do Pe. Joaquim Dionísio, Diretor da Voz de Lamego, vai para a abertura do Ano Pastoral, no próximo dia 1 de outubro, no Seminário Maior de Lamego, com a apresentação da Carta Pastoral de D. António Couto e com as linhas mestras do Plano Pastoral para a Diocese de Lamego, para o novo ano de 2016-2017.

PRESENÇA E TESTEMUNHO

No próximo sábado, primeiro dia de Outubro, D. António Couto apresenta a sua Carta Pastoral à diocese. Nesse dia será também divulgado o Plano Pastoral, inspirado no convite/mandamento evangélico “Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho a toda a criatura” (Mt 16, 15) que o nosso bispo escolheu como lema para esta nova etapa.

Acreditamos que o Espírito Santo é o “protagonista da missão” e que todas as planificações humanas são apenas meios e instrumentos que visam contribuir para a sinodalidade eclesial. Com efeito, é o “caminhar juntos” que nos define e é no caminho que nos encontramos, evangelizamos, testemunhamos, realizamos. Por mais minucioso, abrangente e bem elaborado que seja o plano de acção, não deixa de ser apenas uma proposta, um convite e uma ajuda para um caminho que não percorremos sozinhos e um contributo indispensável para mantermos o ritmo.

Para lá da alegria que qualquer encontro de amigos provoca, promover e participar na abertura solene do ano pastoral significa também a vontade de começar bem, de afirmar uma pertença comum, de assumir um compromisso com os demais, de continuar de forma empenhada um percurso, de querer contribuir para a missão e de testemunhar a comunhão.

As 223 paróquias da nossa diocese, mais ou menos populosas, marcadas ou não pela idade dos seus membros, distantes ou próximas dos centros urbanos, participativas ou mais acomodadas, mais ou menos organizadas pastoralmente, disponíveis para avançar ou mais vocacionadas para a rotina, com párocos residentes ou não… merecem conhecer a proposta do Pastor para todos os fiéis que lhe estão confiados.

O objectivo último será sempre a evangelização e a consequente edificação da Igreja, o que não se consegue sem a presença, o protagonismo e o testemunho de baptizados conscientes e disponíveis para colaborar com o Senhor da Messe.

in Voz de Lamego, ano 86/44, n.º 4380, 27 de setembro de 2016

Ide e fazei da casa de meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia

2015-10-03 10.10.26

Ano Pastoral 2015-2016

No passado sábado, dia 03, no Seminário maior, o nosso bispo apresentou a sua Carta Pastoral para este ano, cujo título dá o mote para toda a planificação prevista: “Ide e fazei da casa de meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia”. Um tempo de oração marcou o início do encontro, a que se seguiu uma reflexão de D. António Couto, seguindo de perto o texto da Carta impressa e distribuída na publicação que traz o Plano Pastoral de 2015 – 2016.

Ide: itinerário temático

O salão do Seminário Maior encheu-se com diocesanos, sacerdotes e fiéis leigos, vindos de muitas paróquias, disponíveis para escutar o pastor e para se comprometerem na execução de uma planificação pastoral que foi distribuída a cada um dos presentes. O plano é um apoio que visa marcar o ritmo, expressar uma comunhão e ser elemento de convergência me cada comunidade procurará estar atenta ao proposto e caminhar segundo as suas possibilidades.

Atendendo ao facto de ser véspera da memória litúrgica de S. Francisco de Assis, os presentes puderam escutar uma breve referência, feita por D. António Couto, ao jovem de Assis que aceita a missão de “reconstruir a Igreja do Senhor”. E fê-lo adoptando a “santa pobreza” por mãe. Não uma pobreza que seja sinónimo de miséria, mas expressão de um “contacto máximo com Deus, com os outros e com o chão onde se vive”. Nesse sentido, é uma pobreza que provoca alegria.

Assim – concluiu o nosso bispo – de vez em quando “vale a pena comparar a nossa agenda com a agenda dos santos” e, segundo o seu exemplo, “deixarmo-nos inquietar pelo Evangelho” que é incómodo, provoca e, muitas vezes, faz doer. E, como sempre, não bastam palavras; é preciso o testemunho.

Este ícone franciscano serviu, então, para abrir o encontro em que o novo plano pastoral esteve em destaque, onde o “ide” se mantém como convite perene e a misericórdia se destaca como virtude a fomentar.

Todos, tudo e sempre

Na leitura comentada que fez de alguns parágrafos da Carta, o nosso bispo sublinhou a urgência da missão e apelou a todos os diocesanos presentes para ultrapassarem o “fez-se sempre assim” ou o “deveriaqueísmo” estéril de que fala o Papa Francisco na sua Exortação “A Alegria do Evangelho”. Mais do que opinar, aparecer de vez em quando ou confessar-se incapaz de fazer diferente, todo o fiel deve assumir a sua missão baptismal até ao fim, como se de uma incisão se tratasse, de um “ir até ao sangue”.

Uma missão “de todos os tempos, espaços e modos” é o que espera o discípulo de Jesus, convocado para testemunhar a sua fé e ir além de “frases feitas”. Para isso, “temos de abandonar velhos vícios de acomodação e conforto, de simples manutenção, conservação e gestão” (n.º 3). O Evangelho não nasceu para tranquilizar.

Atravessar a porta santa da misericórdia

Em sintonia com a Igreja universal, a Carta aborda o tema da misericórdia, divulgando datas, deixando convites, sugerindo propostas e enunciando as “igrejas jubilares” da nossa diocese. A “porta santa” poderá ser atravessada pelos fiéis, cumprindo o previsto e auferindo das indulgências anunciadas, na Sé e no santuário de Nossa Senhora da Lapa.

CARTA PASTORAL DE D. ANTÓNIO COUTO: leia aqui.

in Voz de Lamego, ano 85/45, n.º 4332, 6 de outubro