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Archive for 07/12/2017

Cruz Peregrina do Movimento dos Convívios Fraternos em Cinfães

Foi no passado dia 25 de Novembro que os Convivas de Cinfães receberam, com alegria e entusiasmo, a Cruz Peregrina comemorativa do 50.º aniversário do Movimento dos Convívios Fraternos.

Esse momento foi assinalado com uma vigília de oração, aberta à comunidade, realizada na Igreja Paroquial de Cinfães, onde cerca de 30 convivas reavivaram a sua chama. Foi um momento de partilha, de oração, de amizade e encontro de gerações convivas, onde a chama da Cruz incendiou os nossos corações com o Amor de Cristo.

Durante a vigília, houve ainda tempo para renovar os compromissos feitos por cada um no seu Convívio Fraterno.

A Cruz seguiu caminho para a paróquia de Resende, transportada pelos Convivas que daí participaram também nesta celebração.

Que a Cruz que nesse dia nos encheu de Amor e Luz, vá pelo mundo mostrar a nossa Herança!

Ana Isabel Pereira, Cinfães, CF 1026,

in Voz de Lamego, ano 87/53, n.º 4439, 5 de dezembro de 2017

Tertúlias de Outono – 3

No sábado 25 de novembro, teve lugar no Museu Diocesano de Lamego a última Tertúlia de Outono com o tema “Fé, Espiritualidade e Religiões nos dias de hoje”. Este evento insere-se no programa cultural que acompanha a Exposição Contas de Rezar – Doações e Ofertas que está em exposição até final do corrente ano. Diferentemente das Tertúlias anteriores, houve um tema comum e foram efetuadas perguntas de resposta intimista aos três oradores. O Diretor do Museu, Pe. Dr. João Carlos Morgado, abriu a sessão com um voto de pesar e lembrança pelos nossos irmão mortos no ataque à mesquita na Península do Sinai, no Egito, após o que fez a habitual apresentação dos oradores, todos com múltipla formação universitária e presença muito ativa nos domínios da espiritualidade e religiões.

O Prof. José Eduardo Reis apresentou as suas incursões no domínio do budismo. Participa desde 1988 em retiros de meditação orientados pelo mestre Zen japonês Hôgen Yamahata, de que se tornou discípulo secular após ter co-traduzido o seu livro “No Caminho Aberto. Procurando integrar e adaptar os ensinamentos essenciais do seu professor num contexto secular da cultura ocidental, tem vindo a articulá-los com ensinamentos dos professores budistas ocidentais. Como praticante zen, prosseguindo uma pesquisa cultural e socialmente comprometida, é membro do centro espiritual Jikô-An, fundado por Hôgen e sediado na Serra Nevada, e da comunidade Wild Flower fundada por Amy Hollowell. Ler mais…