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Archive for Novembro, 2017

Eucaristia pelos benfeitores do Centro Diocesano de Promoção Social

“Em Vida, Irmão, em Vida”

Honrando o nosso princípio católico, o Centro Diocesano de Promoção Social, no passado dia 6 de novembro, juntou todas as suas respostas sociais, na tradicional Eucaristia pelos Benfeitores da Instituição.

Ao longo destas cinco décadas de existência, foram muitos os que por nós passaram, uns passageiramente, outros, à instituição, dedicaram toda a sua vida. Alguns ainda estão entre nós, outros já partiram. Não sendo possível nomear cada um deles, celebrámos a memória dos muitos colaboradores, professores, alunos e dirigentes, que fizeram do CDPS o que é hoje, uma instituição de referência, alargada a vários setores da comunidade, desde as crianças, passando pelos jovens até aos idosos. De modo mais particular, lembrámos neste momento de partilha, o nosso fundador, Monsenhor Ilídio Fernandes, o empreendedor, aquele que plantou a semente e transformou a ideia em realidade. A essência do CDPS é a ele que a devemos, ao homem, que no seu tempo, sonhou para lá dos horizontes estipulados. Outra memória presente foi a de D. António Francisco dos Santos, também ele presidiu aos destinos da nossa instituição. Foi o unificador. Os valores de solidariedade, bondade e partilha, base da nossa fundação, foram amplamente difundidos por si, em todas as suas ações. Ler mais…

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Pobre 2017

(XXXIII Domingo do Tempo Comum – 19 de novembro de 2017)

 

  1. «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade» (1 Jo 3, 18). Estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo «discípulo amado» até aos nossos dias, aparece ainda mais acentuada ao contrapor as palavras vazias, que frequentemente se encontram na nossa boca, às obras concretas, as únicas capazes de medir verdadeiramente o que valemos. O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus, e João recorda-a com clareza. Assenta sobre duas colunas mestras: o primeiro a amar foi Deus (cf. 1 Jo 4, 10.19); e amou dando-Se totalmente, incluindo a própria vida (cf. 1 Jo 3, 16).

Um amor assim não pode ficar sem resposta. Apesar de ser dado de maneira unilateral, isto é, sem pedir nada em troca, ele abrasa de tal forma o coração, que toda e qualquer pessoa se sente levada a retribuí-lo não obstante as suas limitações e pecados. Isto é possível, se a graça de Deus, a sua caridade misericordiosa, for acolhida no nosso coração a pontos de mover a nossa vontade e os nossos afetos para o amor ao próprio Deus e ao próximo. Deste modo a misericórdia, que brota por assim dizer do coração da Trindade, pode chegar a pôr em movimento a nossa vida e gerar compaixão e obras de misericórdia em prol dos irmãos e irmãs que se encontram em necessidade. Ler mais…

Parada do Bispo celebrou Santa Eufémia

«Eu também acredito em Cristo, eu sou baptizada», disse ela

Eufémia quer dizer que falou bem; e de Santa Eufémia se diz que perante a possibilidade de não ser martirizada, gritou diante dos verdugos: «eu também acredito em Cristo, eu sou baptizada». E acabou por ser mártir, no sentido que esta palavra tem, perante a morte violenta pela fé, não rejeitando a palavra para outros actos iguais nos efeitos, mas diferentes nos motivos.

Santa Eufémia é venerada em Parada do Bispo, freguesia do concelho de Lamego, mas por quem há muita veneração em várias outras paróquias de Portugal, e foi lembrada no dia 1 de novembro corrente na paróquia acima enunciada.

Desde muito cedo começaram a chegar os romeiros, ao que se ouve por ali, com diversos motivos para uma presença que vai desde a «marrã», carne de porco assada no momento e na brasa ao ar livre, aos biscoitos e outros artigos que fazem de uma festa uma feira de utilidades ou simples bugigangas. A pé vão muitos de Lamego e outras terras mais vizinhas; outros vêm de Resende, e do outro lado do rio Douro, de mais longe ou de mais perto se procura o caminho que leva à Capela do lugar, onde há a possibilidade de participar da Eucaristia, receber os sacramentos da Reconciliação e Comunhão, cumprir a promessa feita, mostrar em figuras de cera a dificuldade que foi vencida graças a Santa Eufémia; e ninguém ouse duvidar de uma coisa e/ou da outra. Ler mais…

Cruz da Jornada e Cruz dos Convivas

Este domingo foi um dia cheio para a paróquia da Sé .

Além da Festa da Palavra, tivemos a alegria de ter entre nós, na Missa das Dez, dois símbolos da vitalidade do compromisso cristão da nossa juventude: a Cruz das Jornadas da Juventude, encontro que na nossa diocese ( como também noutras pelo país fora!) congrega sempre um impressionante número de jovens comprometidos coma Mensagem de Cristo, e a Cruz dos Convívios Fraternos, encontros que reúnem grupos de jovens durante 4 dias em introspeção, meditação, oração e reflexão acompanhadas, com o objetivo de descobrirem ( ou reforçarem) o que é para eles Cristo e a força da Sua presença nas suas vidas.

Foi um momento emotivo para todos e uma novidade para as crianças, se bem que muitas, tendo irmãos ou outros familiares mais velhos , já tivessem tido contacto com este tipo de atividades.

Mas o testemunho dos jovens foi um dos momentos altos da celebração: “A cruz cristã não é uma mobília da casa ou um ornamento a ser usado, mas uma recordação do amor com o qual Jesus se sacrificou para salvar a Humanidade do mal e do pecado.” Foi o que nos disse o Papa Francisco em relação a este que é o maior símbolo da nossa Fé – a cruz é sacrifício e amor, é dificuldade e esperança, é a recordação em torno da qual congregamos, dando e recebendo. E por ser este centro da nossa comunidade, é rara a atividade em que não a materializamos.

Neste momento, temos connosco a cruz dos Convívios Fraternos e a Cruz das Jornadas Diocesanas da Juventude. Uma é a chama da nossa Fé e a outra é a assinatura do nosso compromisso mas, na verdade, ambas são isto e muito mais, são uma só – a maior prova de amor misericordioso de Deus.

A peregrinação seguirá para paróquia de  Almacave, e depois para outras paróquias da nossa diocese, sempre acompanhada por jovens que participaram em ambos os eventos ( Jornadas e Convívios) e por todos os que fizeram questão de os acompanhar.

Será um período em que a força da juventude se fará sentir em todos os recantos da diocese e lembrará que Cristo está vivo e entre nós, pois as novas gerações de cristãos estão aí, com toda a sua força, alegria e entusiasmo.

Inês Montenegro, in Voz de Lamego, ano 87/50, n.º 4436, 14 de novembro de 2017

Animação Vocacional por terras de Armamar

No passado dia 12 de novembro, a comunidade do Seminário de Lamego foi em ação de promoção vocacional às paróquias do Sr. Pe. Leontino. Fomos até São Romão cujo padroeiro tem o mesmo nome, de seguida fomos até Tões, em que a padroeira é Santa Senhorinha, depois fomos até Queimada sendo padroeiros S. Pedro e S. Paulo e de onde é natural o Pedro, seminarista do 9ºano.

Na nossa eucaristia, o Tiago, seminarista do 12ºano, falou um pouco da sua ida para o Seminário e sobre o que era o Seminário. A irmã Claudina também enriqueceu a eucaristia com a sua história de vida.

De seguida, dirigimo-nos até ao lar de S. João Batista onde tivemos a oportunidade de conhecer o espaço e onde pudemos almoçar.

Agradecemos ao Sr. Pe. Leontino esta excelente oportunidade e esperamos regressar o mais brevemente possível.

Diogo Ferreira, 9.º ano,

in Voz de Lamego, ano 87/50, n.º 4436, 14 de novembro de 2017

Seminário Maior de Lamego: Casa de todos e para todos

Entre os dias 12 e 19 deste mês, decorre, a nível nacional, a Semana dos Seminários, motivando as nossas comunidades cristãs a rezarem e a interessarem-se por esta realidade diocesana, a quem o último Concílio chamou “coração da diocese”.

A nossa diocese mantém aberto o Seminário de Lamego e participa no projecto do Seminário interdiocesano de S. José, em Braga, juntamente com as dioceses vizinhas de Bragança, Guarda e Viseu. Ali vivem os seminaristas mais velhos, frequentando o curso teológico na Faculdade de Teologia da Universidade Católica.

No presente ano lectivo, frequentam o Seminário interdiocesano três seminaristas de Lamego. No Seminário de Lamego acolhemos e acompanhamos sete seminaristas: seis que transitaram de Resende (quatro no 9.º ano e dois no 12.º ano) e um finalista, que frequenta o Ano Pastoral (VI ano). A acompanhar estes seminaristas está uma equipa formadora com quatro sacerdotes: um Formador em Braga, o Reitor e um Formador em Lamego (com a paroquialidade de Britiande, entre outros trabalhos) e o Director Espiritual, pároco em diversas paróquias da zona pastoral de Sernancelhe.

Mas o edifício do Seminário de Lamego não acolhe apenas os seminaristas diocesanos. Cada vez mais se assume como centro de encontro e de formação para todos os diocesanos, mercê da localização, das dimensões e, cada vez mais, das condições que oferece. Os investimentos já feitos e aqueles que se projectam foram motivados, também, por esta nova realidade. Um esforço, de resto, já concretizado noutras dioceses que, antes de nós, se prepararam para dar uso aos espaços não ocupados pelos seminaristas.

Apesar da remodelação já efectuada no rés do chão, há necessidade de continuar a dotar o edifício de condições que lhe permitam continuar a acolher seminaristas e sacerdotes, mas também a dar resposta à procura que, até agora, era direccionada para a Casa de S. José. O objectivo é estar ao serviço de todos os diocesanos e ser uma casa aberta e cómoda que contribui para a vida e o ritmo da diocese. Sem deixar de cumprir a missão para que foi construído, o Seminário prepara-se para alargar tal missão, como casa viva que contribui para a vida cristã da diocese.

E porque é para todos, também de todos espera a ajuda indispensável para avançar. Foi assim para nascer, será assim para continuar.

Pe. Joaquim Dionísio

Reitor,

in Voz de Lamego, ano 87/50, n.º 4436, 14 de novembro de 2017

Formação de Catequistas para o Arciprestado de Cinfães – Resende

Este sábado, dia 18, às 9h30, no Seminário de Resende, o Secretariado Diocesano da Catequese irá organizar uma formação para as/os catequistas de Resende e Cinfães, dando início a um ciclo de “Formações itinerantes”, muito práticas e explícitas, que não substituem as formações mais generalistas e alargadas que são disponibilizadas a nível de arciprestado, diocese ou nacionais, antes as complementam dum modo mais íntimo, restrito e mais próximo das paróquias.

Com o objetivo de ajudar a organizar uma sessão de catequese, com todos os desafios que as crianças e a realidade que vivemos representam para as/os catequistas, preparou-se o seguinte programa:

09:30  – Acolhimento

09:45  – Início dos trabalhos

10:30  – Trabalho de grupo

11:30  – Intervalo

11:50  – Envio

O tema – base será a parábola do Bom Samaritano ( Lc 10, 29-37).

Pedimos que não se esqueçam da Bíblia, material de escrita  e muito entusiasmo.

As inscrições são importantes, em particular para quem pretender almoçar, mas não deixe de vir se sentir “a chamada” na véspera…

BENVINDAS/OS.

in Voz de Lamego, ano 87/50, n.º 4436, 14 de novembro de 2017