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PASTOR – CUIDAR | Editorial Voz de Lamego | 10 de outubro

No passado dia 5 de outubro, aproveitando o feriado nacional, a Diocese de Lamego viveu a Assembleia do Clero, no Seminário Maior de Lamego. O Pe. Joaquim Dionísio reflete sobre a participação dos sacerdotes nestes encontros de confraternização, de formação e de diálogo.

Mas esta é a porta de entrada para a leitura do Jornal Diocesano, mas muitos outros temas se encontram nesta edição, notícias, eventos, reflexões… Boa leitura

PASTOR – CUIDAR

A participação nas nossas assembleias do clero tem vindo a diminuir, apesar de realizadas num feriado nacional, de ocuparem apenas uma manhã e de serem vistas como uma oportunidade de encontro e de diálogo fraternos.

Os motivos para a diminuta participação poderão resultar das dificuldades de agenda e de incapacidades ocasionais ou serem fruto de uma avaliação e opção pessoais, nomeadamente sobre a oportunidade do encontro alargado, o tema proposto, os intervenientes ou a modalidade prevista.

Talvez esta tenha sido pouco preparada e divulgada ou, então, talvez os encontros alargados tenham deixado de motivar e devam ser valorizados grupos mais reduzidos, nomeadamente os previstos nos arciprestados… Só a identificação das causas poderá ajudar a corrigir, a fazer diferente ou a deixar de insistir neste modelo.

A última assembleia havia sido pensada à medida do tema do ano pastoral em curso, nomeadamente sobre o cuidado com ministério sacerdotal. Cuidado e atenção de cada ministro ordenado diante do dom recebido; cuidado solidário e próximo para com os outros presbíteros; cuidado da comunidade cristã que acolhe e acompanha os seus pastores. Dito de outra forma, há uma responsabilidade pessoal que não pode ser hipotecada e uma acção comunitária indispensável para preservar e viver o dom do ministério sacerdotal. Porque, se o próprio não quiser, de pouco valerão as visitas, os convites, as reuniões ou as ajudas e se ninguém se interessar poderá o próprio sentir-se esquecido.

Neste particular e no que ao cuidado com os ministros ordenados diz respeito, o Bispo assume especial protagonismo, sendo convidado a preocupar-se com quem não está e a ter “uma compaixão prática pelos sacerdotes que se encontram nalgum perigo ou faltaram já a alguns dos seus deveres” (CD 16). Trata-se, mais uma vez, de procurar a ovelha perdida.

in Voz de Lamego, ano 87/45, n.º 4431, 10 de outubro 2017

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