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Festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios

Celebrar a fé

A cidade e a região viveu, mais uma vez, as festas da cidade com os olhos postos na Mãe, aqui invocada como Senhora dos Remédios. A novena, a Eucaristia e a Procissão, as ruas iluminadas, os artistas que actuaram, os desfiles, os foguetes e o fogo de artificio, os visitantes que vieram, as famílias que se juntaram, o ruído, o convívio, as fotografias… Tudo contribuiu para a festa!

Caminhar com Maria

A novena em honra de Nossa Senhora dos Remédios decorreu, como habitualmente, entre os dias 30 de Agosto e 07 de setembro, no Santuário e sob orientação do seu Reitor, Pe. João António Pinheiro Teixeira. Nesses dias, entre as 06h e as 08h, a igreja encheu-se de fiéis que, ainda escuro, demandaram o Santuário, a pé ou de carro, de perto e de longe, para louvar a Mãe e escutar a Palavra de Deus. E foram muitos os que o fizeram.

O itinerário proposto aos peregrinos na pregação diária procurou sublinhar o centenário das Aparições em Fátima, ao mesmo tempo que apresentava a Mensagem da Mãe do Céu e os seus apelos para uma vida mais santa e próxima da vontade de Deus. E todos os dias foram oportunidade para a celebração do perdão de Deus, no sacramento da Reconciliação.

Natividade de Maria

No dia 08 de setembro, nove meses após a solenidade da Imaculada Conceição, a Igreja celebra a festa da Natividade de Nossa Senhora. E é nesta data que se vive o grande dia da festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, com a igreja e o adro do Santuário a ficarem repletos de fiéis para a celebração eucarística, às 10h, bem como a enchente humana que “invade” as ruas da cidade para ver e participar na Procissão, às 16h.

O nosso bispo presidiu às cerimónias deste dia, ele que já havia participado na Eucaristia e na Procissão do dia 06, quando a imagem da Senhora dos Remédios desce até à cidade.

Curar doentes e inteligentes

Na homilia do dia de festa, D. António Couto começou por saudar todos os presentes, fazendo referência à intensidade da celebração, motivada pela fé, pela experiência humana da fragilidade e pela história de vida de cada um, com dores e alegrias. E apresentou Maria como aquela que, em silêncio, vai “compondo” a sua vida com amor, consciente da presença de Deus, escutando e meditando a Palavra. E convidou todos a serem “compositores” da própria vida, atentos à história, ao património genético e com os olhos postos em Jesus, Aquele que sabe toda a nossa história e lhe dá sentido.

O Menino que Maria nos apresenta em seus braços dá um sentido novo à história humana. E a Mãe não cessa de nos indicar o caminho para nos encontramos com o Menino que ousou incarnar e fazer-se irmão e, com Ele, sermos “filhos no Filho” (cfr. GS 22).

Por fim, o nosso bispo invocou Nossa Senhora dos Remédios para que traga remédio aos doentes e, também, aos inteligentes. Isto porque falta ternura, atenção, disponibilidade para que exista mais proximidade aos doentes. Não basta o conhecimento técnico para diagnosticar ou aplicar tratamentos; também é necessária ternura para que o doente se sinta amado.

 

JD, in Voz de Lamego, ano 87/42, n.º 4427, 12 de setembro 2017

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