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Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão em Resende

No passado sábado, 3 de junho, teve lugar no Seminário Menor de Resende o XIII Encontro de Ministros Extraordinários da Comunhão. O encontro contou com participantes de diversas paróquias da diocese de Lamego.

Da parte da manhã, depois do acolhimento, Monsenhor Bouça Pires, presença habitual nestes encontros, expôs a temática “Ao serviço da comunhão como Maria e os Pastorinhos”, tendo como “pano de fundo” o Centenário das Aparições. Dizia: “Este acontecimento para além de um privilégio é também uma responsabilidade para cada um de nós, pois devemos acreditar que Nossa Senhora não é uma Mãe qualquer mas é a Mãe de Deus e nossa Mãe tal como o Papa Francisco o repetiu em Fátima “Temos uma Mãe”.

Tal como Maria e os Santos Francisco e Jacinta Marto, o Ministro Extraordinário da Comunhão deve ser agente de oração e ação, isto é, trabalhar para a comunhão e união de todos, procurando “ver com os olhos do coração” que não tem barreiras, levando Jesus, presença do amor e da misericórdia de Deus, àqueles que visita. O Ministro da Comunhão deve sentir-se que é procurado e não esquecido, chamado para uma missão.

Após a sua exposição, os ministros extraordinários da comunhão, livremente, partilharam o seu testemunho de vida.

Após este momento, celebrou-se a Eucaristia, Vespertina da Solenidade do Pentecostes, presidida por D. Jacinto Botelho, Bispo Emérito de Lamego. Na sua homilia, fez referência a Nossa Senhora, como modelo para a nossa vida, que nos deu Jesus e O tornou próximo de todos não esquecendo também os Santos Francisco e Jacinta Marto, que apesar de crianças, foram extraordinariamente eucarísticos e com os quais devemos aprender a amar e a levar Jesus Eucaristia para que também Ele esteja próximo dos que não podem vir ao seu encontro em cada Eucaristia.

Seguiu-se o almoço e, depois de um simples momento de convívio musical, deu-se continuidade aos trabalhos com a intervenção do Sr. Padre José Fernando que fez uma explicação sobre o tema “O Ministro da Comunhão e a arte de comunicar com os doentes”, sintetizando que o Ministro da Comunhão não pode ficar fechado mas sentir-se vocacionado para levar Nosso Senhor, no seu coração e acompanhar os que mais precisam; ser agente pastoral chamado a evangelizar, a aconselhar, saber falar àqueles que visita pronto a oferecer cura, pois Jesus que leva aos outros é a cura. Deve procurar desempenhar a sua missão não para satisfazer as suas próprias necessidades mas estar disponível, ser conselheiro espiritual e bom samaritano que observa, isto é, a sua atenção deve estar centrada a quem fala, escutar com paciência, respeitando o silêncio, deixando que o doente expresse o que sente, ajudando-o a encontrar resposta para os seus problemas e entrando no seu sofrimento.

O dia terminou com uma celebração Mariana.

Sem dúvida, que foi mais encontro não apenas e só de convívio e contacto com outros membros deste ministério, apesar de ser importante, mas uma oportunidade de reflexão e de formação pessoal, tanto a nível cognitivo, afetivo e espiritual.

Flávio Sequeira, in Voz de Lamego, ano 87/30, n.º 4415, 6 de junho 2017

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