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Archive for Fevereiro, 2017

Seminário de Nossa Senhora de Lourdes em Festa

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No passado sábado o Seminário Menor de Resende celebrou em Festa a Solenidade da sua Padroeira, Nossa Senhora de Lourdes. Desde que há memória, este dia é sempre vivido pela comunidade do Seminário com grande alegria, porque celebramos a Mãe de Deus que se dignou apareceu em 1958 a Bernardete de Soubirous na gruta de Massabielle perto de Lourdes em França e  por intermédio desta humilde menina, chamou os pecadores à conversão, despertando na Igreja um intenso movimento de oração e de caridade, sobretudo em benefício dos pobres e dos doentes.

Este é também um dia para acolher e chamar ao Seminário os familiares e os párocos dos nossos Seminaristas. Este ano não foi exceção. Pela manhã começaram a chegar os pais, familiares e alguns párocos.

O primeiro momento foi de receção e de boas vindas. No salão do Seminário, as Irmãs da Comunidade Servas de Maria do Coração de Jesus presentearam-nos com alguns cânticos de mensagem sempre acompanhados de gestos que nos trouxeram alegria e boa disposição. Ler mais…

Visita Pastoral de D. António Couto em São Martinho de Mouros

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De 7 a 12 de fevereiro decorreu, na Paróquia de São Martinho de Mouros, a Visita Pastoral de D. António Couto.

Foram dias intensos e revigorantes em que o Senhor D. António teve a oportunidade de percorrer toda a paróquia visitando o centro e as periferias – doentes, lugares de culto, instituições – e contactou com os grupos ligados à Igreja.

Para o efeito, os vários povos organizaram-se e esmeraram-se para receber de forma condigna e calorosa o Senhor Bispo, ornamentando a preceito todos os lugares por ele percorridos, com especial relevância os espaços de culto visitados.

No dia 7, da parte da tarde, começou por visitar os doentes de Peneda e Stª Eulália. Celebrou Eucaristia e administrou o sacramento da Santa Unção, que D. António fez chegar a todos como uma “carícia de Deus”, na Capela de Nª Sª da Ajuda. Terminou este primeiro dia num encontro com a Comissão de Melhoramentos da freguesia, seguido de lanche.imagem-102

A manhã do dia 8 foi passada com as crianças, professores e funcionários do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros. Aqui D. António foi acolhido de forma calorosa por toda a comunidade educativa, que se esmerou na receção ao Senhor Bispo. Depois de uma bela canção, cheia de mensagem, interpretada pelas maviosas vozes das crianças, houve um encontro, onde o D. António teve a oportunidade de responder e satisfazer a natural curiosidade das crianças. Esta manhã culminou com o almoço na cantina escolar, sendo servido a todos um saboroso bolo. Ler mais…

CORREÇÃO FRATERNA | Editorial Voz de Lamego | 14 de fevereiro

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O Jornal Diocesano é um belíssimo instrumento de informação, de formação, de reflexão, de aproximação de pessoas e comunidades, fazendo memória, desafiando o anúncio do Evangelho e vivência da fé pela caridade. Alguns temas em destaque: a carta do Papa Francisco aos jovens, a Visita Pastoral de D. António Couto em São Martinho de Mouros, a Festa do Seminário de Nossa Senhora da Lourdes e muitas outras notícias da Diocese e da região.

No Editorial, o Diretor da Voz de Lamego fala-nos da correção fraterna, sempre tão necessária, quando é correção e é fraterna, para crescimento, para maior bem e agindo com respeito e caridade…

CORREÇÃO FRATERNA

Protagonizando o que recomendava aos outros, a correcção fraterna, o apóstolo Paulo enfrentou o apóstolo Pedro para lhe censurar determinado comportamento (Gal 2, 11-14). O conselho e o exemplo continuam válidos e vão-se concretizando, na medida das possibilidades e capacidades. Quantas vezes foi notícia o que o Papa Francisco disse sobre determinadas posturas e opções?

Mas, nos últimos tempos e de forma mais visível, também têm surgido notícias do descontentamento de alguns diante da maneira de ser e de estar do Papa. A situação não é nova e não será encerrada com este pontificado. Exceptuando a uniformidade requerida quanto ao depósito da fé, sabemos que sensibilidades distintas proporcionarão posturas diferentes. O próprio Papa, no cumprimento da sua missão, estará marcado pela formação recebida, pela experiência de vida, pela sensibilidade própria e pelo contexto actual.

Contudo, Francisco não se furta à denúncia de escândalos e de infidelidades, na Igreja e no mundo, nem abdica de sugerir mudanças e de agir, repudiando o “lavar de mãos” do auto-dispensado Pilatos. Talvez certas denúncias e decisões ocasionem ressentimentos, já que nem sempre sobra humildade para aceitar mudar.

Apesar de considerado e apreciado, Francisco sabe-se sujeito aos limites, às imperfeições ou às possíveis críticas. Daí que, desde o início, tenha pedido orações por si e não tenha escondido que é “alguém que ri, que chora, que dorme tranquilo e que tem amigos, como toda a gente”. E num célebre discurso à Cúria romana aconselhou a não “divinizar” os chefes, já que a mensagem transmitida será sempre mais importante que a notoriedade ou carisma do mensageiro.

Tal como evidenciado por Paulo, a oportunidade da crítica é inquestionável quando nasce do amor à verdade e à coerência. Mas perde vigor e lugar quando resulta do desconforto pela perda de poder ou de privilégios.

in Voz de Lamego, ano 87/14, n.º 4399, 14 de fevereiro de 2017

Celebração dos 125º Aniversário de fundação – Filhas de São Camilo

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A Congregação com seu Pároco

No dia 5 de março domingo, se comemorou o Centésimo Vigésimo Quinto aniversário da existência da Congregação das Filhas de São Camilo em união com o seu pároco e na comunidade paroquial da Sé catedral na Santa Missa das 11:30 horas

Num clima de simplicidade e acolhimento a celebração foi animada pelo coral adulto desta missa, estiveram presentes além dos paroquianos outros convidados para a ocasião juntamente com um grupo de utentes, funcionários e familiares das Filhas de São Camilo, não faltaram os colaboradores externos que são a mais valia do nosso Centro Social.

Na Homilia o Sr Padre José Ferreira referiu da presença das irmãs na paróquia e depois de uma breve apresentação de suas origens e de seus Fundadores lembrou que S. Camilo de Léllis é contemporâneo de S. João de Deus e ambos  Padroeiros , dos Doentes, Hospitais, médicos, enfermeiros e de todo o pessoal sanitário.

A Congregação existente em 4 continentes e em 20 Nações tem como missão o carisma de servir os doentes e idosos mesmo com risco de vida fazendo a este fim um quarto voto. Exercem as 14 obras de misericórdia no mundo e possuem várias escolas de enfermagem para dar continuidade à nova escola de caridade de S. Camilo que queria os doentes cuidados como uma mãe cuida seu único filho doente.

É bom notar que tendo saído de casa com chuva e granizo todos voltamos para casa com um sol a brilhar e muita alegria no coração.

Parabéns a Congregação e Bem hajam por 125 anos de serviço à Igreja e ao mundo da saúde.

Colaboradora Mariana Barbosa,

in Voz de Lamego, ano 87/13, n.º 4398, 7 de fevereiro de 2017

Centenário das Aparições | Protagonistas

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Numa Europa marcada pelos horrores da guerra e num país a digerir ainda uma revolução que instaurou a República e pôs fim à Monarquia, num pequeno canto esquecido do nosso país, três crianças anunciam terem sido contempladas com a visão de Nossa Senhora.

O anúncio surpreendeu todos, as perguntas multiplicaram-se, as respostas e os devotos foram aparecendo, as dúvidas de muitos persistiram, a Igreja foi observando e discernindo… Apesar dos limitados meios de comunicação e do ambiente político adverso, os factos difundem-se e serão aos milhares os peregrinos e curiosos que rapidamente aparecem. Um movimento que não mais parou.

Mas no início de tudo encontramos três crianças…

No dia 13 de Maio de 1917, um domingo, Lúcia (10 anos), Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos) guardam algumas ovelhas nuns terrenos pobres da Cova da Iria, pertencentes ao pai de Lúcia, onde se vêem algumas oliveiras e carrasqueiras / azinheiras. Num tempo de pouca escolarização, estas crianças seguem o ritmo de tantas outras, participando nos trabalhos agrícolas e contribuindo para a economia familiar. Enquanto não têm idade nem forças para trabalhos mais exigentes, acompanham e guardam as ovelhas. Ler mais…

Convívio Fraterno – 25 a 27 de fevereiro de 2017

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Numa fase do mundo em que se vive ódio, violência, terrorismo, ameaças, insegurança… desesperança quanto ao futuro, lembremos o apelo do Papa Francisco, na sua Mensagem de Natal, quanto ao darmos voz à Paz e à Esperança, através do Poder do Menino Jesus e do Poder do Amor. É com este Poder que queremos levar Esperança aos jovens e dar-lhes a conhecer o imenso Amor de Deus.

É neste sentido que lançamos o convite aos jovens da Diocese de Lamego, para vivenciarem 3 dias diferentes e únicos na sua caminhada cristã, o Convívio Fraterno.

O Convívio Fraterno terá lugar na Casa da Obra Kolping, em Lamego, com início às 21h do dia 24 de fevereiro, prolongando-se pelos dias 25, 26 e 27 de fevereiro, sendo o Encerramento às 20h30 do dia 27 de fevereiro, aberto à família, amigos e restantes convivas.

Aos convivas e restante comunidade, pedimos a vossa ação: com o envio de correspondência  aos participantes, as intendência para https://goo.gl/forms/QrCo7g3kH66BW0CH3, a presença no Encerramento do Convívio, mas sobretudo vossa Oração durante os 3 dias de Convívio Fraterno.

Contamos com todos vós.

A Equipa Coordenadora do Movimento dos Convívios Fraternos da Diocese de Lamego

in Voz de Lamego, ano 87/13, n.º 4398, 7 de fevereiro de 2017

Formação Bíblica para jovens da Diocese de Lamego

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Formação Bíblica

“Podia estar perdido Como um náufrago no mar

E ainda perder tudo, até o alento… Podia estar faminto

Como uma criança sem lar Mas eu sei que a Tua palavra Sempre me sustentará…”

 No passado dia 4 foi nos dada a oportunidade de aprofundarmos o nosso conhecimento sobre a Bíblia. Reunidos no Seminário de Lamego, o Departamento dos Jovens ajudou-nos a perceber que apesar de ser um livro “tão velho” ele tem tudo a ver com gente “tão nova” como nós.

Durante a manhã, após uma oração onde invocamos o Espírito Santo, recebemos a visita do Sr. Bispo, D. António Couto, que nos indicou o caminho para este dia de descoberta. De facto, no princípio deste percurso necessitávamos de uma orientação geral que nos ajudasse a compreender toda a jornada: a riqueza da Palavra de Deus não está num conjunto de palavras escritas num papel mas está naquilo que transparece, na profundidade do sentido daquilo que está escrito e que é lido, que é anunciado! Ler mais…

ENCONTRO E PARTILHA | Jornadas Locais de Escolas Católicas

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Decorreram no passado sábado, dia 4 de fevereiro as Jornadas Locais de Escolas Católicas, subordinadas ao tema: “Como é que o Evangelho trespassa o nosso projecto educativo?”

Estas Jornadas Locais tiveram um âmbito interdiocesano, com presença de Escolas das Dioceses de Aveiro, Guarda, Lamego, Vila Real e Viseu. Das 5 Escolas Católicas da nossa diocese apenas o Colégio de Lamego se fez representar na pessoa do seu Diretor Pe. Avelino Silva e mais três Professores.

O Seminário de Viseu acolheu-nos da parte da manhã onde, pelas 9.30h, se iniciaram os trabalhos com um momento de oração presidido pelo Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro. Em seguida o Sr. D. Ilídio apresentou-nos alguns pontos essenciais a ter em conta sobre o papel do Professor na Escola Católica baseados em alguns pontos fundamentais do Papa Francisco. Ler mais…

Mensagem do Papa Francisco para o XXV Dia Mundial do Doente 2017

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MENSAGEM DE SUA SANTIDADE FRANCISCO PARA A XXV JORNADA MUNDIAL DO DOENTE 2017
Lourdes, 11 de fevereiro de 2017

Tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)»

Queridos irmãos e irmãs,

No próximo dia 11 de fevereiro, celebrar-se-á em toda a Igreja, e de forma particular em Lourdes, a XXV Jornada Mundial do Doente, sob o tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)». Instituída pelo meu predecessor São João Paulo II em 1992 e celebrada a primeira vez precisamente em Lourdes no dia 11 de fevereiro de 1993, tal Jornada dá ocasião para se prestar especial atenção à condição dos doentes e, mais em geral, a todos os atribulados; ao mesmo tempo convida quem se prodigaliza em seu favor, a começar pelos familiares, profissionais de saúde e voluntários, a dar graças pela vocação recebida do Senhor para acompanhar os irmãos doentes. Além disso, esta recorrência renova, na Igreja, o vigor espiritual para desempenhar sempre da melhor forma a parte fundamental da sua missão que engloba o serviço aos últimos, aos enfermos, aos atribulados, aos excluídos e aos marginalizados (cf. João Paulo II, Motu proprio Dolentium hominum, 11 de fevereiro de 1985, 1). Com certeza, os momentos de oração, as Liturgias Eucarísticas e da Unção dos Enfermos, a interajuda aos doentes e os aprofundamentos bioéticos e teológico-pastorais que se realizarão em Lourdes, naqueles dias, prestarão uma nova e importante contribuição para tal serviço.

Sentindo-me desde agora presente espiritualmente na Gruta de Massabiel, diante da imagem da Virgem Imaculada, em quem o Todo-Poderoso fez maravilhas em prol da redenção da humanidade, desejo manifestar a minha proximidade a todos vós, irmãos e irmãs que viveis a experiência do sofrimento, e às vossas famílias, bem como o meu apreço a quantos, nas mais variadas tarefas de todas as estruturas sanitárias espalhadas pelo mundo, com competência, responsabilidade e dedicação se ocupam das melhoras, cuidados e bem-estar diário de todos vós. Desejo encorajar-vos a todos – doentes, atribulados, médicos, enfermeiros, familiares, voluntários – a olhar Maria, Saúde dos Enfermos, como a garante da ternura de Deus por todo o ser humano e o modelo de abandono à vontade divina; e encorajar-vos também a encontrar sempre na fé, alimentada pela Palavra e os Sacramentos, a força para amar a Deus e aos irmãos mesmo na experiência da doença.

Como Santa Bernadete, estamos sob o olhar de Maria. A jovem humilde de Lourdes conta que a Virgem, por ela designada «a Bela Senhora», a fixava como se olha para uma pessoa. Estas palavras simples descrevem a plenitude dum relacionamento. Bernadete, pobre, analfabeta e doente, sente-se olhada por Maria como pessoa. A Bela Senhora fala-lhe com grande respeito, sem Se pôr a lastimar a sorte dela. Isto lembra-nos que cada doente é e permanece sempre um ser humano, e deve ser tratado como tal. Os doentes, tal como as pessoas com deficiências mesmo muito graves, têm a sua dignidade inalienável e a sua missão própria na vida, não se tornando jamais meros objetos, ainda que às vezes pareçam de todo passivos, mas, na realidade, nunca o são.

Bernardete, depois de estar na Gruta, graças à oração, transforma a sua fragilidade em apoio para os outros; graças ao amor, torna-se capaz de enriquecer o próximo e sobretudo oferece a sua vida pela salvação da humanidade. O facto de a Bela Senhora lhe pedir para rezar pelos pecadores lembra-nos que os doentes, os atribulados não abrigam em si mesmos apenas o desejo de curar, mas também o de viver cristãmente a sua existência, chegando a doá-la como autênticos discípulos missionários de Cristo. A Bernadete, Maria dá a vocação de servir os doentes e chama-a para ser Irmã da Caridade, uma missão que ela traduz numa medida tão elevada que se torna modelo que todo o profissional de saúde pode tomar como referência. Por isso, peçamos à Imaculada Conceição a graça de saber sempre relacionar-nos com o doente como uma pessoa que certamente precisa de ajuda – e, por vezes, até para as coisas mais elementares – mas também é portadora do seu próprio dom que deve partilhar com os outros.

O olhar de Maria, Consoladora dos aflitos, ilumina o rosto da Igreja no seu compromisso diário a favor dos necessitados e dos doentes. Os preciosos frutos desta solicitude da Igreja pelo mundo dos atribulados e doentes são motivo de agradecimento ao Senhor Jesus, que Se fez solidário connosco, obedecendo à vontade do Pai até à morte na cruz, para que a humanidade fosse redimida. A solidariedade de Cristo, Filho de Deus nascido de Maria, é a expressão da omnipotência misericordiosa de Deus que se manifesta na nossa vida – sobretudo quando é frágil, está ferida, humilhada, marginalizada, atribulada –, infundindo nela a força da esperança que nos faz levantar e sustenta.

Uma riqueza tão grande de humanidade e de fé não deve ficar perdida, mas sim ajudar-nos a enfrentar as nossas fraquezas humanas e, ao mesmo tempo, os desafios presentes em âmbito sanitário e tecnológico. Por ocasião da Jornada Mundial do Doente, podemos encontrar novo impulso a fim de contribuir para a difusão duma cultura respeitadora da vida, da saúde e do meio ambiente; encontrar um renovado impulso a fim de lutar pelo respeito da integridade e dignidade das pessoas, inclusive mediante uma abordagem correta das questões bioéticas, a tutela dos mais fracos e o cuidado pelo meio ambiente.

Por ocasião da XXV Jornada Mundial do Doente, reitero a minha proximidade feita de oração e encorajamento aos médicos, enfermeiros, voluntários e a todos os homens e mulheres consagrados comprometidos no serviço dos doentes e necessitados; às instituições eclesiais e civis que trabalham nesta área; e às famílias que cuidam amorosamente dos seus membros doentes. A todos, desejo que possam ser sempre sinais jubilosos da presença e do amor de Deus, imitando o testemunho luminoso de tantos amigos e amigas de Deus, dentre os quais recordo São João de Deus e São Camilo de Lélis, Padroeiros dos hospitais e dos profissionais de saúde, e Santa Teresa de Calcutá, missionária da ternura de Deus.

Irmãs e irmãos todos – doentes, profissionais de saúde e voluntários –, elevemos juntos a nossa oração a Maria, para que a sua materna intercessão sustente e acompanhe a nossa fé e nos obtenha de Cristo seu Filho a esperança no caminho da cura e da saúde, o sentido da fraternidade e da responsabilidade, o compromisso pelo desenvolvimento humano integral e a alegria da gratidão sempre que Ele nos maravilha com a sua fidelidade e a sua misericórdia:

Ó Maria, nossa Mãe,
que, em Cristo, acolheis a cada um de nós como filho,
sustentai a expectativa confiante do nosso coração,
socorrei-nos nas nossas enfermidades e tribulações,
guiai-nos para Cristo, vosso filho e nosso irmão,
e ajudai a confiarmo-nos ao Pai que faz maravilhas.

A todos vós, asseguro a minha recordação constante na oração e, de coração, concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 8 de dezembro – Festa da Imaculada Conceição – de 2016.

Francisco

IV Torneio de Futebol E.M.R.C. da Diocese de Lamego

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São João da Pesqueira acolheu o IV torneio de futebol da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica no passado dia 04 de fevereiro. Um dia diferente para cinco escolas, oito equipas, cem alunos.

Pelo quarto ano consecutivo, o Secretariado Diocesano do Ensino Religioso de Lamego proporcionou um dia de convívio entre os alunos de diversas escolas da nossa diocese (Lamego) e da diocese de Bragança-Miranda através da realização do IV torneio de futebol EMRC. Este evento contou com a participação das Escolas dos concelhos de São João da Pesqueira, Torre de Moncorvo, Sernancelhe, Moimenta da Beira e Lamego (Latino Coelho).

As escolas envolvidas participaram todas no torneio de futebol masculino e quatro escolas participaram ainda no torneio feminino. Foi uma manhã cheia de convívio e desporto, alegria e diversão. O almoço foi preparado pelo Agrupamento de Escolas de São João da Pesqueira em articulação com o município de São João da Pesqueira.

De tarde, os alunos visitaram o museu do Vinho, um marco nesta zona demarcada do nosso tão prestigiado Douro.

Em nome do SDER Lamego e de todas as escolas presentes, dos alunos e professores, aproveitamos para agradecer o sumptuoso acolhimento do Agrupamento de Escolas de São João da Pesqueira, a amabilidade da diretora do Agrupamento que nos acompanhou em todas as atividades e a recepção e empenho do município de São João da Pesqueira, na pessoa do Vice-Presidente, Dr. Vitor Sobral, que se mostrou disponível para colaborar na organização deste evento como já o tinha feito, há dois anos, na organização do II Encontro Diocesano de alunos de EMRC.

A todos: OBRIGADO.

Mário Rodrigues, SDER Lamego

in Voz de Lamego, ano 87/13, n.º 4398, 7 de fevereiro de 2017