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Archive for 20/01/2017

Padre José Filipe Ribeiro (1933 – 2017) | Ordenado para servir

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Ao final da tarde do dia 9 deste mês, em Penude, Lamego, faleceu o Padre José Filipe Ribeiro que, no primeiro dia de dezembro, completara 83 anos de vida. O funeral realizou-se naquela paróquia, no dia 11, e o seu corpo foi sepultado no cemitério daquela freguesia.

Natural da Paróquia de São Pedro de Penude, do lugar da Matancinha, o Pe. José Filipe nasceu a 1 de dezembro de 1933 e era filho de Matias Ribeiro e de Maria Filomena. Depois de ter frequentado os Seminários da nossa diocese, foi ordenado diácono a 16/03/1957, na capela do Seminário, e presbítero a 15/08/1957, na Sé, por D. João da Silva Campos Neves.

A sua missão pastoral paroquial começou, nesse mesmo ano, por terras de S. João da Pesqueira, em Casais do Douro e Sarzedinho, ao mesmo tempo que assumia a tarefa de capelão da Quinta das Carvalhas. No mês de março de 1967 seguiu para a Guiné como capelão militar, donde voltou passado dois anos, assumindo então a Paróquia de Soutelo do Douto e, a partir de 22/07/1975, também a de Nagoselo, onde restaurou a Igreja paroquial. Em simultâneo, assumiu a leccionação de algumas aulas de EMRC, na escola preparatória de São João da Pesqueira. A partir de cá, promoveu a construção duma Capela no destacamento de Bale, na Guiné. Alguns anos depois, a partir de 1990, veio para mais perto da sua terra natal e assumiu a paroquialidade das paróquias de Figueira (arciprestado de Lamego), Queimada e Queimadela (arciprestado de Armamar). Com as limitações decorrentes da idade e da falta de saúde, foi diminuiu o espaço da missão, sendo Figueira a última paróquia a ser pastoralmente servida por ele, de onde saiu pelo ano de 2010. De então para cá residiu em Lamego e em casa de familiares, em Penude, sendo um sacerdote sempre disponível para auxiliar, nomeadamente no sacramento da reconciliação.

A saúde foi-se deteriorando e os tratamentos médicos foram-se sucedendo, intercalados com internamentos hospitalares. Nos últimos tempos, e tal como noticiado pelo nosso jornal, encontrava-se no Centro Social e Paroquial de Penude. E foi aqui que faleceu.

A Missa Exequial foi presidida por D. António Couto, acompanhado por D. Jacinto Botelho, por três dezenas de sacerdotes e muitos fiéis leigos, não apenas de Penude, mas também de outras terras onde o Pe. Filipe fora pároco.

Louvamos o Senhor da Vida e da Vocação por tudo quanto nos concedeu por intermédio deste nosso irmão sacerdote e por ele rezamos.

JD, in Voz de Lamego, ano 87/10, n.º 4395, 17 de janeiro de 2017

Aniversário da Ordenação Episcopal de D. Jacinto Botelho

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D. Jacinto Tomaz de Carvalho Botelho, natural de Moimenta da Beira (Prados de Cima – Vila da Rua), nasceu em 11 de setembro de 1935.

Entrou para o Seminário de Resende em 1946 e foi ordenado, no dia 15 de agosto de 1958, ano em que morreu o Papa Pio XII. Celebrou os 50 anos de Sacerdócio no dia 15 de agosto de 2008. Depois da Ordenação foi estudar para Roma.

Concluídos os estudos em História da Igreja, regressou à Diocese de Lamego, concretamente ao Seminário Maior, sendo professor e integrando-se na Equipa Formadora, vindo a assumir a responsabilidade do Seminário. Entretanto, assumiu outras missões, como Vigário Geral Adjunto e Vigário Geral da Diocese. Durante algum tempo foi pároco de Sande (Lamego).

Foi nomeado Bispo Auxiliar de Braga e a sua ordenação Episcopal, na Sé Catedral de Lamego, foi no dia 20 de janeiro de 1996, dia de São Sebastião, Padroeiro de Lamego.

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Depois da morte de D. Américo Couto de Oliveira, Bispo antecessor, viria a assumir a responsabilidade da Diocese, tomando posse no dia 19 de março de 2000. No dia 8 de julho de 2000.

Atualmente a residir na cidade de Lamego, é Bispo Emérito deste nossa Diocese, desde o dia 29 de janeiro de 012, dia da tomada de posse de D. António Couto, como Bispo de Lamego.

Parabéns D. Jacinto e que a Senhora dos Remédios, a Senhora da Lapa, a Senhora da Conceição, a Senhora da Assunção, a Mãe de Jesus Cristo, continue a velar pelo seu ministério sacerdotal e episcopal.

Grupo de Jovens de Sernancelhe – JIM – Jovens em Missão

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O grupo de Jovens da paróquia São João Batista – Sernancelhe  comprometeu-se oficialmente com a Igreja enquanto missionária, a exemplo de Jesus ressuscitado que enviou os discípulos em missão por todo o  mundo a anunciar a Palavra de Deus. Comprometeu-se com o JIM, Jovens em Missão, uma proposta dos missionários Combonianos.

Os dias 13, 14 e 15 de janeiro tornaram-se num marco importante para a vida dos jovens da nossa paróquia porque fizeram o compromisso e a adesão ao JIM (Jovens em Missão). Após uma preparação de dois dias, com o intuito de conhecer a missão que o Papa Francisco nos tem interpelado a todos para anunciarmos o Evangelho a toda humanidade porque é o serviço mais valioso para a Igreja, os jovens também são chamados a integrar esta missão. E como dizia o Pe. Jorge, missionário Comboniano e responsável do JIM, a Igreja também é jovem e os jovens têm de se sentir integrados e úteis nesta missão, quer seja na nossa paróquia ou em qualquer outro lugar. Então, o dia 15 de janeiro tornou-se um marco vivo de esperança para a nossa paróquia ao comprometer os jovens nesta missão de sermos evangelizadores e também por se sentirem úteis neste desafio que nos engloba a todos. Ler mais…

SÃO SEBASTIÃO, PADROEIRO PRINCIPAL DA DIOCESE DE LAMEGO

gregorio_s-sebastiao-11-0Celebrámos, neste dia 20 de janeiro, na nossa Diocese de Lamego, a solenidade do Padroeiro principal, mártir São Sebastião, o bom soldado de Cristo. O patrono escolhido deverá ser uma referência que inspire a viver o Evangelho na identificação com Jesus Cristo, morto e ressuscitado.

Quando uma terra e/ou uma comunidade escolhe um patrono isso deve-se ao seu carisma e à vontade de seguir a sua determinação e o exemplo da sua vida. Os santos mártires ganharam uma enorme projeção nas comunidades cristãs dos primeiros séculos e pelos séculos seguintes.

É nesta perspetiva que São Sebastião, Santa Eufémia, Santa Inês, Santa Luzia, São Vicente, diácono, Santa Bárbara, se impõem por todo o mundo cristão, pelo testemunho de fidelidade ao Evangelho, a Jesus Cristo, arriscando a própria vida. Foi também uma forma de catequizar as comunidades, pregar através de exemplos concretos.

A vida de São Sebastião, naquilo que a tradição assimilou e transmitiu, é um exemplo como a fé ajuda a ultrapassar os obstáculos da vida e como o cristão se pode santificar nas mais diversas profissões e/ou ocupações. Mais forte que tudo é o amor a Deus. Ler mais…