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IMACULADA CONCEIÇÃO | Editorial Voz de Lamego | 6 de dezembro

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Atravessamos a NOVENA da Imaculada Conceição. Como não poderia deixar de ser a edição do Jornal Diocesano faz eco desta importante celebração na vida da Igreja, mas também em Portugal, que A tem por Padroeira e Rainha. O Diretor, Pe. Joaquim Dionísio, que se encontra em Tabuaço a orientar a Novena da Imaculada Conceição, centra a sua reflexão nesta verdade fé em que sobressai a confiança total em Deus e a ligação íntima de Maria a Jesus.

IMACULADA CONCEIÇÃO

Aproxima-se o dia 8 de dezembro, data da festa em honra da Imaculada Conceição da Virgem Maria, padroeira principal do nosso país. Tal celebração, vivida nos primeiros dias do novo ano litúrgico e em pleno advento, recorda-nos o singular destino desta jovem judia escolhida por Deus, bem como o que poderá acontecer connosco se decidirmos viver em obediência a Deus.

Para a fé cristã, Maria é indissociável do Menino que trouxe ao mundo, Jesus, em quem se manifestou plenamente o Deus vivo. Por isso, ela é chamada, desde o concílio de Éfeso (431), “Mãe de Deus”. E segundo a tradição católica, desde a proclamação do dogma, feita pelo Papa Pio IX (08/12/1854), Maria foi proclamada preservada do pecado original desde a sua concepção: “Declaramos que a doutrina que diz que Maria foi concebida sem pecado original é doutrina revelada por Deus e que a todos obriga a acreditá-la como dogma de fé”.

Assim se afirma, defende e ensina que, para acolher o Filho de Deus, Maria não podia ter no coração nenhum traço de hesitação ou de recusa. Qual fruto antecipado do perdão oferecido por Jesus na cruz, Maria é a imaculada, preservada de todo o pecado e da separação de Deus que marca a humanidade desde os princípios, o pecado original.

Diante de Maria, da sua disponibilidade e mediação, certamente nos sentimos admiradores e gratos, sabendo que estamos diante de uma criatura e que tudo nela é obra do Omnipotente, o mesmo Senhor da Vida que a todos quer salvar.

Quem, como Maria, na espera do nascimento do filho, poderá mostrar à Igreja e a cada um de nós, como dispor o coração para o receber? Ela é a figura da discípula atenta, da espera activa e da confiança total em Deus.

in Voz de Lamego, ano 87/05, n.º 4390, 6 de dezembro de 2016

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