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Archive for Outubro, 2016

Vigília Missionária – 29 de outubro – Vila da Ponte

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Como sabem estamos a viver o Mês das Missões e por isso queremos convidar-vos a participar na Vigília Missionária que se vai realizar no dia 29 de outubro (sábado) a partir das 20h45 na Igreja Paroquial de Vila da Ponte.

Depois do momento de oração grupo JSF Vila da Ponte promoverá um convívio missionário na residência paroquial onde haverá tempo para algumas dinâmicas e saborear alguns “petiscos” 🙂

Para mais informações podem contactar-nos através deste e-mail ou do chat do Facebook “DDPJ Lamego”.

Será o primeiro “EM ORAÇÃO…” deste ano! Muitos mais virão… pois, uma vez por mês, iremos convidar-vos a participar nesta atividade, mas sempre num lugar diferente da nossa diocese e com temas variados 😉

Jovens de Lamego, Cristo conta convosco!

Abraço amigo, Luís Rafael,

in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

Queres ser missionário?

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Vivendo o mês de outubro que é o mês das Missões, tendo desde o passado mês de agosto a Responsabilidade das Obras Missionárias Pontifícias na nossa diocese, não poderia deixar de refletir um pouco sobre a Missão que cada cristão deve ter na Igreja. Neste sentido escrevo-vos estas palavras de incentivo para que formemos uma Igreja cada vez mais missionária à semelhança da Comunidade dos discípulos de Jesus.

Todos os membros da Igreja têm a missão de evangelizar, conforme o apelo das circunstâncias e a vocação pessoal de cada um. Os clérigos e os leigos formam uma única categoria de batizados com a mesma missão de evangelizar e fazer discípulos onde se encontram.

Existem muitos métodos e formas de evangelizar. A igreja local é o melhor lugar para transmitir a palavra de Deus, pois ela transforma-se numa agência evangelizadora através de ações que envolvem pessoas. Os cristãos devem agir como transmissores do que ouvem e aprendem na Igreja. Para esta ação não nos podemos nunca esquecer da oração, tantas vezes ultrapassada pelo “apenas fazer”. Rezar é o ponto de partida, para que toda a missão possa ser bem sucedida.

Os cristãos leigos têm uma missão especial na sociedade. Pelo batismo, receberam a vocação que devem viver intensamente para o serviço do Reino de Deus. A constituição Lumen Gentium (38) afirma que cada leigo deve ser perante o mundo, testemunha da ressurreição e da vida do Senhor Jesus e um sinal de Deus vivo. Todos em conjunto, e cada um por sua parte, devem alimentar o mundo com frutos espirituais e nele difundir aquele espírito que anima os pobres, mansos e pacíficos, que o Senhor no Evangelho proclamou Bem-aventurados.

O testemunho consiste no compromisso de uma vida autenticamente cristã. Ser testemunha é algo que abrange toda ação que possa tornar presente e perceptível o desígnio divino diante do mundo. Os cristãos são chamados à santidade nas condições, tarefas e circunstâncias da própria vida (LG 41). Cada cristão deve esforçar-se para sua santificação. O apóstolo Paulo afirma que esta é a vontade de Deus (1Th 4, 3).

A palavra de Deus deve ser o canal pelo qual entendemos a vontade de Deus na nossa vida. Os seguidores de Cristo devem fazer a palavra de Deus ser o alimento diário de sua vida. O Senhor espera que todos os batizados creiam Nele, aceitem o seu Evangelho eterno e vivam em harmonia com seus termos e suas condições. Não cabem a eles escolher alguns princípios do Evangelho e obedecer aos que lhes são agradáveis e esquecer-se do resto.

Portanto, o papa chama todos os cristãos a serem conscientes de sua missão evangelizadora através de uma vivência autêntica da vida cristã conforme o Evangelho. O sumo pontífice chama a comunidade dos fiéis (os cristãos) a ser uma Igreja “em saída”. Ela deve saber tomar, sem medo, a iniciativa de ir ao encontro dos afastados e de chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos.

Apelo, também, à generosidade de cada um de vós no Ofertório da Eucaristia do próximo dia 23 que reverterá em prol desta causa missionária. Que o Senhor vos recompense por todo o bem que fazeis.

Ser missionário é uma responsabilidade de todos nós. Não tenhamos medo de anunciar Jesus Cristo ao mundo.

 

Pe. Fabrício Pinheiro

Director Diocesano das Obras Missionárias Pontifícias (OMP)

in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

Monsenhor Bouça Pires | 25 anos ao serviço da Paróquia de Cambres

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A paróquia de S. Martinho de Cambres, no arciprestado de Lamego, organizou uma homenagem ao seu pároco, Mons. José Fernandes Bouça Pires, para assinalar os 25 anos de missão deste sacerdote naquela paróquia duriense. Aconteceu no domingo passado, 16 de outubro, com a Eucaristia às 11h, seguida de almoço/convívio numa casa de turismo rural existente naquela terra.

Em outubro de 1991, Mons. Bouça Pires foi solenemente apresentado às gentes de Cambres como o seu novo pároco, numa cerimónia que contou com a presença do então Vigário Geral da diocese e hoje Bispo emérito de Lamego, D. Jacinto Botelho. A nomeação do novo pároco era esperada há muito, já que o Cón. Joaquim Cardoso havia falecido em fevereiro desse ano. Ler mais…

A Delegação de Lamego da Cruz Vermelha recolhe alimentos…

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No passado dia 7,8 e 9 de outubro, a Cruz Vermelha em parceria com as lojas Sonae, levou a efeito em todo o país, uma recolha de alimentos, tendo como finalidade a sua doação a famílias carenciadas.

A Delegação de Lamego da CVP aderiu iniciativa, estando presente nas superfícies comerciais “ CONTINENTE em Lamego e “BOM DIA” em Castro Daire. Participaram 30 voluntários das freguesias de Almacave/Sé, de Magueija, da Penajoia e ainda, de alunos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego.

Mais uma vez os portugueses (Lamecenses) mostraram a sua solidariedade e contribuíram com cerca de 1900 quilos de alimentos. Ofereceram produtos como o azeite, óleo, arroz, massa, enlatados diversos, leite, açúcar, sal, bolachas, leite em pó, papas lácteas para bebé, bolachas, chá, café solúvel, barras energéticas, entre outros bens essenciais.

A Delegação de Lamego através da sua loja Social tem vindo a funcionar como complemento da intervenção social do Concelho, visando atenuação dos efeitos nefastos da pobreza e da exclusão Social, através da cooperação entre entidades e cidadãos ativos no desenvolvimento de uma verdadeira cadeia de solidariedade que tem ajudado a diluir alguns dos problemas sociais existentes no Concelho.

A grave conjuntura económica e o elevado número de desempregados tem aumentado as situações de necessidade.

Esta é uma iniciativa que irá ajudar a suprimir as necessidades básicas de muitas famílias que procuram apoio junto da Cruz Vermelha Portuguesa, numa altura em que o país enfrenta grandes desafios.

in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

Visita Pastoral de D. António Couto em Pendilhe – 16 de outubro

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Porque a Visita Pastoral é um “acontecimento de graça que, de algum modo, reflete aquela tão especial visita com a qual o Supremo Pastor, Jesus Cristo, visitou e redimiu o seu povo”, a Comunidade de Nossa Senhora de Assunção de Pendilhe preparou-se para receber, no dia dezasseis de outubro, o nosso Pastor Sr. D. António Couto, para “no meio de nós ser a transparência pura de Jesus Cristo e ajudar a encher de mais amor e alegria a família de Deus”.

Para este evento, a Paróquia a preparou-se com um tríduo de oração e reflexão nos dias cinco, seis e oito de outubro, dirigida pelo Rev. P. José Alfredo, que nos indicou caminhos para melhor conhecermos a missão do nosso Bispo e a profundidade e momento de graça que é a Visita Pastoral. Ler mais…

Ação Católica Rural | Conselho Nacional ‒ 8 e 9 de outubro de 2016

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ALEGRA-TE NA VERDADE: SAI, ESCUTA, DECIDE E ABRAÇA!

COMUNICADO

Reunidos em Conselho Nacional, os representantes de 13 Dioceses em que a ACR está implantada (Aveiro, Braga, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria-Fátima, Lisboa, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Santarém, Viana do Castelo e Viseu), à luz das linhas de força da VIII Assembleia Nacional de Delegados, reafirmadas pelo Conselho Nacional, projetaram e definiram as prioridades para o triénio e o plano de ação para 2016/2017.

Esteve presente a equipa nacional da ACR e o respetivo Assistente. Contaram ainda com a presença do Sr. D. Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém–que desafiou a ACR a ir ao encontro das periferias, a estar com o próximo fazendo-nos a nós os “próximos”.

Além das atividades realizadas em cada diocese, e que foram partilhadas neste Conselho Nacional, foram ainda avaliadas como muito positivas as atividades realizadas pela Equipa Nacional, reafirmando-se a importância de um maior empenho na participação dos militantes nestas atividades. Foi reafirmada a determinação do Movimento na sua renovação e revitalização, o prosseguimentoda sua Missão Eclesial e Social, deixando a dinâmica da obrigação e cultivando a dinâmica do fascínio, promovendo um espaço de relações gratuitas, livres da dinâmica da competitividade e do utilitarismo.

Para o programa de 2016/2017 propõe-se:

– estar em sintonia com a comemoração do Centenário das Aparições de Fátima;

– estudar e divulgar a Exortação ApostólicaAmoris Laetitia, promovendo a reflexão sobre o valor da Vida e o lugar da Família num mundo em transformação;

– retomar a Escola de Dirigentes, percurso fundamental para a formação, liderança e militância no Movimento;

– definir um percurso de formação e itinerância paraa ACR.

A Revista Mundo Rural foi reassumida como um órgão integrante e fundamental, sendo necessária uma reflexão cuidada sobre o papel e a missão dos meios de comunicação da Igreja, de forma a discernir o rumo para a nossa Revista, neste contexto de mudança. Será lançada uma campanha nacional para a angariação de novos assinantes.

A forma de trabalho cooperante das Dioceses de Proximidadeé um instrumento essencial para o fortalecimento das equipas e dos grupos, reafirmando-se também como estratégia de trabalho fundamental a constituição de GARA’s (grupos de análise, reflexão e ação).

A ACR reafirma a sua vontade de fazer crescer o Movimento em cada uma das Dioceses e afirma o seu propósito de ALEGRAR-SE NA VERDADE!

A Direção Nacional, in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

 

Possibilidades e necessidades | Editorial Voz de Lamego

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No próximo domingo, 23 de outubro, é o Dia Mundial das Missões. A propósito a edição da Voz de Lamego desta semana dá-lhe o devido destaque, a começar pelo Editorial, do Pe. Joaquim Dionísio, Diretor da Voz de Lamego. Muitos outros temas, notícias reflexões. Destaque também para a Visita Pastoral de D. António Couto a Pendilhe, na Zona Pastoral de Vila Nova de Paiva, e a homenagem a Monsenhor Bouça Pires, 25 anos ao serviço da Paróquia de Cambres.

POSSIBILIDADES E NECESSIDADES

No próximo domingo celebramos o 90.º Dia Mundial das Missões.

O ponto de partida para esta jornada aconteceu em França, perto de Lyon, sob inspiração de uma jovem leiga, Pauline Jaricot (1799-1862) que, aos 17 anos, decide dar outro rumo à sua vida, associando-se a outros jovens trabalhadores do seu pai para colaborar na propagação do Evangelho através da oração e da animação missionária.

Para o conseguir, inventa um engenhoso sistema que instaura uma rede de oração e recolhe ofertas. Convence dez pessoas a rezar pelas missões e a doar uma moeda por semana para as missões, assumindo cada uma delas o encargo de angariar mais dez pessoas para o mesmo fim, e assim sucessivamente. A iniciativa cresce, qual bola de neve, e reúne somas consideráveis para a época.

Três anos depois, esta “cadeia espiritual e material” já conta com 500 membros e torna-se oficialmente, em 03 de Maio de 1822, a Associação da Propagação da Fé. O facto chamou a atenção da Santa Sé. Mas só um século depois, 03 de Maio de 1922, aparece a Obra da Propagação da Fé, hoje designada “Obras Missionárias Pontifícias” (OMP) e presente em mais de 120 países.

Pio XI, visando ampliar o trabalho das OMP, instituiu o Dia Mundial das Missões, em 1926, para que fosse “a festa da catolicidade e da solidariedade universal”. Tal objectivo reencontra a intuição primeira de Pauline Jaricot: “De todos, segundo as possibilidades, para todos, segundo as necessidades”.

O ofertório desse dia, realizado em todo mundo, é enviado para as OMP, em Roma, e a partilha da soma recolhida é decidida pelos 120 directores nacionais das OPM, numa reunião que acontece anualmente, em Maio.

A criatividade de uns e a partilha de outros ao serviço de todos.

in Voz de Lamego, ano 86/47, n.º 4383, 18 de outubro de 2016

JUBILEU DA MISERICÓRDIA | BEM COMUM

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A expressão “bem comum” não é estranha à nossa linguagem, dando a entender algo de bom que diz respeito a todos, em oposição a uma realidade boa que seria apenas de um ou de alguns. E percebemos de imediato o alcance deste princípio da doutrina social da Igreja (DSI): a dignidade, unidade e igualdade de todos é algo de fundamental que não pode ser hipotecado na organização social.

O último concílio define o bem comum como “o conjunto das condições de vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição” (GS 26). E sobre o assunto, o Compêndio da Doutrina Social da Igreja afirma que o bem comum “não consiste na simples soma dos bens particulares de cada sujeito do corpo social. Sendo de todos e de cada um, é e permanece comum, porque indivisível e porque somente juntos é possível alcançá-lo, aumentá-lo e conservá-lo, também em vista do futuro” (CDSI 164).

Isto significa que a sociedade deve ter tal realidade como meta, sendo que ninguém se pode dispensar deste viver com os outros e pelos outros para se realizar. Mas também o Estado se deve esforçar por servir tal objectivo, já que é o bem comum a sua razão de ser, o fruto do contributo de todos os cidadãos. E isto não se consegue sem a justiça.

O ensinamento social da Igreja olha para a acção política autêntica como um serviço para o bem comum, com transparência e competência. Como ensina o concílio, “a ordem social e o seu progresso devem, pois, reverter sempre em bem das pessoas, já que a ordem das coisas deve ser subordinada à ordem das pessoas” (GS 26). Dito de outra maneira, “a comunidade política existe, portanto, em vista do bem comum; nele encontra a sua completa justificação e significado e dele deriva o seu direito natural e próprio” (GS 74).

O bem comum, segundo as exigências da liberdade e da solidariedade, engloba todos os direitos fundamentais de pessoas, os valores morais e culturais que são objecto de consenso geral, as estruturas e as leis de conveniência, e prosperidade e segurança. É legítimo ter diferentes visões do bem comum, mas nunca é lícito subordiná-lo ao interesse pessoal ou de partido (cf. GS 75).

Os cidadãos são, ao mesmo tempo, destinatários e protagonistas da política (CFL 42); são obrigados, em consciência, a observar as leis justas e a pagar os impostos; têm o direito-dever de aprovar o sistema político, de eleger os governantes e de controlar o seu trabalho.

E se todos devem cooperar para a concretização do bem comum, alguns têm a função de coordenar e dirigir, nesse sentido, as diversas energias: são os detentores da autoridade pública, exercendo o poder a favor do povo e com o povo.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016

Equipas de Nossa Senhora retoma atividades

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Aproveitando o feriado de 5 de Outubro, e por conseguinte, maior disponibilidade por parte dos casais, o Movimento das Equipas de Nossa Senhora iniciou as actividades com um “Encontro de Equipas” no Centro Paroquial de Almacave, com início às 16H00 e terminando com a Eucaristia às 19H00 na Igreja de Almacave.

A Equipa Responsável pelo Sector de Lamego, sensibilizou todos os presentes para um maior compromisso nas actividades do Movimento e das responsabilidades (serviço) que rotativamente os casais vão assumindo. Foi apresentado o cronograma de actividades para este ano pastoral de 2016 / 2017, referente ao Movimento, mas sensibilizando também para a necessidade de participar nas propostas do Plano Pastoral Diocesano.

Esgotada a agenda de trabalhos, houve ainda tempo para um café, uns biscoitos e um pouco de convívio entre os presentes.

A Eucaristia das 19H00 foi bem participada e animada com cânticos adequados, contando para isso com a disponibilidade do João Pinto da Silva e alguns elementos do grupo coral que dirige, proporcionando momentos mais solenes e de reflexão.

O Senhor Padre Abrunhosa, Conselheiro Espiritual da Equipa de Sector, na homilia, incentivou todos os casais para os desafios pastorais da Família na Nova Evangelização, referindo-se assim ao tema proposto pelo Movimento para este ano.

A Equipa de Sector, in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016

Resende: Escuteiros em formação… Crescer na fé

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Ao primeiro dia do presente mês de Outubro, realizou-se no Agrupamento 1096-Resende uma formação em algumas áreas de espiritualidade propostas pelo “Projeto educativo” do Corpo Nacional de Escutas, Escutismo Católico Português. A formação sobre os “heróis do caminho para a terra prometida”, as “parábolas de Jesus” e “o papel de cada um na Igreja” foi direcionada aos exploradores deste agrupamento (IIª secção). Tratou-se de uma iniciativa que visa contribuir para o desenvolvimento das crianças, quer ao nível do conhecimento da Sagrada Escritura, quer ao nível do conhecimento e participação na vida da Igreja, bem como o crescimento numa fé sólida e esclarecida.

Tendo coincidido com o mesmo dia em que se apresentou o programa pastoral (2016-2017) para a diocese de Lamego cujo tema é “Ide e anunciai o Evangelho a toda a criatura”, parece-me que foi uma boa forma de ajudar as nossas crianças a conhecer e compreender a Palavra de Deus, bem como a Igreja de Jesus Cristo da qual fazem parte.

No que toca à minha experiência junto destes 8 jovens (de idades compreendidas entre os 10 e os 14 anos) só tenho a bendizer: mostraram-se interessados pelos temas, participativos (com vontade de ler e procurar na Escritura as passagens bíblicas), atentos à exposição (não só aos vídeos como também aos slides), colocaram bastantes questões e revelaram uma boa síntese de conhecimentos adquiridos, com certeza, na catequese. Devo por isso prestar aqui o meu agradecimento público aos seus pais, catequistas, párocos e dirigentes escutistas pelo bom trabalho que têm feito, o que me faz acreditar que estas crianças serão bons cristãos no futuro: “queira Deus consumar esse bem”! Agradeço ainda aos chefes de secção que me confiaram a missão de preparar e orientar esta mini – formação que, direta e indiretamente, contribuiu também para o meu crescimento e formação. Dou graças a Deus por ter colocado estas pessoas e o movimento escutista na minha vida, seguramente são como terra fértil para a semente da vocação…

João Pereira

Caminheiro do Agr. 1096 e Seminarista 3.º ano do Seminário Maior de Lamego

in Voz de Lamego, ano 86/46, n.º 4382, 11 de outubro de 2016