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Diocese de Lamego: abertura do ano pastoral 2016-2017

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Discípulos missionários com um coração que vê

Tal como anunciado, o primeiro dia de Outubro foi a data escolhida para a abertura do novo ano pastoral na diocese. Aconteceu na manhã de sábado, no Seminário Maior de Lamego, com a presença de muitos diocesanos, mas também com bastantes ausências.

O início do encontro estava marcado para as 9h30, mas antes da hora já muitos diocesanos tinham estacionado e entrado no Seminário. Para alguns tratava-se de um regresso, para outras de uma novidade. Apesar de estarmos em plena época de vindimas e de colheita das maçãs, foram muitos os fiéis leigos que marcaram presença, testemunhando a sua disponibilidade para escutar o Pastor e participar activamente nesta nova etapa, servindo a Igreja nas Comunidades, Grupos e Movimentos em que se integram.

Com a presença do nosso Bispo, D. António Couto, de Mons. Joaquim Rebelo, Vigário Geral, do Pe. João Carlos Morgado, Pró-Vigário Geral, do Cón. José Manuel Melo e Pe. Diamantino Alvaíde, dos Coordenadores da Pastoral, e de alguns párocos, a oração da manhã marcou o início do festivo encontro.

Após a oração, D. António Couto saudou todos, agradecendo e sublinhando a presença, o testemunho e o esforço evangelizador de cada um na vontade de seguir Jesus Cristo e de participar na edificação de uma Igreja que se quer “em saída”. Depois começou a apresentar a Carta Pastoral que escreveu e que, neste dia, colocou nas mãos de todos os diocesanos, sob a protecção de Nossa Senhora, cujo Centenário das Aparições em Fátima se celebrará em 2017.

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Discípulos missionários e não animadores

A passagem bíblica de Mc 16, 14-20 é a matriz do percurso anual proposto, de onde se retirou o convite/mandamento do Senhor que encima a Carta: “Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16, 15).

O texto agora divulgado, cuja leitura e meditação se recomendam, atesta, mais uma vez, a mestria, a originalidade e a profundidade com que D. António já nos habituou. Ao longo de várias páginas, guia-nos na compreensão do texto bíblico, na análise da realidade e nos desafios que se colocam ao discípulo de Cristo. E como Pastor desta “porção do Povo de Deus” que lhe foi confiada, não cessa de convocar e motivar para um testemunho marcado pela ternura e proximidade que atraia e agregue.

O convite à “transformação” é dirigido a cada um, às paróquias, aos grupos e movimentos e concretiza-se, diariamente, mediante um esforço para não ficar parado, a vontade de ser bênção para os outros, a disponibilidade para contemplar e escutar Cristo, o desejo de seguir o Salvador e ser protagonista de “um coração que vê”.

Nesta “missão total”, todos são convidados para ir sem cessar e sem medo, a toda a criatura e em toda a parte. Só assim os baptizados podem ver-se como “discípulos missionários” que encaram e vivem o anúncio do Evangelho como “uma necessidade”, fazendo do testemunho fiel e contínuo uma “transparência” do Senhor.

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Caminhar juntos

Após um intervalo, sempre agradável e propício ao convívio, a assembleia voltou a reunir-se para tomar conhecimento da planificação anual. Para lá do calendarizado em cada paróquia ou grupo, o Plano apresenta um variado itinerário onde se inscrevem momentos comuns para a diocese e iniciativas das Comissões e Departamentos de Pastoral, bem como dos Arciprestados, das zonas pastorais, dos Movimentos e dos Grupos que, como é habitual, divulgaremos atempadamente no nosso jornal.

Para lá da palavra e explicação dos Coordenadores da pastoral diocesana, o Pe. Filipe Rosa falou da Catequese, do que se tem feito e das mudanças que poderão surgir depois da próxima Assembleia plenária dos Bispos portugueses, de quem se espera um documento sobre o tema. Também o Luís Rafael, recentemente nomeado para a Pastoral Juvenil, deixou convites e referências sobre esta área, sublinhando a sua vontade em conseguir dinamizar todos. O Pe. Adriano Assis também se dirigiu a todos para dizer algo sobre a Pastoral Familiar, ele que acabou de ser nomeado, partilhando iniciativas previstas e convidando à participação.

Antes do almoço, momento que encerrou o encontro, a assembleia viveu ainda a “celebração do envio”, marcada pela leitura de algumas passagens da Carta Pastoral e pelas palavras finais de D. António Couto, que a todos voltou a pedir um testemunho alegre e um empenhamento atento.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/45, n.º 4381, 4 de outubro de 2016

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