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PARTILHAR PROTAGONISMO | Editorial Voz de Lamego | 13.09.2016

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A cidade de Lamego viveu um momento de extraordinária beleza, de fé, de religiosidade, de romaria, de turismo, a Festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios. A edição da Voz de Lamego faz eco das festas dos Remédios, desde a novena ao encerramento.

Mas outros temas, notícias e reflexões, e eventos, preenchem o Jornal Diocesano desta semana. No Editorial, o nosso Diretor, Pe. Joaquim Dionísio balança-nos para o início do novo ano pastoral que se aproxima, desafiando-nos a partilhar compromissos para caminha e viver em Igreja.

PROTAGONISMO . PARTILHAR

Com o verão a chegar ao fim, recomeçam algumas das actividades interrompidas pela pausa estival, ao mesmo tempo que terminam as festas populares.

A par das famílias que voltam ao seu ritmo, do aproximar do tempo das colheitas e das escolas que iniciam novo ano lectivo, também as comunidades cristãs recuperam o ritmo de vida abrandado nas últimas semanas.

Por essas paróquias fora testemunhamos encontros diversos que congregam os mais responsáveis pela animação pastoral, os conselhos pastorais e económicos, as crianças e adolescentes que frequentam a catequese, acompanhados dos pais, os catequistas, os jovens, os colaboradores da liturgia, os membros dos diversos Grupos e Movimentos… Apesar de pouco populosas ou até envelhecidas, há muita vida nas nossas comunidades, onde se continua a anunciar e a celebrar a fé, bem como a testemunhar a caridade. Quanto mais não seja através da piedade popular, onde a idade não estorva e a prática se herdou.

A caminhar com este povo estão os párocos, a quem sempre se pede uma presença próxima e de quem se espera uma dedicação atenta. E são muitos os exemplos de sacerdotes que assim vivem a sua missão por esta diocese fora. O seu exemplo edifica e o seu testemunho motiva.

No início de mais um ano pastoral, nunca é demais louvar o exemplo de tantos fiéis e de tantos sacerdotes que se doam à missão confiada pelo Senhor da Messe. E nunca será demais sublinhar a importância de caminharem juntos. Porque um povo sem pastor corre o risco de se perder, mas um pastor que ignore o povo perde identidade e questiona a missão.

Caminhar como Igreja é não perder de vista o Salvador; caminhar em Igreja é assumir a partilha de protagonismos, independentemente da tarefa assumida ou dos dons recebidos.

in Voz de Lamego, ano 86/42, n.º 4378, 13 de setembro de 2016

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