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Bodas de Ouro Sacerdotais do Padre José Augusto Alves de Sousa

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Saudação inicial do Pároco, Pe. Hermínio Manuel Lopes

 

Como pároco de S. Tiago de Magueija, saúdo todos os presentes que aqui acorreram para celebrar a sua fé, mas de um modo especial, neste dia, para fazer festa e agradecer a Deus o Dom da Vida e da Vocação dos Irmãos Padres Sousa.

Há 50 anos, Magueija rejubilava com a ordenação e missa nova do P. José Augusto, sacerdote missionário da Companhia de Jesus (Jesuíta), logo enviado para a missão de Fonte Boa e depois cidade da Beira, Moçambique, onde esteve até 2004.

Não me esquecem as palavras oportunas, sinceras e amigas do seu camarada P. Francisco Rodrigues, aqui presente, aquando da apresentação do belo livro “1960 – 2004 – Memórias de um Jesuíta Missionário em Moçambique”, a 18 de setembro, no Centro Hospitalar Cova da Beira, cidade da Covilhã, e que passo a citar (permita-me P. Francisco): “O discípulo de Cristo e camarada Sousa, no peito levando uma cruz, e no coração o que disse Jesus, partiu, aterrou e encarnou (ou numa linguagem mais moderna, inculturou-se durante 44 anos) participou e marcou a história de Moçambique, num antes, num durante e num depois. Regressou, e agora habita entre nós, sem deixar de viver o que viveu: isto é: com os pés na terra onde está, o coração em Deus e a mente no (seu) mundo! Por isso aqui o temos e com ele, esta preciosa obra reflexo da sua vida boa ainda que quase nunca, boa vida!”

Comemoramos também os 60 anos da entrada do P. Alberto na Companhia de Jesus. Veio a ser ordenado a 27 de Junho de 1970 (faltam apenas 4 anos para as suas bodas de ouro sacerdotais).

Sempre que os Padres Sousa estão entre nós contagiam-nos com a sua alegria, instruem-nos com a sua sabedoria e enchem de orgulho um povo que os viu nascer e crescer, por eles reza e com eles celebra as maravilhas de Deus.

Magueija é de facto uma comunidade que vive verdadeiramente a fé e que por isso mesmo é o berço de tantas vocações religiosas e sacerdotais (nos últimos 100 anos, são mais de 50 os religiosos e sacerdotes).

Isto manifesta a grandeza de alma e a nobreza de valores dum povo humilde, dócil e devoto, firme na fé e diligente na missão.

Que este momento de louvor seja também a prece ao Senhor da Messe para que nos continue a abençoar com muitas e santas vocações.

 in Voz de Lamego, ano 86/39, n.º 4375, 9 de agosto de 2016

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