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Padres mais jovens de Lamego por terras do Porto

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Na passada quarta-feira, dia 06, alguns dos sacerdotes ordenados nos últimos anos promoveram mais um encontro / convívio. Neste dia comemorava dois anos de ordenação o Padre José Soares e no dia anterior tinham sido ao Padres Fabrício Pinheiro e Valentim Fonseca a assinalar o primeiro ano de ordenação. Habitualmente decorrem na diocese, durante a manhã; desta vez optou-se por reservar todo o dia, por forma a permitir uma deslocação maior e o contacto com realidades exteriores ao nosso espaço diocesano.

A edição de mais um torneio de futsal (clericus cup) para alguns e afazeres inadiáveis para outros tornaram mais reduzido o grupo. Mas o programa cumpriu-se.

Eiriz, Paços de Ferreira

O Padre Bernardo Magalhães havia disponibilizado a casa da família, em Eiriz, Paços de Ferreira, para ponto de encontro. Ali chegados, oportunidade para conhecer a sua mãe, outros familiares e o agradável espaço, bem como a capela dedicada a Nossa Senhora da Saúde, onde celebrámos a Eucaristia.

Após a celebração, a alegria de conhecer mais alguns membros desta família, um deles presbítero da diocese do Porto, e o pároco de Eiriz, Padre Tiago,  que se juntaram a nós para um retemperador aperitivo. O almoço juntou um grande grupo numa grande mesa e só a pressa de chegar ao Porto nos fez interromper o agradável convívio.

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Porto, cidade invicta

Apesar do nosso atraso, ainda nos encontrámos com D. António Francisco, bispo daquela cidade e nosso conterrâneo, que nos acolheu no paço episcopal e a cada um saudou em particular. Mas antes de nos deixar, encarregou o responsável do seu Gabinete de Comunicação para nos guiar por aquele edifício, nos acompanhar à Sé e nos preparar a visita à Torre dos Clérigos.

O paço episcopal é o único palácio da cidade que continua habitado e tem uma localização que permite aos seus residentes uma vista única sobre a zona da Ribeira. Também por causa disso, algumas das suas salas e escadaria estão agora disponíveis para visitas turísticas.

Depois fomos até à Sé, onde o Cón. Amadeu Ferreira da Silva, capelão da Catedral, nos guiou numa visita aos claustros e salas adjacentes, bem como até ao altar do Santíssimo Sacramento.

Continuámos a caminhada e chegámos à Torre dos Clérigos, onde uma guia nos acompanhou e explicou muito sobre este edifício, marcado pelo génio arquitectónico de Nicolau Nasoni, o mesmo que deixou obra em Lamego (frescos da catedral e torre dos Remédios). Subir até ao cimo daquela conhecida torre (76 metros) e contemplar o Porto que se estende em redor foi outra oportunidade bem aproveitada.

A igreja, dedicada a Nossa Senhora da Assunção, está aberta e não é preciso bilhete. Ali se celebra a Eucaristia ao domingo à noite, às 21h30, particularmente orientada para os muitos jovens que vivem na cidade. D. António Francisco disse-nos que ali começará a celebrar-se, brevemente, em língua inglesa, no desejo de ir ao encontro dos muitos estudantes universitários. Recorde-se que, dos 70 mil estudantes do ensino superior, 14% são estrangeiros, muitos deles participantes no programa Erasmus.

Comunhão

Apesar de não termos tido oportunidade de visitar outros pontos de interesse, até porque queríamos assistir, em casa, ao jogo Portugal – País de Gales, foi um dia bem passado. E todos constataram o elevado número de turistas que circulam por aquelas ruas e visitam aqueles monumentos. A este propósito, o Cón. Amadeu disse-nos que, de acordo com números conhecidos, a Sé é o monumento mais visitado no Porto, com cerca de um milhão de entradas.

Embora o tenhamos feito pessoal e oportunamente, aqui renovamos a nossa gratidão à mãe do Pe. Bernardo, D. Maria de Jesus, e demais familiares pelo acolhimento fraterno; ao senhor D. António Francisco dos Santos pela paciência com que nos esperou e pela alegria com que sempre abre as portas da sua diocese aos conterrâneos; a todos quantos nos acompanharam e contribuíram para estes momentos tão retemperadores e salutares.

No próximo ano pastoral vamos continuar com estes singelos encontros, que sempre proporcionam o diálogo franco e aberto, a partilha de quanto ocupa e preocupa, bem como ocasião para a comunhão e a amizade sacerdotal.

JD, in Voz de Lamego, ano 86/35, n.º 4371, 12 de julho de 2016

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