DIOCESE-FAMÍLIA

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Na variedade de temas, notícias e reflexões, semana a semana a Voz de Lamego aproxima-nos da região e aproxima das comunidades paroquiais, os movimentos eclesiais e a vida da Diocese de Lamego.

A chamada de capa desta semana vai para a Feira Medieval realizada na cidade de Lamego e para as Bodas de prata Sacerdotais do Pe. Agostinho Ramalho. Mas há muitos outros motivos de interesse para ler, refletir, e voltar a ler o Jornal Diocesano. Em vésperas do Dia da Família Diocesana – próximo sábado, 25 de junho, no Santuário da Lapa -, aí está a informação, com os horários e outras informações práticas e o Editorial, do Pe. Jaoquim Dionísio, que nos apresenta a Diocese como Família, reunida à volta do Bispo diocesano.

DIOCESE-FAMÍLIA

O documento conciliar sobre o múnus pastoral dos bispos (Christus Dominus) descreve a diocese como “porção do Povo de Deus que se confia a um Bispo para que a apascente com a colaboração do presbitério”. Esse povo, reunido pelo bispo “no Espírito Santo por meio do Evangelho e da Eucaristia, constitui uma Igreja particular, na qual está e opera a Igreja de Cristo, una santa, católica e apostólica” (CD 11).

Membros desta diocese de Lamego, somos um povo a caminho, com ritmos diferentes e sensibilidades diversas, marcados pelo chão que pisamos e pelos tempos que correm. Neste peregrinar, acompanha-nos a gratidão aos que nos precederam, a consciência do que somos e a confiança no Senhor providente que nos precede.

O Dia da Família Diocesana, marcado para o próximo sábado, no Santuário de Nossa Senhora da Lapa, é mais uma oportunidade para celebrar com alegria a Igreja local que formamos e experimentar a proximidade que faz de nós um Povo. Em ambiente festivo e descontraído, este acontecimento permite-nos visualizar uma diocese que é sempre mais que o meu arciprestado, a minha zona, a minha paróquia, o meu grupo ou movimento.

Pertencer à diocese é mais do que habitar no seu território, identificar as suas fronteiras, conhecer factos históricos, saber quem é o seu bispo ou rezar pelos fiéis que a formam. Tudo isso é bom, mas também se exige a cada um que sinta com esta Igreja, se ocupe e preocupe com a caminhada comum, que apareça e participe. Numa palavra, não podemos viver esta pertença de forma telescópica, à distância, com receio de misturas e da proximidade.

Aceitar o convite e rumar até à Lapa é assumir uma pertença comum e manifestar a vontade de participar na edificação de um corpo que precisa de cada um para crescer e se santificar.

in Voz de Lamego, ano 86/32, n.º 4368, 21 de junho de 2016

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