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RELIGIÃO DO POVO | Editorial Voz de Lamego | 31 de maio de 2016

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A abrir o Jornal Diocesano, Voz de Lamego, a Peregrinação Arciprestal ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, lembrando-nos que outras peregrinações marianas marcam, em particular, o penúltimo e último domingos de maio, um pouco poro todo o lado, realizadas em paróquias ou conjuntamente nas zonas pastorais.

O Editorial do Pe. Joaquim Dionínio lança-nos para o mês seguinte e para uma das devoções populares enraizadas nas nossas paróquias, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, cuja solenidade se celebra na próxima sexta-feira, 3 de junho, com uma palavra de agradecimento e incentivo para os zeladores das Associações do Apostolado de Oração…

RELIGIÃO DO POVO 

O ritmo pastoral das nossas paróquias continua a ser marcado, também, pela piedade popular ou, no dizer de Paulo VI, pela “religião do povo”.

Apesar de nem sempre considerada, a verdade é que esta religiosidade “manifesta uma sede de Deus que só os simples e os pobres podem conhecer; torna capazes de generosidade e de sacrifício até ao heroísmo, quando se trata de manifestar a fé; comporta um sentido apurado dos atributos profundos de Deus: a paternidade, a providência, a presença amorosa e constante; gera atitudes interiores raramente observadas noutro lugar no mesmo nível: paciência, sentido da cruz na vida diária, desapego, abertura aos outros, devoção” (EN 48).

Neste mês de Junho, assume particular destaque a devoção ao Coração de Jesus, possibilitando a todos “uma atitude de fundo feita de conversão e reparação, de amor e gratidão, de empenhamento apostólico e de consagração a Cristo e à sua obra salvífica” (Directório sobre a piedade popular e a Liturgia 172).

Em pleno Jubileu da Misericórdia, tal devoção permite contemplar a universalidade, a gratuidade e a proximidade do amor de Cristo. Porque o Coração do Salvador é ponto de encontro, refúgio que abriga e fonte que sacia.

Por outro lado, contemplar e celebrar o amor de Cristo é comprometer-se com Ele, assumindo a sua pessoa e a sua palavra como norma de conduta, dando testemunho.

Às vezes, coisas simples e aparentemente datadas (ultrapassadas) podem revelar-se como oportunidade de encontro e meio para chegar mais longe. Vem isto a propósito das Associações do Apostolado de Oração e da “rede” que Zeladores e Associados podem ajudar a manter numa comunidade paroquial.

A nossa homenagem e gratidão a tantos Zeladores que, mensalmente e com o pretexto de distribuírem a “folhinha”, contribuem para tornar mais visível a proximidade e mais efectiva a comunhão eclesial.

in Voz de Lamego, ano 86/26, n.º 4365, 31 de maio de 2016

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