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Museu Diocesano: a MEMÓRIA DOS DIAS

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No fim-de-semana passado, o Museu Diocesano, acolheu mais uma exposição de pintura, desta vez do pintor António de Matos Ferreira, residente na Lousã. “ Voltar a olhar os quadros de deMatos é como regressar à infância que não foi nossa, ou ao lugar onde a utopia se desmoronou.(…) A sua escola, ganhou-a insistindo, repetindo, alterando, destruindo, reconstruindotrabalho solitário, onde aprendeu a conviver dentro de si, com a arte.” – Carlos Carranca, catálogo da exposição.

Depois de ter passado pela mesma sala deste Museu, a exposição de fotografia Mutações (I) do autor Fausto Marsol, este ao apreciar muito o espaço, foi o elo de ligação entre deMatos e o Museu Diocesano, sendo ele a propor ao pintor a vinda a Lamego para expor algumas das suas obras. DeMatos sem hesitação e com confiança aceitou este desafio.

Foi esta a origem desta exposição “A Memória dos Dias”, título sugerido pelo pintor deMatos explicando que existem quadros pintados antes e depois de problemas de saúde graves que o afectaram de tal forma que ele quis fazer “memória”.

Pela primeira vez desde a sua inauguração, este Museu tem patente uma exposição que teve uma pré-inauguração e uma inauguração oficial e poder-se-á afirmar que foi um sucesso.

A pré-inauguração foi no dia 6, sexta-feira, integrada nas “Tertúlias Gastronómicas – conversas ao redor da mesa”, organizadas pela Confraria Gastronómica de Lamego, pelas 18horas, onde os convidados e participantes puderam disfrutar dos belíssimos quadros expostos. Pelas 20horas seguiu-se um jantar onde o convívio e a fraternidade se fez sentir entre os participantes e confrades de várias confrarias. Enquadrado com as “conversas ao redor da mesa” e como não só de alimentos se sustenta o corpo, Fausto Marsol com o seu saber de escrita e culinária deixou os presentes presos às suas palavras, seguindo-se deMatos, fazendo também uma ligação entre a pintura e a gastronomia.

Já no dia seguinte, sábado dia sete, foi então inaugurada a exposição com abertura ao público em geral. Esteve presente nesta inauguração o Sr. José Redondo, administrador da empresa do Licor Beirão, que patrocinou o catalogo da exposição, onde antes de se subir à sala da exposição, utilizou o auditório do Museu e numa pequena palestra acerca do “Licor de Portugal” criou água na boca para saborear aquele delicioso licor, que foi servido, aquando da tão aguardada abertura.

Esta exposição estará patente ao público no Museu Diocesano até ao dia 7 de junho, juntamente com as exposições “Iconóstase” e “Oração e Misericórdia”.

Aguardamos a sua visita.

Wilson Teixeira, in Voz de Lamego, ano 86/23, n.º 4362, 10 de maio de 2016

  1. Fausto Marsol
    16/05/2016 às 16:29

    Obrigado pela referência.

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