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Arciprestado de Lamego | Ministros da Comunhão

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No passado domingo, dia 17, ás 15h, cerca de 40 elementos de várias paróquias do Arciprestado de Lamego reuniram-se no Salão Paroquial da Sé, com o objetivo de iniciarem/aprofundarem a sua formação como Ministros Extraordinários da Comunhão.

Dirigiu a formação o P. Bouça Pires, acompanhado do P. Joaquim Assunção, que prenderam a nossa atenção com explicações pertinentes e exemplos esclarecedores sobre o Ministério em causa.

Dividida em 2 partes, na primeira abordou-se:

– a História e evolução da Igreja/ Eucaristia/ Assembleia Cristã , o modo como se foi formando e evoluindo a organização dos cristãos em estrutura eclesiática e as formas de rezar e louvar a Deus ao longo dos tempos e os motivos que levaram a essas mudanças

– o papel dos vários Ministros ( leitores, sacristão, zeladores, MEC, etc) e o seu caráter de auxiliadores do pároco e o seu papel junto das comunidades a que pertencem

– o papel específico dos MEC, que como o nome indica , são extraordinários, isto é só atuam em circunstâncias particulares, e sempre devidamente sancionadas pelo pároco; realçaram-se as condições que levam á formação dum MEC, nomeadamente

1 – ter mais de 25 anos, para que possa ter maturidade para entender a importância do ato que lhe irá ser confiado

2 – ser um bom exemplo de vida cristã, coerente com os valores da Igreja, crismado, participante assíduo na Eucaristia e outras iniciativas da Igreja

3 – consensual na comunidade, não fomentador de inimizades, tolerante e pacificador, aceite pelos seus irmãos

4 – capaz de exercer com dignidade e disponibilidade as responsabilidades que lhe serão confiadas, para o que será sujeito a formação adequada ( cerca de 1 ano )

5 – MUITO IMPORTANTE – mesmo com todas estas condições cumpridas, o convite para MEC deverá partir do pároco, pois só deverá haver o nº de MEC que a paróquia necessita e nunca mais do que é necessário; isto porque ser MEC é um SERVIÇO aos irmãos em que não deverá haver paroquianos que sejam MEC e não tenham atividade, pois não se trata de um posto de honra e orgulho, mas, repito de um serviço a Deus e aos irmãos.

6 – não é permanente; consoante as necessidades e as circunstâncias será renovado de 3 em 3 anos.

Na 2ª parte focaram-se aspetos mais práticos:

– como dar dignidade ao ato que vamos praticar

– abordagem psicológica da pessoa que vai receber a comunhão e dos seus acompanhantes em várias situações ( acamados, doentes , fase terminal, hospitalização, lares de idosos, etc)

– exemplos de situações inesperadas e como as resolver -apresentação de livros e material necessário

Terminamos com uma pequena pereginação á Sé, á Porta da Misericórdia, e participamos na Adoração ao Santíssimo Sacramento, exposto por se tratar do 3º domingo do mês.

Foi uma tarde de aprendizagem intensa, mas ainda não suficiente.

No primeiro sábado de Junho, no Seminário de Resende, toda a Diocese se reunirá para mais uma jornada de aprendizagem e reflexão. Entretanto vamos aprofundando os nossos conhecimentos com a bibliografia aconselhada e a nossa Fé com oração e meditação para que o Senhor nos dê força e valor para cumprirmos com zelo e dignidade as nossas obrigações.

SEJA LOUVADO O SENHOR NOSSO DEUS.

IM, in Voz de Lamego, ano 86/09, n.º 4346, 19 de janeiro de 2016

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