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Monsenhor Cândido Azevedo nas Mãos de Deus |1927-2015

F1000019

(Em Tabuaço, na casa do Pe. Manuel Pinto Afonso, entretanto também falecido em 2011)

14 de maio de 1927 – 13 de dezembro de 2015

A sua saúde tinha vindo a deteriorar-se nos últimos meses. Em junho último estivera internado e fora-lhe diagnosticado um tumor cancerígeno. Apesar dos tratamentos efectuados no IPO de Coimbra, a sua vida terrena extinguiu-se no domingo passado, dia da memória litúrgica de Sta. Luzia e ocasião de festa na Sarzeda, uma das suas paróquias. Na sexta-feira, dia 11, fora a Coimbra para mais uma consulta, mas ficou internado, tal a sua debilidade, e ali faleceu dois dias depois.

Cândido António Lemos de Azevedo nasceu em Sernancelhe, no dia 14 de Maio de 1927, e era filho de António de Deus Azevedo e de Maria Augusta Vieira de Lemos. Frequentou os nossos seminários diocesanos, em Resende e Lamego, e foi ordenado presbítero por D. João da Silva Campos Neves, na capela do Seminário, a 22 de Julho de 1951.

A sua missão pastoral levou-o, nos primeiros anos de sacerdócio, às paróquias de Casteição, Paipenela, Vila da Ponte, Granjal e Penso. Em 1962 deixa esta última e toma posse de Ferreirim. No dia 19 de Abril de 1973 foi nomeado arcipreste de Sernancelhe por três anos, mas os mandatos foram sendo sucessivamente renovados. No dia 02 de Outubro de 1979 foi nomeado pároco de Sernancelhe, onde se manteve até à sua morte.

A eucaristia exequial, na igreja matriz de Sernancelhe, na tarde do dia 14, foi presidida por D. Jacinto Botelho e contou com cerca de 40 sacerdotes e muitos fiéis que encheram por completo aquela igreja que o Padre Cândido tão bem conhecia e a quem dedicou uma importante publicação. Na homilia, o nosso bispo emérito enunciou muitas das qualidades que todos lhe reconheciam: o seu amor à Igreja, a sua dedicação a Sernancelhe, a sua devoção mariana, os seus dotes oratórios, o enorme saber acumulado, a sua frontalidade e generosidade.

O nosso jornal Voz de Lamego publicou muitos artigos deste seu colaborador, para alegria dos seus leitores e amigos, ficando sempre o desejo de ler mais. Bem haja.

Nos próximos dias talvez venhamos a receber textos de homenagem e saudade enviados por amigos e admiradores que nos poderão ajudar a recordar e a agradecer os seus dons.

A nossa oração.

in Voz de Lamego, ano 85/54, n.º 4341, 15 de dezembro

  1. 18/12/2015 às 18:02

    Permito-me prestar uma pequena homenagem a Monsenhor Cândido de Azevedo com o poema gravado no granito do supedâneo do altar do recinto do Santuário de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz, em Sernancelhe, onde se celebra a missa campal nos dias das grandes peregrinações e festas anuais e que está incluído nos 161 santuários da obra “Santuários de Portugal – Caminhos de Fé”

    É um louvor ao santuário e à natureza:

    Altar excelso e belo da natureza
    Em ti se oferece o Corpo e Sangue de Cristo
    Consagra-se com Ele toda a beleza
    Pois nada há no mundo mais belo do que isto

    Louvada seja Nossa Senhora!
    Louvado seja Seu Filho, Jesus Cristo!

    Maria do Rosário Barardo

    facebook.com/santuariosportugal

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