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Visita Pastoral de D. António Couto na Paróquia de Alvite

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A paróquia de Santo Amaro de Alvite viveu, na passada semana, um acontecimento histórico e profético – a visita pastoral. Quis sua excelência reverendíssima D. António estar connosco, conhecer os nossos anseios e preocupações, as nossas alegrias e esperanças.

O primeiro dia da visita foi passado ao lado dos mais pobres, dos mais débeis, os doentes e idosos desta comunidade. Depois de visitar cada doente que não pode ir ao Centro Comunitário e de lhe oferecer a bênção de Deus e a Santa Unção, foi acolhido no nosso lar. O almoço, simples, permitiu não apenas recuperar as forças físicas, mas serviu de sacristia para a celebração eucarística que se seguiria, com a administração da Santa Unção. Houve ainda tempo, neste primeiro dia, para visitar Espinheiro e o seu Centro Social, bem como a capela onde pode falar ao povo daquilo que realmente é essencial em Jesus, partindo da devoção a Nossa Senhora das Dores ali tão querida. O dia não terminou sem uma reunião com cursilhistas que acorreram em grande número para escutar a voz do pastor.

O segundo dia foi dedicado a instituições, entidades e associações da freguesia. Ao início da tarde o Sr. Bispo foi acolhido na escola, visitou a “CopAlvite” e foi recebido na Junta de Freguesia pelo executivo e assembleia. Esteve ainda presente o Presidente da Associação de Caçadores e elementos da “Gente da Nave”, associação de promoção social e cultural, que nos mostrou como era uma casa e a vida dos alvitanos de outros tempos, na visita à “Casa-Museu”. Este dia mais dedicado à “sociedade civil” teve ainda um momento de partilha e de comunicação do Sr. D. António no salão paroquial, onde contamos também com a presença do Sr. Presidente da Câmara, a que se seguiu um jantar aberto a toda a comunidade e em que nada faltou.

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Na sexta-feira, terceiro dia de visita, houve reunião com “a(s)gentes da pastoral” à noite. Durante a tarde o nosso prelado celebrou eucaristia em Porto da Nave, de onde rumamos ao cemitério para manter viva a memória e renovar a oração dos que ali jazem. Houve ainda oportunidade de visitar um aviário e a Quinta dos Caetanos que nos recebeu na sua futura capela, a dedicar a São João Paulo II, a quem continuamos a pedir ajuda para a sua conclusão e sagração.

No quarto dia, sábado, realizou-se o encontro com a centena de crianças e adolescentes da catequese paroquial a quem o senhor bispo apontou caminhos de felicidade. A assembleia preciosa que o escutava pode ainda fazer perguntas e escutar do Sr. D. António palavras sábias, alegres e com uma pitada de bom humor apreciado pelos mais novos. A bênção do cemitério e a inauguração pelas autoridades civis foi o momento que se seguiu a que se juntou o povo. Depois de visitar alguns locais de trabalho, nomeadamente uma vacaria onde foi servido um saboroso lanche (cá fora), o senhor bispo reuniu com os crismandos e o grupo de jovens (JSF) falando-lhes sobretudo do sentido da celebração, dos símbolos, e da responsabilidade que seria assumida.

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No domingo, dia do Senhor, o grupo coral fez-nos estremecer de emoção e assim entrarmos nos mistérios de Deus. A Eucaristia, momento altíssimo para os crismandos, mas também para todos nós, foi de uma solenidade catedralícia. A unção com que foi vivida e o sorriso terno e amável de todos demonstrava bem a paz vivida, experimentada, por cada um, possível a quem sente Jesus presente no meio da sua comunidade. A fechar com chave de ouro o almoço do Sr. Bispo com sacerdotes desta zona pastoral reforçando a comunhão e a unidade dos servidores do povo de Deus.

Estes dias inesquecíveis trouxeram-nos um pastor simples, como nós, que veio para estar connosco, não fazendo apenas uma visita de médico, de um observador externo ou de um auditor da qualidade. Foi a visita de um “pai”, sucessor dos apóstolos e continuador da sua missão, que veio para estar e ficar e ainda que tenha de ir pregar a outras paragens, não deixará de estar presenta na oração e no coração. Estão de parabéns todos os que preparam e viveram esta Visita Pastoral.

Jorge Gomes, in Voz de Lamego, ano 85/51, n.º 4338, 17 de novembro

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