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JUBILEU EXTRAORDINÁRIO MISERICÓRDIA | ANÚNCIO

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No passado dia 11 de abril, na véspera da vivência do Domingo da Misericórdia (II Dom. Pascal), o Papa Francisco tornou pública a Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, “O rosto da misericórdia” (Misericordiae vultus). Ao todo, cerca de 24 páginas (Paulinas Editora) que valerá a pena ler e meditar para melhor perceber a intenção do Papa e ficar a conhecer os objectivos e percursos deste Jubileu que se inicia já no próximo dia 8 de dezembro.

Consciente da missão e presença eclesial no mundo, atento ao tempo que passa e mostra tantas situações de conflito, discórdia e ressentimentos, o Papa não tem dúvidas de que este é “o tempo do regresso ao essencial” e que “chegou de novo, para a Igreja, o tempo de assumir o anúncio jubiloso do perdão”, porque “o perdão é uma força que ressuscita para nova vida e infunde coragem para olhar o futuro com esperança” (n.º 10). Nesse sentido, “o tema da misericórdia exige ser reproposto com novo entusiasmo e uma ação pastoral renovada” (n.º 12).

O convite para contemplar, meditar e testemunhar a misericórdia divina é dirigido a todos, tendo em vista o desejo de que cada um se possa tornar “um sinal eficaz do agir do Pai”, já que o agir misericordioso “torna-se o critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos” (n.º 9). E conclui: “Foi por isso que proclamei um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo favorável para a Igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes” (n.º 3).

O ponto de partida é Jesus Cristo “o rosto da misericórdia do Pai” (n.º 1) que “precisamos sempre de contemplar”, porque é “fonte de alegria, serenidade e paz” (n.º 2) e “tudo nele fala de misericórdia” (n.º 8). A misericórdia de Deus “não é uma ideia abstrata mas uma realidade concreta, pela qual Ele revela o seu amor como o de um pai e de uma mãe que se comovem pelo próprio filho até ao mais íntimo das suas vísceras” (n.º 6).

Por isso, falar de misericórdia é ter presente “o caminho que une Deus e o homem” que “nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado” (n.º 2), porque a “misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa” (n.º 3).

O ano jubilar, que terminará no dia 20 de novembro de 2016, Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, ficará marcado por várias e variadas celebrações, cujo objectivo primeiro será sempre o testemunho dos baptizados: “Nas nossas paróquias, nas comunidades, nas associações e nos movimentos, em suma, onde houver cristãos, qualquer pessoa deve poder encontrar um oásis de misericórdia” (n.º 12).

JD, in Voz de Lamego, ano 85/48, n.º 4335, 27 de outubro

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