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Ide e fazei da casa de meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia

2015-10-03 10.10.26

Ano Pastoral 2015-2016

No passado sábado, dia 03, no Seminário maior, o nosso bispo apresentou a sua Carta Pastoral para este ano, cujo título dá o mote para toda a planificação prevista: “Ide e fazei da casa de meu Pai Casa de Oração e de Misericórdia”. Um tempo de oração marcou o início do encontro, a que se seguiu uma reflexão de D. António Couto, seguindo de perto o texto da Carta impressa e distribuída na publicação que traz o Plano Pastoral de 2015 – 2016.

Ide: itinerário temático

O salão do Seminário Maior encheu-se com diocesanos, sacerdotes e fiéis leigos, vindos de muitas paróquias, disponíveis para escutar o pastor e para se comprometerem na execução de uma planificação pastoral que foi distribuída a cada um dos presentes. O plano é um apoio que visa marcar o ritmo, expressar uma comunhão e ser elemento de convergência me cada comunidade procurará estar atenta ao proposto e caminhar segundo as suas possibilidades.

Atendendo ao facto de ser véspera da memória litúrgica de S. Francisco de Assis, os presentes puderam escutar uma breve referência, feita por D. António Couto, ao jovem de Assis que aceita a missão de “reconstruir a Igreja do Senhor”. E fê-lo adoptando a “santa pobreza” por mãe. Não uma pobreza que seja sinónimo de miséria, mas expressão de um “contacto máximo com Deus, com os outros e com o chão onde se vive”. Nesse sentido, é uma pobreza que provoca alegria.

Assim – concluiu o nosso bispo – de vez em quando “vale a pena comparar a nossa agenda com a agenda dos santos” e, segundo o seu exemplo, “deixarmo-nos inquietar pelo Evangelho” que é incómodo, provoca e, muitas vezes, faz doer. E, como sempre, não bastam palavras; é preciso o testemunho.

Este ícone franciscano serviu, então, para abrir o encontro em que o novo plano pastoral esteve em destaque, onde o “ide” se mantém como convite perene e a misericórdia se destaca como virtude a fomentar.

Todos, tudo e sempre

Na leitura comentada que fez de alguns parágrafos da Carta, o nosso bispo sublinhou a urgência da missão e apelou a todos os diocesanos presentes para ultrapassarem o “fez-se sempre assim” ou o “deveriaqueísmo” estéril de que fala o Papa Francisco na sua Exortação “A Alegria do Evangelho”. Mais do que opinar, aparecer de vez em quando ou confessar-se incapaz de fazer diferente, todo o fiel deve assumir a sua missão baptismal até ao fim, como se de uma incisão se tratasse, de um “ir até ao sangue”.

Uma missão “de todos os tempos, espaços e modos” é o que espera o discípulo de Jesus, convocado para testemunhar a sua fé e ir além de “frases feitas”. Para isso, “temos de abandonar velhos vícios de acomodação e conforto, de simples manutenção, conservação e gestão” (n.º 3). O Evangelho não nasceu para tranquilizar.

Atravessar a porta santa da misericórdia

Em sintonia com a Igreja universal, a Carta aborda o tema da misericórdia, divulgando datas, deixando convites, sugerindo propostas e enunciando as “igrejas jubilares” da nossa diocese. A “porta santa” poderá ser atravessada pelos fiéis, cumprindo o previsto e auferindo das indulgências anunciadas, na Sé e no santuário de Nossa Senhora da Lapa.

CARTA PASTORAL DE D. ANTÓNIO COUTO: leia aqui.

in Voz de Lamego, ano 85/45, n.º 4332, 6 de outubro

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